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“Isso de envelhecer se espalhou tanto, que os sábios desandaram a descobrir possibilidades de prolongar a vida, longe das marcas da decrepitude, conhecidas antes por um nome masculino, também no plural: “os ultrajes do tempo”. Surgiu então a série de vitaminas, e não param mais os soros, as geléias, os leites de vários fermentos, e regimes, ginásticas, massagens, banhos do maior calor ao maior frio, operações plásticas, xaropes, cápsulas, comprimidos... Tudo, entretanto, “pela hora da morte”.
Ora, a coisa mais eficiente e mais barata para melhorar o aspecto geral e o clima das pessoas de antiga permanência no mundo não será o bom humor? Quem nunca se aborrece tem sempre vinte anos. Fugir dos importunos, evitar os maldizentes, desaparecer dos pessimistas, e dos que nos supõem importantes, e dos que nos acham sublimes, e dos que nos declaram idiotas. Nada valem os cabelos a menos por fora da cabeça. Vale tudo a calma dentro da cabeça.
MOREYRA, Álvaro. Havia uma oliveira no jardim.
Os vocábulos “Isso” e “coisa”, respectivamente, significam:
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POLUIÇÃO!
Sombras medonhas sobre os verdes mares
Ainda existem lugares privilegiados – como certos pontos do litoral brasileiro – em que se conseguem ver os mil matizes que o sol faz refletir nas ondas do mar: azul-regata, verde-jade, azul-celeste... verde-esmeralda.
Mas, na maioria das praias próximas às grandes cidades, as águas parecem doentes: estão ficando paradas, cinzentas. Estão ficando imóveis, estáticas, plúmbeas, podres.
Não poderia ser diferente: grande parte do lixo litorâneo acaba sendo lançada diretamente nos oceanos, acumulando-se nas zonas costeiras, onde sobrevivem a flora e a fauna dos mares.
Quando a poluição dos oceanos é feita por matéria orgânica – geralmente, esgotos não tratados – há uma violenta proliferação de bactérias e microorganismos patogênicos que atacam a saúde através de diarréias, hepatites, micoses e outras doenças.
A poluição orgânica dos mares faz ainda com que as águas fiquem turvas, baixando o teor de oxigênio e aumentando a acidez.(...) Muitas espécies desaparecem e outras proliferam rapidamente. Os primeiros a morrer são as esponjas, corais, polvos, estrelas, moluscos, camarões, lagostas. Já os siris e caranguejos – amantes da imundície – sobrevivem numa boa.
Mas a poluição mais grave do mar não é a orgânica – e sim a industrial – principalmente petróleo e seus derivados. Ela provoca efeitos imprevisíveis, porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar. Os escapamentos que podem ocorrer em milhares de novos poços de petróleo que estão sendo perfurados em todo o mundo certamente contribuirão para aumentar as “marés negras”, de forma inevitável, inexorável.
(...)
Apesar de tudo, a consciência ecológica está crescendo. É possível que os nossos verdes mares não deixem (nunca!) de refletir os raios de sol em suas ondas de águas estilhaçadas – no azul de suas ondas onduladas. Águas que correm, que escorrem, que sobem, que descem...
DERENGOSKI, Paulo Ramos. Jornal do Comércio.
25 jun. a 1 jul. 2000 (adaptado).
Em “porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar.”, o sentido sofre alteração quando se substitui o conectivo destacado por:
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POLUIÇÃO!
Sombras medonhas sobre os verdes mares
Ainda existem lugares privilegiados – como certos pontos do litoral brasileiro – em que se conseguem ver os mil matizes que o sol faz refletir nas ondas do mar: azul-regata, verde-jade, azul-celeste... verde-esmeralda.
Mas, na maioria das praias próximas às grandes cidades, as águas parecem doentes: estão ficando paradas, cinzentas. Estão ficando imóveis, estáticas, plúmbeas, podres.
Não poderia ser diferente: grande parte do lixo litorâneo acaba sendo lançada diretamente nos oceanos, acumulando-se nas zonas costeiras, onde sobrevivem a flora e a fauna dos mares.
Quando a poluição dos oceanos é feita por matéria orgânica – geralmente, esgotos não tratados – há uma violenta proliferação de bactérias e microorganismos patogênicos que atacam a saúde através de diarréias, hepatites, micoses e outras doenças.
A poluição orgânica dos mares faz ainda com que as águas fiquem turvas, baixando o teor de oxigênio e aumentando a acidez.(...) Muitas espécies desaparecem e outras proliferam rapidamente. Os primeiros a morrer são as esponjas, corais, polvos, estrelas, moluscos, camarões, lagostas. Já os siris e caranguejos – amantes da imundície – sobrevivem numa boa.
Mas a poluição mais grave do mar não é a orgânica – e sim a industrial – principalmente petróleo e seus derivados. Ela provoca efeitos imprevisíveis, porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar. Os escapamentos que podem ocorrer em milhares de novos poços de petróleo que estão sendo perfurados em todo o mundo certamente contribuirão para aumentar as “marés negras”, de forma inevitável, inexorável.
(...)
Apesar de tudo, a consciência ecológica está crescendo. É possível que os nossos verdes mares não deixem (nunca!) de refletir os raios de sol em suas ondas de águas estilhaçadas – no azul de suas ondas onduladas. Águas que correm, que escorrem, que sobem, que descem...
DERENGOSKI, Paulo Ramos. Jornal do Comércio.
25 jun. a 1 jul. 2000 (adaptado).
Assinale a afirmativa INCORRETA quanto à estrutura do Texto I.
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POLUIÇÃO!
Sombras medonhas sobre os verdes mares
Ainda existem lugares privilegiados – como certos pontos do litoral brasileiro – em que se conseguem ver os mil matizes que o sol faz refletir nas ondas do mar: azul-regata, verde-jade, azul-celeste... verde-esmeralda.
Mas, na maioria das praias próximas às grandes cidades, as águas parecem doentes: estão ficando paradas, cinzentas. Estão ficando imóveis, estáticas, plúmbeas, podres.
Não poderia ser diferente: grande parte do lixo litorâneo acaba sendo lançada diretamente nos oceanos, acumulando-se nas zonas costeiras, onde sobrevivem a flora e a fauna dos mares.
Quando a poluição dos oceanos é feita por matéria orgânica – geralmente, esgotos não tratados – há uma violenta proliferação de bactérias e microorganismos patogênicos que atacam a saúde através de diarréias, hepatites, micoses e outras doenças.
A poluição orgânica dos mares faz ainda com que as águas fiquem turvas, baixando o teor de oxigênio e aumentando a acidez.(...) Muitas espécies desaparecem e outras proliferam rapidamente. Os primeiros a morrer são as esponjas, corais, polvos, estrelas, moluscos, camarões, lagostas. Já os siris e caranguejos – amantes da imundície – sobrevivem numa boa.
Mas a poluição mais grave do mar não é a orgânica – e sim a industrial – principalmente petróleo e seus derivados. Ela provoca efeitos imprevisíveis, porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar. Os escapamentos que podem ocorrer em milhares de novos poços de petróleo que estão sendo perfurados em todo o mundo certamente contribuirão para aumentar as “marés negras”, de forma inevitável, inexorável.
(...)
Apesar de tudo, a consciência ecológica está crescendo. É possível que os nossos verdes mares não deixem (nunca!) de refletir os raios de sol em suas ondas de águas estilhaçadas – no azul de suas ondas onduladas. Águas que correm, que escorrem, que sobem, que descem...
DERENGOSKI, Paulo Ramos. Jornal do Comércio.
25 jun. a 1 jul. 2000 (adaptado).
Em relação ao Texto I, NÃO é possível afirmar que:
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POLUIÇÃO!
Sombras medonhas sobre os verdes mares
Ainda existem lugares privilegiados – como certos pontos do litoral brasileiro – em que se conseguem ver os mil matizes que o sol faz refletir nas ondas do mar: azul-regata, verde-jade, azul-celeste... verde-esmeralda.
Mas, na maioria das praias próximas às grandes cidades, as águas parecem doentes: estão ficando paradas, cinzentas. Estão ficando imóveis, estáticas, plúmbeas, podres.
Não poderia ser diferente: grande parte do lixo litorâneo acaba sendo lançada diretamente nos oceanos, acumulando-se nas zonas costeiras, onde sobrevivem a flora e a fauna dos mares.
Quando a poluição dos oceanos é feita por matéria orgânica – geralmente, esgotos não tratados – há uma violenta proliferação de bactérias e microorganismos patogênicos que atacam a saúde através de diarréias, hepatites, micoses e outras doenças.
A poluição orgânica dos mares faz ainda com que as águas fiquem turvas, baixando o teor de oxigênio e aumentando a acidez.(...) Muitas espécies desaparecem e outras proliferam rapidamente. Os primeiros a morrer são as esponjas, corais, polvos, estrelas, moluscos, camarões, lagostas. Já os siris e caranguejos – amantes da imundície – sobrevivem numa boa.
Mas a poluição mais grave do mar não é a orgânica – e sim a industrial – principalmente petróleo e seus derivados. Ela provoca efeitos imprevisíveis, porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar. Os escapamentos que podem ocorrer em milhares de novos poços de petróleo que estão sendo perfurados em todo o mundo certamente contribuirão para aumentar as “marés negras”, de forma inevitável, inexorável.
(...)
Apesar de tudo, a consciência ecológica está crescendo. É possível que os nossos verdes mares não deixem (nunca!) de refletir os raios de sol em suas ondas de águas estilhaçadas – no azul de suas ondas onduladas. Águas que correm, que escorrem, que sobem, que descem...
DERENGOSKI, Paulo Ramos. Jornal do Comércio.
25 jun. a 1 jul. 2000 (adaptado).
As expressões que apresentam relação de sentido por oposição são:
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- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Aparente, Taxa de Juros Reais e Inflação
A taxa anual de juros básicos (Taxa Selic), determinada pelo governo brasileiro, vem aumentando 0,5% a cada mês desde setembro de 2004. Se, em janeiro de 2005, a Taxa Selic chegou a 18,25%, seu valor em outubro de 2004 era de:
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Suponha que o quadro abaixo descreva duas alternativas de investimentos a serem avaliadas pela Petrobras, para o período 2005-2009, através do método do payback.
|
Alternativa |
Valor do Investimento (Em 1.000 R$) | Fluxo de Caixa (Em 1.000 R$) | ||||
| Ano 1 | Ano 2 | Ano 3 | Ano 4 |
Ano 5 |
||
| X | 300.000 | 90.000 | 50.000 | 60.000 | 50.000 |
250.000 |
| Y | 300.000 | 100.000 | 100.000 | 100.000 | 100.000 |
100.000 |
A análise do quadro permite afirmar que na alternativa:
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Com relação aos diferentes tipos de taxas de juros utilizados para fins de análise de projetos, é correto afirmar que:
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A Taxa Interna de Retorno (TIR) para um projeto é definida como aquela taxa de juros que zera o Valor Presente Líquido (VPL) do mesmo. Analise as proposições abaixo a respeito da TIR.
I - O cálculo da TIR representa a rentabilidade do projeto expressa em termos de uma taxa de juros equivalente periódica.
II - Um projeto cujo fluxo de caixa apresente um desembolso líquido de R$ 1.200.000,00 em seu início, e receitas líquidas de R$ 300.000,00 no final de cada um dos dois anos seguintes, apresenta uma TIR positiva.
III - Um pressuposto básico para o método de cálculo da TIR de um projeto é que todos os fluxos intermediários de caixa sejam reinvestidos à própria TIR calculada para o investimento.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
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Observe a expressão abaixo, que relaciona uma taxa nominal anual de juros com a correspondente taxa efetiva, no caso de várias parcelas dentro do ano.
!$ x + 1 \left ( 1 + { \large Y \over Z}\right )^z !$
As variáveis X, Y e Z correspondem, respectivamente, a:
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