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Foram encontradas 330 questões.

2583496 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Existem exatamente N maneiras diferentes de três pessoas estacionarem seus carros em uma garagem que possui apenas nove vagas. O valor de N será igual a:

 

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2583495 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Consideram-se verdadeiras as seguintes afirmações:

I - Algum empreendedor é carismático.

II - Nenhum produtor cultural é carismático.

A partir dessas afirmações, pode-se concluir que, necessariamente:

 

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2583494 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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A negação da proposição "se hoje eu comer chocolate, então amanhã não comerei goiabada" é:

 

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2583493 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Uma pesquisa de mercado foi realizada entre N pessoas em um bairro de Dourados para verificar o consumo de mate, refrigerante e suco. O relatório final da pesquisa continha as seguintes informações:

  • 55 pessoas consomem refrigerante e mate;
  • 35 pessoas consomem refrigerante e suco;
  • 30 pessoas consomem suco e mate;
  • 100 pessoas consomem apenas mate;
  • 80 pessoas consomem apenas suco;
  • 95 pessoas consomem apenas refrigerante;
  • 20 pessoas consomem refrigerante, suco e mate;
  • 30 pessoas não consomem nenhuma dessas três bebidas.

Nesse caso, o valor de N é:

 

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2583492 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Uma caixa contém balas e bombons. Se 3/1 O da quantidade de balas correspondem a 2/5 da quantidade de bombons, então a quantidade de bombons corresponde à seguinte fração da quantidade de balas:

 

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2583490 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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João escreveu um número formado por dois algarismos diferentes de zero. Em seguida, inverteu a ordem desses algarismos e somou o número obtido ao número escrito inicialmente, obtendo um número X. Se X está compreendido entre 67 e 85, a soma dos algarismos de X é igual a:

 

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2583489 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Em um grupo com 46 pessoas, 34 são funcionários públicos; 23 têm curso superior e 4 não são funcionários públicos nem têm curso superior. O número de pessoas que são funcionários públicos e que tem curso superior é:

 

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2583488 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Por que somos tão gulosos?

Imagine um americano com um pacote de pipoca em uma mão e um refrigerante na outra. Você desenha essa imagem na sua cabeça, com um saquinho de pipocas e um copo de 300 mi? Ou já te vem à cabeça um saco ultra gigante e um copão de mais de 1 litro? Mas, apesar da fama, os americanos não são os únicos gulosos do planeta. No mundo todo as porções são cada vez maiores e come-se muito mais calorias do que o necessário.

Um estudo recente feito aqui no Brasil e em mais alguns outros países, simultaneamente, demonstrou que não só comemos pior, mas em {bem) maior quantidade também. E se engana quem acha que a "culpa" é só do fast foods. O prato "equilibrado" de arroz com feijão, salada e carne, típico do brasileiro, ganhou vários ingredientes. Entraram a farofa, a batata na salada, o ovo em cima do bife, a porção de arroz com feijão ficou maior ... No final das contas tem mais de 30% das calorias que um fast food completo: sanduíche com batata frita e refrigerante (que tem cerca de 700 calorias). Não estou dizendo que é melhor comer o sanduba com fritas. Veja bem, estou comparando caloricamente as duas refeições. Certamente um prato de arroz com feijão fornece mais fibras que um fast food, então já é mais interessante nutricional mente.

Mas o que estou dizendo é que o prato brasileiro ficou gigante. A parcimônia pra servir ou colocar até mesmo o azeite na salada foi embora de vez. Já se pegou colocando molho e sal na salada? Tente se ver de fora da próxima vez que fizer isso ... Com certeza você excede a quantidade de que precisa, até mesmo antes de provar.

A Organização Mundial da Saúde preconiza que um adulto consuma entre 2.000 e 2.500 calorias por dia. Mas só esse prato aí de cima soma facilmente 1.500 calorias ... Parece que a conta não vai fechar. Ou a pessoa vai passar o resto do dia sem quase nada.

O estudo analisou o teor calórico de amostras de refeições populares em diversos países, ou seja, aquelas que são vendidas a quilo, em pratos feitos ou marmitas. Os restaurantes escolhidos ficam em Ribeirão Preto (Brasil), Pequim {China), Kuopio (Finlândia), Acra (Gana), Bangalore (lndia). Tirando a China, todos os outros países seguem pelo mesmo caminho.

Na verdade, somos ainda o mesmo homo sapiens que, ao se deparar com uma figueira, devorava todos os figos que nela havia a fim de evitar perder as frutas para um chimpanzé, e sem saber quando seria a próxima refeição. Esse instinto ainda está aqui, dentro de nós. Porém, muito provavelmente nossa próxima refeição será bem mais em breve que a de nossos ancestrais. A disponibilidade de comida é muito maior que há algumas centenas de anos, quem dirá da época dos homens das cavernas. E com isso vamos acumulando energia, calorias, estocando em forma de ... gordura!

E o que acontece na China, na Coreia do Sul (onde estive recentemente), ou no Japão? Por que eles conseguem manter as porções em tamanho apropriado? Seriam os tamanhos dos potinhos e dos pratos? Seria porque os pauzinhos carregam menos comida que os garfos? Será que por fazerem pequenas refeições, estão sempre saciados e não precisam devorar seus pratos após ficarem mais 5 horas sem nada comer? Sim, pra tudo! Sim pra tradição oriental que se mantém firme, e que as estatísticas mostram, serem esses os países com menor índice de obesidade no mundo, além de os mais longevos, não apenas em expectativa de vida, mas em qualidade de vida nas idades avançadas.

Comer demais é inflamatório. Dá trabalho para o corpo e seus órgãos. Envelhece. Comer o suficiente é legal. Então, minha dica é colha os figos da figueira, leve pra casa e divida com a família! Comer de tudo, um pouco, e fazer atividade física sempre.

Mareio Atalla

O Globo, 06/04/2022

Encontra-se uma palavra proparoxítona acentuada em:

 

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2583487 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Por que somos tão gulosos?

Imagine um americano com um pacote de pipoca em uma mão e um refrigerante na outra. Você desenha essa imagem na sua cabeça, com um saquinho de pipocas e um copo de 300 mi? Ou já te vem à cabeça um saco ultra gigante e um copão de mais de 1 litro? Mas, apesar da fama, os americanos não são os únicos gulosos do planeta. No mundo todo as porções são cada vez maiores e come-se muito mais calorias do que o necessário.

Um estudo recente feito aqui no Brasil e em mais alguns outros países, simultaneamente, demonstrou que não só comemos pior, mas em {bem) maior quantidade também. E se engana quem acha que a "culpa" é só do fast foods. O prato "equilibrado" de arroz com feijão, salada e carne, típico do brasileiro, ganhou vários ingredientes. Entraram a farofa, a batata na salada, o ovo em cima do bife, a porção de arroz com feijão ficou maior ... No final das contas tem mais de 30% das calorias que um fast food completo: sanduíche com batata frita e refrigerante (que tem cerca de 700 calorias). Não estou dizendo que é melhor comer o sanduba com fritas. Veja bem, estou comparando caloricamente as duas refeições. Certamente um prato de arroz com feijão fornece mais fibras que um fast food, então já é mais interessante nutricional mente.

Mas o que estou dizendo é que o prato brasileiro ficou gigante. A parcimônia pra servir ou colocar até mesmo o azeite na salada foi embora de vez. Já se pegou colocando molho e sal na salada? Tente se ver de fora da próxima vez que fizer isso ... Com certeza você excede a quantidade de que precisa, até mesmo antes de provar.

A Organização Mundial da Saúde preconiza que um adulto consuma entre 2.000 e 2.500 calorias por dia. Mas só esse prato aí de cima soma facilmente 1.500 calorias ... Parece que a conta não vai fechar. Ou a pessoa vai passar o resto do dia sem quase nada.

O estudo analisou o teor calórico de amostras de refeições populares em diversos países, ou seja, aquelas que são vendidas a quilo, em pratos feitos ou marmitas. Os restaurantes escolhidos ficam em Ribeirão Preto (Brasil), Pequim {China), Kuopio (Finlândia), Acra (Gana), Bangalore (lndia). Tirando a China, todos os outros países seguem pelo mesmo caminho.

Na verdade, somos ainda o mesmo homo sapiens que, ao se deparar com uma figueira, devorava todos os figos que nela havia a fim de evitar perder as frutas para um chimpanzé, e sem saber quando seria a próxima refeição. Esse instinto ainda está aqui, dentro de nós. Porém, muito provavelmente nossa próxima refeição será bem mais em breve que a de nossos ancestrais. A disponibilidade de comida é muito maior que há algumas centenas de anos, quem dirá da época dos homens das cavernas. E com isso vamos acumulando energia, calorias, estocando em forma de ... gordura!

E o que acontece na China, na Coreia do Sul (onde estive recentemente), ou no Japão? Por que eles conseguem manter as porções em tamanho apropriado? Seriam os tamanhos dos potinhos e dos pratos? Seria porque os pauzinhos carregam menos comida que os garfos? Será que por fazerem pequenas refeições, estão sempre saciados e não precisam devorar seus pratos após ficarem mais 5 horas sem nada comer? Sim, pra tudo! Sim pra tradição oriental que se mantém firme, e que as estatísticas mostram, serem esses os países com menor índice de obesidade no mundo, além de os mais longevos, não apenas em expectativa de vida, mas em qualidade de vida nas idades avançadas.

Comer demais é inflamatório. Dá trabalho para o corpo e seus órgãos. Envelhece. Comer o suficiente é legal. Então, minha dica é colha os figos da figueira, leve pra casa e divida com a família! Comer de tudo, um pouco, e fazer atividade física sempre.

Mareio Atalla

O Globo, 06/04/2022

No segundo parágrafo, a expressão "Veja bem" introduz um comentário com valor de:

 

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2583486 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Dourados-MS
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Por que somos tão gulosos?

Imagine um americano com um pacote de pipoca em uma mão e um refrigerante na outra. Você desenha essa imagem na sua cabeça, com um saquinho de pipocas e um copo de 300 mi? Ou já te vem à cabeça um saco ultra gigante e um copão de mais de 1 litro? Mas, apesar da fama, os americanos não são os únicos gulosos do planeta. No mundo todo as porções são cada vez maiores e come-se muito mais calorias do que o necessário.

Um estudo recente feito aqui no Brasil e em mais alguns outros países, simultaneamente, demonstrou que não só comemos pior, mas em {bem) maior quantidade também. E se engana quem acha que a "culpa" é só do fast foods. O prato "equilibrado" de arroz com feijão, salada e carne, típico do brasileiro, ganhou vários ingredientes. Entraram a farofa, a batata na salada, o ovo em cima do bife, a porção de arroz com feijão ficou maior ... No final das contas tem mais de 30% das calorias que um fast food completo: sanduíche com batata frita e refrigerante (que tem cerca de 700 calorias). Não estou dizendo que é melhor comer o sanduba com fritas. Veja bem, estou comparando caloricamente as duas refeições. Certamente um prato de arroz com feijão fornece mais fibras que um fast food, então já é mais interessante nutricional mente.

Mas o que estou dizendo é que o prato brasileiro ficou gigante. A parcimônia pra servir ou colocar até mesmo o azeite na salada foi embora de vez. Já se pegou colocando molho e sal na salada? Tente se ver de fora da próxima vez que fizer isso ... Com certeza você excede a quantidade de que precisa, até mesmo antes de provar.

A Organização Mundial da Saúde preconiza que um adulto consuma entre 2.000 e 2.500 calorias por dia. Mas só esse prato aí de cima soma facilmente 1.500 calorias ... Parece que a conta não vai fechar. Ou a pessoa vai passar o resto do dia sem quase nada.

O estudo analisou o teor calórico de amostras de refeições populares em diversos países, ou seja, aquelas que são vendidas a quilo, em pratos feitos ou marmitas. Os restaurantes escolhidos ficam em Ribeirão Preto (Brasil), Pequim {China), Kuopio (Finlândia), Acra (Gana), Bangalore (lndia). Tirando a China, todos os outros países seguem pelo mesmo caminho.

Na verdade, somos ainda o mesmo homo sapiens que, ao se deparar com uma figueira, devorava todos os figos que nela havia a fim de evitar perder as frutas para um chimpanzé, e sem saber quando seria a próxima refeição. Esse instinto ainda está aqui, dentro de nós. Porém, muito provavelmente nossa próxima refeição será bem mais em breve que a de nossos ancestrais. A disponibilidade de comida é muito maior que há algumas centenas de anos, quem dirá da época dos homens das cavernas. E com isso vamos acumulando energia, calorias, estocando em forma de ... gordura!

E o que acontece na China, na Coreia do Sul (onde estive recentemente), ou no Japão? Por que eles conseguem manter as porções em tamanho apropriado? Seriam os tamanhos dos potinhos e dos pratos? Seria porque os pauzinhos carregam menos comida que os garfos? Será que por fazerem pequenas refeições, estão sempre saciados e não precisam devorar seus pratos após ficarem mais 5 horas sem nada comer? Sim, pra tudo! Sim pra tradição oriental que se mantém firme, e que as estatísticas mostram, serem esses os países com menor índice de obesidade no mundo, além de os mais longevos, não apenas em expectativa de vida, mas em qualidade de vida nas idades avançadas.

Comer demais é inflamatório. Dá trabalho para o corpo e seus órgãos. Envelhece. Comer o suficiente é legal. Então, minha dica é colha os figos da figueira, leve pra casa e divida com a família! Comer de tudo, um pouco, e fazer atividade física sempre.

Mareio Atalla

O Globo, 06/04/2022

Para compreender o comentário presente no terceiro parágrafo, a palavra "parcimônia" remete a um comportamento baseado em:

 

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