Magna Concursos

Foram encontradas 260 questões.

1034860 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA

Texto

Estátuas

(Luis Fernando Veríssimo)

Há uma estátua do Carlos Drummond de Andrade sentado num banco da praia de Copacabana, uma estátua do Fernando Pessoa sentado em frente ao café “A Brasileira” em Lisboa, uma estátua do Mario Quintana sentado num banco da Praça da Alfandega de Porto Alegre. Salvo um cataclismo inimaginável, as três estátuas jamais se encontrarão. Mas, e se se encontrassem?

- Uma estátua é um equívoco em bronze – diria o Mario Quintana, para começar a conversa.

- Do que nos adianta sermos eternos, mas imóveis? – diria Drummond.

Pessoa faria “sim” com a cabeça, se pudesse mexê-la. E acrescentaria:

- Pior é ser este corpo duro sentado num lugar duro. Eu trocaria a eternidade por uma almofada.

- Pior são as câimbras – diria Drummond.

- Pior são os passarinhos – diria Quintana.

- Fizeram estátuas justamente do que menos interessa em nós: nossos corpos mortais.

- Justamente do nosso exterior. Do que escondia a poesia.

- Do que muitas vezes atrapalhava a poesia.

- Espera lá, espera lá – diz Drummond. – Minha poesia também vinha do corpo. Minha cara de padre era um disfarce para a sensualidade. Minha poesia dependia do corpo e dos seus sentidos. E o sentido que mais me faz falta, aqui em bronze, é o do tato. Eu daria a eternidade para ter de volta a sensação na ponta dos meus dedos. Pessoa:

- O corpo nunca ajudou minha poesia. Eu e meus heterônimos habitávamos o mesmo corpo, com a sua cara de professor de geografa, mas não nos envolvíamos com ele. Nossa poesia era à revelia dele. E fizeram a estátua do professor de geografa. Quintana:

- Pra mim, o corpo não era nem inspiração nem receptáculo. Acho que já era minha estátua, esperando para se livrar de mim.

***

- Pessoa – diria Drummond -, estamos há meia hora com você na mesa do Chiado, e você não nos ofereceu nem um cafezinho.

- Não posso – responderia Pessoa. – Não consigo chamar o garçom. Não consigo me mexer. Muito menos estalar os dedos.

- Nós também não...

- Não posso reagir quando sentam à minha volta para serem fotografados, ou retribuir quando me abraçam, ou espantar as crianças que me chutam, ou protestar quando um turista diz “Olha o Eça de Queiroz”...

- Em Copacabana é pior – diria Drummond. – Fico de costas para a praia, só ouvindo o ruído do mar e o tintilar das mulheres, sem poder me virar...

- Pior, pior mesmo – diria Quintana – é estar cheio de poemas ainda não escritos e não poder escrevê-los, nem em cima da perna.

Os três concordam: o pior é serem poetas eternos, monumentos de bronze à prova de agressões do tempo, fora poluição e vandalismo – e não poderem escrever nem sobre isto. As estátuas de poeta são sucata de poesia.

E ficaram os três, desolados e em silêncio, até um turista apontá-los para a mulher e dizer:

- O do meio eu não sei mas os outros dois são o Carlos Gardel e o José Saramago.

Em “Há uma estátua do Carlos Drummond de Andrade” (1º§) e “estamos há meia hora com você” (16º§), o verbo “haver” é impessoal. Assinale a alternativa em que esse verbo NÃO apresenta tal comportamento:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034859 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA

Texto

Estátuas

(Luis Fernando Veríssimo)

Há uma estátua do Carlos Drummond de Andrade sentado num banco da praia de Copacabana, uma estátua do Fernando Pessoa sentado em frente ao café “A Brasileira” em Lisboa, uma estátua do Mario Quintana sentado num banco da Praça da Alfandega de Porto Alegre. Salvo um cataclismo inimaginável, as três estátuas jamais se encontrarão. Mas, e se se encontrassem?

- Uma estátua é um equívoco em bronze – diria o Mario Quintana, para começar a conversa.

- Do que nos adianta sermos eternos, mas imóveis? – diria Drummond.

Pessoa faria “sim” com a cabeça, se pudesse mexê-la. E acrescentaria:

- Pior é ser este corpo duro sentado num lugar duro. Eu trocaria a eternidade por uma almofada.

- Pior são as câimbras – diria Drummond.

- Pior são os passarinhos – diria Quintana.

- Fizeram estátuas justamente do que menos interessa em nós: nossos corpos mortais.

- Justamente do nosso exterior. Do que escondia a poesia.

- Do que muitas vezes atrapalhava a poesia.

- Espera lá, espera lá – diz Drummond. – Minha poesia também vinha do corpo. Minha cara de padre era um disfarce para a sensualidade. Minha poesia dependia do corpo e dos seus sentidos. E o sentido que mais me faz falta, aqui em bronze, é o do tato. Eu daria a eternidade para ter de volta a sensação na ponta dos meus dedos. Pessoa:

- O corpo nunca ajudou minha poesia. Eu e meus heterônimos habitávamos o mesmo corpo, com a sua cara de professor de geografa, mas não nos envolvíamos com ele. Nossa poesia era à revelia dele. E fizeram a estátua do professor de geografa. Quintana:

- Pra mim, o corpo não era nem inspiração nem receptáculo. Acho que já era minha estátua, esperando para se livrar de mim.

***

- Pessoa – diria Drummond -, estamos há meia hora com você na mesa do Chiado, e você não nos ofereceu nem um cafezinho.

- Não posso – responderia Pessoa. – Não consigo chamar o garçom. Não consigo me mexer. Muito menos estalar os dedos.

- Nós também não...

- Não posso reagir quando sentam à minha volta para serem fotografados, ou retribuir quando me abraçam, ou espantar as crianças que me chutam, ou protestar quando um turista diz “Olha o Eça de Queiroz”...

- Em Copacabana é pior – diria Drummond. – Fico de costas para a praia, só ouvindo o ruído do mar e o tintilar das mulheres, sem poder me virar...

- Pior, pior mesmo – diria Quintana – é estar cheio de poemas ainda não escritos e não poder escrevê-los, nem em cima da perna.

Os três concordam: o pior é serem poetas eternos, monumentos de bronze à prova de agressões do tempo, fora poluição e vandalismo – e não poderem escrever nem sobre isto. As estátuas de poeta são sucata de poesia.

E ficaram os três, desolados e em silêncio, até um turista apontá-los para a mulher e dizer:

- O do meio eu não sei mas os outros dois são o Carlos Gardel e o José Saramago.

No contexto em que está inserido, o vocábulo destacado em “Salvo um cataclismo inimaginável” (1º§) deve ser entendido como sinônimo de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034858 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA

Texto

Estátuas

(Luis Fernando Veríssimo)

Há uma estátua do Carlos Drummond de Andrade sentado num banco da praia de Copacabana, uma estátua do Fernando Pessoa sentado em frente ao café “A Brasileira” em Lisboa, uma estátua do Mario Quintana sentado num banco da Praça da Alfandega de Porto Alegre. Salvo um cataclismo inimaginável, as três estátuas jamais se encontrarão. Mas, e se se encontrassem?

- Uma estátua é um equívoco em bronze – diria o Mario Quintana, para começar a conversa.

- Do que nos adianta sermos eternos, mas imóveis? – diria Drummond.

Pessoa faria “sim” com a cabeça, se pudesse mexê-la. E acrescentaria:

- Pior é ser este corpo duro sentado num lugar duro. Eu trocaria a eternidade por uma almofada.

- Pior são as câimbras – diria Drummond.

- Pior são os passarinhos – diria Quintana.

- Fizeram estátuas justamente do que menos interessa em nós: nossos corpos mortais.

- Justamente do nosso exterior. Do que escondia a poesia.

- Do que muitas vezes atrapalhava a poesia.

- Espera lá, espera lá – diz Drummond. – Minha poesia também vinha do corpo. Minha cara de padre era um disfarce para a sensualidade. Minha poesia dependia do corpo e dos seus sentidos. E o sentido que mais me faz falta, aqui em bronze, é o do tato. Eu daria a eternidade para ter de volta a sensação na ponta dos meus dedos. Pessoa:

- O corpo nunca ajudou minha poesia. Eu e meus heterônimos habitávamos o mesmo corpo, com a sua cara de professor de geografa, mas não nos envolvíamos com ele. Nossa poesia era à revelia dele. E fizeram a estátua do professor de geografa. Quintana:

- Pra mim, o corpo não era nem inspiração nem receptáculo. Acho que já era minha estátua, esperando para se livrar de mim.

***

- Pessoa – diria Drummond -, estamos há meia hora com você na mesa do Chiado, e você não nos ofereceu nem um cafezinho.

- Não posso – responderia Pessoa. – Não consigo chamar o garçom. Não consigo me mexer. Muito menos estalar os dedos.

- Nós também não...

- Não posso reagir quando sentam à minha volta para serem fotografados, ou retribuir quando me abraçam, ou espantar as crianças que me chutam, ou protestar quando um turista diz “Olha o Eça de Queiroz”...

- Em Copacabana é pior – diria Drummond. – Fico de costas para a praia, só ouvindo o ruído do mar e o tintilar das mulheres, sem poder me virar...

- Pior, pior mesmo – diria Quintana – é estar cheio de poemas ainda não escritos e não poder escrevê-los, nem em cima da perna.

Os três concordam: o pior é serem poetas eternos, monumentos de bronze à prova de agressões do tempo, fora poluição e vandalismo – e não poderem escrever nem sobre isto. As estátuas de poeta são sucata de poesia.

E ficaram os três, desolados e em silêncio, até um turista apontá-los para a mulher e dizer:

- O do meio eu não sei mas os outros dois são o Carlos Gardel e o José Saramago.

O pronome possessivo pode ser um elemento da língua provocador de ambiguidade. Nesse sentido, em “Eu e meus heterônimos habitávamos o mesmo corpo, com a sua cara de professor de geografa,” (13º§), o pronome destacado tem como referente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034857 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA

Texto

Gravidez por substituição

“Carrego seu flho por R$50 mil”

Proibida no Brasil, barriga de aluguel movimenta internet

com grupos de oferta e procura (Clarissa Pains)

“Cedo meu útero por R$30 mil em dinheiro e um carro a partir do ano de 2012.”

“Alugo barriga por R$50 mil para terminar de construir minha casa.”

“Se você não tiver dinheiro, mas puder me arrumar um emprego, alugo meu útero sem custos.”

Ao rolar a página de um grupo público sobre barriga de aluguel na internet, a sensação é de estar vendo uma seção de classifcados. As mulheres informam quanto cobram e quais são suas exigências, e os possíveis contratantes selecionam as que mais se encaixam no perfl que procuram e entram em contato. Os valores costumam variar de R$10 mil a R$50 mil, e muitas “candidatas” se dispõem a viajar para outros estados. Tão explícitas na rede, essas transações comerciais são, no entanto, proibidas no Brasil. Por aqui, só se pode “emprestar” a barriga para parentes de até quarto grau e se não houver dinheiro envolvido, no que é chamado tecnicamente de cessão temporária de útero ou gravidez por substituição.

Quem tenta driblar isso, tem, em geral, consciência da proibição, mas alega necessidade fnanceira.[...]

O tema não é consenso mesmo entre especialistas em reprodução. Para Maria Cecília, ter uma barriga solidária dentro da família e sem pagar é o ideal por uma questão emocional e de segurança para os pais e o bebê, mas a proibição da transação comercial traz outros problemas.

- O vínculo comercial dá, sim, margem a práticas de má-fé. No entanto, é uma faca de dois gumes: quando você proíbe, acham um jeito de fazer de forma clandestina e, portanto, insegura. Proibir não é o melhor caminho, mas isso é uma opinião pessoal – diz ela.

Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Marcio Coslovsky ressalta que o objetivo da norma é, acima de tudo, impedir que se atente contra a dignidade humana:

- A ideia é proteger as pessoas e não explorar a miséria delas. A única ponderação que cabe notar é que tal proibição, de forma geral, é associada à classe social: quem tem dinheiro pode pegar um avião e fechar um contrato de barriga de aluguel, porque vários países permitem. [...]

Outra especialista, Claudia Navarro diz, ainda, que uma “inseminação caseira”, feita fora das clínicas especializadas, envolve uma série de perigos.

- Há risco grave de infecção. Nas clínicas, o sêmen fca guardado seis meses antes de ser usado, para dar tempo de a janela de incubação dos vírus terminar. Isso nos dá garantia de que a pessoa não tem HIV, por exemplo – diz ela. – E se, além da barriga, a mulher usar seu óvulo, ela será mãe de fato da criança. Pode, no futuro, pedir guarda, pensão. São muitas consequências.

(Fonte: Jornal O Globo, 25/02/2018)

quando você proíbe, acham um jeito de fazer de uma forma clandestina” (7º§)

Considerando o contexto em que o verbo “acham” está inserido, sintaticamente, seu sujeito deve ser classifcado como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034856 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA

Texto

Gravidez por substituição

“Carrego seu flho por R$50 mil”

Proibida no Brasil, barriga de aluguel movimenta internet

com grupos de oferta e procura (Clarissa Pains)

“Cedo meu útero por R$30 mil em dinheiro e um carro a partir do ano de 2012.”

“Alugo barriga por R$50 mil para terminar de construir minha casa.”

“Se você não tiver dinheiro, mas puder me arrumar um emprego, alugo meu útero sem custos.”

Ao rolar a página de um grupo público sobre barriga de aluguel na internet, a sensação é de estar vendo uma seção de classifcados. As mulheres informam quanto cobram e quais são suas exigências, e os possíveis contratantes selecionam as que mais se encaixam no perfl que procuram e entram em contato. Os valores costumam variar de R$10 mil a R$50 mil, e muitas “candidatas” se dispõem a viajar para outros estados. Tão explícitas na rede, essas transações comerciais são, no entanto, proibidas no Brasil. Por aqui, só se pode “emprestar” a barriga para parentes de até quarto grau e se não houver dinheiro envolvido, no que é chamado tecnicamente de cessão temporária de útero ou gravidez por substituição.

Quem tenta driblar isso, tem, em geral, consciência da proibição, mas alega necessidade fnanceira.[...]

O tema não é consenso mesmo entre especialistas em reprodução. Para Maria Cecília, ter uma barriga solidária dentro da família e sem pagar é o ideal por uma questão emocional e de segurança para os pais e o bebê, mas a proibição da transação comercial traz outros problemas.

- O vínculo comercial dá, sim, margem a práticas de má-fé. No entanto, é uma faca de dois gumes: quando você proíbe, acham um jeito de fazer de forma clandestina e, portanto, insegura. Proibir não é o melhor caminho, mas isso é uma opinião pessoal – diz ela.

Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Marcio Coslovsky ressalta que o objetivo da norma é, acima de tudo, impedir que se atente contra a dignidade humana:

- A ideia é proteger as pessoas e não explorar a miséria delas. A única ponderação que cabe notar é que tal proibição, de forma geral, é associada à classe social: quem tem dinheiro pode pegar um avião e fechar um contrato de barriga de aluguel, porque vários países permitem. [...]

Outra especialista, Claudia Navarro diz, ainda, que uma “inseminação caseira”, feita fora das clínicas especializadas, envolve uma série de perigos.

- Há risco grave de infecção. Nas clínicas, o sêmen fca guardado seis meses antes de ser usado, para dar tempo de a janela de incubação dos vírus terminar. Isso nos dá garantia de que a pessoa não tem HIV, por exemplo – diz ela. – E se, além da barriga, a mulher usar seu óvulo, ela será mãe de fato da criança. Pode, no futuro, pedir guarda, pensão. São muitas consequências.

(Fonte: Jornal O Globo, 25/02/2018)

No 4º parágrafo, a oração “Ao rolar a página de um grupo público sobre barriga de aluguel na internet”, possui combinações, preposições e contrações estabelecendo nexos coesivos. Assinale a alternativa em que se aponta, CORRETAMENTE, o valor semântico de um desses termos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034855 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA

Texto

Gravidez por substituição

“Carrego seu flho por R$50 mil”

Proibida no Brasil, barriga de aluguel movimenta internet

com grupos de oferta e procura (Clarissa Pains)

“Cedo meu útero por R$30 mil em dinheiro e um carro a partir do ano de 2012.”

“Alugo barriga por R$50 mil para terminar de construir minha casa.”

“Se você não tiver dinheiro, mas puder me arrumar um emprego, alugo meu útero sem custos.”

Ao rolar a página de um grupo público sobre barriga de aluguel na internet, a sensação é de estar vendo uma seção de classifcados. As mulheres informam quanto cobram e quais são suas exigências, e os possíveis contratantes selecionam as que mais se encaixam no perfl que procuram e entram em contato. Os valores costumam variar de R$10 mil a R$50 mil, e muitas “candidatas” se dispõem a viajar para outros estados. Tão explícitas na rede, essas transações comerciais são, no entanto, proibidas no Brasil. Por aqui, só se pode “emprestar” a barriga para parentes de até quarto grau e se não houver dinheiro envolvido, no que é chamado tecnicamente de cessão temporária de útero ou gravidez por substituição.

Quem tenta driblar isso, tem, em geral, consciência da proibição, mas alega necessidade fnanceira.[...]

O tema não é consenso mesmo entre especialistas em reprodução. Para Maria Cecília, ter uma barriga solidária dentro da família e sem pagar é o ideal por uma questão emocional e de segurança para os pais e o bebê, mas a proibição da transação comercial traz outros problemas.

- O vínculo comercial dá, sim, margem a práticas de má-fé. No entanto, é uma faca de dois gumes: quando você proíbe, acham um jeito de fazer de forma clandestina e, portanto, insegura. Proibir não é o melhor caminho, mas isso é uma opinião pessoal – diz ela.

Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Marcio Coslovsky ressalta que o objetivo da norma é, acima de tudo, impedir que se atente contra a dignidade humana:

- A ideia é proteger as pessoas e não explorar a miséria delas. A única ponderação que cabe notar é que tal proibição, de forma geral, é associada à classe social: quem tem dinheiro pode pegar um avião e fechar um contrato de barriga de aluguel, porque vários países permitem. [...]

Outra especialista, Claudia Navarro diz, ainda, que uma “inseminação caseira”, feita fora das clínicas especializadas, envolve uma série de perigos.

- Há risco grave de infecção. Nas clínicas, o sêmen fca guardado seis meses antes de ser usado, para dar tempo de a janela de incubação dos vírus terminar. Isso nos dá garantia de que a pessoa não tem HIV, por exemplo – diz ela. – E se, além da barriga, a mulher usar seu óvulo, ela será mãe de fato da criança. Pode, no futuro, pedir guarda, pensão. São muitas consequências.

(Fonte: Jornal O Globo, 25/02/2018)

Assinale a alternativa em que se faz um comentário INCORRETO a respeito do vocábulo destacado em “- O vínculo comercial dá, sim, margem a práticas de má-fé.”(7º§):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2638954 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA
Provas:
Leia atentamente os itens abaixo e assinale a alternativa correta sobre a composição dos Tribunais Regionais Federais.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034939 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA
Provas:
Em relação à diagramação do documento padrão ofício, assinale a alternativa incorreta:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034938 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA
Provas:

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.


___________ é uma forma de comunicação interna que é feita entre unidades administrativas de um mesmo órgão, podendo estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente.

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034875 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: Câm. Feira Santana-BA
Os primeiros termos de uma P.G. (progressão geométrica) fnita são 24,12,6,3. Se uma P.A. (progressão aritmética) têm razão igual ao triplo da razão dessa P.G. e o primeiro termo é igual a 12, então a soma dos 6 primeiros termos dessa P.A., é:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas