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Foram encontradas 288 questões.

1343767 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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[...]

Concitando a essa marcha, em que assim se renova

A avançada genial das velhas gerações

Que recuaram a linha ideal de Tordesilhas

Anexando ao Brasil todas as maravilhas

Do eldorado, que são nossos verdes sertões!

(CORRÊA, Dom Francisco de Aquino. Terra natal. Poética. Vol. 1.)

Os versos acima fazem menção a uma iniciativa de integração nacional do governo Getúlio Vargas, durante o Estado Novo, com particular importância para Mato Grosso, denominada

 

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1343754 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A coluna da esquerda apresenta a classificação da dispneia e a da direita, suas características. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – De esforço
( ) Paciente acorda com intensa dispneia, acompanhada de sufocação, tosse seca e opressão torácica.
2 – Ortopneia
( ) Caracteriza-se por períodos de apneia, seguidos de movimentos respiratórios, a princípio superficiais, que se tornam mais profundos até chegar ao máximo, depois reduzindo paulatinamente, até nova fase de apneia.
3 – Paroxística noturna
( ) Surge quando o paciente assume a posição deitada, e melhora com a elevação do tronco.
4 – Cheyne-Stoke
( ) Comum na insuficiência ventricular esquerda, aparece quando o paciente executa esforço físico.
Marque a sequência correta.
 

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1343737 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Leia o texto abaixo. Nele se traduz a ideia de que a Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações, benéficas ou detrimentosas. Nem favoritismo nem perseguições são toleráveis. Simpatias ou animosidades pessoais, políticas ou ideológicas não podem interferir na atuação administrativa e muito menos interesses sectários, de facções ou grupos de qualquer espécie.
(BANDEIRA DE MELO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo, 28ª ed. São Paulo: Malheiros, 2011.)
Assinale o princípio da administração pública a que se refere o texto.
 

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1343731 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão.
enunciado 2514539-1
As expressões destes números e estas ocorrências retomam o sentido respectivamente de
 

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1343697 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Lactente de 3 meses é levado ao posto de saúde para avaliação médica após a mãe ter conhecimento de que o pai da criança está com AIDS. A criança está bem, sem sintomas e com bom ganho ponderal. A conduta médica correta, ainda nessa consulta, é:
 

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1343696 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Poucos amigos
[...] A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje: a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma “revolução” nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais “será o mesmo” de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização é posta de lado ― ou “relativizada”, como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: “Por que você está lendo isso?”. Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com culto à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que “o brasileiro não lê nada”.
Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa”- ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, 03/08/2011.)
No trecho A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa” – ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer, o autor deixa transparecer um tom de
 

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1343679 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Ao administrar o oxigênio, o Enfermeiro deve avaliar regularmente a resposta do cliente para determinar a necessidade de continuação ou ajuste da terapia. Marque a alternativa que apresenta a conduta adequada da avaliação do Enfermeiro.
 

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1343623 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A Constituição brasileira declara que a ordem social tem como base o primado do trabalho, e como objetivo o bem estar e a justiça social. Sobre o assunto, analise as afirmativas.

I - É atribuição do Poder Público organizar a seguridade social garantindo a universalidade da cobertura e do atendimento.

II - É atribuição do Sistema Único de Saúde (SUS) colaborar na proteção do meio ambiente.

III - A Previdência Social será organizada sob a forma de regime geral de caráter contributivo e de filiação não obrigatória.

IV - É assegurada para efeito de aposentadoria a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, urbana e rural.

V - A seguridade social será financiada por toda sociedade e mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e das contribuições sociais sobre a receita de concursos de prognósticos.

Estão corretas as afirmativas

 

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1343597 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A hanseníase pode ser transmitida quando o paciente apresenta as formas clínicas:
 

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1343586 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Poucos amigos
[...] A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje: a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma “revolução” nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais “será o mesmo” de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização é posta de lado ― ou “relativizada”, como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: “Por que você está lendo isso?”. Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com culto à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que “o brasileiro não lê nada”.
Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa”- ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, 03/08/2011.)
No trecho É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade, as vírgulas foram empregadas para indicar que
 

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