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Foram encontradas 358 questões.

3170344 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Poesia Oculta

Não, hoje não vou trabalhar. Acordei tão cedo que consegui ver os primeiros raios solares refletidos nos vidros dos edifícios e dando a eles uma coloração rósea que deixou a cidade com uma cara diferente da que ela costuma ter nas horas mais adiantadas do dia. Havia ali, naquele instante, 6h47min. da manhã, poesia. Uma poesia com a qual nossos olhos se desacostumaram. Hoje não vou trabalhar, preciso procurar por ela, essa poesia oculta.

E sei que vou encontrá-la em todo lugar, bastando pra isso a minha intenção. Começou. Já consigo vê-la na lombada dos livros que estão dispostos na estante, vários, um ao lado do outro, compondo um mosaico de cores e possibilidades. E na xícara de cafezinho, de louça branca, ao lado do jornal aberto, em cima da mesa, e no copo d’água, os três em colóquio matinal, clássicos do cotidiano. Ali: a poesia da caixa de fósforos quietinha na cozinha. Da mulher passando batom na frente do espelho fingindo que não está vendo que seu marido a espia escondido, ele próprio também fingindo que já não se deslumbra com a cena.

A letra caprichada da criança na primeira folha do caderno. A fila de táxi no ponto em frente ao parque, enquanto os motoristas conversam e fumam aguardando os passageiros. O carrinho de supermercado no meio do estacionamento depois que todos se foram, esquecido na noite. Os cachos ruivos que estão no chão de um salão de beleza mixuruca, onde alguém cortou o cabelo e se arrependeu. A poesia oculta não é tão oculta assim.

Um varal com roupas puídas, penduradas numa janela de um edifício antigo. A torcida de um estádio explodindo ao ver entrar em campo o seu time. Duas adolescentes de cabelos longos cochichando e rindo à saída do cursinho. O olhar perdido da mulher dentro do ônibus. Um guarda-chuva preto.

Sua amiga que piscou o olho pra você lá do outro da festa, o afeto atravessando o salão e desviando dos convidados que separam vocês duas. A chama da vela que balança porque você está gargalhando. O casal que caminha na noite escura na beira da praia, agasalhados e agarrados, achando que ninguém os vê. Um resto de bolo dentro da geladeira.

O canhoto do cartão de embarque no fundo da bolsa. A almofada que caiu do sofá da varanda por causa do vento. O vapor que embaçou o espelho do banheiro depois do banho. A mochila em cima da cama da sua filha. Seu filho dormindo.

A poesia é uma fatalidade do olhar. Basta um frame de segundo e ela se revela, para então se esconder novamente atrás da pressa, do tédio, do desencanto, do hábito, do medo do ridículo que paralisa todos nós. Eu hoje não vim aqui para trabalhar, vim estimular o mistério.

(Martha Medeiros. Revista O Globo. Em: 16 de novembro de 2008. Adaptado.)

Prosopopeia (ou personificação) significa atribuir a seres inanimados (sem vida) características de seres animados ou atribuir características humanas a seres irracionais. Trata-se de uma figura de linguagem usada para tornar mais dramática a comunicação. Há um exemplo de prosopopeia em:

 

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3170343 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Poesia Oculta

Não, hoje não vou trabalhar. Acordei tão cedo que consegui ver os primeiros raios solares refletidos nos vidros dos edifícios e dando a eles uma coloração rósea que deixou a cidade com uma cara diferente da que ela costuma ter nas horas mais adiantadas do dia. Havia ali, naquele instante, 6h47min. da manhã, poesia. Uma poesia com a qual nossos olhos se desacostumaram. Hoje não vou trabalhar, preciso procurar por ela, essa poesia oculta.

E sei que vou encontrá-la em todo lugar, bastando pra isso a minha intenção. Começou. Já consigo vê-la na lombada dos livros que estão dispostos na estante, vários, um ao lado do outro, compondo um mosaico de cores e possibilidades. E na xícara de cafezinho, de louça branca, ao lado do jornal aberto, em cima da mesa, e no copo d’água, os três em colóquio matinal, clássicos do cotidiano. Ali: a poesia da caixa de fósforos quietinha na cozinha. Da mulher passando batom na frente do espelho fingindo que não está vendo que seu marido a espia escondido, ele próprio também fingindo que já não se deslumbra com a cena.

A letra caprichada da criança na primeira folha do caderno. A fila de táxi no ponto em frente ao parque, enquanto os motoristas conversam e fumam aguardando os passageiros. O carrinho de supermercado no meio do estacionamento depois que todos se foram, esquecido na noite. Os cachos ruivos que estão no chão de um salão de beleza mixuruca, onde alguém cortou o cabelo e se arrependeu. A poesia oculta não é tão oculta assim.

Um varal com roupas puídas, penduradas numa janela de um edifício antigo. A torcida de um estádio explodindo ao ver entrar em campo o seu time. Duas adolescentes de cabelos longos cochichando e rindo à saída do cursinho. O olhar perdido da mulher dentro do ônibus. Um guarda-chuva preto.

Sua amiga que piscou o olho pra você lá do outro da festa, o afeto atravessando o salão e desviando dos convidados que separam vocês duas. A chama da vela que balança porque você está gargalhando. O casal que caminha na noite escura na beira da praia, agasalhados e agarrados, achando que ninguém os vê. Um resto de bolo dentro da geladeira.

O canhoto do cartão de embarque no fundo da bolsa. A almofada que caiu do sofá da varanda por causa do vento. O vapor que embaçou o espelho do banheiro depois do banho. A mochila em cima da cama da sua filha. Seu filho dormindo.

A poesia é uma fatalidade do olhar. Basta um frame de segundo e ela se revela, para então se esconder novamente atrás da pressa, do tédio, do desencanto, do hábito, do medo do ridículo que paralisa todos nós. Eu hoje não vim aqui para trabalhar, vim estimular o mistério.

(Martha Medeiros. Revista O Globo. Em: 16 de novembro de 2008. Adaptado.)

Eu hoje não vim aqui para trabalhar, vim estimular o mistério.” (7º§) Levando-se em consideração tal declaração, bem como o contexto textual, deduz-se que “mistério”:

 

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3170342 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Poesia Oculta

Não, hoje não vou trabalhar. Acordei tão cedo que consegui ver os primeiros raios solares refletidos nos vidros dos edifícios e dando a eles uma coloração rósea que deixou a cidade com uma cara diferente da que ela costuma ter nas horas mais adiantadas do dia. Havia ali, naquele instante, 6h47min. da manhã, poesia. Uma poesia com a qual nossos olhos se desacostumaram. Hoje não vou trabalhar, preciso procurar por ela, essa poesia oculta.

E sei que vou encontrá-la em todo lugar, bastando pra isso a minha intenção. Começou. Já consigo vê-la na lombada dos livros que estão dispostos na estante, vários, um ao lado do outro, compondo um mosaico de cores e possibilidades. E na xícara de cafezinho, de louça branca, ao lado do jornal aberto, em cima da mesa, e no copo d’água, os três em colóquio matinal, clássicos do cotidiano. Ali: a poesia da caixa de fósforos quietinha na cozinha. Da mulher passando batom na frente do espelho fingindo que não está vendo que seu marido a espia escondido, ele próprio também fingindo que já não se deslumbra com a cena.

A letra caprichada da criança na primeira folha do caderno. A fila de táxi no ponto em frente ao parque, enquanto os motoristas conversam e fumam aguardando os passageiros. O carrinho de supermercado no meio do estacionamento depois que todos se foram, esquecido na noite. Os cachos ruivos que estão no chão de um salão de beleza mixuruca, onde alguém cortou o cabelo e se arrependeu. A poesia oculta não é tão oculta assim.

Um varal com roupas puídas, penduradas numa janela de um edifício antigo. A torcida de um estádio explodindo ao ver entrar em campo o seu time. Duas adolescentes de cabelos longos cochichando e rindo à saída do cursinho. O olhar perdido da mulher dentro do ônibus. Um guarda-chuva preto.

Sua amiga que piscou o olho pra você lá do outro da festa, o afeto atravessando o salão e desviando dos convidados que separam vocês duas. A chama da vela que balança porque você está gargalhando. O casal que caminha na noite escura na beira da praia, agasalhados e agarrados, achando que ninguém os vê. Um resto de bolo dentro da geladeira.

O canhoto do cartão de embarque no fundo da bolsa. A almofada que caiu do sofá da varanda por causa do vento. O vapor que embaçou o espelho do banheiro depois do banho. A mochila em cima da cama da sua filha. Seu filho dormindo.

A poesia é uma fatalidade do olhar. Basta um frame de segundo e ela se revela, para então se esconder novamente atrás da pressa, do tédio, do desencanto, do hábito, do medo do ridículo que paralisa todos nós. Eu hoje não vim aqui para trabalhar, vim estimular o mistério.

(Martha Medeiros. Revista O Globo. Em: 16 de novembro de 2008. Adaptado.)

Martha Medeiros é uma escritora, jornalista e cronista brasileira. É possível inferir que no seu texto “Poesia Oculta” prevalece:

 

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3170341 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

O 1º§ do texto é demarcado por indagações: “Será um sonho vão?” “Por que fumar tantos cigarros?” “Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?”. Depreende-se que tal particularidade, na introdução da temática textual, tem como propósito:

 

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3170340 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

Em relação ao texto só há uma afirmativa INADEQUADA; assinale-a.

 

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3170339 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG
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Um sonho de simplicidade

Então, de repente, no meio desta desarrumação da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque? Por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?

Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.

A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.

Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu o fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.

(BRAGA, Rubem. Manchete. Correio da Manhã. O sonho. Rio de Janeiro. Em: 12/03/1953. Fragmento.)

Através do texto “Um sonho de simplicidade”, o cronista reforça um desejo de despretensão e naturalidade. Rubem Braga tenta descobrir, por meio da natureza, o que realmente consiste na especificidade do ser humano. Tal fato pode ser comprovado através do seguinte fragmento textual:

 

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3170338 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG

“O Ministério da Educação (MEC) oferta bolsas de estudo para ingressar em instituições privadas de ensino superior. O público-alvo do programa, que foi criado pelo governo federal em 2004, é o estudante sem diploma de nível superior. Para participar, o estudante deve realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com, no mínimo, 450 pontos na média das notas e nota na redação que não seja zero, para concorrer à bolsa integral. O candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa. Para a bolsa parcial (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa, dentre outros requisitos.” Esse programa trata-se de:

 

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3170337 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG

Desmatamento na Mata Atlântica tem queda de 42% entre setembro e outubro de 2023, aponta boletim

O desmatamento na Mata Atlântica continua em queda no país. Dados do novo boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) apontam que, em setembro e outubro de 2023, a redução foi de 42% em relação ao mesmo período de 2022, o que significa que uma área verde equivalente a mais de mil campos de futebol deixou de ser destruída. O SAD é uma ferramenta que monitora o desflorestamento do bioma e foi lançado em 2022 em uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas.

(Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/. Em: março de 2023. Adaptado.)

Sobre as consequências do desmatamento ao meio ambiente, analise as afirmativas a seguir.

I. Perda de biodiversidade.

II. Alterações nos padrões climáticos e contribuição para as mudanças climáticas.

III. Degradação do solo, fauna e flora.

Está correto o que se afirma em

 

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3170336 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG

“Tomou posse da 40ª cadeira na Academia Mineira de Letras (AML), intuição criada em 1909, em BH, a primeira mulher negra. A nova integrante da AML é uma das principais autoras da literatura brasileira, com produção constituída por poemas, contos, romances e ensaios – boa parte deles traduzida para o inglês, francês, árabe, espanhol, eslovaco e italiano. Ela se tornou a 10ª mulher a integrar a AML. ‘Ponciá Vicêncio’, ‘Becos da Memória’ e ‘Poemas da recordação e outros movimentos’ são algumas das obras da autora.” A escritora em questão trata-se de:

 

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3170335 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Caratinga-MG

“No mês de março de 2024, aconteceu o(a) 4ª _________________________ com o tema ‘Democracia e Direito à Cultura’ no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O evento debateu políticas públicas culturais e buscou definir orientações prioritárias para assegurar transversalidades nas ações do setor. As propostas aprovadas durante o evento irão embasar as diretrizes do novo Plano Nacional de Cultura (PNC), que nortearão a pasta na próxima década.” Assinale a afirmativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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