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3553622 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2: 5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica

Conheça os principais erros relacionados à construção da argumentação jurídica para nunca cometê-los novamente.

#1º Erro: desconhecer em detalhes os fatos do caso

A advocacia, em parte considerável das vezes, envolve um verdadeiro trabalho de investigação. Se você não possuir pleno conhecimento sobre a realidade fática do caso em questão, isso pode prejudicar por completo sua argumentação jurídica.

Imagine que você está desenvolvendo uma tese para defender o direito de aposentadoria por tempo de serviço de seu cliente. Após escrever uma longa petição, detalhando as bases jurídicas deste direito, você descobre que o cliente se confundiu em relação a um dos períodos de trabalho informal e, por isso, não tem direito a se aposentar ainda.

O conhecimento da narrativa dos fatos é o ponto de partida para argumentar, porque, a partir dessa narrativa, é que será descoberto o direito aplicável.

#2º Erro: negligenciar a boa formatação

Apesar de ser um aspecto mais técnico, boas práticas de formatação têm seu valor para o processo de convencimento do leitor. Um texto limpo, organizado e atrativo é recebido com mais abertura por quem o lê. Esses são aspectos fundamentais de Visual Law.

Por isso, você deve investir também neste aspecto de suas peças, que envolve um termo-chave: escaneabilidade.

#3º Erro: consultar legislação desatualizada

Este erro costuma incomodar mais do que todos os outros, porque é muito fácil evitá-lo.

Nem precisamos entrar em detalhes sobre as razões de consultar a legislação atualizada, não é mesmo? Se houve alguma alteração legal no assunto e você deixou que ela passasse em branco, pode ser que toda sua tese seja invalidada.

Na verdade, este erro costuma estar relacionado às gerações mais antigas, que ainda têm o hábito de consultar a lei impressa. Se você realizar essa consulta processual pela rede, o risco é praticamente inexistente.

#4º Erro: não realizar uma pesquisa de jurisprudência eficiente

A pesquisa de jurisprudência é outro ponto de atenção na argumentação jurídica. Decisões dos tribunais constituem fonte de crescente importância no ordenamento jurídico.

Com o Código de Processo Civil de 2015, a jurisprudência ganhou uma força sem comparação na história da justiça brasileira. Esse movimento é fruto de uma preocupação da lei em efetivar segurança jurídica e celeridade processual.

Podemos enxergar claramente essa preocupação em alguns institutos do novo Código, como o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes.

Em vista desse novo paradigma, o advogado precisa se preocupar de forma assídua com o bom estudo de jurisprudência, a fim de elevar sua argumentação jurídica.

#5º Erro: não se aprofundar na pesquisa de doutrinas

A doutrina, enquanto mais uma fonte do Direito, é outra vertente importante na construção da argumentação jurídica. O conhecimento doutrinário permite que o advogado se aprofunde no tema que estudar, e viabiliza a sedimentação das informações.

De fato, para argumentar com excelência, é preciso conhecer o assunto sob o seu ponto de vista teórico, embasado no que juristas e professores publicaram sobre o tema. Há quem pense que a doutrina exerce um papel subsidiário, mas a verdade é que sempre contribui para o convencimento de seu interlocutor.

Nesse sentido, é fundamental recorrer aos livros para fazer uma pesquisa doutrinária concisa, completa e coesa. Por meio dela, já é possível fazer uma reflexão ampla sobre os tópicos abordados, ao mesmo tempo em que você adquire mais conhecimento para estruturar suas argumentações jurídicas futuras.

Autor: Markus Carneiro. Disponível em: <https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/1249531165/5-erros-que-voce-comete-ao-construir-uma-argumentacao-juridica> Acesso: 13 abr. 2023 (adaptado)

Analise as afirmativas a seguir:

I. No trecho: Se houve alguma alteração legal no assunto e você deixou que ela passasse em branco, pode ser que toda sua tese seja invalidada”, considerando o contexto, os verbos destacados “houve” e deixou pertencem à 2a conjugação, estão empregados no pretérito imperfeito do indicativo e têm como sinônimo ‘ocorreu’ e ‘aquiesceu’ respectivamente.

II. No trecho: “Este erro costuma incomodar mais do que todos os outros, porque é muito fácil evitá-lo.”, considerando o contexto, os verbos destacados “costuma” e “evitá-lo”, pertencem à 1a conjugação, estão empregados no presente simples do indicativo e têm como sinônimo ‘soer’ e ‘escapar’ respectivamente.

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3553621 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2: 5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica

Conheça os principais erros relacionados à construção da argumentação jurídica para nunca cometê-los novamente.

#1º Erro: desconhecer em detalhes os fatos do caso

A advocacia, em parte considerável das vezes, envolve um verdadeiro trabalho de investigação. Se você não possuir pleno conhecimento sobre a realidade fática do caso em questão, isso pode prejudicar por completo sua argumentação jurídica.

Imagine que você está desenvolvendo uma tese para defender o direito de aposentadoria por tempo de serviço de seu cliente. Após escrever uma longa petição, detalhando as bases jurídicas deste direito, você descobre que o cliente se confundiu em relação a um dos períodos de trabalho informal e, por isso, não tem direito a se aposentar ainda.

O conhecimento da narrativa dos fatos é o ponto de partida para argumentar, porque, a partir dessa narrativa, é que será descoberto o direito aplicável.

#2º Erro: negligenciar a boa formatação

Apesar de ser um aspecto mais técnico, boas práticas de formatação têm seu valor para o processo de convencimento do leitor. Um texto limpo, organizado e atrativo é recebido com mais abertura por quem o lê. Esses são aspectos fundamentais de Visual Law.

Por isso, você deve investir também neste aspecto de suas peças, que envolve um termo-chave: escaneabilidade.

#3º Erro: consultar legislação desatualizada

Este erro costuma incomodar mais do que todos os outros, porque é muito fácil evitá-lo.

Nem precisamos entrar em detalhes sobre as razões de consultar a legislação atualizada, não é mesmo? Se houve alguma alteração legal no assunto e você deixou que ela passasse em branco, pode ser que toda sua tese seja invalidada.

Na verdade, este erro costuma estar relacionado às gerações mais antigas, que ainda têm o hábito de consultar a lei impressa. Se você realizar essa consulta processual pela rede, o risco é praticamente inexistente.

#4º Erro: não realizar uma pesquisa de jurisprudência eficiente

A pesquisa de jurisprudência é outro ponto de atenção na argumentação jurídica. Decisões dos tribunais constituem fonte de crescente importância no ordenamento jurídico.

Com o Código de Processo Civil de 2015, a jurisprudência ganhou uma força sem comparação na história da justiça brasileira. Esse movimento é fruto de uma preocupação da lei em efetivar segurança jurídica e celeridade processual.

Podemos enxergar claramente essa preocupação em alguns institutos do novo Código, como o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes.

Em vista desse novo paradigma, o advogado precisa se preocupar de forma assídua com o bom estudo de jurisprudência, a fim de elevar sua argumentação jurídica.

#5º Erro: não se aprofundar na pesquisa de doutrinas

A doutrina, enquanto mais uma fonte do Direito, é outra vertente importante na construção da argumentação jurídica. O conhecimento doutrinário permite que o advogado se aprofunde no tema que estudar, e viabiliza a sedimentação das informações.

De fato, para argumentar com excelência, é preciso conhecer o assunto sob o seu ponto de vista teórico, embasado no que juristas e professores publicaram sobre o tema. Há quem pense que a doutrina exerce um papel subsidiário, mas a verdade é que sempre contribui para o convencimento de seu interlocutor.

Nesse sentido, é fundamental recorrer aos livros para fazer uma pesquisa doutrinária concisa, completa e coesa. Por meio dela, já é possível fazer uma reflexão ampla sobre os tópicos abordados, ao mesmo tempo em que você adquire mais conhecimento para estruturar suas argumentações jurídicas futuras.

Autor: Markus Carneiro. Disponível em: <https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/1249531165/5-erros-que-voce-comete-ao-construir-uma-argumentacao-juridica> Acesso: 13 abr. 2023 (adaptado)

Analise as afirmativas a seguir:

I. É correto afirmar que o texto intitulado “5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica” pode ser classificado como um artigo de opinião por defender a tese que a grande maioria dos leitores (advogados) cometem os mesmos equívocos na produção de sua argumentação jurídica sem, no entanto, citar a fonte de tais dados.

II. É correto afirmar que o texto intitulado “5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica” pode ser classificado como uma crônica jurídica, já que foi inspirada em uma história verídica como citada no #1º Erro.

III. É correto afirmar que o texto intitulado “5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica” pode ser classificado como artigo científico jurídico ao citar o Novo Código Civil de 2015 e os institutos Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes.

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3553620 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2: 5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica

Conheça os principais erros relacionados à construção da argumentação jurídica para nunca cometê-los novamente.

#1º Erro: desconhecer em detalhes os fatos do caso

A advocacia, em parte considerável das vezes, envolve um verdadeiro trabalho de investigação. Se você não possuir pleno conhecimento sobre a realidade fática do caso em questão, isso pode prejudicar por completo sua argumentação jurídica.

Imagine que você está desenvolvendo uma tese para defender o direito de aposentadoria por tempo de serviço de seu cliente. Após escrever uma longa petição, detalhando as bases jurídicas deste direito, você descobre que o cliente se confundiu em relação a um dos períodos de trabalho informal e, por isso, não tem direito a se aposentar ainda.

O conhecimento da narrativa dos fatos é o ponto de partida para argumentar, porque, a partir dessa narrativa, é que será descoberto o direito aplicável.

#2º Erro: negligenciar a boa formatação

Apesar de ser um aspecto mais técnico, boas práticas de formatação têm seu valor para o processo de convencimento do leitor. Um texto limpo, organizado e atrativo é recebido com mais abertura por quem o lê. Esses são aspectos fundamentais de Visual Law.

Por isso, você deve investir também neste aspecto de suas peças, que envolve um termo-chave: escaneabilidade.

#3º Erro: consultar legislação desatualizada

Este erro costuma incomodar mais do que todos os outros, porque é muito fácil evitá-lo.

Nem precisamos entrar em detalhes sobre as razões de consultar a legislação atualizada, não é mesmo? Se houve alguma alteração legal no assunto e você deixou que ela passasse em branco, pode ser que toda sua tese seja invalidada.

Na verdade, este erro costuma estar relacionado às gerações mais antigas, que ainda têm o hábito de consultar a lei impressa. Se você realizar essa consulta processual pela rede, o risco é praticamente inexistente.

#4º Erro: não realizar uma pesquisa de jurisprudência eficiente

A pesquisa de jurisprudência é outro ponto de atenção na argumentação jurídica. Decisões dos tribunais constituem fonte de crescente importância no ordenamento jurídico.

Com o Código de Processo Civil de 2015, a jurisprudência ganhou uma força sem comparação na história da justiça brasileira. Esse movimento é fruto de uma preocupação da lei em efetivar segurança jurídica e celeridade processual.

Podemos enxergar claramente essa preocupação em alguns institutos do novo Código, como o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes.

Em vista desse novo paradigma, o advogado precisa se preocupar de forma assídua com o bom estudo de jurisprudência, a fim de elevar sua argumentação jurídica.

#5º Erro: não se aprofundar na pesquisa de doutrinas

A doutrina, enquanto mais uma fonte do Direito, é outra vertente importante na construção da argumentação jurídica. O conhecimento doutrinário permite que o advogado se aprofunde no tema que estudar, e viabiliza a sedimentação das informações.

De fato, para argumentar com excelência, é preciso conhecer o assunto sob o seu ponto de vista teórico, embasado no que juristas e professores publicaram sobre o tema. Há quem pense que a doutrina exerce um papel subsidiário, mas a verdade é que sempre contribui para o convencimento de seu interlocutor.

Nesse sentido, é fundamental recorrer aos livros para fazer uma pesquisa doutrinária concisa, completa e coesa. Por meio dela, já é possível fazer uma reflexão ampla sobre os tópicos abordados, ao mesmo tempo em que você adquire mais conhecimento para estruturar suas argumentações jurídicas futuras.

Autor: Markus Carneiro. Disponível em: <https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/1249531165/5-erros-que-voce-comete-ao-construir-uma-argumentacao-juridica> Acesso: 13 abr. 2023 (adaptado)

Analise as afirmativas a seguir:

I. De acordo com este fragmento do texto: “De fato, para argumentar com excelência, é preciso conhecer o assunto sob o seu ponto de vista teórico, embasado no que juristas e professores publicaram sobre o tema”, é correto afirmar que docentes e juristas produzem teorias que devem ser relegadas pelos advogados em suas argumentações.

II. De acordo com este fragmento do texto: “Podemos enxergar claramente essa preocupação em alguns institutos do novo Código, como o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes”, é correto afirmar que o Código de Processo Civil de 2015 buscou amainar a segurança jurídica ao instaurar os institutos mencionados.

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3553619 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2: 5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica

Conheça os principais erros relacionados à construção da argumentação jurídica para nunca cometê-los novamente.

#1º Erro: desconhecer em detalhes os fatos do caso

A advocacia, em parte considerável das vezes, envolve um verdadeiro trabalho de investigação. Se você não possuir pleno conhecimento sobre a realidade fática do caso em questão, isso pode prejudicar por completo sua argumentação jurídica.

Imagine que você está desenvolvendo uma tese para defender o direito de aposentadoria por tempo de serviço de seu cliente. Após escrever uma longa petição, detalhando as bases jurídicas deste direito, você descobre que o cliente se confundiu em relação a um dos períodos de trabalho informal e, por isso, não tem direito a se aposentar ainda.

O conhecimento da narrativa dos fatos é o ponto de partida para argumentar, porque, a partir dessa narrativa, é que será descoberto o direito aplicável.

#2º Erro: negligenciar a boa formatação

Apesar de ser um aspecto mais técnico, boas práticas de formatação têm seu valor para o processo de convencimento do leitor. Um texto limpo, organizado e atrativo é recebido com mais abertura por quem o lê. Esses são aspectos fundamentais de Visual Law.

Por isso, você deve investir também neste aspecto de suas peças, que envolve um termo-chave: escaneabilidade.

#3º Erro: consultar legislação desatualizada

Este erro costuma incomodar mais do que todos os outros, porque é muito fácil evitá-lo.

Nem precisamos entrar em detalhes sobre as razões de consultar a legislação atualizada, não é mesmo? Se houve alguma alteração legal no assunto e você deixou que ela passasse em branco, pode ser que toda sua tese seja invalidada.

Na verdade, este erro costuma estar relacionado às gerações mais antigas, que ainda têm o hábito de consultar a lei impressa. Se você realizar essa consulta processual pela rede, o risco é praticamente inexistente.

#4º Erro: não realizar uma pesquisa de jurisprudência eficiente

A pesquisa de jurisprudência é outro ponto de atenção na argumentação jurídica. Decisões dos tribunais constituem fonte de crescente importância no ordenamento jurídico.

Com o Código de Processo Civil de 2015, a jurisprudência ganhou uma força sem comparação na história da justiça brasileira. Esse movimento é fruto de uma preocupação da lei em efetivar segurança jurídica e celeridade processual.

Podemos enxergar claramente essa preocupação em alguns institutos do novo Código, como o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes.

Em vista desse novo paradigma, o advogado precisa se preocupar de forma assídua com o bom estudo de jurisprudência, a fim de elevar sua argumentação jurídica.

#5º Erro: não se aprofundar na pesquisa de doutrinas

A doutrina, enquanto mais uma fonte do Direito, é outra vertente importante na construção da argumentação jurídica. O conhecimento doutrinário permite que o advogado se aprofunde no tema que estudar, e viabiliza a sedimentação das informações.

De fato, para argumentar com excelência, é preciso conhecer o assunto sob o seu ponto de vista teórico, embasado no que juristas e professores publicaram sobre o tema. Há quem pense que a doutrina exerce um papel subsidiário, mas a verdade é que sempre contribui para o convencimento de seu interlocutor.

Nesse sentido, é fundamental recorrer aos livros para fazer uma pesquisa doutrinária concisa, completa e coesa. Por meio dela, já é possível fazer uma reflexão ampla sobre os tópicos abordados, ao mesmo tempo em que você adquire mais conhecimento para estruturar suas argumentações jurídicas futuras.

Autor: Markus Carneiro. Disponível em: <https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/1249531165/5-erros-que-voce-comete-ao-construir-uma-argumentacao-juridica> Acesso: 13 abr. 2023 (adaptado)

Com base no Texto 2 “5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica”, analise as afirmativas a seguir:

I. No trecho: “Em vista desse novo paradigma, o advogado precisa se preocupar de forma assídua com o bom estudo de jurisprudência, a fim de elevar sua argumentação jurídica.”, é correto afirmar que a expressão destacada “Em vista desse novo paradigma” se refere ao Código de Processo civil de 2015, no qual a observância à jurisprudência trouxe como efeito mais segurança jurídica e celeridade processual.

II. No trecho: Por isso, você deve investir também neste aspecto de suas peças, que envolve um termo-chave: escaneabilidade.”, é correto afirmar que a expressão destacada “neste aspecto de suas peças” se refere ao Visual Law.

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3553618 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2: 5 Erros que você comete ao construir uma argumentação jurídica

Conheça os principais erros relacionados à construção da argumentação jurídica para nunca cometê-los novamente.

#1º Erro: desconhecer em detalhes os fatos do caso

A advocacia, em parte considerável das vezes, envolve um verdadeiro trabalho de investigação. Se você não possuir pleno conhecimento sobre a realidade fática do caso em questão, isso pode prejudicar por completo sua argumentação jurídica.

Imagine que você está desenvolvendo uma tese para defender o direito de aposentadoria por tempo de serviço de seu cliente. Após escrever uma longa petição, detalhando as bases jurídicas deste direito, você descobre que o cliente se confundiu em relação a um dos períodos de trabalho informal e, por isso, não tem direito a se aposentar ainda.

O conhecimento da narrativa dos fatos é o ponto de partida para argumentar, porque, a partir dessa narrativa, é que será descoberto o direito aplicável.

#2º Erro: negligenciar a boa formatação

Apesar de ser um aspecto mais técnico, boas práticas de formatação têm seu valor para o processo de convencimento do leitor. Um texto limpo, organizado e atrativo é recebido com mais abertura por quem o lê. Esses são aspectos fundamentais de Visual Law.

Por isso, você deve investir também neste aspecto de suas peças, que envolve um termo-chave: escaneabilidade.

#3º Erro: consultar legislação desatualizada

Este erro costuma incomodar mais do que todos os outros, porque é muito fácil evitá-lo.

Nem precisamos entrar em detalhes sobre as razões de consultar a legislação atualizada, não é mesmo? Se houve alguma alteração legal no assunto e você deixou que ela passasse em branco, pode ser que toda sua tese seja invalidada.

Na verdade, este erro costuma estar relacionado às gerações mais antigas, que ainda têm o hábito de consultar a lei impressa. Se você realizar essa consulta processual pela rede, o risco é praticamente inexistente.

#4º Erro: não realizar uma pesquisa de jurisprudência eficiente

A pesquisa de jurisprudência é outro ponto de atenção na argumentação jurídica. Decisões dos tribunais constituem fonte de crescente importância no ordenamento jurídico.

Com o Código de Processo Civil de 2015, a jurisprudência ganhou uma força sem comparação na história da justiça brasileira. Esse movimento é fruto de uma preocupação da lei em efetivar segurança jurídica e celeridade processual.

Podemos enxergar claramente essa preocupação em alguns institutos do novo Código, como o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC) e formação de precedentes vinculantes.

Em vista desse novo paradigma, o advogado precisa se preocupar de forma assídua com o bom estudo de jurisprudência, a fim de elevar sua argumentação jurídica.

#5º Erro: não se aprofundar na pesquisa de doutrinas

A doutrina, enquanto mais uma fonte do Direito, é outra vertente importante na construção da argumentação jurídica. O conhecimento doutrinário permite que o advogado se aprofunde no tema que estudar, e viabiliza a sedimentação das informações.

De fato, para argumentar com excelência, é preciso conhecer o assunto sob o seu ponto de vista teórico, embasado no que juristas e professores publicaram sobre o tema. Há quem pense que a doutrina exerce um papel subsidiário, mas a verdade é que sempre contribui para o convencimento de seu interlocutor.

Nesse sentido, é fundamental recorrer aos livros para fazer uma pesquisa doutrinária concisa, completa e coesa. Por meio dela, já é possível fazer uma reflexão ampla sobre os tópicos abordados, ao mesmo tempo em que você adquire mais conhecimento para estruturar suas argumentações jurídicas futuras.

Autor: Markus Carneiro. Disponível em: <https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/1249531165/5-erros-que-voce-comete-ao-construir-uma-argumentacao-juridica> Acesso: 13 abr. 2023 (adaptado)

Analise as informações a seguir:

I. No trecho: “Conheça os principais erros relacionados à construção da argumentação jurídica para nunca cometê-los novamente.”, é correto afirmar que o termo destacado “Conheça” exerce a função sintática de verbo da 1º conjugação, empregado no futuro do imperativo, que visa educadamente obrigar o leitor a adotar os conselhos que o texto enseja.

II. No trecho: “Nem precisamos entrar em detalhes sobre as razões de consultar a legislação atualizada, não é mesmo?”, é correto afirmar que o termo destacado “precisamos entrar” é uma locução verbal, cuja intenção de coloca-la na 1a pessoal do plural teria sido a de envolver o leitor no texto e elogiá-lo ao supor que ambos compartilhariam da importância de consultar a legislação atualizada.

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3553617 Ano: 2023
Disciplina: Português
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Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 1 – O Contador

O Contador certamente entrará na lista de filmes pouco memoráveis, pelo fato de não ser um longa bom e nem ruim e que acaba se tornando uma mistura de Jason Bourne com Rain Man. Do primeiro, herda as cenas de ação, introduzindo um protagonista capaz de feitos incríveis e do segundo resgata o sensível e delicado tema do autismo. Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem.

A trama nos apresenta o misterioso contador Christian Wolff (Ben Affleck), portador da síndrome de Asperger e um matemático brilhante, capaz de resolver qualquer problema de lógica posto à sua frente. Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores. O que ninguém espera é que Christian balanceia sua vida dupla de contador com a de assassino internacional. A trama é interessante e o roteiro do fraco Bill Dubuque poderia ter sido mais ambicioso e menos preguiçoso, explorando melhor cenas que ressaltassem a inteligência e frieza do personagem principal. Porém, ele escolhe o caminho inverso, com três tramas paralelas que deixam o filme confuso e por vezes repetitivo, com demasiados flashbacks que sempre aparecem nas horas erradas. A direção fica por conta do competente Gavin O’Connor, que conduz a trama de forma eficiente. Mas o filme pertence a Ben Affleck, que pelo artista que se tornou, merecia uma crítica à parte. Melhor diretor que ator, Affleck se reinventou depois que começou a dirigir e protagonizar seus filmes, e entrega uma interpretação cheia de tiques comportamentais que jamais soam caricatos.

O Contador merece aplausos por tentar trazer uma abordagem diferente a um gênero já saturado, porém se perde em um roteiro fraquíssimo que conta com uma reviravolta final desnecessária. Mas o filme vale a ida ao cinema pela carismática e excelente presença do cada vez melhor Ben Affleck.

Autor: Diego Oliveira. Disponível em <https://jornaldaorla.com.br/noticias/27503-resenha-da-semana-o-contador/>Acesso em 13 abr. 2023 (adaptado).

Analise as informações a seguir:

I. Em “Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem”, o sujeito da primeira oração é indeterminado, e o sujeito da segunda oração é composto, uma vez que está representado por palavra no plural.

II. O trecho “Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem.”, pode ser parafraseado, sem perda de sentido, se trocarmos as palavras “Infelizmente” por ‘Lamentavelmente’, “retratar” por ‘representar’, “nenhum” por ‘quaisquer’, “temas” por ‘motes’, “filmes” por ‘longas’ e “desenvolveram” por ‘fizeram’ e “tão bem” por “com tanta excelência”.

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3553616 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 1 – O Contador

O Contador certamente entrará na lista de filmes pouco memoráveis, pelo fato de não ser um longa bom e nem ruim e que acaba se tornando uma mistura de Jason Bourne com Rain Man. Do primeiro, herda as cenas de ação, introduzindo um protagonista capaz de feitos incríveis e do segundo resgata o sensível e delicado tema do autismo. Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem.

A trama nos apresenta o misterioso contador Christian Wolff (Ben Affleck), portador da síndrome de Asperger e um matemático brilhante, capaz de resolver qualquer problema de lógica posto à sua frente. Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores. O que ninguém espera é que Christian balanceia sua vida dupla de contador com a de assassino internacional. A trama é interessante e o roteiro do fraco Bill Dubuque poderia ter sido mais ambicioso e menos preguiçoso, explorando melhor cenas que ressaltassem a inteligência e frieza do personagem principal. Porém, ele escolhe o caminho inverso, com três tramas paralelas que deixam o filme confuso e por vezes repetitivo, com demasiados flashbacks que sempre aparecem nas horas erradas. A direção fica por conta do competente Gavin O’Connor, que conduz a trama de forma eficiente. Mas o filme pertence a Ben Affleck, que pelo artista que se tornou, merecia uma crítica à parte. Melhor diretor que ator, Affleck se reinventou depois que começou a dirigir e protagonizar seus filmes, e entrega uma interpretação cheia de tiques comportamentais que jamais soam caricatos.

O Contador merece aplausos por tentar trazer uma abordagem diferente a um gênero já saturado, porém se perde em um roteiro fraquíssimo que conta com uma reviravolta final desnecessária. Mas o filme vale a ida ao cinema pela carismática e excelente presença do cada vez melhor Ben Affleck.

Autor: Diego Oliveira. Disponível em <https://jornaldaorla.com.br/noticias/27503-resenha-da-semana-o-contador/>Acesso em 13 abr. 2023 (adaptado).

Analise as informações a seguir:

I. No trecho: “Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores.”, os termos destacados “seus”, “seu”, “sua” exercem as funções morfológica de pronome possessivo e “próprios” exerce a função morfológica de pronome demonstrativo.

II. No trecho: “Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores.”, os termos destacados “trabalho”, “podres” e “cabeça” exercem a função de sujeito.

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3553615 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 1 – O Contador

O Contador certamente entrará na lista de filmes pouco memoráveis, pelo fato de não ser um longa bom e nem ruim e que acaba se tornando uma mistura de Jason Bourne com Rain Man. Do primeiro, herda as cenas de ação, introduzindo um protagonista capaz de feitos incríveis e do segundo resgata o sensível e delicado tema do autismo. Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem.

A trama nos apresenta o misterioso contador Christian Wolff (Ben Affleck), portador da síndrome de Asperger e um matemático brilhante, capaz de resolver qualquer problema de lógica posto à sua frente. Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores. O que ninguém espera é que Christian balanceia sua vida dupla de contador com a de assassino internacional. A trama é interessante e o roteiro do fraco Bill Dubuque poderia ter sido mais ambicioso e menos preguiçoso, explorando melhor cenas que ressaltassem a inteligência e frieza do personagem principal. Porém, ele escolhe o caminho inverso, com três tramas paralelas que deixam o filme confuso e por vezes repetitivo, com demasiados flashbacks que sempre aparecem nas horas erradas. A direção fica por conta do competente Gavin O’Connor, que conduz a trama de forma eficiente. Mas o filme pertence a Ben Affleck, que pelo artista que se tornou, merecia uma crítica à parte. Melhor diretor que ator, Affleck se reinventou depois que começou a dirigir e protagonizar seus filmes, e entrega uma interpretação cheia de tiques comportamentais que jamais soam caricatos.

O Contador merece aplausos por tentar trazer uma abordagem diferente a um gênero já saturado, porém se perde em um roteiro fraquíssimo que conta com uma reviravolta final desnecessária. Mas o filme vale a ida ao cinema pela carismática e excelente presença do cada vez melhor Ben Affleck.

Autor: Diego Oliveira. Disponível em <https://jornaldaorla.com.br/noticias/27503-resenha-da-semana-o-contador/>Acesso em 13 abr. 2023 (adaptado).

Analise as informações a seguir:

I. No trecho: “Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem”, os termos destacados “Infelizmente” e bem”, exercem a função sintática de adjunto adverbial, acrescentando circunstância de modo respectivamente.

II. No trecho: “Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem”, os termos destacados “citados” e “tão” exercem a função morfológica de adjetivos.

III. No trecho: “Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem”, os verbos estão conjugados no presente do indicativo respectivamente.

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3553614 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 1 – O Contador

O Contador certamente entrará na lista de filmes pouco memoráveis, pelo fato de não ser um longa bom e nem ruim e que acaba se tornando uma mistura de Jason Bourne com Rain Man. Do primeiro, herda as cenas de ação, introduzindo um protagonista capaz de feitos incríveis e do segundo resgata o sensível e delicado tema do autismo. Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem.

A trama nos apresenta o misterioso contador Christian Wolff (Ben Affleck), portador da síndrome de Asperger e um matemático brilhante, capaz de resolver qualquer problema de lógica posto à sua frente. Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores. O que ninguém espera é que Christian balanceia sua vida dupla de contador com a de assassino internacional. A trama é interessante e o roteiro do fraco Bill Dubuque poderia ter sido mais ambicioso e menos preguiçoso, explorando melhor cenas que ressaltassem a inteligência e frieza do personagem principal. Porém, ele escolhe o caminho inverso, com três tramas paralelas que deixam o filme confuso e por vezes repetitivo, com demasiados flashbacks que sempre aparecem nas horas erradas. A direção fica por conta do competente Gavin O’Connor, que conduz a trama de forma eficiente. Mas o filme pertence a Ben Affleck, que pelo artista que se tornou, merecia uma crítica à parte. Melhor diretor que ator, Affleck se reinventou depois que começou a dirigir e protagonizar seus filmes, e entrega uma interpretação cheia de tiques comportamentais que jamais soam caricatos.

O Contador merece aplausos por tentar trazer uma abordagem diferente a um gênero já saturado, porém se perde em um roteiro fraquíssimo que conta com uma reviravolta final desnecessária. Mas o filme vale a ida ao cinema pela carismática e excelente presença do cada vez melhor Ben Affleck.

Autor: Diego Oliveira. Disponível em <https://jornaldaorla.com.br/noticias/27503-resenha-da-semana-o-contador/>Acesso em 13 abr. 2023 (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir:

I. No trecho: “O Contador certamente entrará na lista de filmes pouco memoráveis, é correto concluir que há a predominância de afirmações factuais.

II. No trecho: “Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores.”, é correto concluir que nele há predominância de afirmações avaliativas.

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3553613 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 1 – O Contador

O Contador certamente entrará na lista de filmes pouco memoráveis, pelo fato de não ser um longa bom e nem ruim e que acaba se tornando uma mistura de Jason Bourne com Rain Man. Do primeiro, herda as cenas de ação, introduzindo um protagonista capaz de feitos incríveis e do segundo resgata o sensível e delicado tema do autismo. Infelizmente, não consegue retratar nenhum dos temas da forma que os filmes citados desenvolveram tão bem.

A trama nos apresenta o misterioso contador Christian Wolff (Ben Affleck), portador da síndrome de Asperger e um matemático brilhante, capaz de resolver qualquer problema de lógica posto à sua frente. Quando seus serviços são requisitados para a auditoria de uma empresa de robótica, seu trabalho encontra mais podres do que o esperado e sua cabeça torna-se cobiçada pelos próprios empregadores. O que ninguém espera é que Christian balanceia sua vida dupla de contador com a de assassino internacional. A trama é interessante e o roteiro do fraco Bill Dubuque poderia ter sido mais ambicioso e menos preguiçoso, explorando melhor cenas que ressaltassem a inteligência e frieza do personagem principal. Porém, ele escolhe o caminho inverso, com três tramas paralelas que deixam o filme confuso e por vezes repetitivo, com demasiados flashbacks que sempre aparecem nas horas erradas. A direção fica por conta do competente Gavin O’Connor, que conduz a trama de forma eficiente. Mas o filme pertence a Ben Affleck, que pelo artista que se tornou, merecia uma crítica à parte. Melhor diretor que ator, Affleck se reinventou depois que começou a dirigir e protagonizar seus filmes, e entrega uma interpretação cheia de tiques comportamentais que jamais soam caricatos.

O Contador merece aplausos por tentar trazer uma abordagem diferente a um gênero já saturado, porém se perde em um roteiro fraquíssimo que conta com uma reviravolta final desnecessária. Mas o filme vale a ida ao cinema pela carismática e excelente presença do cada vez melhor Ben Affleck.

Autor: Diego Oliveira. Disponível em <https://jornaldaorla.com.br/noticias/27503-resenha-da-semana-o-contador/>Acesso em 13 abr. 2023 (adaptado).

Com base no Texto “O Contador” analise as afirmativas a seguir:

I. O objetivo principal do texto é narrar o drama vivido pelo personagem principal do livro e as consequências da vida dupla que levava como contador e como assassino internacional a serviço de uma grande empresa.

II. A proposta central do texto é contar a história real de homem, que sofria da Síndrome de Asperger. Trata-se de um documentário sobre um matemático brilhante e sua capacidade incomum de lidar com números.

III. A finalidade do texto é fazer a avaliação de um filme. Trata-se de uma crítica que analisa as qualidades e defeitos da película, cujo tema é o dilema vivido por profissionais que lidam com a contabilidade de empresas.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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