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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Suponha que um consórcio de empresas concorra em procedimento licitatório simplificado, conforme o decreto nº 2.745/98, para celebrar contrato cujo objeto é a construção de um edifício para a Petrobras em município do estado do Rio de Janeiro. Encerrado o processo licitatório, o referido consórcio é declarado vencedor. No entanto, logo após a publicação do resultado, decidiu-se suspender o procedimento em razão de Pedido de Reconsideração interposto pela segunda classificada na licitação. Dentre as causas que poderiam ensejar a desqualificação do consórcio vencedor, aponta-se
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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| Operações | R$ |
| Aquisição a Prazo de Mercadorias para Revenda | 30.000,00 |
| Venda de Mercadorias a Prazo | 20.000,00 |
| Baixa de Estoques Referentes à Venda acima | 16.000,00 |
| Recebimento de Clientes em cheque | 15.000,00 |
| Pagamento de Fornecedores em cheque | 12.000,00 |
| Venda de Mercadorias à Vista em dinheiro | 15.000,00 |
| Baixa de Estoques Referentes à Venda acima | 12.000,00 |
| Pagamento de Despesa de Aluguel e Condomínio do Mês | 1.250,00 |
| Provisão de Salários e Encargos do Mês | 4.500,00 |
| Pagamento de Despesa de Energia Elétrica Referente a abril de 2009 | 750,00 |
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| PRESTAÇÃO | SALDO | |||
| MESES | PRINCIPAL | JUROS | TOTAL | DEVEDOR |
| 100.000 | ||||
| 1 | 20.000 | 1.000 | 21.000 | 80.000 |
| 2 | 20.000 | 800 | 20.800 | 60.000 |
| 3 | 20.000 | 600 | 20.600 | 40.000 |
| 4 | ||||
| 5 |
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Os antigos e a memória
Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.
Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.
A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.
A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:
A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.
Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.
Além de imortalizar os mortais e de auxiliar a arte médica, para os antigos a memória também possuía outra função.
Os antigos gregos e romanos desenvolveram uma arte chamada eloquência ou retórica, destinada a persuadir e a criar emoções nos ouvintes por meio do uso belo e eficaz da linguagem. No aprendizado dessa arte, consideravam a memória indispensável não só porque o bom orador (poeta, político, advogado) era aquele que falava ou pronunciava longos discursos sem ler e sem se apoiar em anotações, como também porque o bom orador era aquele que aprendia de cor as regras fundamentais da eloquência ou oratória.
Assim, a memória era considerada essencial tanto para o aprendizado como para o momento em que o orador fosse falar, pois falaria sem ler. Para isso, os mestres de retórica criaram métodos de memorização ou “memória artificial”, que constituíram a “arte da memória”, isto é, técnicas de ampliação do poder natural da memória, pois julgavam que, além da memória natural, os seres humanos são capazes de deliberadamente desenvolver uma outra memória, que amplia e auxilia a memória espontânea.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.
A reflexão dos gregos, no texto, acerca da memória indica-a como:
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