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Leia a charge a seguir.
(Disponível em: <http://lthmath.tumblr.com/post/140117979944>. Acesso em: 8 set. 2016.)
Em relação ao termo y = mx + b presente na imagem, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O efeito humorístico da imagem é causado pelo fato de que as pessoas são instruídas a formarem uma curva parabólica.
( ) Se b = 0, então o gráfico dado pela equação y = mx + b, no plano ( x , y), não intercepta o eixo x.
( ) Se m < 0, então y = mx + b representa uma equação na variável x sem solução.
( ) Se 0 ≤ x ≤ 1, então y = mx + b é a equação de um segmento de reta de extremos (0, b) e (1, m + b).
( ) Se 1 ≤ x ≤ 2, então y = mx + b é a equação de um segmento de reta de comprimento !$ \sqrt{m^2+1} !$.
Assinale a alternativa que apresenta, de cima para abaixo, a sequência correta.
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Uma empresa precisa comprar, de uma única vez, uma certa quantidade de pacotes de meio quilo de café.
Três distribuidoras oferecem as condições de compra a seguir.
Distribuidora A
Preço individual do pacote: R$ 13,50.
Oferta especial: desconto de 10% sobre o preço do pacote se mais de 100 pacotes forem encomendados.
Distribuidora B
Preço individual do pacote: R$ 14,00.
Oferta especial: desconto de 25% sobre o preço do pacote se mais de 1000 pacotes forem encomendados.
Distribuidora C
Preço individual do pacote: R$ 12,50.
Oferta especial: não há.
Sabendo que o menor preço é a única razão para que a empresa compre de uma dessas distribuidoras, considere s afirmativas a seguir.
I. Se a empresa precisa fazer um pedido de 89 pacotes de café, então ela deve comprar da distribuidora B.
II. Se a empresa precisa fazer um pedido de 990 pacotes de café, então ela deve comprar da distribuidora A.
III. Se a empresa precisa fazer um pedido acima de 1000 pacotes de café, então ela deve comprar da distribuidora B.
IV. Se a empresa precisa comprar 500 pacotes de café, então o preço junto à distribuidora B é 12% maior do que o preço junto à distribuidora C.
Assinale a alternativa correta.
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1554160
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Sobre as competências do Departamento de Recursos Humanos (DRH) do Legislativo Municipal, nos termos da Resolução nº 56/2004, alterada pela Resolução nº 110/2015, da Câmara de Vereadores de Londrina, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Elaborar e operar o sistema de recrutamento e de seleção de pessoal.
( ) Orientar e treinar os diversos setores quanto à utilização dos equipamentos e sistemas instalados.
( ) Definir estratégias de valorização das ações dos vereadores.
( ) Manter cadastro de informações funcionais e de outros dados relativos aos servidores e vereadores.
( ) Controlar a frequência dos vereadores e fazer o respectivo relatório mensal.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Pode parecer à primeira vista que exposição oral, dada a natureza espontânea da linguagem falada, deva ser um improviso, em sentido absoluto, para causar uma boa impressão no auditório. E, com efeito, é fácil perceber como a sensação do improviso é estimulante e capta uma simpatia geral para o orador. Ao contrário, o discurso lido, ou evidentemente decorado, tem a vencer, de início, uma instintiva má vontade; e só é bem aceito em casos muito definidos em que a convenção social o impõe.
A linguagem falada está de tal modo integrada no ambiente de uma situação concreta, que nos comprazemos em imaginar a exposição ideal como sendo aquela que espontaneamente emerge da situação em que se manifesta.
Esse sentimento do auditório deve ser levado cuidadosamente em conta pelos expositores, mas nunca desgarrá-los a ponto de se pautarem literalmente por ele. Nenhum grande orador jamais procedeu de tal forma, desde a Antiguidade Clássica, quando a fala em público tinha primacial importância para o político na ágora e para o general no campo de batalha; do gênio da oratória grega, que foi Demóstenes, se disse, ainda em seu tempo, que todos os seus discursos cheiravam a azeite de candeia, e ele próprio admitiu o que aí se insinuava, retrucando ao crítico malevolente, que tinha fama de ladrão: “Para coisa muito diversa te serve a luz da candeia”.
A rigor, o improviso deve restringir-se à formulação verbal dos pensamentos. À frase de antemão preparada, em todos os seus detalhes, falta o calor e a vida que queremos sentir na enunciação oral. Para ter uma e outra é preciso que ela seja um produto do momento, determinada pelo estímulo da atenção e do interesse que o expositor apreende em volta de si e orientada pelas reações dos indivíduos em cujo meio ele se acha. Há um processo de elaboração formal condicionada pela receptividade mais ou menos cambiante que se entremostra nos ouvintes, e só assim a exposição se torna impressiva e eficiente. É o que não se verifica no discurso lido, e esta circunstância é uma das várias inconveniências que ele oferece.
Já no âmbito da composição, isto é, do plano em que a exposição se vai desenvolver, o improviso só pode ser desastroso. Temos de saber, de antemão, o pensamento central que vamos expor e temos de construir, de antemão, esse pensamento num todo orgânico e lógico.
Daí decorre a necessidade de um cuidadoso trabalho mental preliminar, que podemos dividir em dois itens:
1º) determinar o que vamos dizer e consolidar o nosso conhecimento a respeito, através de reflexões e pesquisas;
2º) organizar a distribuição do assunto da maneira que nos parece mais interessante, clara e impressiva.
O primeiro item abrange uma série de atividades, que constituem os prolegômenos da exposição; o segundo é a afincada “vigília à luz da candeia”, que se atribuiu a Demóstenes, a fim de ficar nitidamente elaborado um roteiro e prevista a marcha a seguir.
(CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. A exposição oral. Cap.V. In:
Manual de Expressão Oral e Escrita. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 1998. p.45-46.)
Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do 2º parágrafo.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A violência que mais vitima mulheres no Brasil ocorre dentro das residências, praticada pelas mãos da pessoa com quem elas escolheram viver. Pesquisa realizada pelo Data Senado no ano passado aponta que uma em cada cinco mulheres brasileiras já foi vítima de agressão e, entre elas, 73% foram agredidas por marido, companheiro, namorado ou algum homem com quem já tiveram relacionamento. Foi apenas há dez anos, porém, que a violência praticada dentro de casa – por pessoas da própria família – passou a ser reconhecida como crime. Uma década após a promulgação da Lei Maria da Penha, o Brasil comemora o fato de ter uma das leis de proteção da mulher mais avançadas do mundo, que reconhece como violência não apenas as agressões físicas, mas também a violência física e moral. Falta de estrutura pública para realizar o atendimento às mulheres, o medo de denunciar e a falta de conhecimento das questões de gênero por parte do sistema jurídico são considerados os principais entraves para a efetivação da lei.
“É a primeira legislação que fala efetivamente de violência de gênero no Brasil. Antes disso, em pleno século 21, não existia previsão legal de reconhecimento dos direitos humanos das mulheres e principalmente destinada à proteção daquelas submetidas à violência. Não existia diferenciação entre as demais políticas públicas que combatem violência e as violências de gênero”, opina a promotora de Justiça Mariana Seifert Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero (Nupige). Uma das mais importantes determinações desta legislação é a possibilidade de pedir uma medida protetiva judicial que ordena o afastamento imediato do homem agressor. “Antes da lei, a mulher agredida continuava à mercê do responsável pela violência”, comenta.
Segundo dados consolidados pelo Nupige, foram registrados no Estado 17.639 casos de violência doméstica contra a mulher entre o segundo semestre de 2014 e o primeiro de 2015. Além disso, comunicaram-se à instituição 187 feminicídios ocorridos entre 10 de março de 2015 (quando a Lei do Feminicídio entrou em vigor) e 29 de julho de 2016. O feminicídio, segundo a promotora, é o fim de um processo que pode durar anos e submeter a mulher a torturas físicas e psicológicas. Por isso, ela reforça que um dos avanços trazidos pela lei é o reconhecimento das violências que antecipam a prática das graves agressões, como a violência psicológica e agressões que não caracterizam tentativa de homicídio. “Atualmente essas condutas são consideradas crimes, mas antes da lei eram entendidas como episódios de menor importância. A violência que a mulher sofre dentro de casa não é um irrelevante penal, é um crime gravíssimo que toda a sociedade tem o dever de combater”, diz, lembrando que 80% dos casos de violência praticada contra as mulheres ocorrem dentro de casa. “As mulheres são assassinadas por pessoas conhecidas”, lamenta.
Apesar da Lei Maria da Penha ser considerada avançada em relação ao resto do mundo, a promotora explica que muitas mulheres ainda temem buscar proteção. A pesquisa do Data Senado mostra que as vítimas que optaram por não denunciar alegaram, como principais motivos: a preocupação com a criação dos filhos (24%), o medo de vingança do agressor (21%) e acreditar que seria a última vez (16%). A crença na impunidade do agressor e a vergonha da agressão foram citadas por 10% e 7%, respectivamente. “Elas não denunciam porque tentam refazer a relação afetiva com a pessoa com quem têm filhos e também sentem medo do agressor, temem que fiquem ainda mais perigosos, mas a lei tem desconstruído essa ideia. As mulheres estão entendendo que não vão perder a casa, a guarda dos filhos ou bens se denunciarem”, avalia.
Apesar da violência doméstica ocorrer em todas as classes sociais, Mariana Seifert Bazzo pontua que nas classes mais altas o constrangimento de denunciar é maior. “Um caso como o da Luiza Brunet, que denunciou na mídia ter sido agredida pelo marido, jamais seria de conhecimento público há um tempo atrás, porque a sociedade tende a culpabilizar a mulher pela violência sofrida. Por isso defendo que a aplicação da lei deve ser um comprometimento de todos, não é mera briga de marido e mulher”, lamenta.
Outro motivo de preocupação é a perpetuação da violência através das gerações. “A maioria das agressões é presenciada por filhos, ainda crianças, que podem começar a achar a violência natural. É um problema social que afeta toda a infância e juventude”, denuncia. Para mudar essa realidade, a promotora afirma que são necessários agentes públicos sensibilizados e capazes de atender rapidamente as demandas das vítimas, com encaminhamento para exames de lesão corporal, agilidade na medida protetiva e rápida intimação do agressor. “Para isso, é necessário orçamento e mobilização do poder público. Muitas políticas públicas ainda não foram realizadas para garantir a implementação da lei, como número suficiente de promotorias e delegacias especializadas. A violência contra a mulher tem um aspecto cultural, por isso a desconstrução dessa cultura é importante”, pede.
(Adaptado de: AVANSINI, C. Combate à violência doméstica é dever de toda a
sociedade. Folha de Londrina. 21 ago. 2016. Reportagem: Problema Social. p.6.)
De acordo com as informações veiculadas pelo texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A pesquisa do Data Senado revela que 7% das mulheres vítimas de agressão têm vergonha da situação e, por isso, não denunciam.
( ) Há, entre as vítimas que optaram por não denunciar, um percentual maior de mães preocupadas com seus filhos.
( ) Segundo a coordenadora do Nupige, a sociedade tem uma tendência a responsabilizar a mulher pelas agressões sofridas.
( ) A violência contra a mulher ganhou status de violência natural, uma vez que há a perpetuação do ato através das gerações.
( ) A violência doméstica é uma característica cultural das camadas mais pobres da população, por isso não há mobilização do poder público.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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Sobre a função estratégica de relações públicas, assinale a alternativa correta.
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1547407
Ano: 2016
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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O MPS.BR define vários níveis de maturidade.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nível de maturidade composto pelos processos “Gerência de Projetos” e “Gerência de Requisitos”.
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A comunicação é fundamental na prática democrática da sociedade, sendo importante para disseminação de informações na esfera pública.
Sobre comunicação pública e suas implicações, assinale a alternativa correta.
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Sobre o relacionamento do assessor de imprensa com os diversos atores envolvidos em sua rotina de trabalho, considere as afirmativas a seguir.
I. No que se refere à prevenção e à gestão de crises, espera-se que os assessores de imprensa descontextualizem informações e frases, alterem falas, simplifiquem questões complexas, enfatizem ângulos positivos.
II. No que se refere aos jornalistas que atuam nos meios de comunicação, espera-se que os assessores de imprensa sejam transparentes, não soneguem informações, ajam como facilitadores e mediadores, atendam agilmente às demandas, encaminhem soluções aos problemas apresentados.
III. No que se refere aos assessorados, espera-se que os assessores de imprensa planejem estrategicamente sua atividade, preparem as fontes para as entrevistas, criem oportunidades de gerar mídia espontânea, tenham estabilidade e sangue frio nos momentos de crise.
IV. No que se refere aos assessorados, alguns erros frequentes são que desejam ser notícia sempre, são prolixos, deixam perguntas sem respostas, ignoram o papel da assessoria.
Assinale a alternativa correta.
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A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Município e das entidades da administração direta e indireta, quanto a legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida, mediante controle externo,
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