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Foram encontradas 50 questões.

261390 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Os antigos e a memória

Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.

A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.

A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:

A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.

Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.

O aforismo atribuído a Hipócrates explica que

 

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259161 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Alguns estados da Federação exigem um Plano de Emergência para o transporte de produtos perigosos. A responsabilidade desse Plano de Emergência
 

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259077 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Os antigos e a memória

Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.

A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.

A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:

A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.

Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.

O trecho “tornando-se memorável” (l.4) pode ser reescrito, sem alteração de sentido, por

 

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243921 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Nem sempre a velocidade é o principal fator gerador de acidente como tombamento de uma carreta transportadora de líquido combustível. Porém, manobras em curva, feitas de forma incorreta, combinadas com velocidade inadequada para o local, podem gerar tal tipo de acidente, pois
 

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242011 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A questão refere-se a suíte Microsoft Office 2003.

O Microsoft Word permite a utilização de diversos símbolos e caracteres especiais. Durante a digitação de um texto, qual o atalho de teclado que deve ser utilizado para a inserção do símbolo €(euro) na posição em que se encontra o cursor?
 

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240401 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A ação do dióxido de carbono quando aplicado diretamente sobre o material em combustão é
 

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239498 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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O serviço de acompanhamento técnico especializado para o transporte de produtos perigosos
 

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238423 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Em uma pesquisa, 8.500 pessoas responderam à seguinte pergunta: “Existe amizade entre homem e mulher?”. Desse total, 6.035 responderam “sim, eu até tenho”; 2.040 responderam “não existe” e as demais responderam “sim, mas eu não tenho”. Escolhendo-se ao acaso uma das pessoas entrevistadas, qual a probabilidade de que ela tenha respondido “sim, mas eu não tenho”?

 

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233512 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Um navio iniciou uma viagem com 1.970 pessoas a bordo (tripulantes e passageiros). Ao parar no primeiro porto, ninguém embarcou no navio e 591 passageiros desembarcaram. Assim, o número de passageiros a bordo passou a corresponder ao sêxtuplo do número de tripulantes.
Quantos tripulantes havia nesse navio?
 

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232675 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Para evitar colisão com o veículo à sua frente, espera-se do condutor que está movimentando seu equipamento de transporte de produtos perigosos na área de abastecimento que,
 

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