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O esquema a seguir representa um dos processos realizados em uma análise de águas. Nele, podem ser observadas algumas vidrarias comuns em laboratórios.

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, os nomes dessas vidrarias.
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A tabela abaixo apresenta os valores de Kps de algumas substâncias:
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Nome |
Kps |
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Cloreto de chumbo II |
2 x 10-5 |
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Sulfato de cálcio |
9 x 10-6 |
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Hidróxido de cálcio |
4 x 10-6 |
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Carbonato de cálcio |
3 x 10-9 |
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Sulfato de bário |
1 x 10-10 |
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Sulfeto de bário |
8 x 10-27 |
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Hidróxido de alumínio |
1 x 10-33 |
Quais substâncias apresentam, respectivamente, a maior e a menor solubilidade em água?
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No Windows Explorer, a tecla ou combinação de teclas de atalho que permite recortar um arquivo ou uma pasta é:
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No Microsoft Office Excel 2007, a expressão A1:D7 representa:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Gordo paga mais
Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.
A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.
Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).
Em uma das opções ocorre desvio da norma culta com relação à concordância verbal.Assinale-a.
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Gordo paga mais
Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.
A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.
Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).
Assinale a opção em que todos os substantivos foram corretamente grafados.
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Gordo paga mais
Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.
A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.
Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).
Assinale a única frase correta quanto ao emprego do pronome relativo.
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Gordo paga mais
Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.
A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.
Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).
Pela leitura atenta do texto, pode-se perceber:
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