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Foram encontradas 40 questões.

3329104 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNCAB
Orgão: CAGECE
Provas:
Combase nas disposições daNBR7229:1993, avalie as sentenças abaixo, referentes ao projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos. I. O emprego de câmaras múltiplas em série é recomendado especialmente para os tanques cujos volumes sejam de pequeno a médio porte, servindo até 30 pessoas. II. Para os tanques sépticos, o período de detenção dos despejos para a faixa de contribuição diária de até 1500 litros é de 24 horas. III. Os tanques sépticos devem observar as seguintes distâncias horizontais mínimas: 1,50 m de construções, limites de terreno, sumidouros, valas de infiltração e ramal predial de água; 3,0 m de árvores e de qualquer ponto de rede pública de abastecimento de água e 15,0 m de poços freáticos e de corpos de água de qualquer natureza. IV. O uso do sistema de tanque séptico somente é indicado para área desprovida de rede pública coletora de esgoto, como alternativa de tratamento de esgoto em áreas providas de rede coletora local e para retenção prévia dos sólidos sedimentáveis, quando da utilização de rede coletora com diâmetro e/ou declividade reduzidos para transporte de efluente isento desses sólidos. V. É vedado o encaminhamento ao tanque séptico de águas pluviais de despejos capazes de causar interferência negativa em qualquer fase do processo de tratamento ou a elevação excessiva da vazão do esgoto afluente, bem como aqueles provenientes de piscinas e de lavagem de reservatórios de água. Estão corretas as afirmativas:
 

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No Windows Explorer, a tecla ou combinação de teclas de atalho que permite recortar um arquivo ou uma pasta é:

 

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No Microsoft Office Excel 2007, a expressão A1:D7 representa:

 

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No mês de abril, o governo do Ceará decretou estado de emergência ambiental em razão do seguinte problema:
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Gordo paga mais

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.

A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).

Em uma das opções ocorre desvio da norma culta com relação à concordância verbal.Assinale-a.

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Gordo paga mais

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.

A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).

Assinale a opção em que todos os substantivos foram corretamente grafados.

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Gordo paga mais

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.

A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).

Assinale a única frase correta quanto ao emprego do pronome relativo.

 

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Gordo paga mais

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer. A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível. “Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave”, justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia.

A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo. O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3.000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza. A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4.000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos. Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: “Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso”.

Filipe Vilicic e Victor Caputo, in Revista VEJA, 10/04/13).

Pela leitura atenta do texto, pode-se perceber:

 

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O Microsoft Office Word 2007 oferece uma série de funções para manipulação de linhas em tabelas, EXCETO:
 

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No Internet Explorer, o ícone que permite aumentar ou reduzir a exibição em uma página da web (zoom) é:
 

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