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1557953
Ano: 2008
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Assinale a afirmativa que NÃO pode ser confirmada pela Lei Orgânica Municipal ou pelo Regimento Interno da Câmara de Belo Horizonte.
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Assinale a alternativa em que o pronome "se" NÃO é considerado partícula apassivadora.
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- Serviços PúblicosLei 8.987/1995: Concessão e Permissão de Serviços PúblicosLei 8.987/1995: Conceitos
Sobre o Serviço Público, é CORRETO afirmar que
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1556699
Ano: 2008
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
James Roberts, coordenador do índice de liberdade econômica da Heritage Foundation, entidade de promoção de políticas liberais, afirmou, em entrevista à revista Veja, que na América Latina muitos países estão caminhando em direção a modelos falidos do passado.
VEJA, v. 41, n. 35, ano 41, p. 21, set. 2008.
Entre os países da América Latina que estão caminhando em direção a modelos falidos do passado, NÃO se inclui
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Com a internet, a noção de transparência informacional se somou ao conceito de governo eletrônico. Ela enfrenta a opacidade que interdita o Estado aos cidadãos e afeta as formas de produção dos “sítios” do governo.
Assinale a alternativa que NÃO se enquadra nessa afirmativa sobre governo eletrônico.
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1556547
Ano: 2008
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Leia o texto.
"Primeiro, cabe lembrar que, no campo do poder e da política, pelo menos até o presente, "o mundo” não existe; isto é, não como uma unidade política em si, com autonomia. Nesta última acepção, apenas os chamados ―Estados- Nações" existem. Mesmo que, de tempos em tempos, alguns deles sejam poderosos o suficiente para possuírem políticas globais ou para organizarem instituições globais com o objetivo de atingir certos propósitos, são os Estados-Nacões, em separado ou em alianças e blocos, que continuam dando as cartas. A Organização das Nações Unidas (assim tão apropriadamente chamada.) originou-se como uma dessas instituições. Nunca teve poderes em si mesma, além daqueles que lhe foram outorgados pelos seus membros, e nunca houve uma só política sua que não pudesse ter sido sabotada por um ou mais membros – em especial por aqueles considerados os mais poderosos. O efetivo sistema de Estado do mundo contemporâneo consiste não nos 200 membros ou mais membros politicamente soberanos que hoje pertencem à ONU (e que crescem em número assombrosamente a cada dia>), mas sim no relativo pequeno número (pois não perfaz uma dezena.) de Estados de fato econômica e militarmente poderosos. A continuidade desse pequeno grupo dos excessivamente poderosos inviabiliza ou retarda a existência de medidas globais nesse campo".
(PAMPLONA, in: REIS FILHO, 2002. p. 199).
Assinale a alternativa que apresenta um fato que confirma o argumento do autor.
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O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC.) é um compromisso firmado entre partes, destinado a adaptar a conduta dos interessados às exigências legais, mediado pelo Ministério Público, com sanções ao não cumprimento do estabelecido entre as partes. É INCORRETO afirmar que cabe ao Ministério Público
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1555692
Ano: 2008
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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Com relação ao protocolo HTTP, assinale a alternativa INCORRETA.
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O Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM) de Belo Horizonte é o órgão colegiado ao qual se atribuem as seguintes competências, EXCETO
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Constituição – 20 anos
A Constituição que agora completa vinte anos refletiu o arranjo das forças políticas dominantes no Brasil quando de sua promulgação. Isso é típico delas. Constituições não materializam consensos perfeitos, mas os acordos possíveis e, como a história, são escritas pelos vencedores. ―A Assembléia Constituinte era composta de pessoas de todas as origens. Eram banqueiros, operários, ex-cassados, ex guerrilheiros. Todos queriam estar representados. Queriam, a seu modo, melhorar o Brasil‖, lembra Bernardo Cabral, relator-geral da Constituição. Alguns impasses eram insolúveis, como provam os diversos temas consagrados no texto, mas deixados à espera de uma lei complementar. Até hoje há dezenas de artigos que aguardam regulamentação. Vista por esse prisma, a Carta deixou claro quanto ainda existe de dissenso na vida pública brasileira. Dois méritos se agigantam quando se fala da Constituição de 88. Assim que foi promulgada, ela se tornou um símbolo. Era o sinal de que, depois de 21 anos de ditadura militar, o país havia cumprido a transição democrática. Como na primeira hora, a Carta preserva essa força simbólica. Acima de tudo, ela deu ao país instituições funcionais, verdadeiras máquinas de resolver conflitos sem rupturas políticas dramáticas e paralisantes, e, fazendo isso, proporcionou ao Brasil um caminho trilhável para o futuro. Não é pouca coisa.
As luzes da democracia só chegaram ao país em 1891, um século após nascer na Europa e nos Estados Unidos. No século passado, o Brasil conheceu apenas lampejos democráticos, intercalados com as longas sombras dos períodos autoritários. Antes da Carta de 88, foram quatro constituições e duas ditaduras — a de Getúlio Vargas e a dos militares. A cada terremoto institucional, seguia-se uma nova Constituição.
Em 1988, a tentativa constitucional parecia mais propensa a durar, até porque ela refletia os anseios de uma sociedade cansada de sustos institucionais. Seu DNA era, portanto, robusto e saudável. Ainda assim, a nova certidão de nascimento contém falhas congênitas. Um dos maiores estudiosos da história dos governos, o inglês S.E. Finer definiu desta forma as constituições: ―Elas são códigos de normas que pretendem regular a distribuição de poderes, funções e deveres entre as várias agências do governo e definir as relações entre eles e o povo‖. Aí se encontra, por assim dizer, o mínimo denominador comum de um texto constitucional, preocupado em separar os poderes, organizar o funcionamento do estado e garantir os direitos individuais dos cidadãos. A Carta brasileira não se contentou com as nobres funções definidas por Finer e, seguindo uma tendência das constituições no século XX, encantou-se com o dirigismo econômico a ponto de ameaçar o funcionamento da atividade produtiva.
É notório o detalhismo da Carta de 88. Quando se examinam os artigos que ficaram de fora do texto final, nota-se a disposição dos constituintes para o detalhe.
Um artigo suprimido estabelecia, por exemplo, que ―homens e mulheres teriam direitos iguais, excetuando-se os períodos de menstruação‖. Dois deles, que ficaram na redação definitiva, citam a Ordem dos Advogados do Brasil, o que faz dela, talvez, como observou o constituinte Roberto Campos, o único ―clube de profissionais‖ a eternizar-se em um texto constitucional. O detalhismo foi uma opção dos constituintes baseada no que acreditavam ser sua mais nobre missão, como explica o constitucionalista Oscar Vilhena, da Universidade de São Paulo: ―Os constituintes queriam assegurar que os abusos da ditadura, como a censura e a perseguição política, não se repetissem. Naquele momento, a maneira mais apropriada de fazer isso parecia ser encravar minuciosamente todos os direitos na Constituição".
Paradoxalmente, a Carta de 88 perpetuou a concentração do poder no Executivo, dando continuidade a uma tradição que remonta ao império. O governo federal se manteve senhor absoluto da chave do cofre, de modo que o grosso dos tributos pagos pelo contribuinte continuou fazendo uma escala nos cofres da União para só então ser distribuído, ao alvitre do poder central, aos estados e municípios. Qual seria a alternativa? Àquela altura, a prática das democracias mais prósperas e estáveis mostrava que o racional seria produzir um orçamento e uma metodologia de repasses menos dependentes do grão-senhor, o Executivo. A Constituição de 88 deu ao Executivo a dádiva das medidas provisórias, um instrumento de regimes parlamentaristas para atos excepcionalíssimos, que, no Brasil, se tornou um meio de legislar sobre qualquer assunto. Diz o filósofo Roberto Romano, da Unicamp: "O modelo aprovado pelos constituintes resultou numa concentração ainda mais aguda de poderes do governo central, o que causa um desequilíbrio na harmonia do sistema democrático. Esse presidencialismo imperial levou ao enfraquecimento do Congresso e do sistema partidário".
Não faltaram momentos críticos para pôr à prova o modelo de resistência do DNA democrático da Carta de 88. O mais agudo deles foi o processo de 'impeachment' do presidente Collor, todo ele conduzido dentro da legalidade do Congresso. Nos crimes de corrupção que se seguiram, seja no governo Fernando Henrique Cardoso, seja recentemente no escândalo do mensalão, no governo Lula, não se cogitou recorrer a ações que agredissem o arcabouço democrático. Tudo foi resolvido dentro dos preceitos legais.
Às vésperas da promulgação da Carta, José Sarney, ecoando o que lhe informara seu ministro do Planejamento, fez um sombrio diagnóstico sobre a nova Carta: ―Ela tornará o Brasil ingovernável‖, disse Sarney. Ele se baseava na avaliação — acertada — de que os dispositivos econômicos da Constituição embutiam enormes desequilíbrios. As emendas salvaram-na do vaticínio de Sarney. O presidente da Assembléia Constituinte, deputado Ulysses Guimarães, convocou uma cadeia de rádio e TV para reafirmar suas convicções: ―Será a Constituição Cidadã, porque recuperará como cidadãos milhões de brasileiros. O povo nos mandou aqui para fazê-la, não para ter medo‖. Ulysses tinha certeza de ter produzido uma Constituição com ―cheiro de amanhã, não de mofo‖. À sua maneira, tanto Sarney quanto Ulysses estavam certos. A Carta de 88 refletiu a hegemonia da sociedade civil e dos princípios democráticos. Seria, portanto, uma redução ociosa classificá-la como boa ou ruim. Ela veio a ser funcional no terreno da política e na arquitetura social — e, graças às dezenas de emendas que recebeu nessas duas décadas, foi se tornando menos pesada na economia. É a cara do Brasil.
Veja, 8/10/2008, texto adaptado.
Ainda que provoque alguma alteração no sentido, a substituição do termo sublinhado pela forma verbal entre colchetes NÃO acarreta erro de concordância em
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