Foram encontradas 40 questões.
1309836
Ano: 2014
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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O Código Brasileiro de Telecomunicações, aprovado pela Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962, dispõe das seguintes regulamentações:
I – Os meios, através dos quais se executam os serviços de telecomunicações, constituirão troncos e redes contínuos, que formarão o Sistema Nacional de Telecomunicações.
II – Dentro dos seus limites respectivos, os Estados e Municípios não poderão organizar, regular e executar serviços de telefones, diretamente ou mediante concessão.
III – Os serviços de telecomunicações, não executados diretamente pela União, poderão ser explorados por concessão, autorização ou permissão a produtoras de conteúdo cultural com sede internacional, observadas as disposições da presente lei.
IV – As emissoras de radiodifusão, excluídas as de televisão, são obrigadas a retransmitir, diariamente, das 19 às 20 horas, exceto aos sábados, domingos e feriados, o programa oficial de informações dos Poderes da República, ficando reservados 30 minutos para divulgação de noticiário preparado pelas duas Casas do Congresso Nacional.
Estão errados somente os itens
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Leia o trecho: “[...] a seu turno, agrupa as mensagens que objetivam orientar, persuadir ou influenciar a conduta, aproximando-se ao máximo das inferências e julgamentos”
(TORQUATO, 1987, p. 37).
A descrição trata das características de qual gênero jornalístico?
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É classificada como “matéria jornalística que não se situa em campo de conhecimento preestabelecido, como a política, a economia ou as artes. Trata-se de evento sem classificação, mas ainda assim notável por alguma relação interior entre seus termos” (LAGE, 2006, p. 58). A classificação apresentada refere-se a:
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- Linguagens e Suportes MidiáticosFotografiaFotojornalismo e Foto publicitária - Conceitos, Gêneros e Funções
Em relação ao fotojornalismo:
I – Em 1951, quando o Diário Carioca construiu, no Rio de Janeiro, um prédio para sua sede, fez o laboratório fotográfico com cuidadoso estudo de detalhes.
II – A conquista do espaço para fotografias nos jornais e revistas mais prestigiados só se consumou quando o cinema se tornou fenômeno de massa no anos de 1940.
III – O fotojornalismo começou modestamente, mais para romper a monotonia gráfica das páginas cheias de texto.
IV – O fotojornalismo foi visto com potencialidade pela imprensa sensacionalista, que começou a utilizá-lo primeiro.
Estão corretas somente as afirmativas
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O jornal Gazeta o Povo publicou, em 10 de setembro de 2014, a seguinte notícia: “O jornal mais antigo da Venezuela, o ‘El Impulso’, não será mais publicado a partir da semana que vem por falta de papel. ‘A partir de segunda-feira, 15 de setembro, e por um tempo que esperamos que seja o mais curto possível, a voz do povo do Estado de Lara deixará de acompanhar seu café da manhã’, escreveu o conselho editorial do jornal regional El Impulso nesta quarta-feira. ‘Os obstáculos que enfrentamos para conseguir papel, que está acabando, representam apenas um episódio em uma série de difíceis adversidades inerentes à séria situação econômica do país’, disse o jornal de 110 anos. [...] Algumas publicações regionais pequenas venezuelanas tiveram que parar a produção, enquanto os principais jornais cortaram seus números de páginas”. A restrição ao papel já foi utilizada no Brasil, segundo conta Sodré (1999, p. 410). A que se deve esta prática?
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Leia o trecho: “A [...] trata dos aspectos psicológicos e culturais dos processos de comunicação, o que, de alguma forma, envolve os modernos manuais de redação dos grandes jornais, pela influência que podem exercer sobre as intenções e o comportamento jornalístico de editores e repórteres, nas suas relações entre si, com as fontes e com os leitores ou pelos propósitos utilitários que impõem ao produto”. O pensamento elencado do trecho refere-se a um conceito que pertence ao meio jornalístico, que é:
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O “mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
No terceiro parágrafo, os vocábulos “conivente”, “abissal” e “insurgir-se’ têm que sentidos, respectivamente?
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Dada a sequência numérica 9120, 1824, 456, 152, 76, ___; o número que completa esta sequência lógica é:
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671841
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Leia o trecho a seguir: “Muito bem relacionados com a nobreza reinante, conseguiram o apoio do parlamento francês para condenar os impressores (proprietários de tipografias ou editores) e colaboradores à perda dos seus bens. Era mais um momento da história em que a ignorância prevalecia, já que os novos métodos eram considerados, com base na religião, obra do demônio. Os impressores, perseguidos, obviamente continuaram a trabalhar, embora na clandestinidade. E os copistas continuaram a copiar os breves e as orações, por seu método primitivo. Mas os erros passaram a frequentes. Os copistas já não atendiam à demanda. Em consequência, a clientela gradativamente acabou por procurar outros recursos. Se os copistas, que se julgavam de extrema competência, deixavam passar erros, os impressores também – estes últimos acusados pelos primeiros de adulterar os livros.”
(COELHO NETO, 2013, p. 24).
Embora dos primórdios da atividade, o trecho se refere a qual atividade que o jornalista pode exercer, segundo o decreto-lei que regulamenta a profissão:
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O “mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
Os processos de formação das palavras aniquilamento e injustiça são, respectivamente:
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