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Foram encontradas 129 questões.

1612248 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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São princípios que regem a licitação, EXCETO:
 

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1611956 Ano: 2016
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Acerca do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza é INCORRETO afirmar:
 

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1611691 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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NÃO são objeto de iniciativa privativa do Prefeito Municipal as leis que

 

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1611412 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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O pagamento de uma dívida no valor de R$ 600.000,00, com desconto de 10% (dez por cento), representa um fato administrativo:
 

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1606982 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Analise as seguintes afirmativas sobre as opções disponíveis no grupo “Janela” da guia “Exibição” do Microsoft Word, versão português do Office 2010:
I Enunciado 2803448-1 Esta opção abre uma nova janela com exibição do documento atual.
IIEnunciado 2803448-2 Esta opção exibe uma lista com o nome das janelas abertas para que o usuário selecione qual janela deseja exibir.
IIIEnunciado 2803448-3 Esta opção divide a janela atual em duas partes de modo que seções diferentes do documento possam ser vistas as mesmo tempo.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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1606640 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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O sequestro das palavras
Gregório Duvivier
Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa – quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual, mas não estava sendo tratado como tal.
No entanto as palavras cresceram. E, assim como as pessoas, foram sendo contaminadas pelo mundo à sua volta. As palavras, coitadas, não sabem escolher amizade, não sabem dizer não. A liberdade, por exemplo, é dessas palavras que só dizem sim. Não nasceu de ninguém. Nasceu contra tudo: a prisão, a dependência, o poder, o dinheiro – mas não se espante se você vir a liberdade vendendo absorvente, desodorante, cartão de crédito, empréstimo de banco. A publicidade vive disso: dobrar as melhores palavras sem pagar direito de imagem. Assim, você verá as palavras ecologia e esporte juntarem-se numa só para criar o EcoSport – existe algo menos ecológico ou esportivo que um carro? Pobres palavras. Não têm advogados. Não precisam assinar termos de autorização de imagem. Estão aí, na praça, gratuitas.
Nem todos aceitam que as palavras sejam sequestradas ao bel prazer do usuário. A política é o campo de guerra onde se disputa a posse das palavras. A "ética", filha do caráter com a moral, transita de um lado para o outro dos conflitos, assim como a Alsácia-Lorena, e não sem guerras sanguinárias. Com um revólver na cabeça, é obrigada a endossar os seres mais amorais e sem caráter. A palavra mudança, que sempre andou com as esquerdas, foi sequestrada pelos setores mais conservadores da sociedade – que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais). A Justiça, coitada, foi cooptada por quem atropela direitos e desconhece a igualdade, confundindo-a o tempo todo com seu primo, o justiçamento, filho do preconceito com o ódio.
Já a palavra impeachment, recém-nascida, filha da democracia com a mudança, está escondida num porão: emprestaram suas roupas à palavra golpe, que desfila por aí usando seu nome e seus documentos. Enquanto isso, a palavra jornalismo, coitada, agoniza na UTI. As palavras não lutam sozinhas. É preciso lutar por elas.
Observação: Após a coluna "O Sequestro das Palavras" ter sido publicada no j ornal impresso, na segunda-feira, 21/3 de 2016, o colunista modificou seu texto e pediu para atualizá-lo na versão on-line.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/03/1752170-osequestro-das-palavras.shtml
No terceiro parágrafo do texto, o autor emprega as aspas no termo “ética” para
 

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1606271 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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As técnicas de análise vertical e de análise horizontal permitem informar, por exemplo, quais são os principais tipos de ativos e como a participação ou relevância de cada ativo se alterou nos últimos exercícios. Esse mesmo raciocínio pode ser estendido para os itens do Passivo e do Patrimônio Líquido, como também para as contas de Resultado.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar:
 

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1596202 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
Assaltos insólitos
Affonso Romano Santanna
Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois, até que são engraçados.
É igual a certos incidentes de viagem, que, quando acontecem, deixam a gente aborrecidíssimo, mas, depois, narrados aos amigos num jantar, passam a ter sabor de anedota.
Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação.
Pois lá estava o dito cujo em sua casa, mas vestido em roupa de trabalho, pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha. As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos.
Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia:
- É um assalto, fica quieto senão leva chumbo.
Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos ladrões pergunta:
- Cadê o patrão?
Num rasgo de criatividade, respondeu:
- Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta.
- Então vamos lá dentro, mostre tudo.
Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo para livrar sua cara, começou a dizer:
- Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão.
- Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocês levava aquele som também. Na cozinha tem uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro não tem, pois ouvi dizer que botam tudo no banco, mas ali dentro do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é tarado por bombom.
Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e saíram apressados.
Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos.
Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso, quanto aliviado do próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo.
Disponível em: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/04/blogs/628982assaltos-insolitos.html Acesso em: 19 ago. 2016
Vocabulário
Insólito – incomum
O ladrão confundiu o dono da casa com um empregado porque o dono da casa
 

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1596131 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Selecione a opção do grupo “Configurar Página” da guia “Layout da Página” do Microsoft Word, versão português do Office 2010, que possibilita escolher um tamanho de papel para o documento:
 

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1594347 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
Assaltos insólitos
Affonso Romano Santanna
Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois, até que são engraçados.
É igual a certos incidentes de viagem, que, quando acontecem, deixam a gente aborrecidíssimo, mas, depois, narrados aos amigos num jantar, passam a ter sabor de anedota.
Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação.
Pois lá estava o dito cujo em sua casa, mas vestido em roupa de trabalho, pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha. As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos.
Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia:
- É um assalto, fica quieto senão leva chumbo.
Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos ladrões pergunta:
- Cadê o patrão?
Num rasgo de criatividade, respondeu:
- Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta.
- Então vamos lá dentro, mostre tudo.
Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo para livrar sua cara, começou a dizer:
- Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão.
- Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocês levava aquele som também. Na cozinha tem uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro não tem, pois ouvi dizer que botam tudo no banco, mas ali dentro do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é tarado por bombom.
Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e saíram apressados.
Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos.
Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso, quanto aliviado do próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo.
Disponível em: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/04/blogs/628982assaltos-insolitos.html Acesso em: 19 ago. 2016
Vocabulário
Insólito – incomum
Há uma oração no imperativo em:
 

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