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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Gordo paga mais

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.

A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).

Assinale a única frase correta quanto ao emprego do pronome relativo.

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Gordo paga mais

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.

A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).

Pela leitura atenta do texto, pode-se perceber:

 

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1740219 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
Conforme a Norma Regulamentadora 15, que trata das atividades e operações insalubres, no seu Anexo 14, insalubridade de grau máximo se refere a trabalhos ou operaçõesemcontato permanente com:
 

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1740218 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
Quanto ao EPI (Equipamento de Proteção Individual), a NR 6, determina que cabe ao empregado:
 

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1740217 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
A promoção de ações junto aos órgãos afins para produção, controle e recuperação da saúde e do meio ambiente, quando relacionada aos riscos à saúde humana, compete ao (a):
 

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1740216 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
Para fins de registro, o acidente que ocorre nos intervalos destinados à satisfação de necessidades fisiológicas do trabalhador no local do trabalho é caracterizado como acidente:
 

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1740215 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
Sobre as diretrizes do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – NR 7, pode-se dizer que o PCMSO deverá ser planejado e implementado com base:
 

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1740214 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
O Quadro II da Norma Regulamentadora 4 (Dimensionamento dos SESMT) define a presença e o número de profissional de enfermagem nas empresas, de acordo com o grau de risco e o número de empregados no estabelecimento. A opção que expressa corretamente o definido na referida norma é:
 

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1740213 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
Na classificação das doenças, segundo sua relação com o trabalho, as doenças profissionais legalmente reconhecidas estão incluídas na categoria das doenças que têm o trabalho como:
 

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1740212 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
A análise do posto de trabalho pode ser realizada sob dois enfoques: o tradicional e o ergonômico. Sobre o enfoque ergonômico, é correto afirmar que:
 

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