Foram encontradas 40 questões.
Aos sete anos, projetava que minha vida estaria resolvida aos 37. Administraria somente a felicidade. Dei(d) o prazo de três décadas para não me preocupar. Talvez o paraíso naquela época fosse(d) cabular temas, não ir à escola, muito menos submeter-se(a) às provas. Não mirabolava encargos, superações e dificuldades. Até porque a vida adulta é distante, uma velhice para criança.
Recordo a atmosfera do que imaginava. A sensação de alívio do futuro. A felicidade seria estável(c) e permanente(c). Era uma fórmula que deveria encontrar e adotar no restante dos dias. Algo como a receita de galinha recheada da avó. Uma vez feito o prato, ele se repetiria eternamente.
Não enxergava o estado provisório(c) e fugaz(c) do sentimento, um clarão que nos ajuda a suportar depois o escuro(b). Hoje entendo que a felicidade(e) é rara(e), relampeia(e), olhamos onde estão nossas coisas e seguimos tateando com mais facilidade.
Fabrício Carpinejar. O que sonhei ser e não fui. Internet: http://carpinejar.blogspot.com/. Acesso em 31/1/2010 (com adaptações).
Ainda no que se refere aos aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
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Depois dos ataques praticados na véspera de Natal pelos “maroons” (como são chamados os descendentes de escravos que vivem no Suriname), será difícil manter uma relação de cordialidade entre os surinameses e os brasileiros que trabalham como garimpeiros naquele país.
A avaliação é da pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Maria Célia Coelho. Ela lembrou que já havia um ressentimento da população nativa com os brasileiros. “Acho que o fato de os brasileiros darem 10% do que garimpam aos nativos não é suficiente para manter uma relação de cordialidade. Porque a disputa dos negros da região é pelo acesso à riqueza do garimpo, e só aqueles 10% do lucro não satisfazem. Com isso, a atrição permanece”.
A pesquisadora ressaltou que a presença dos garimpeiros no Suriname é uma questão complicada para os governantes brasileiros, já que eles estão lá ilegalmente. “Deve-se retirar a população de lá, até para evitar problemas com o Suriname, e dar assistência às mulheres que foram estupradas. O Brasil não pode fazer mais do que isso, já que se trata de uma atividade que é ilegal”.
A professora, que pesquisou a imigração de brasileiros no Suriname, disse que os estudos mostram que há muitos imigrantes envolvidos em uma rede de prostituição local, financiada pelo garimpo.
Agência Brasil. Internet: http://www.americaeconomia.com.br. Acesso em 6/1/2010 (com adaptações).
As opções a seguir apresentam trechos textuais. Assinale aquela em que a tipologia é semelhante à do texto referente às questões de 1 a 4.
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Depois dos ataques praticados na véspera de Natal pelos “maroons” (como são chamados os descendentes de escravos que vivem no Suriname), será difícil manter uma relação de cordialidade entre os surinameses e os brasileiros que trabalham como garimpeiros naquele país.
A avaliação é da pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Maria Célia Coelho. Ela lembrou que já havia um ressentimento da população nativa com os brasileiros. “Acho que o fato de os brasileiros darem 10% do que garimpam aos nativos não é suficiente para manter uma relação de cordialidade. Porque a disputa dos negros da região é pelo acesso à riqueza do garimpo, e só aqueles 10% do lucro não satisfazem. Com isso, a atrição permanece”.
A pesquisadora ressaltou que a presença dos garimpeiros no Suriname é uma questão complicada para os governantes brasileiros, já que eles estão lá ilegalmente. “Deve-se retirar a população de lá, até para evitar problemas com o Suriname, e dar assistência às mulheres que foram estupradas. O Brasil não pode fazer mais do que isso, já que se trata de uma atividade que é ilegal”.
A professora, que pesquisou a imigração de brasileiros no Suriname, disse que os estudos mostram que há muitos imigrantes envolvidos em uma rede de prostituição local, financiada pelo garimpo.
Agência Brasil. Internet: http://www.americaeconomia.com.br. Acesso em 6/1/2010 (com adaptações).
Acerca de aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
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Depois dos ataques praticados na véspera de Natal pelos “maroons” (como são chamados os descendentes de escravos que vivem no Suriname), será difícil manter uma relação de cordialidade entre os surinameses e os brasileiros que trabalham como garimpeiros naquele país.
A avaliação é da pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Maria Célia Coelho. Ela lembrou que já havia um ressentimento da população nativa com os brasileiros. “Acho que o fato de os brasileiros darem 10% do que garimpam aos nativos não é suficiente para manter uma relação de cordialidade. Porque a disputa dos negros da região é pelo acesso à riqueza do garimpo, e só aqueles 10% do lucro não satisfazem. Com isso, a atrição permanece”.
A pesquisadora ressaltou que a presença dos garimpeiros no Suriname é uma questão complicada para os governantes brasileiros, já que eles estão lá ilegalmente. “Deve-se retirar a população de lá, até para evitar problemas com o Suriname, e dar assistência às mulheres que foram estupradas. O Brasil não pode fazer mais do que isso, já que se trata de uma atividade que é ilegal”.
A professora, que pesquisou a imigração de brasileiros no Suriname, disse que os estudos mostram que há muitos imigrantes envolvidos em uma rede de prostituição local, financiada pelo garimpo.
Agência Brasil. Internet: http://www.americaeconomia.com.br. Acesso em 6/1/2010 (com adaptações).
A palavra “atrição” está empregada com o sentido de
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Assinale a opção que NÃO apresenta erro gramatical.
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Aos sete anos, projetava que minha vida estaria resolvida aos 37. Administraria somente a felicidade. Dei o prazo de três décadas para não me preocupar. Talvez o paraíso naquela época fosse cabular temas, não ir à escola, muito menos submeter-se às provas. Não mirabolava encargos, superações e dificuldades. Até porque a vida adulta é distante, uma velhice para criança.
Recordo a atmosfera do que imaginava. A sensação de alívio do futuro. A felicidade seria estável e permanente. Era uma fórmula que deveria encontrar e adotar no restante dos dias. Algo como a receita de galinha recheada da avó. Uma vez feito o prato, ele se repetiria eternamente.
Não enxergava o estado provisório e fugaz do sentimento, um clarão que nos ajuda a suportar depois o escuro. Hoje entendo que a felicidade é rara, relampeia, olhamos onde estão nossas coisas e seguimos tateando com mais facilidade.
Fabrício Carpinejar. O que sonhei ser e não fui. Internet: http://carpinejar.blogspot.com/. Acesso em 31/1/2010 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto, assinale a opção INCORRETA.
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Depois dos ataques praticados na véspera de Natal pelos “maroons” (como são chamados os descendentes de escravos que vivem no Suriname), será difícil manter uma relação de cordialidade entre os surinameses e os brasileiros que trabalham como garimpeiros naquele país.
A avaliação é da pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Maria Célia Coelho. Ela lembrou que já havia um ressentimento da população nativa com os brasileiros. “Acho que o fato de os brasileiros darem 10% do que garimpam aos nativos não é suficiente para manter uma relação de cordialidade. Porque a disputa dos negros da região é pelo acesso à riqueza do garimpo, e só aqueles 10% do lucro não satisfazem. Com isso, a atrição permanece”.
A pesquisadora ressaltou que a presença dos garimpeiros no Suriname é uma questão complicada para os governantes brasileiros, já que eles estão lá ilegalmente. “Deve-se retirar a população de lá, até para evitar problemas com o Suriname, e dar assistência às mulheres que foram estupradas. O Brasil não pode fazer mais do que isso, já que se trata de uma atividade que é ilegal”.
A professora, que pesquisou a imigração de brasileiros no Suriname, disse que os estudos mostram que há muitos imigrantes envolvidos em uma rede de prostituição local, financiada pelo garimpo.
Agência Brasil. Internet: http://www.americaeconomia.com.br. Acesso em 6/1/2010 (com adaptações).
A respeito das ideias do texto, assinale a opção correta.
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O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas funções, sendo que a responsabilidade civil decorre de ato omisso ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário. Considerando essas informações, assinale a opção INCORRETA.
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Com base na Lei n.º 8.112/1990, relacione a primeira coluna à segunda e, em seguida, assinale a opção correta.
I – Retribuição
II – Remuneração
III – Proibição
IV – Vencimento
V – Penalidade
( ) É devido(a) ao ocupante de cargo de natureza especial.
( ) É uma exceção, quando recebe participação como comanditário.
( ) Aplica-se nos casos de reincidência das faltas.
( ) Ocorre no dia em que houver falta sem motivo justificado.
( ) Acrescido(a) das vantagens de caráter permanente, é irredutível.
A sequência correta é:
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Acerca da organização do Estado e do sistema tributário nacional, assinale a opção correta.
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