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Foram encontradas 39 questões.

582554 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O “mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
Para o autor de Sociedade e tribo, diante de uma situação de extrema injustiça, o indivíduo às vezes reage fazendo justiça com as próprias mãos, e esse tipo de reação não
 

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580636 Ano: 2014
Disciplina: Auditoria
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Não é um tipo de ameaça à independência do auditor:
 

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574871 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Não é um dos elementos ou requisitos dos atos administrativos:

 

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567582 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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A "atividade da Administração Pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais coletivos", conforme previsto no art. 78 do Código Tributário Nacional, faz menção ao:

 

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546066 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Se Arlete vai à escola, então ela fica inteligente. Mas Arlete não vai à escola. Logo, baseando-se somente nessas informações, é correto concluir que:
 

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545709 Ano: 2014
Disciplina: Auditoria
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Acerca da amostragem em auditoria, em consonância com as normas exaradas pelo Conselho Federal de Contabilidade, julgue os itens a seguir:
I – Uma amostragem estatística deve consistir em seleção aleatória dos itens da amostra e utilizar a teoria das probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco de amostragem.
II – Risco de amostragem é a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população.
III – Taxa tolerável de desvio é um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário não seja excedido pela distorção real na população.
IV – O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido.
V – A estratificação da população, com sua divisão em subpopulações distintas que tenham características similares não tem aptidão para melhorar a eficiência da auditoria.
Estão corretos apenas os itens:
 

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536685 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
Qual é a função sintática da parte destacada na seguinte oração:
“O ‘mas era um criminoso’ se encaixa facilmente em ‘mas era uma prostituta’, ‘mas era um índio’, ‘mas era uma empregada doméstica’, ‘mas era pobre’”.
 

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534084 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Observe o argumento, no qual chamamos as premissas de P1 e P2 e a conclusão de C:
P1: Todo carro tem quatro rodas.
P2: Tudo que tem quatro rodas é verde.
C: Logo, todo carro é verde.
É correto afirmar que:
 

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532394 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Julgue os seguintes itens referentes à Organização da Administração e assinale a alternativa correta:

I – As empresas públicas são pessoas jurídicas de direito privado, integram a Administração Indireta, cuja criação é autorizada por meio de lei específica e sob qualquer forma empresarial.

II – Empresas públicas e sociedades de economia mista possuem foro na Justiça Estadual.

III – A empresa pública e a sociedade de economia mista estão sujeitas a controle hierárquico da pessoa política que as criou.

IV – Não é possível tomada de contas especial em relação a empresas públicas.

 

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532308 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Julgue os itens a seguir, considerando a doutrina administrativista sobre Sistema ou Regime Jurídico Administrativo:

I – O regime jurídico administrativo tem sua base nos princípios da supremacia dos interesses públicos sobre o privado e da indisponibilidade do interesse público.

II – Interesse secundário é aquele em que há um interesse individual do Estado, de modo similar ao interesse de qualquer outro sujeito, podendo ser buscado de forma independente ou mesmo contrária ao interesse público primário, vez que com ele não se confunde.

III – Entende-se por sistema administrativo "o regime adotado pelo Estado para a correção dos atos administrativos ilegais ou ilegítimos praticados pelo Poder Público" (Hely Lopes Meirelles). O sistema administrativo de contencioso administrativo é também chamado de sistema inglês ou misto, consistindo naquele em que não é dado ao Poder Judiciário conhecer dos atos da Administração.

Está(ão) correto(s):

 

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