Foram encontradas 150 questões.
José, gestor de recursos humanos da ARCE, pretende montar um relatório contendo a idade de todos os funcionários que
trabalham com ele. Ao analisar a faixa etária da equipe, ele observou que a idade de cada funcionário, seguindo a ordem
crescente das idades, tem uma diferença de 4 anos a mais do que a idade do funcionário anterior. Além disso, ele observou
que a soma da idade do funcionário mais jovem com a idade do funcionário mais idoso é de 86 anos e que a soma total de
todas as idades é de 559 anos. Sendo assim, é correto afirmar que a idade do quinto funcionário mais idoso é:
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Devido a um grande número de queixas sobre o sistema de transporte rodoviário intermunicipal, a ARCE iniciou a fiscalização
de todos os transportes responsáveis por executar o serviço e coletou amostras dos veículos para uma análise mais criteriosa.
Entre as amostras coletadas, foram evidenciados os seguintes itens:
• 8 poltronas com defeitos; • 7 suportes de braços quebrados; • 4 janelas estilhaçadas; • 10 cintos de segurança arrebentados; e • 5 apoios para as pernas rompidos.
Para instaurar um processo administrativo fiscal, é necessário que sejam escolhidos exatamente 4 itens entre as amostras, sendo que o cinto de segurança arrebentado deve sempre estar presente nas amostras, enquanto os demais itens devem pertencer a uma amostra diferente. Observando a necessidade descrita para instauração do processo, quantos quartetos de itens poderão ser escolhidos?
• 8 poltronas com defeitos; • 7 suportes de braços quebrados; • 4 janelas estilhaçadas; • 10 cintos de segurança arrebentados; e • 5 apoios para as pernas rompidos.
Para instaurar um processo administrativo fiscal, é necessário que sejam escolhidos exatamente 4 itens entre as amostras, sendo que o cinto de segurança arrebentado deve sempre estar presente nas amostras, enquanto os demais itens devem pertencer a uma amostra diferente. Observando a necessidade descrita para instauração do processo, quantos quartetos de itens poderão ser escolhidos?
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A ARCE, após uma fiscalização na Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), concluiu que, para que a empresa consiga
fornecer 45 milhões de litros de água, são necessárias 36 horas – utilizando 18 estações de bombeamento, com auxílio de
26 funcionários executando as funções operacionais. Supondo que a demanda de fornecimento aumente para 55 milhões de
litros de água, que estejam disponíveis somente 13 estações de bombeamento e que 4 funcionários que executam as funções
operacionais estejam afastados por motivo de doença, quantas horas são necessárias para que a nova demanda seja totalmente
atendida?
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Após a instalação de novos dutos para fornecimento de gás pela Companhia de Gás do Ceará (CEGÁS), a ARCE realizou uma
fiscalização nas novas instalações para localizar possíveis problemas que resultassem, futuramente, em potenciais acidentes.
Para realizar a inspeção, o território analisado foi mapeado em um plano cartesiano, sendo considerado como ponto de
partida a posição representada pelo ponto Pa = (2, α) no plano cartesiano. Sabendo que a verificação parte de Pa, ela se move
9 unidades no sentido negativo do eixo das ordenadas e 5 unidades no sentido positivo do eixo das abscissas, chegando a um
ponto de filtragem considerado por Pb. A partir de Pb, a fiscalização continua se movendo 6 unidades no sentido negativo do
eixo das abscissas e 8 unidades no sentido positivo do eixo das ordenadas, alcançando o final dos dutos, representado pelo
ponto Pc = (β, 9). Analisando o trajeto percorrido, qual o valor da soma de α + β?
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A prefeitura de determinado município do estado do Ceará realizou uma licitação para instalar postes de iluminação em um
novo bairro que está sendo construído na cidade. A empresa Enel Distribuição Ceará sagrou-se vencedora do processo
licitatório, sendo responsável pela instalação dos postes. Após a realização do serviço, a ARCE verificou se os postes estavam
dentro do padrão de altura determinado pela norma. Para calcular a altura do poste, o funcionário responsável pela medição,
localizado em certa posição na rua, apontou um laser para o ponto mais alto do poste e, com isso, formou um ângulo de 55°
em relação à rua. Após se deslocar 2,15 m em direção ao poste, ele apontou novamente o laser e obteve um ângulo de 72°
em relação à rua. Considerando os dados coletados pelo funcionário, a altura do poste fiscalizado corresponde a quantos
metros?
(Dados: tg 55° = 1,5; tg 72° = 3.)
(Dados: tg 55° = 1,5; tg 72° = 3.)
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The environment
In our modern world, there are many factors that place the wellbeing of the planet in jeopardy. While some people have
the opinion that environmental problems are just a natural occurrence, others believe that human beings have a huge impact
on the environment. Regardless of your viewpoint, take into consideration the following factors that place our environment as
well as the planet Earth in danger.
Global warming or climate change is a major contributing factor to environmental damage. Because of global warming, we
have seen an increase in melting ice caps, a rise in sea levels, and the formation of new weather patterns. These weather
patterns have caused stronger storms, droughts, and flooding in places that they formerly did not occur.
Air pollution is primarily caused as a result of excessive and unregulated emissions of carbon dioxide into the air. Pollutants
mostly emerge from the burning of fossil fuels in addition to chemicals, toxic substances, and improper waste disposal. Air
pollutants are absorbed into the atmosphere, and they can cause smog, a combination of smoke and fog, in valleys as well as
produce acidic precipitation in areas far away from the pollution source.
In many areas, people and local governments do not sustainably use their natural resources. Mining for natural gases,
deforestation, and even improper use of water resources can have tremendous effects on the environment.
Ultimately, the effects of the modern world on the environment can lead to many problems. Human beings need to
consider the repercussions of their actions, trying to reduce, reuse, and recycle materials while establishing environmentally
sustainable habits. If measures are not taken to protect the environment, we can potentially witness the extinction of more
endangered species, worldwide pollution, and a completely uninhabitable planet.
(Available in: www.lingua.com/English/environment. March, 2025.)
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The environment
In our modern world, there are many factors that place the wellbeing of the planet in jeopardy. While some people have
the opinion that environmental problems are just a natural occurrence, others believe that human beings have a huge impact
on the environment. Regardless of your viewpoint, take into consideration the following factors that place our environment as
well as the planet Earth in danger.
Global warming or climate change is a major contributing factor to environmental damage. Because of global warming, we
have seen an increase in melting ice caps, a rise in sea levels, and the formation of new weather patterns. These weather
patterns have caused stronger storms, droughts, and flooding in places that they formerly did not occur.
Air pollution is primarily caused as a result of excessive and unregulated emissions of carbon dioxide into the air. Pollutants
mostly emerge from the burning of fossil fuels in addition to chemicals, toxic substances, and improper waste disposal. Air
pollutants are absorbed into the atmosphere, and they can cause smog, a combination of smoke and fog, in valleys as well as
produce acidic precipitation in areas far away from the pollution source.
In many areas, people and local governments do not sustainably use their natural resources. Mining for natural gases,
deforestation, and even improper use of water resources can have tremendous effects on the environment.
Ultimately, the effects of the modern world on the environment can lead to many problems. Human beings need to
consider the repercussions of their actions, trying to reduce, reuse, and recycle materials while establishing environmentally
sustainable habits. If measures are not taken to protect the environment, we can potentially witness the extinction of more
endangered species, worldwide pollution, and a completely uninhabitable planet.
(Available in: www.lingua.com/English/environment. March, 2025.)
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The environment
In our modern world, there are many factors that place the wellbeing of the planet in jeopardy. While some people have
the opinion that environmental problems are just a natural occurrence, others believe that human beings have a huge impact
on the environment. Regardless of your viewpoint, take into consideration the following factors that place our environment as
well as the planet Earth in danger.
Global warming or climate change is a major contributing factor to environmental damage. Because of global warming, we
have seen an increase in melting ice caps, a rise in sea levels, and the formation of new weather patterns. These weather
patterns have caused stronger storms, droughts, and flooding in places that they formerly did not occur.
Air pollution is primarily caused as a result of excessive and unregulated emissions of carbon dioxide into the air. Pollutants
mostly emerge from the burning of fossil fuels in addition to chemicals, toxic substances, and improper waste disposal. Air
pollutants are absorbed into the atmosphere, and they can cause smog, a combination of smoke and fog, in valleys as well as
produce acidic precipitation in areas far away from the pollution source.
In many areas, people and local governments do not sustainably use their natural resources. Mining for natural gases,
deforestation, and even improper use of water resources can have tremendous effects on the environment.
Ultimately, the effects of the modern world on the environment can lead to many problems. Human beings need to
consider the repercussions of their actions, trying to reduce, reuse, and recycle materials while establishing environmentally
sustainable habits. If measures are not taken to protect the environment, we can potentially witness the extinction of more
endangered species, worldwide pollution, and a completely uninhabitable planet.
(Available in: www.lingua.com/English/environment. March, 2025.)
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As caridades odiosas
Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos,
como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchava na minha saia. Voltei-me e vi que se
tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de
pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas,
informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido
concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
− Um doce, moça, compre um doce para mim.
Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido pareceu cumular
uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de
quem queria uns goles de água.
Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido
tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.
De que tinha eu medo? Eu não olhava a criança, queria que a cena, humilhante para mim, terminasse logo. Perguntei-lhe:
que doce você...
Antes de terminar, o menino disse apontando depressa com o dedo: aquelinho ali, com chocolate por cima. Por um
instante perplexa, eu me recompus logo e ordenei, com aspereza, à caixeira que o servisse.
− Que outro doce você quer? Perguntei ao menino.
Este, que mexendo as mãos e a boca ainda espera com ansiedade pelo primeiro, interrompeu-se, olhou-me um instante e
disse com uma delicadeza insuportável, mostrando os dentes: não precisa de outro não. Ele poupava a minha bondade.
− Precisa sim, cortei eu ofegante, empurrando-o para a frente. O menino hesitou e disse: aquele amarelo de ovo. Recebeu
um doce em cada mão, levando as duas acima da cabeça, com medo talvez de apertá-los... Mesmo os doces estavam tão acima
do menino. E foi sem olhar para mim que ele, mais do que foi embora, fugiu. A caixeirinha olhava tudo:
− Afinal uma alma caridosa apareceu. Esse menino estava nesta porta há mais de uma hora, puxando todas as pessoas,
mas ninguém quis dar.
Fui embora, com o rosto corado de vergonha. De vergonha mesmo? Era inútil querer voltar aos pensamentos anteriores.
Eu estava cheia de um sentimento de amor, gratidão, revolta e vergonha. Mas, como se costuma dizer, o sol parecia brilhar
com mais força. Eu tivera a oportunidade de... E para isso foi necessário que outros não lhe tivessem dado doce.
E as pessoas que tomavam sorvete? Agora, o que eu queria saber com autocrueldade era o seguinte: temera que os outros
me vissem ou que os outros não me vissem? O fato é que, quando atravessei a rua, o que teria sido piedade já se estrangulara
sob outros sentimentos. E, agora, sozinha, meus pensamentos voltavam lentamente a ser os anteriores, só que inúteis.
(LISPECTOR, Clarice. As caridades odiosas. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1984. Adaptado.)
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As caridades odiosas
Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos,
como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchava na minha saia. Voltei-me e vi que se
tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de
pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas,
informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido
concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
− Um doce, moça, compre um doce para mim.
Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido pareceu cumular
uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de
quem queria uns goles de água.
Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido
tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.
De que tinha eu medo? Eu não olhava a criança, queria que a cena, humilhante para mim, terminasse logo. Perguntei-lhe:
que doce você...
Antes de terminar, o menino disse apontando depressa com o dedo: aquelinho ali, com chocolate por cima. Por um
instante perplexa, eu me recompus logo e ordenei, com aspereza, à caixeira que o servisse.
− Que outro doce você quer? Perguntei ao menino.
Este, que mexendo as mãos e a boca ainda espera com ansiedade pelo primeiro, interrompeu-se, olhou-me um instante e
disse com uma delicadeza insuportável, mostrando os dentes: não precisa de outro não. Ele poupava a minha bondade.
− Precisa sim, cortei eu ofegante, empurrando-o para a frente. O menino hesitou e disse: aquele amarelo de ovo. Recebeu
um doce em cada mão, levando as duas acima da cabeça, com medo talvez de apertá-los... Mesmo os doces estavam tão acima
do menino. E foi sem olhar para mim que ele, mais do que foi embora, fugiu. A caixeirinha olhava tudo:
− Afinal uma alma caridosa apareceu. Esse menino estava nesta porta há mais de uma hora, puxando todas as pessoas,
mas ninguém quis dar.
Fui embora, com o rosto corado de vergonha. De vergonha mesmo? Era inútil querer voltar aos pensamentos anteriores.
Eu estava cheia de um sentimento de amor, gratidão, revolta e vergonha. Mas, como se costuma dizer, o sol parecia brilhar
com mais força. Eu tivera a oportunidade de... E para isso foi necessário que outros não lhe tivessem dado doce.
E as pessoas que tomavam sorvete? Agora, o que eu queria saber com autocrueldade era o seguinte: temera que os outros
me vissem ou que os outros não me vissem? O fato é que, quando atravessei a rua, o que teria sido piedade já se estrangulara
sob outros sentimentos. E, agora, sozinha, meus pensamentos voltavam lentamente a ser os anteriores, só que inúteis.
(LISPECTOR, Clarice. As caridades odiosas. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1984. Adaptado.)
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