Magna Concursos

Foram encontradas 1.731 questões.

2641168 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

A exploração madeireira hoje representa um fator importante para a economia da Amazônia brasileira, cuja participação no mercado internacional de madeira tropical tende a aumentar em função do esgotamento dos estoques de madeira oriunda de florestas naturais na Malásia e Indonésia.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641167 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

As microsserrarias utilizam serras de fita e circulares ultrapassadas e formam a típica empresa que predomina no estuário amazônico, trabalhando o ano inteiro e empregando pessoal oriundo de outras regiões.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641166 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

O volume de toras, por empresas, consumido pelas fronteiras madeireiras recentes é menor que o volume consumido pelas fronteiras madeireiras intermediárias e do estuário.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641165 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

As fronteiras madeireiras antigas e do estuário consomem um volume maior que 300.000 m3/polo cada uma, enquanto as intermediárias e as recentes consomem um volume maior que 200.000 m3/polo cada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641164 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

As indústrias madeireiras de Paragominas, Sinop e Tailândia, entre outras, têm investido, nos últimos anos, em fábricas de laminados, compensados e produtos engenheirados de madeira, com o objetivo de agregar valor à produção madeireira, uma vez que são crescentes a escassez de madeira e a pressão de órgãos fiscalizadores.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641163 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222421-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

A tendência observada de redução do incremento médio em diâmetro e altura para todas as espécies estudadas pode estar relacionada à competição por luz e nutrientes em função do fechamento do dossel e à expansão do sistema radicular.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641162 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222420-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

Espécies de estágios sucessionais mais avançados, com crescimento inicial mais lento, podem aumentar o ritmo com a idade, a exemplo da castanheira (Bertholletia excelsa), que apresenta uma melhora gradual de desempenho tanto para o diâmetro quanto para a altura, como mostram os gráficos A e B da figura 2.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641161 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222419-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

A partir dos gráficos da figura 1, é correto inferir que a espécie Jacaranda copaia (pará-pará) é, aos nove anos de idade, a espécie que apresenta o maior volume de madeira e a maior produção de biomassa por unidade de área.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641160 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222418-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

As medições de diâmetro e altura foram realizadas em 20 árvores de Jacaranda copaia, em 20 árvores de Bertholletia excelsa e em 30 árvores de Bagassa guianensis.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2641159 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222417-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

As espécies em questão, aos dois anos de idade, dividem-se em dois grupos, com relação ao crescimento em altura: um composto pelas espécies pará-pará, tatajuba e cumaru, e outro grupo composto pelas espécies cupiúba, andiroba e castanheira. Nesses grupos, a diferença de altura entre a espécie de maior altura e a de menor altura passa de um valor em torno 2,5 m aos dois anos de idade para um valor acima de 5 m, aos nove anos de idade entre espécies de maior e menor altura.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas