Foram encontradas 425 questões.
A última vez em que não tive escolha
Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou
ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a
veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava
responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice
clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me
sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!
Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava
como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia
mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo,
não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de
obediência...
Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão
incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase
dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais,
coitados.
A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou
um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas:
não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de
acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.
Os adultos me fizeram compreender melhor as
desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em
alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia
uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas
que expressava inconsciente a percepção de que
jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o
esforço.
No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não
acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória.
Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número
limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar
prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me
dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é
sua".
KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de
textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São
Paulo, 2022. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
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A última vez em que não tive escolha
Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou
ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a
veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava
responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice
clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me
sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!
Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava
como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia
mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo,
não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de
obediência...
Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão
incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase
dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais,
coitados.
A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou
um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas:
não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de
acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.
Os adultos me fizeram compreender melhor as
desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em
alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia
uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas
que expressava inconsciente a percepção de que
jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o
esforço.
No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não
acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória.
Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número
limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar
prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me
dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é
sua".
KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de
textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São
Paulo, 2022. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
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Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou
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clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me
sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!
Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava
como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia
mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo,
não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de
obediência...
Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão
incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase
dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais,
coitados.
A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou
um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas:
não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de
acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.
Os adultos me fizeram compreender melhor as
desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em
alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia
uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas
que expressava inconsciente a percepção de que
jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o
esforço.
No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não
acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória.
Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número
limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar
prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me
dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é
sua".
KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de
textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São
Paulo, 2022. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
Considerando as regras que regem o emprego do hífen em formações prefixadas, assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso gráfico observado.
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ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a
veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava
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clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me
sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!
Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava
como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia
mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo,
não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de
obediência...
Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão
incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase
dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais,
coitados.
A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou
um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas:
não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de
acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.
Os adultos me fizeram compreender melhor as
desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em
alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia
uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas
que expressava inconsciente a percepção de que
jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o
esforço.
No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não
acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória.
Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número
limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar
prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me
dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é
sua".
KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de
textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São
Paulo, 2022. Disponível em:
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clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me
sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!
Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava
como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia
mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo,
não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de
obediência...
Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão
incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase
dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais,
coitados.
A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou
um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas:
não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de
acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.
Os adultos me fizeram compreender melhor as
desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em
alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia
uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas
que expressava inconsciente a percepção de que
jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o
esforço.
No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não
acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória.
Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número
limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar
prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me
dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é
sua".
KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de
textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São
Paulo, 2022. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
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No armazenamento e distribuição de áudio digital, o
técnico de multimídia deve escolher entre diferentes
formatos de arquivo, que se dividem em três categorias
principais: não comprimido, comprimido lossless (sem
perdas) e comprimido lossy (com perdas). A escolha
impacta diretamente o espaço de armazenamento e a
qualidade de áudio final. Formatos não comprimidos
(como WAV e AIFF) são cópias exatas do áudio master,
enquanto formatos comprimidos usam algoritmos para
reduzir o tamanho do arquivo. Assim, analise as
afirmativas a seguir:
I.Formatos lossy (com perdas), como MP3 e AAC, descartam permanentemente dados de áudio que são considerados psicoacusticamente menos perceptíveis ao ouvido humano, resultando em arquivos muito pequenos.
II.Formatos lossless (sem perdas), como FLAC e ALAC (Apple Lossless), utilizam algoritmos de compressão (similares a um .ZIP) que reduzem o tamanho do arquivo sem descartar nenhuma informação de áudio; ao serem descomprimidos, são idênticos ao original.
III.O formato WAV (Waveform Audio File Format) é um formato lossy desenvolvido pela Microsoft, sendo ideal para arquivamento de longo prazo devido ao seu pequeno tamanho.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I.Formatos lossy (com perdas), como MP3 e AAC, descartam permanentemente dados de áudio que são considerados psicoacusticamente menos perceptíveis ao ouvido humano, resultando em arquivos muito pequenos.
II.Formatos lossless (sem perdas), como FLAC e ALAC (Apple Lossless), utilizam algoritmos de compressão (similares a um .ZIP) que reduzem o tamanho do arquivo sem descartar nenhuma informação de áudio; ao serem descomprimidos, são idênticos ao original.
III.O formato WAV (Waveform Audio File Format) é um formato lossy desenvolvido pela Microsoft, sendo ideal para arquivamento de longo prazo devido ao seu pequeno tamanho.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
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No Adobe After Effects, a organização de projetos
complexos é fundamental para a eficiência. O software utiliza o conceito de 'Composições' como contêineres
principais para camadas e animações. Quando uma
animação se torna muito complexa, com dezenas de
camadas, é uma prática padrão agrupá-las. Esse
processo é conhecido como 'Pré-composição'
(Pre-composing), que essencialmente 'aninha' múltiplas
camadas dentro de uma nova composição, que por sua
vez aparece como uma única camada na composição
original. Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.Uma Pré-composição (Pre-comp) é tecnicamente idêntica a uma Composição normal; ela pode ser aberta, editada e pode conter suas próprias camadas e animações, funcionando como um grupo aninhado.
II.Ao criar uma Pré-composição, a opção 'Move all attributes into the new composition' (Mover todos os atributos) transfere efeitos, transformações (posição, escala) e keyframes para dentro da nova pré-composição.
III.O processo de pré-composição é destrutivo; uma vez que as camadas são agrupadas, elas não podem mais ser acessadas ou editadas individualmente, sendo 'achatadas' (flattened) em um único clipe de vídeo.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I.Uma Pré-composição (Pre-comp) é tecnicamente idêntica a uma Composição normal; ela pode ser aberta, editada e pode conter suas próprias camadas e animações, funcionando como um grupo aninhado.
II.Ao criar uma Pré-composição, a opção 'Move all attributes into the new composition' (Mover todos os atributos) transfere efeitos, transformações (posição, escala) e keyframes para dentro da nova pré-composição.
III.O processo de pré-composição é destrutivo; uma vez que as camadas são agrupadas, elas não podem mais ser acessadas ou editadas individualmente, sendo 'achatadas' (flattened) em um único clipe de vídeo.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
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Em motion graphics no Adobe After Effects, a animação
é criada pela definição de 'Keyframes' (quadros-chave)
que marcam o início e o fim de uma alteração em uma
propriedade (como Posição ou Escala). A forma como o
software calcula os quadros entre os keyframes é
chamada de 'Interpolação'. O tipo de interpolação padrão
é a 'Linear', que cria um movimento mecânico e
uniforme. Para criar movimentos mais naturais e suaves,
o técnico deve ajustar a interpolação, geralmente usando
variações da interpolação 'Bezier'. Acerca dos tipos de
interpolação de keyframes, marque V para as afirmativas
verdadeiras e F para as falsas:
(__)Keyframes com interpolação 'Linear' (ícone de losango) resultam em uma mudança de velocidade constante entre eles, sem aceleração ou desaceleração.
(__)A função 'Easy Ease' (Suavização Simples) aplica uma interpolação Bezier que desacelera o movimento ao chegar no keyframe e acelera ao sair dele, sendo ideal para movimentos de 'quicada' (bounce).
(__)A interpolação 'Auto Bezier' (ícone de círculo) cria automaticamente curvas suaves no caminho da animação, mas se o usuário ajustar manualmente as alças (handles) Bezier, o keyframe se converte em 'Continuous Bezier'.
(__)A interpolação 'Hold' (Manter) faz com que o valor da propriedade mude instantaneamente no momento do keyframe, sem nenhuma transição ou animação entre os keyframes, sendo usada para cortes abruptos.
Após análise, assinale a alta alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)Keyframes com interpolação 'Linear' (ícone de losango) resultam em uma mudança de velocidade constante entre eles, sem aceleração ou desaceleração.
(__)A função 'Easy Ease' (Suavização Simples) aplica uma interpolação Bezier que desacelera o movimento ao chegar no keyframe e acelera ao sair dele, sendo ideal para movimentos de 'quicada' (bounce).
(__)A interpolação 'Auto Bezier' (ícone de círculo) cria automaticamente curvas suaves no caminho da animação, mas se o usuário ajustar manualmente as alças (handles) Bezier, o keyframe se converte em 'Continuous Bezier'.
(__)A interpolação 'Hold' (Manter) faz com que o valor da propriedade mude instantaneamente no momento do keyframe, sem nenhuma transição ou animação entre os keyframes, sendo usada para cortes abruptos.
Após análise, assinale a alta alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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A etapa de pré-produção é frequentemente citada como
a fase mais crítica para o sucesso de um projeto de
vídeo, pois é nela que todo o planejamento é executado,
mitigando problemas e custos durante a gravação. Para
um técnico de multimídia envolvido nesta fase, o
desenvolvimento do roteiro e suas derivações, como o
storyboard e o roteiro técnico, é fundamental. Esses
documentos traduzem a ideia abstrata em um guia
prático para as equipes de câmera, som e arte, definindo
exatamente o que será visto e ouvido. Assinale a
alternativa que descreve corretamente a função do
storyboard na pré-produção de vídeo.
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A produção de dispositivos hipermídia, como
apresentações de slides interativas em softwares como o
PowerPoint, exige mais do que apenas inserir texto e
imagens. O técnico em multimídia deve considerar a
usabilidade, a acessibilidade e a navegação não linear
que a hipermídia permite. A estrutura deve facilitar a
absorção da informação pelo público, seja em uma
apresentação ao vivo ou em um quiosque interativo.
Elementos como contraste de cor, escolha da fonte e
hierarquia visual são fundamentais para o sucesso da
comunicação, seguindo diretrizes como as do WCAG
(Web Content Accessibility Guidelines). Acerca das boas
práticas na produção e apresentação de slides
hipermídia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F
para as falsas:
(__)A utilização de fontes do tipo Sans-Serif (ex: Arial, Helvetica, Calibri) em tamanhos adequados (mínimo de 18-24 pontos para apresentações) é recomendada para garantir a legibilidade em telas de projeção à distância.
(__)Para garantir o máximo impacto visual e dinamismo, é recomendado utilizar o maior número possível de animações complexas e transições de slides diferentes, mantendo o público constantemente engajado com o movimento.
(__)A navegação hipermídia eficaz (uso de hiperlinks internos, botões de ação e sumários interativos) permite ao usuário controlar o fluxo da informação, sendo crucial em apresentações não lineares ou auto-instrucionais.
(__)O contraste de cor é um elemento estético secundário; deve-se priorizar o uso de cores análogas (ex: azul claro sobre azul médio) para criar um design harmonioso, mesmo que dificulte a leitura por pessoas com baixa visão.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A utilização de fontes do tipo Sans-Serif (ex: Arial, Helvetica, Calibri) em tamanhos adequados (mínimo de 18-24 pontos para apresentações) é recomendada para garantir a legibilidade em telas de projeção à distância.
(__)Para garantir o máximo impacto visual e dinamismo, é recomendado utilizar o maior número possível de animações complexas e transições de slides diferentes, mantendo o público constantemente engajado com o movimento.
(__)A navegação hipermídia eficaz (uso de hiperlinks internos, botões de ação e sumários interativos) permite ao usuário controlar o fluxo da informação, sendo crucial em apresentações não lineares ou auto-instrucionais.
(__)O contraste de cor é um elemento estético secundário; deve-se priorizar o uso de cores análogas (ex: azul claro sobre azul médio) para criar um design harmonioso, mesmo que dificulte a leitura por pessoas com baixa visão.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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