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Foram encontradas 50 questões.

2483024 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Considerando o MS-EXCEL 2007, em sua instalação padrão, o caractere ":" (dois pontos) que aparece na fórmula, a seguir, representa:
=SOMA(D1:D4)
 

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2482707 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Uma urna tem 150 cartões, sendo 32 cartões azuis, 28 cartões amarelos e o restante são cartões verdes. Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que a porcentagem de cartões verde é de:
 

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2482328 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Relatório aponta que é possível
'descarbonizar' o mundo até 2050
Algo de concreto na mesa de negociações sobre as mudanças climáticas: um relatório, entregue nesta terça-feira (8) ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mostra pela primeira vez como 15 dos países mais poluidores, entre eles a China e os Estados Unidos, podem se "descarbonizar", ou seja, reduzir a concentração de carbono de suas atividades, até 2050.
A comunidade internacional estabeleceu como meta limitar o aquecimento a 2°C para evitar os efeitos catastróficos das mudanças no clima, mas "muito poucos países levaram a sério o que isto implica", destacou o Projeto de Diretrizes de Descarbonização Profunda (DDPP) em seu primeiro informe.
Os esforços atuais de redução dos gases de efeito estufa, entre os quais o dióxido de carbono (CO2) respondem por 76%, são muito marginais. Para respeitar este teto de 2°C, além do qual há um risco extremo para o futuro do bem-estar da humanidade, falta uma "transformação profunda dos sistemas energéticos e de produção, da indústria, da agricultura...", insistiu o informe.
Além disso, trinta instituições e grupos de pesquisa de Brasil, África do Sul, Austrália, Alemanha, Canadá, China, Coreia do Sul, França, EUA, Índia, Indonésia, Japão, México, Reino Unido e Rússia, que respondem por mais de 75% das emissões de gases de efeito estufa do mundo, se revezaram no desafio de responder à seguinte pergunta: o que falta fazer para em 2050 termos uma chance de estar a caminho da trajetória de 2ºC, sem emitir mais que 1,6 tonelada de CO2, em média, por pessoa, contra 5,2 toneladas, hoje?
Esta iniciativa, do Instituto do Desenvolvimento Sustentável (Iddri) e da Rede de Soluções do Desenvolvimento Sustentável, criada pela ONU, com vistas a apresentar cenários ambiciosos na mesa, esperando desta forma erguer o nível das ambições para a conferência do clima, em Paris, que deve conduzir a um acordo de redução dos gases- estufa envolvendo todos os países.
"As negociações são um jogo de blefe. Quase ninguém vê o que faltaria fazer para estar nesta trajetória, porque dizem que os outros não fariam. Aqui, dizemos: 'Faremos todos, sem desculpas'', explicou o encarregado do projeto, Emmanuel Guérin.
O balanço: em 2050, as emissões de CO2 vinculadas ao consumo de energia (que não contam com o desmatamento e outras emissões da agricultura) poderiam ser reduzidas em 45% com relação a 2010 (de 22,3 bilhões de toneladas para 12,3 bilhões de toneladas), com uma redução de 56% por habitante.
A despeito das realidades muito diferentes, três grandes áreas se impõem: a eficácia energética, o que significa fazer melhor com menos energia (design dos carros, materiais de construção, etc.), gerar energia elétrica sem carbono (fontes renováveis, nucleares, armazenamento de carbono, etc.) e usar combustíveis menos poluentes (eletricidade, biomassa, etc.).
A maior parte dos ganhos está nos setores de produção de energia (-85% em 2050), residencial (- 57%), transporte de passageiros (-58%). Ao contrário, descarbonizar o transporte de frete e a indústria parece mais difícil (+13% para o primeiro e apenas - 14% para a segunda). Este resultado não está completamente no curso dos 2°C, mas "já é muito substancial", destacou o informe.
Segundo Emmanuel Guérin, uma nova virada de mesa vai permitir homogeneizar os cenários, na medida em que alguns integram as tecnologias que ainda não estão operacionais, como a captura e o armazenamento de carbono. O mesmo vale para os carros elétricos, que alguns veem como o futuro do carro, enquanto outros ainda são reticentes. "Vamos ver as hipóteses que todo o mundo pôs sobre a mesa e questionar se não há algo que possamos harmonizar, o que significa ir além para alguns", explicou Guérin.
Ban Ki-moon será o anfitrião, em 23 de setembro, em Nova York, de uma cúpula sobre o clima para dar um impulso político às negociações internacionais sob a égide da ONU. O informe definitivo do DDPP será apresentado durante 2015. O documento levará em conta o aspecto financeiro das ações para pôr em andamento no horizonte de 2050, assim como a questão do financiamento.
Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia
O emprego dos parênteses do sétimo parágrafo tem função:
 

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2481509 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Considerando um pedaço de madeira retangular com lados medindo 42 cm de largura e 58,5 cm de comprimento, é CORRETO afirmar que a área desse pedaço de madeira é de:
 

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2481360 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Administração pública é o conjunto de órgãos, serviços e agentes do Estado que procuram satisfazer as necessidades da sociedade, tais como educação, cultura, segurança, e saúde, estando por isso vinculada, em todas as suas ações, ao disposto na Constituição Federal e nas leis esparsas. Sendo, então, a Administração Pública responsável pela gestão dos interesses públicos por meio da prestação de serviços públicos. Sobre a Administração Pública, analise as seguintes proposições:
I São somente três os princípios da Administração Pública expressos na Constituição Federal, sendo eles, unicamente e exclusivamente, o princípio da legalidade; o princípio da moralidade e o princípio da eficiência.
II Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis apenas aos brasileiros natos que preencham os requisitos estabelecidos em lei.
III A remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito.
IV É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical e o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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2481350 Ano: 2014
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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De acordo com o disposto no Regimento Interno da Câmara Municipal de Campina Grande do Sul, os vereadores eleitos não poderão desde a expedição do diploma:
 

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2480266 Ano: 2014
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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A política urbana, a ser formulada no âmbito do processo de planejamento municipal, terá por objetivo o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e o bem-estar dos seus habitantes, em consonância com as políticas sociais e econômicas do Município. A respeito da política urbana, analise as seguintes afirmativas:
I. Aquele que possuir como sua, área urbana de até duzentos e cinquenta metros quadrados, sem oposição, utilizando-se para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio somente quando completar 10 (dez) anos ininterruptos de moradia no mesmo e desde que não seja proprietário de outro imóvel.
II. O plano diretor é obrigatório para cidades com mais de cinco mil habitantes, e deverá ser aprovado pela Câmara Municipal.
III. A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor.
IV. Os imóveis públicos poderão ser adquiridos por usucapião apenas nos casos expressos no plano diretor municipal.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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2480159 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
Relatório aponta que é possível
'descarbonizar' o mundo até 2050
Algo de concreto na mesa de negociações sobre as mudanças climáticas: um relatório, entregue nesta terça-feira (8) ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mostra pela primeira vez como 15 dos países mais poluidores, entre eles a China e os Estados Unidos, podem se "descarbonizar", ou seja, reduzir a concentração de carbono de suas atividades, até 2050.
A comunidade internacional estabeleceu como meta limitar o aquecimento a 2°C para evitar os efeitos catastróficos das mudanças no clima, mas "muito poucos países levaram a sério o que isto implica", destacou o Projeto de Diretrizes de Descarbonização Profunda (DDPP) em seu primeiro informe.
Os esforços atuais de redução dos gases de efeito estufa, entre os quais o dióxido de carbono (CO2) respondem por 76%, são muito marginais. Para respeitar este teto de 2°C, além do qual há um risco extremo para o futuro do bem-estar da humanidade, falta uma "transformação profunda dos sistemas energéticos e de produção, da indústria, da agricultura...", insistiu o informe.
Além disso, trinta instituições e grupos de pesquisa de Brasil, África do Sul, Austrália, Alemanha, Canadá, China, Coreia do Sul, França, EUA, Índia, Indonésia, Japão, México, Reino Unido e Rússia, que respondem por mais de 75% das emissões de gases de efeito estufa do mundo, se revezaram no desafio de responder à seguinte pergunta: o que falta fazer para em 2050 termos uma chance de estar a caminho da trajetória de 2ºC, sem emitir mais que 1,6 tonelada de CO2, em média, por pessoa, contra 5,2 toneladas, hoje?
Esta iniciativa, do Instituto do Desenvolvimento Sustentável (Iddri) e da Rede de Soluções do Desenvolvimento Sustentável, criada pela ONU, com vistas a apresentar cenários ambiciosos na mesa, esperando desta forma erguer o nível das ambições para a conferência do clima, em Paris, que deve conduzir a um acordo de redução dos gases-estufa envolvendo todos os países.
"As negociações são um jogo de blefe. Quase ninguém vê o que faltaria fazer para estar nesta trajetória, porque dizem que os outros não fariam. Aqui, dizemos: 'Faremos todos, sem desculpas'', explicou o encarregado do projeto, Emmanuel Guérin.
O balanço: em 2050, as emissões de CO2 vinculadas ao consumo de energia (que não contam com o desmatamento e outras emissões da agricultura) poderiam ser reduzidas em 45% com relação a 2010 (de 22,3 bilhões de toneladas para 12,3 bilhões de toneladas), com uma redução de 56% por habitante.
A despeito das realidades muito diferentes, três grandes áreas se impõem: a eficácia energética, o que significa fazer melhor com menos energia (design dos carros, materiais de construção, etc.), gerar energia elétrica sem carbono (fontes renováveis, nucleares, armazenamento de carbono, etc.) e usar combustíveis menos poluentes (eletricidade, biomassa, etc.).
A maior parte dos ganhos está nos setores de produção de energia (-85% em 2050), residencial (- 57%), transporte de passageiros (-58%). Ao contrário, descarbonizar o transporte de frete e a indústria parece mais difícil (+13% para o primeiro e apenas - 14% para a segunda). Este resultado não está completamente no curso dos 2°C, mas "já é muito substancial", destacou o informe.
Segundo Emmanuel Guérin, uma nova virada de mesa vai permitir homogeneizar os cenários, na medida em que alguns integram as tecnologias que ainda não estão operacionais, como a captura e o armazenamento de carbono. O mesmo vale para os carros elétricos, que alguns veem como o futuro do carro, enquanto outros ainda são reticentes. "Vamos ver as hipóteses que todo o mundo pôs sobre a mesa e questionar se não há algo que possamos harmonizar, o que significa ir além para alguns", explicou Guérin.
Ban Ki-moon será o anfitrião, em 23 de setembro, em Nova York, de uma cúpula sobre o clima para dar um impulso político às negociações internacionais sob a égide da ONU. O informe definitivo do DDPP será apresentado durante 2015. O documento levará em conta o aspecto financeiro das ações para pôr em andamento no horizonte de 2050, assim como a questão do financiamento.
Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia
Observe o segmento “o que falta fazer para em 2050 termos uma chance de estar a caminho da trajetória de 2ºC, sem emitir mais que 1,6 tonelada de CO2, em média, por pessoa, contra 5,2 toneladas, hoje?”. As palavras em destaque são:
 

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2479994 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Conforme o MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, sobre Lei complementar, é CORRETO afirmar que:
 

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2479910 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Campina Grande Sul-PR
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Relatório aponta que é possível
'descarbonizar' o mundo até 2050
Algo de concreto na mesa de negociações sobre as mudanças climáticas: um relatório, entregue nesta terça-feira (8) ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mostra pela primeira vez como 15 dos países mais poluidores, entre eles a China e os Estados Unidos, podem se "descarbonizar", ou seja, reduzir a concentração de carbono de suas atividades, até 2050.
A comunidade internacional estabeleceu como meta limitar o aquecimento a 2°C para evitar os efeitos catastróficos das mudanças no clima, mas "muito poucos países levaram a sério o que isto implica", destacou o Projeto de Diretrizes de Descarbonização Profunda (DDPP) em seu primeiro informe.
Os esforços atuais de redução dos gases de efeito estufa, entre os quais o dióxido de carbono (CO2) respondem por 76%, são muito marginais. Para respeitar este teto de 2°C, além do qual há um risco extremo para o futuro do bem-estar da humanidade, falta uma "transformação profunda dos sistemas energéticos e de produção, da indústria, da agricultura...", insistiu o informe.
Além disso, trinta instituições e grupos de pesquisa de Brasil, África do Sul, Austrália, Alemanha, Canadá, China, Coreia do Sul, França, EUA, Índia, Indonésia, Japão, México, Reino Unido e Rússia, que respondem por mais de 75% das emissões de gases de efeito estufa do mundo, se revezaram no desafio de responder à seguinte pergunta: o que falta fazer para em 2050 termos uma chance de estar a caminho da trajetória de 2ºC, sem emitir mais que 1,6 tonelada de CO2, em média, por pessoa, contra 5,2 toneladas, hoje?
Esta iniciativa, do Instituto do Desenvolvimento Sustentável (Iddri) e da Rede de Soluções do Desenvolvimento Sustentável, criada pela ONU, com vistas a apresentar cenários ambiciosos na mesa, esperando desta forma erguer o nível das ambições para a conferência do clima, em Paris, que deve conduzir a um acordo de redução dos gases- estufa envolvendo todos os países.
"As negociações são um jogo de blefe. Quase ninguém vê o que faltaria fazer para estar nesta trajetória, porque dizem que os outros não fariam. Aqui, dizemos: 'Faremos todos, sem desculpas'', explicou o encarregado do projeto, Emmanuel Guérin.
O balanço: em 2050, as emissões de CO2 vinculadas ao consumo de energia (que não contam com o desmatamento e outras emissões da agricultura) poderiam ser reduzidas em 45% com relação a 2010 (de 22,3 bilhões de toneladas para 12,3 bilhões de toneladas), com uma redução de 56% por habitante.
A despeito das realidades muito diferentes, três grandes áreas se impõem: a eficácia energética, o que significa fazer melhor com menos energia (design dos carros, materiais de construção, etc.), gerar energia elétrica sem carbono (fontes renováveis, nucleares, armazenamento de carbono, etc.) e usar combustíveis menos poluentes (eletricidade, biomassa, etc.).
A maior parte dos ganhos está nos setores de produção de energia (-85% em 2050), residencial (- 57%), transporte de passageiros (-58%). Ao contrário, descarbonizar o transporte de frete e a indústria parece mais difícil (+13% para o primeiro e apenas - 14% para a segunda). Este resultado não está completamente no curso dos 2°C, mas "já é muito substancial", destacou o informe.
Segundo Emmanuel Guérin, uma nova virada de mesa vai permitir homogeneizar os cenários, na medida em que alguns integram as tecnologias que ainda não estão operacionais, como a captura e o armazenamento de carbono. O mesmo vale para os carros elétricos, que alguns veem como o futuro do carro, enquanto outros ainda são reticentes. "Vamos ver as hipóteses que todo o mundo pôs sobre a mesa e questionar se não há algo que possamos harmonizar, o que significa ir além para alguns", explicou Guérin.
Ban Ki-moon será o anfitrião, em 23 de setembro, em Nova York, de uma cúpula sobre o clima para dar um impulso político às negociações internacionais sob a égide da ONU. O informe definitivo do DDPP será apresentado durante 2015. O documento levará em conta o aspecto financeiro das ações para pôr em andamento no horizonte de 2050, assim como a questão do financiamento.
Disponível em: http://g1.globo.com/natureza/noticia
O emprego do pronome demonstrativo “esta”, para iniciar o quinto parágrafo, indica:
 

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