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Foram encontradas 195 questões.

2427440 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Adeus, caligrafia

O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.

As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.

(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)

A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Uma nova, correta e coerente redação para a frase acima será:

 

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2427359 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A primeira vez que vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.

Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar...

(Fragmento de crônica de Rubem Braga, Mar, Santos, julho, 1938)

É de se pensar que mesmo os que nasceram no litoral, habituados ...... ver o mar desde pequenos, não são imunes ...... magia da contemplação marinha, mas nada talvez se compare ...... visão extática daqueles que, já adultos, o contemplam pela primeira vez.

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

 

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2427300 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: BB
No Microsoft Excel 2010, em Português, é possível criar e exibir pequenos gráficos em uma única célula, sendo uma maneira rápida e fácil de realçar tendências de dados importantes. Esse recurso é chamado de gráfico
 

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2427090 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: BB
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Atenção: Para responder à questão, considere as informações e/ou normas do Ministério da Saúde (2010).

Em relação à rubéola, recomenda-se, dentre outros, que
 

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2427072 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: BB
Sobre o Microsoft Word 2010, em Português, considere:
I. Uma das maneiras mais fáceis de alterar o espaçamento entre linhas de um documento inteiro é aplicar um conjunto de estilos rápidos que use o espaçamento desejado.

II. O espaçamento padrão para a maioria dos conjuntos de estilos rápidos é de 1,15 entre linhas e uma linha em branco entre parágrafos.

III. É possível usar modelos de tabelas para inserir uma tabela com base em uma galeria de tabelas pré-formatadas ou desenhar uma tabela complexa, por exemplo, uma que contenha células de tamanhos diferentes ou um número variável de colunas por linha.

IV. É possível usar quebras de seção para alterar o layout ou a formatação de uma página ou de páginas do documento e criar um cabeçalho ou rodapé diferente para cada seção do documento.
Está correto o que consta em
 

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2427070 Ano: 2012
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FCC
Orgão: BB
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Considerando a Consolidação das Leis do Trabalho, o direito de ação quanto a créditos resultantes das relações de trabalho prescreve em
 

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2427031 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: BB
Como membro da equipe de saúde, o auxiliar de enfermagem pode orientar os trabalhadores sobre HIV/AIDS, por meio de:
I. Esclarecimentos quanto à transmissão do HIV pelo uso de drogas injetáveis e os modos de redução do risco dessa transmissão.

II. Programas de prevenção incentivando-os a conhecer o próprio status sorológico, mediante aconselhamento e teste compulsório.

III. Informações aos portadores do HIV quanto aos direitos à assistência gratuita, como o tratamento antirretroviral.

É correto o que consta em
 

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2427027 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCC
Orgão: BB
De acordo com o Calendário de Vacinação do Adulto e do Idoso, é contra indicada à gestante e às mulheres que estão amamentando, a imunização contra
 

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2427003 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: BB

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Adeus, caligrafia

O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.

As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.

Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.

(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)

Estão presentes características típicas de um discurso narrativo em:

I. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.

II. A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita.

III. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal.

Atende ao enunciado APENAS o que consta em

 

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2426966 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: BB
Provas:
O Ministério da Saúde (2006) relata que a demência faz parte do grupo das mais importantes doenças entre as pessoas idosas. Alguns dos tipos mais comuns de demências irreversíveis e algumas das suas principais características estão, respectivamente, descritos em:
DEMÊNCIAS IRREVERSÍVEIS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
 

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