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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a condenar os aspectos negativos da globalização. De forma indireta, criticou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o formato que os EUA querem para a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). Em discurso durante reunião promovida em conjunto com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), na sede das Nações Unidas, Lula disse que “a racionalidade da globalização não satisfaz o interesse das maiorias”. Para ele, “globalização justa significa regimes que remunerem a maior competitividade dos agricultores nos países em desenvolvimento, ao eliminar as barreiras que restringem o acesso aos mercados ricos”.
Qualificando a fome como um “fenômeno economicamente irracional, politicamente inaceitável e eticamente vergonhoso”, Lula atuou como anfitrião no encontro que contou com a presença de dezenas de representantes de países. Para ele, a fome é “a pior arma de destruição em massa que existe”.
Jornal do Brasil, 21/9/2004, p. A5 (com adaptações).
Tendo o texto acima como primeira referência e considerando os múltiplos aspectos suscitados pelo tema que ele aborda, julgue o item seguinte.
Uma das razões pelas quais o presidente brasileiro tem ampliado suas crítica ao FMI é certamente a extrema liberalidade com que esse organismo trata a fixação das metas de superavit primário a que estão obrigados os países que dele se socorrem, inclusive admitindo a não-inclusão nelas dos gastos com infra-estrutura.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
EUA, Japão, China e Europa são exemplos de grandes economias muito dependentes do petróleo. Assim, se decidirem pelo aumento de juros para impedir a pressão inflacionária, algo que o texto classifica de ponto nevrálgico, acabam por afetar países emergentes como o Brasil, que poderão assistir à fuga de capitais estrangeiros.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Como o aumento do preço do petróleo implica maiores ganhos para os países produtores, não há registro de que, em momentos de crise, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) tenha tomado a iniciativa de aumentar sua produção para abaixar o preço de seu estratégico produto.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
O texto fala em fatores eventuais que contribuem para a majoração do preço do petróleo. Entre eles, é possível citar o aumento do consumo, resultante, por exemplo, do aquecimento de determinadas economias, como presentemente ocorre com a chinesa e a norte-americana.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Embora focalizando um aspecto específico, o petróleo, o texto salienta a importância das eleições norte-americanas, especialmente por suas repercussões internacionais. Com efeito, pelo peso do país no sistema de poder mundial contemporâneo, uma guinada na direção de sua política externa afetará interesses nas mais diversas regiões do globo.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Quando o texto afirma estar o Brasil hoje bem menos vulnerável às oscilações internacionais do preço do petróleo, ele se respalda em números. Afinal, ainda que importe volume expressivo de gasolina, o Brasil — por meio da PETROBRAS — já é auto- suficiente na exploração de petróleo.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Atos terroristas no Iraque e na Arábia Saudita também exercem efeito multiplicador sobre o mercado petrolífero, já que, juntos, esses países respondem por parte considerável das reservas de petróleo conhecidas no planeta.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervençãomilitar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Sendo grande produtora de petróleo, a Venezuela poderia auferir lucros expressivos com os atuais preços do produto. Contudo, a instabilidade política do país, que tem marcado o governo de Hugo Cháves, impede a obtenção desses ganhos.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervençãomilitar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
São vários os fatores que interferem na fixação do preço do barril de petróleo no mercado internacional. Na recente onda de alta, foi decisivo o quadro de instabilidade no Oriente Médio, agravado pela decisão da administração George W. Bush de invadir o país de Saddam Hussein, como mencionado no texto.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervençãomilitar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Na atualidade, a autonomia dos mercados funciona como uma espécie de antídoto contra crises localizadas, de modo que um problema surgido em determinada região possa a ela ficar circunscrito, minimizando seus potenciais efeitos negativos sobre o conjunto da economia global.
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