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Foram encontradas 270 questões.

2524637 Ano: 2016
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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No ambiente da cozinha não é conduta correta para um copeiro:
 

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2524633 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Ocorrendo infração prevista na legislação de trânsito, lavrar-se-á auto de infração, do qual constará, EXCETO:
 

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2524562 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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O vigilante é um funcionário que necessita sempre estar precavido a tudo que se advém ao seu redor. Logo, como deve ser cometida as rondas diurnas e noturnas desse profissional?

 

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2524553 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Os créditos adicionais classificam-se em:
I. Extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.
II. Suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária.
III. Especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.
É certo o que se indica em:
 

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2524487 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Bertinho vai lavar a entrada do prédio da prefeitura, com produtos químicos, nesse caso para evitar acidentes de trabalho ele deve usar:
 

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2524350 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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A arrumação do material deve ser projetada levando em consideração aspectos a seguir elencados, assim como os dispositivos legais concernentes a matéria, EXCETO:
 

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2524336 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
O Tomás não é uma criança mal comportada, mas sofre de um desiquilíbrio hormonal que o deixa por vezes obsecado com comida, como se estivesse sempre cheinho(d) de fome. Todos os dias, imperetrivelmente há uma hora, pára o que estiver a fazer e entra numa enorme excitação. Quando as crianças saiem da sala em fila para almoçar(c), nunca quer ir na rectaguarda, com receio de ficar sem comer. Nessas circunstâncias, tem comportamentos(b) menos adquados e, lógicamente, é repreendido. Mensalmente(a), encontramo-nos com os pais dele, que têm uma explêndida relação com o filho e estão sempre disponiveis para conversar.
IN: http://linguamodadoisec.blogspot.com.br/2008/05/ - Visita em 26/abril/2016
A palavra “mal” tem o mesmo valor morfológico que a palavra na alternativa:
 

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2524138 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Analise as afirmativas abaixo com relação aos Gerenciamentos de Redes:
I- A MIB é uma base de dados, cuja estrutura é especificada pelo padrão SMI.
II- SMI é a base de informações de gerenciamento.
III- MIB é a linguagem de definição de dados.
 

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2524105 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima. E, para que ela se mova, ainda é pouco o que criticamos. Mas não podemos perder a perspectiva(a) histórica. Nunca tivemos uma educação tão vibrante e em tão rápida transformação(b). Vamos entender o paradoxo(c). Nossa educação é ruim porque sofreu quatro séculos e meio de abandono. Foi nos últimos cinquenta anos que tudo começou a acontecer. E, obviamente, é pouco tempo para recuperar os séculos perdidos e para evitar os solavancos(d) e as incompetências(d) do crescimento açodado(b).
O desleixo passado nos deixa sequelas muito mais graves do que aquelas geradas pelas trapalhadas(d) das décadas recentes.
Ouvimos muitas lamúrias sobre o vácuo educacional, após a expulsão dos jesuítas. De fato, a cidade de São Paulo ficou sem escolas formais por 43 anos. Mas, enquanto funcionaram, seus colégios cobriam apenas 0,1% da população.
Nossa educação era compatível com a mediocridade intelectual da época. Mesmo a educação das elites era débil e improvisada. No dizer de Bastos Ávila, era "um ensino de inutilidades ornamentais(c)". O que havia era uma educação péssima para as elites e quase nada para os demais. Pergunta o visitante John Luckoc: "O que pode ensinar quem nada sabe?... Não havia outro meio, portanto, senão permitir que as crianças crescessem selvagens, em meio a uma chusma de escravos e vagabundos da pior espécie com quem testemunham e aprendem a praticar todas as vilanias de que sua tenra idade era capaz".
O professor ensinava a um aluno de cada vez, era tudo o que ele sabia fazer. Como resultado, os outros ficavam inquietos e indisciplinados, gerando a necessidade da palmatória. Não havia seriação. Os alunos podiam entrar e sair da escola em qualquer período do ano. Da mesma forma, não havia a "grade curricular". A Aritmética não era lecionada simultaneamente ao Português, e a leitura e a escrita eram ensinadas em separado. Durante todo o Império, não houve prédios escolares em São Paulo nem móveis didáticos. Em Ubatuba, por exemplo, os alunos tinham de estudar em pé.
Em suma, a principal razão do atraso de hoje é o início tardio, pois as escolas só começaram a tomar alguma consistência no século XX. Portanto, nosso retardo educativo vem menos do que fizemos mal nas últimas décadas e mais do não feito nos quatro séculos precedentes. Mas a nós, tataranetos, não se permite complacência. Justamente por estarmos tão atrasados, temos de recuperar o tempo perdido.
CASTRO, Cláudio de Moura. A culpa é do tataravô. Veja. Adaptado.
Em relação ao léxico do texto, é correto afirmar:
 

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2524063 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Os termos em negrito em “mesmo que superficial” e “mas ele não é igualitário” exprimem, respectivamente, ideias de:
 

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