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A maior riqueza é o conhecimento
Tecnologia, globalização e desregulamentação estão fazendo a economia acelerar-se de forma espetacular. Ainda não alcançamos os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas há que se lembrar que esses ganhos ocorreram em um período de mais de cem anos. Há fortes indícios de que a revolução atual vá repetir e até ultrapassar o sucesso do século passado. Em 1979, um operário da Fiat produzia nove carros no mesmo tempo em que hoje são produzidos 69. Um prédio moderno, projetado com o auxílio do computador, pode passar do planejamento às obras em dois ou três meses, um terço do tempo do começo da década.
Evoluções assim tão rápidas não ocorrem só pelo ganho de eficiência. Elas ocorrem principalmente pela mudança de processos, pela invenção de novos modos de se fazer as coisas. Isso quer dizer que o maior prêmio da Nova Economia está nas idéias, no conhecimento, na inteligência. "Se tivéssemos sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 poderíamos ter visto a mudança de valor do capital para o conhecimento", diz o ex-executivo da Shell Arie de Geus, no livro A Empresa Viva. Já naquela época, as empresas pobres de bens e ricas de cérehros começaram a ser valorizadas: as agências de publicidade, as consultorias, as firmas de auditoria. Hoje, isso pode ser visto com muito mais força pela cotação em bolsa de empresas como a Microsoft ou a Amazon.com.
Nesse mundo em que a nova riqueza é o conhecimento, capital e trabalho passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em seu funcionamento. Capital é cada vez mais o capital intelectual, capital de relacionamentos, capital de marca. E trabalho é cada vez mais a capacidade de gerar e gerir idéias, de conectar-se a outros profissionais e a clientes.
Idem ibidem p-44 (com adaptações)
A sintaxe da oração e do período, combinada com o correto emprego das demais normas gramaticais, constitui requisito imprescindível de adequação do discurso ou do texto escrito. Considerando esses aspectos, julgue o item seguinte, relativo ao texto
Nas linhas (9 e 10) a preposição "de" poderia ser substituída por em, nas quatro ocorrências, sem que houvesse prejuízo à coesão textual ou infringência às, normas gramaticais.
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A maior riqueza é o conhecimento
Tecnologia, globalização e desregulamentação estão fazendo a economia acelerar-se de forma espetacular. Ainda não alcançamos os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas há que se lembrar que esses ganhos ocorreram em um período de mais de cem anos. Há fortes indícios de que a revolução atual vá repetir e até ultrapassar o sucesso do século passado. Em 1979, um operário da Fiat produzia nove carros no mesmo tempo em que hoje são produzidos 69. Um prédio moderno, projetado com o auxílio do computador, pode passar do planejamento às obras em dois ou três meses, um terço do tempo do começo da década.
Evoluções assim tão rápidas não ocorrem só pelo ganho de eficiência. Elas ocorrem principalmente pela mudança de processos, pela invenção de novos modos de se fazer as coisas. Isso quer dizer que o maior prêmio da Nova Economia está nas idéias, no conhecimento, na inteligência. "Se tivéssemos sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 poderíamos ter visto a mudança de valor do capital para o conhecimento", diz o ex-executivo da Shell Arie de Geus, no livro A Empresa Viva. Já naquela época, as empresas pobres de bens e ricas de cérehros começaram a ser valorizadas: as agências de publicidade, as consultorias, as firmas de auditoria. Hoje, isso pode ser visto com muito mais força pela cotação em bolsa de empresas como a Microsoft ou a Amazon.com.
Nesse mundo em que a nova riqueza é o conhecimento, capital e trabalho passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em seu funcionamento. Capital é cada vez mais o capital intelectual, capital de relacionamentos, capital de marca. E trabalho é cada vez mais a capacidade de gerar e gerir idéias, de conectar-se a outros profissionais e a clientes.
Idem ibidem p-44 (com adaptações)
Julgue se o item abaixo expressa, por meio de estruturas gramaticalmente corretas, informações do texto.
Estão fazendo, de forma espetacular, a economia acelerar a tecnologia, a globalização e a desregulamentação. Ainda não se alcançaram os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas é preciso lembrar que essa produção aconteceu em um período superior a um século.
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A maior riqueza é o conhecimento
Tecnologia, globalização e desregulamentação estão fazendo a economia acelerar-se de forma espetacular. Ainda não alcançamos os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas há que se lembrar que esses ganhos ocorreram em um período de mais de cem anos. Há fortes indícios de que a revolução atual vá repetir e até ultrapassar o sucesso do século passado. Em 1979, um operário da Fiat produzia nove carros no mesmo tempo em que hoje são produzidos 69. Um prédio moderno, projetado com o auxílio do computador, pode passar do planejamento às obras em dois ou três meses, um terço do tempo do começo da década.
Evoluções assim tão rápidas não ocorrem só pelo ganho de eficiência. Elas ocorrem principalmente pela mudança de processos, pela invenção de novos modos de se fazer as coisas. Isso quer dizer que o maior prêmio da Nova Economia está nas idéias, no conhecimento, na inteligência. "Se tivéssemos sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 poderíamos ter visto a mudança de valor do capital para o conhecimento", diz o ex-executivo da Shell Arie de Geus, no livro A Empresa Viva. Já naquela época, as empresas pobres de bens e ricas de cérehros começaram a ser valorizadas: as agências de publicidade, as consultorias, as firmas de auditoria. Hoje, isso pode ser visto com muito mais força pela cotação em bolsa de empresas como a Microsoft ou a Amazon.com.
Nesse mundo em que a nova riqueza é o conhecimento, capital e trabalho passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em seu funcionamento. Capital é cada vez mais o capital intelectual, capital de relacionamentos, capital de marca. E trabalho é cada vez mais a capacidade de gerar e gerir idéias, de conectar-se a outros profissionais e a clientes.
Idem ibidem p-44 (com adaptações)
A sintaxe da oração e do período, combinada com o correto emprego das demais normas gramaticais, constitui requisito imprescindível de adequação do discurso ou do texto escrito. Considerando esses aspectos, julgue o item seguinte, relativo ao texto
Se o autor tivesse optado por incluir a palavra relacionado logo após "mais", seria obrigatória a utilização do sinal indicativo de crase em "a" antes de "capacidade".
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A maior riqueza é o conhecimento
Tecnologia, globalização e desregulamentação estão fazendo a economia acelerar-se de forma espetacular. Ainda não alcançamos os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas há que se lembrar que esses ganhos ocorreram em um período de mais de cem anos. Há fortes indícios de que a revolução atual vá repetir e até ultrapassar o sucesso do século passado. Em 1979, um operário da Fiat produzia nove carros no mesmo tempo em que hoje são produzidos 69. Um prédio moderno, projetado com o auxílio do computador, pode passar do planejamento às obras em dois ou três meses, um terço do tempo do começo da década.
Evoluções assim tão rápidas não ocorrem só pelo ganho de eficiência. Elas ocorrem principalmente pela mudança de processos, pela invenção de novos modos de se fazer as coisas. Isso quer dizer que o maior prêmio da Nova Economia está nas idéias, no conhecimento, na inteligência. "Se tivéssemos sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 poderíamos ter visto a mudança de valor do capital para o conhecimento", diz o ex-executivo da Shell Arie de Geus, no livro A Empresa Viva. Já naquela época, as empresas pobres de bens e ricas de cérehros começaram a ser valorizadas: as agências de publicidade, as consultorias, as firmas de auditoria. Hoje, isso pode ser visto com muito mais força pela cotação em bolsa de empresas como a Microsoft ou a Amazon.com.
Nesse mundo em que a nova riqueza é o conhecimento, capital e trabalho passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em seu funcionamento. Capital é cada vez mais o capital intelectual, capital de relacionamentos, capital de marca. E trabalho é cada vez mais a capacidade de gerar e gerir idéias, de conectar-se a outros profissionais e a clientes.
Idem ibidem p-44 (com adaptações)
Julgue se o item abaixo expressa, por meio de estruturas gramaticalmente corretas, informações do texto.
Existem fortes indícios de que a revolução atual repetirá e até ultrapassará o sucesso do século XIX: hoje, a produção por período de tempo de um operário da Fiat é de 60 carros a mais: também, um prédio moderno pode passar do planejamento às obras em menos tempo.
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A maior riqueza é o conhecimento
Tecnologia, globalização e desregulamentação estão fazendo a economia acelerar-se de forma espetacular. Ainda não alcançamos os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas há que se lembrar que esses ganhos ocorreram em um período de mais de cem anos. Há fortes indícios de que a revolução atual vá repetir e até ultrapassar o sucesso do século passado. Em 1979, um operário da Fiat produzia nove carros no mesmo tempo em que hoje são produzidos 69. Um prédio moderno, projetado com o auxílio do computador, pode passar do planejamento às obras em dois ou três meses, um terço do tempo do começo da década.
Evoluções assim tão rápidas não ocorrem só pelo ganho de eficiência. Elas ocorrem principalmente pela mudança de processos, pela invenção de novos modos de se fazer as coisas. Isso quer dizer que o maior prêmio da Nova Economia está nas idéias, no conhecimento, na inteligência. "Se tivéssemos sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 poderíamos ter visto a mudança de valor do capital para o conhecimento", diz o ex-executivo da Shell Arie de Geus, no livro A Empresa Viva. Já naquela época, as empresas pobres de bens e ricas de cérehros começaram a ser valorizadas: as agências de publicidade, as consultorias, as firmas de auditoria. Hoje, isso pode ser visto com muito mais força pela cotação em bolsa de empresas como a Microsoft ou a Amazon.com.
Nesse mundo em que a nova riqueza é o conhecimento, capital e trabalho passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em seu funcionamento. Capital é cada vez mais o capital intelectual, capital de relacionamentos, capital de marca. E trabalho é cada vez mais a capacidade de gerar e gerir idéias, de conectar-se a outros profissionais e a clientes.
Idem ibidem p-44 (com adaptações)
A sintaxe da oração e do período, combinada com o correto emprego das demais normas gramaticais, constitui requisito imprescindível de adequação do discurso ou do texto escrito. Considerando esses aspectos, julgue o item seguinte, relativo ao texto
O primeiro período do último parágrafo pode ser corretamente reescrito assim: Em tal mundo onde a nova riqueza é o conhecimento, o capital e o trabalho, estes passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em sua operação.
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Os fragmentos abaixo são parágrafos de um texto ordenados aleatoriamente.
I - Para isso, é bom saber em que aspectos cruciais, críticos, o mundo está mudando - e como isso pode afetar a sua carreira, a sua empresa, as suas escolhas.
II - Pois bem: nada será como antes. Mas isso não quer dizer que será pior. Nem melhor. Quer dizer que será diferente. Quem vai fazer seu futuro ser melhor ou pior - eis uma das coisas que não mudam nunca - será você.
III - Curiosamente, repetir à exaustão que tudo está mudando é uma forma de preservar a rotina. A observação fica relegada ao campo do discurso, continua-se a agir como se foi ensinado a agir e, quando isso não dá os mesmos resultados que costumava dar, passa-se ao terreno das queixas. Pense na expressão "nada será como antes". Na maioria das vezes, ela é usada com um tom de ameaça ou de nostalgia. Como se "antes" fosse o certo, o natural, o bom.
IV - É o que mais se fala: a globalização, a revolução tecnológica, a ansiosa busca da competitividade mudaram para sempre o mundo dos negócios e por conseqüência direta, as nossas vidas profissionais.
V - O problema, quando um discurso se torna assim tão generalizado é que tendemos a repeti-Io mecanicamente, sem realmente prestar atenção no seu significado. Tendemos a tratar o assunto como se fosse alheio a nós mesmos."É o mundo que está mudando, é a economia que esta começando a funcionar de outra forma".Idem ibidem (com adaptações)
Considerando que a organização textual pressupõe a ordenação dos parágrafos de maneira lógica e coerente, julgue o seguinte item.
O fragmento IV contêm idéias abrangentes, embora não as desenvolva ou as detalhe.
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O mundo está mais instável
Dê uma volta no seu quarteirão. Quantas lojas estão funcionando há mais de dez anos? Quantas mudaram de nome, de dono, de ramo? Isso não acontece apenas no seu quarteirão. O consultor americano Richard Foster, da Mckinsey, fez um estudo de 208 empresas durante 18 anos. Apenas três sobreviveram por todo esse tempo. Das 500 maiores empresas dos Estados Unidos em 1970, um terço já não existia em 1983, segundo uma pesquisa da Shell. O tempo de vida médio de uma empresa de qualquer tamanho, no Japão e na Europa, é de 12,5 anos, segundo um estudo do Stratix Group, da Holanda.
Por que o mundo dos negócios é assim tão instável? Porque o mundo é assim. Ou, pelo menos, ficou assim nos últimos tempos. Metade dos casamentos tennina em divórcio na Inglaterra e nos Estados Unidos (no Brasil, um em cada quatro casais se divorcia). Na Suécia, 25% das crianças nascem de mães solteiras. Nos Estados Unidos, 42 milhões de pessoas mudam de casa a cada ano.
Por que tanta instabilidade, justamente agora? Uma forma de responder à questão é a do paleontólogo Stephen J. Gould, um estudioso da evolução. Para ele, a história da vida é uma série de situações estáveis, pontuadas por eventos raros que transformam tudo e ajudam a estabelecer a próxima era estável, em um novo patamar. Foi assim, por exemplo, com a extinção dos dinossauros.
Segundo Gould, o final do século XX é um desses raros eventos que tudo transformam. A revolução da informática e a revolução da biotecnologia, que está vindo em seguida, devem provocar muito mais mudanças do que a Revolução Industrial causou no século passado. Só para se ter uma idéia, a Revolução Industrial fez o preço do algodão cair 85% entre 1780 e 1850. Com a revolução atual, essa mesma redução de 85% aconteceu no preço dos semi condutores em apenas três anos, entre 1959 e 1962.
Há pelo menos três bons motivos para a aceleração das mudanças. O primeiro é a evolução tecnológica. Os outros dois são a globalização e a desregulamentação (caracterizada pela privatização e pela descentralização). O diálogo entre setores diferentes e países diferentes faz que muito mais experiências sejam compartilhadas. Enfim, o mundo está ficando menor, mais misturado e mais eficiente. O maior exemplo desse processo é a Internet. um espaço virtual em que a tecnologia se encontra com a globalização de forma quase absoluta.
David Cohen In VOCÊ s.a 2/2/2000 p. 43-4 (com adaptações)
Com base nas informações do texto, julgue o item abaixo.
A instabilidade referida no título limita-se à situação de mudanças nas empresas no mundo moderno, provocadas pelas revoluções da informática e da biotecnologia.
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A maior riqueza é o conhecimento
Tecnologia, globalização e desregulamentação estão fazendo a economia acelerar-se de forma espetacular. Ainda não alcançamos os ganhos de produtividade obtidos na Revolução Industrial, mas há que se lembrar que esses ganhos ocorreram em um período de mais de cem anos. Há fortes indícios de que a revolução atual vá repetir e até ultrapassar o sucesso do século passado. Em 1979, um operário da Fiat produzia nove carros no mesmo tempo em que hoje são produzidos 69. Um prédio moderno, projetado com o auxílio do computador, pode passar do planejamento às obras em dois ou três meses, um terço do tempo do começo da década.
Evoluções assim tão rápidas não ocorrem só pelo ganho de eficiência. Elas ocorrem principalmente pela mudança de processos, pela invenção de novos modos de se fazer as coisas. Isso quer dizer que o maior prêmio da Nova Economia está nas idéias, no conhecimento, na inteligência. "Se tivéssemos sabido onde olhar, mesmo nos anos 50 poderíamos ter visto a mudança de valor do capital para o conhecimento", diz o ex-executivo da Shell Arie de Geus, no livro A Empresa Viva. Já naquela época, as empresas pobres de bens e ricas de cérehros começaram a ser valorizadas: as agências de publicidade, as consultorias, as firmas de auditoria. Hoje, isso pode ser visto com muito mais força pela cotação em bolsa de empresas como a Microsoft ou a Amazon.com.
Nesse mundo em que a nova riqueza é o conhecimento, capital e trabalho passam a ser menos antagônicos e mais parecidos em seu funcionamento. Capital é cada vez mais o capital intelectual, capital de relacionamentos, capital de marca. E trabalho é cada vez mais a capacidade de gerar e gerir idéias, de conectar-se a outros profissionais e a clientes.
Idem ibidem p-44 (com adaptações)
A sintaxe da oração e do período, combinada com o correto emprego das demais normas gramaticais, constitui requisito imprescindível de adequação do discurso ou do texto escrito. Considerando esses aspectos, julgue o item seguinte, relativo ao texto
O vocábulo "Isso" recupera o sentido do trecho "Evoluções assim (...) novos modos de se fazer as coisas"
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Os fragmentos abaixo são parágrafos de um texto ordenados aleatoriamente.
I - Para isso, é bom saber em que aspectos cruciais, críticos, o mundo está mudando - e como isso pode afetar a sua carreira, a sua empresa, as suas escolhas.
II - Pois bem: nada será como antes. Mas isso não quer dizer que será pior. Nem melhor. Quer dizer que será diferente. Quem vai fazer seu futuro ser melhor ou pior - eis uma das coisas que não mudam nunca - será você.
III - Curiosamente, repetir à exaustão que tudo está mudando é uma forma de preservar a rotina. A observação fica relegada ao campo do discurso, continua-se a agir como se foi ensinado a agir e, quando isso não dá os mesmos resultados que costumava dar, passa-se ao terreno das queixas. Pense na expressão "nada será como antes". Na maioria das vezes, ela é usada com um tom de ameaça ou de nostalgia. Como se "antes" fosse o certo, o natural, o bom.
IV - É o que mais se fala: a globalização, a revolução tecnológica, a ansiosa busca da competitividade mudaram para sempre o mundo dos negócios e por conseqüência direta. as nossas vidas profissionais.
V - O problema, quando um discurso se torna assim tão generalizado é que tendemos a repeti-Io mecanicamente, sem realmente prestar atenção no seu significado. Tendemos a tratar o assunto como se fosse alheio a nós mesmos."É o mundo que está mudando, é a economia que esta começando a funcionar de outra forma".
Idem ibidem (com adaptações)
Considerando que a organização textual pressupõe a ordenação dos parágrafos de maneira lógica e coerente, julgue o seguinte item.
Para se constituir um texto dissertativo com cinco parágrafos organizados adequadamente a partir dos fragmentos apresentados, é correta a utilização da seguinte seqüência: IV, V, III, II, I.
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O mundo está mais instável
Dê uma volta no seu quarteirão. Quantas lojas estão funcionando há mais de dez anos? Quantas mudaram de nome, de dono, de ramo? Isso não acontece apenas no seu quarteirão. O consultor americano Richard Foster, da Mckinsey, fez um estudo de 208 empresas durante 18 anos. Apenas três sobreviveram por todo esse tempo. Das 500 maiores empresas dos Estados Unidos em 1970, um terço já não existia em 1983, segundo uma pesquisa da Shell. O tempo de vida médio de uma empresa de qualquer tamanho, no Japão e na Europa, é de 12,5 anos, segundo um estudo do Stratix Group, da Holanda.
Por que o mundo dos negócios é assim tão instável? Porque o mundo é assim. Ou, pelo menos, ficou assim nos últimos tempos. Metade dos casamentos tennina em divórcio na Inglaterra e nos Estados Unidos (no Brasil, um em cada quatro casais se divorcia). Na Suécia, 25% das crianças nascem de mães solteiras. Nos Estados Unidos, 42 milhões de pessoas mudam de casa a cada ano.
Por que tanta instabilidade, justamente agora? Uma forma de responder à questão é a do paleontólogo Stephen J. Gould, um estudioso da evolução. Para ele, a história da vida é uma série de situações estáveis, pontuadas por eventos raros que transformam tudo e ajudam a estabelecer a próxima era estável, em um novo patamar. Foi assim, por exemplo, com a extinção dos dinossauros.
Segundo Gould, o final do século XX é um desses raros eventos que tudo transformam. A revolução da informática e a revolução da biotecnologia, que está vindo em seguida, devem provocar muito mais mudanças do que a Revolução Industrial causou no século passado. Só para se ter uma idéia, a Revolução Industrial fez o preço do algodão cair 85% entre 1780 e 1850. Com a revolução atual, essa mesma redução de 85% aconteceu no preço dos semi condutores em apenas três anos, entre 1959 e 1962.
Há pelo menos três bons motivos para a aceleração das mudanças. O primeiro é a evolução tecnológica. Os outros dois são a globalização e a desregulamentação (caracterizada pela privatização e pela descentralização). O diálogo entre setores diferentes e países diferentes faz que muito mais experiências sejam compartilhadas. Enfim, o mundo está ficando menor, mais misturado e mais eficiente. O maior exemplo desse processo é a Internet. um espaço virtual em que a tecnologia se encontra com a globalização de forma quase absoluta.
David Cohen In VOCÊ s.a 2/2/2000 p. 43-4 (com adaptações)
Com base nas informações do texto, julgue o item abaixo.
No segundo parágrafo o vocábulo "assim" está empregado em um mesmo sentido, uma circunstãncia de modo que resume informações apresentadas anteriormente, seguidas de justificativas exemplificativas.
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