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Foram encontradas 220 questões.

1539359 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Sobre sistemas de arquivos, considere as afirmativas a seguir.
I. O FAT32 possui controles regulando acessos a arquivos pelos usuários.
II. O maior tamanho de uma partição que o FAT16 suporta é de 2 GB.
III. O NTFS é organizado como uma sequência linear de blocos.
IV. Um sistema de arquivos desmontado como ext2 pode ser montado como ext3.
Assinale a alternativa correta.
 

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1539295 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A violência que mais vitima mulheres no Brasil ocorre dentro das residências, praticada pelas mãos da pessoa com quem elas escolheram viver. Pesquisa realizada pelo Data Senado no ano passado aponta que uma em cada cinco mulheres brasileiras já foi vítima de agressão e, entre elas, 73% foram agredidas por marido, companheiro, namorado ou algum homem com quem já tiveram relacionamento. Foi apenas há dez anos, porém, que a violência praticada dentro de casa – por pessoas da própria família – passou a ser reconhecida como crime. Uma década após a promulgação da Lei Maria da Penha, o Brasil comemora o fato de ter uma das leis de proteção da mulher mais avançadas do mundo, que reconhece como violência não apenas as agressões físicas, mas também a violência física e moral. Falta de estrutura pública para realizar o atendimento às mulheres, o medo de denunciar e a falta de conhecimento das questões de gênero por parte do sistema jurídico são considerados os principais entraves para a efetivação da lei.
“É a primeira legislação que fala efetivamente de violência de gênero no Brasil. Antes disso, em pleno século 21, não existia previsão legal de reconhecimento dos direitos humanos das mulheres e principalmente destinada à proteção daquelas submetidas à violência. Não existia diferenciação entre as demais políticas públicas que combatem violência e as violências de gênero”, opina a promotora de Justiça Mariana Seifert Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero (Nupige). Uma das mais importantes determinações desta legislação é a possibilidade de pedir uma medida protetiva judicial que ordena o afastamento imediato do homem agressor. “Antes da lei, a mulher agredida continuava à mercê do responsável pela violência”, comenta.
Segundo dados consolidados pelo Nupige, foram registrados no Estado 17.639 casos de violência doméstica contra a mulher entre o segundo semestre de 2014 e o primeiro de 2015. Além disso, comunicaram-se à instituição 187 feminicídios ocorridos entre 10 de março de 2015 (quando a Lei do Feminicídio entrou em vigor) e 29 de julho de 2016. O feminicídio, segundo a promotora, é o fim de um processo que pode durar anos e submeter a mulher a torturas físicas e psicológicas. Por isso, ela reforça que um dos avanços trazidos pela lei é o reconhecimento das violências que antecipam a prática das graves agressões, como a violência psicológica e agressões que não caracterizam tentativa de homicídio. “Atualmente essas condutas são consideradas crimes, mas antes da lei eram entendidas como episódios de menor importância. A violência que a mulher sofre dentro de casa não é um irrelevante penal, é um crime gravíssimo que toda a sociedade tem o dever de combater”, diz, lembrando que 80% dos casos de violência praticada contra as mulheres ocorrem dentro de casa. “As mulheres são assassinadas por pessoas conhecidas”, lamenta.
Apesar da Lei Maria da Penha ser considerada avançada em relação ao resto do mundo, a promotora explica que muitas mulheres ainda temem buscar proteção. A pesquisa do Data Senado mostra que as vítimas que optaram por não denunciar alegaram, como principais motivos: a preocupação com a criação dos filhos (24%), o medo de vingança do agressor (21%) e acreditar que seria a última vez (16%). A crença na impunidade do agressor e a vergonha da agressão foram citadas por 10% e 7%, respectivamente. “Elas não denunciam porque tentam refazer a relação afetiva com a pessoa com quem têm filhos e também sentem medo do agressor, temem que fiquem ainda mais perigosos, mas a lei tem desconstruído essa ideia. As mulheres estão entendendo que não vão perder a casa, a guarda dos filhos ou bens se denunciarem”, avalia.
Apesar da violência doméstica ocorrer em todas as classes sociais, Mariana Seifert Bazzo pontua que nas classes mais altas o constrangimento de denunciar é maior. “Um caso como o da Luiza Brunet, que denunciou na mídia ter sido agredida pelo marido, jamais seria de conhecimento público há um tempo atrás, porque a sociedade tende a culpabilizar a mulher pela violência sofrida. Por isso defendo que a aplicação da lei deve ser um comprometimento de todos, não é mera briga de marido e mulher”, lamenta.
Outro motivo de preocupação é a perpetuação da violência através das gerações. “A maioria das agressões é presenciada por filhos, ainda crianças, que podem começar a achar a violência natural. É um problema social que afeta toda a infância e juventude”, denuncia. Para mudar essa realidade, a promotora afirma que são necessários agentes públicos sensibilizados e capazes de atender rapidamente as demandas das vítimas, com encaminhamento para exames de lesão corporal, agilidade na medida protetiva e rápida intimação do agressor. “Para isso, é necessário orçamento e mobilização do poder público. Muitas políticas públicas ainda não foram realizadas para garantir a implementação da lei, como número suficiente de promotorias e delegacias especializadas. A violência contra a mulher tem um aspecto cultural, por isso a desconstrução dessa cultura é importante”, pede.
(Adaptado de: AVANSINI, C. Combate à violência doméstica é dever de toda a
sociedade. Folha de Londrina. 21 ago. 2016. Reportagem: Problema Social. p.6.)
Sobre o texto, assinale a alternativa correta.
 

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1538003 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia a crônica a seguir e responda à questão.
Um dos traços mais significativos do pensamento moderno é a sua flexibilidade para compreender todos os aspectos da realidade, isto é, incluí-los na sua compreensão. Exemplo notável dessa abrangência, que parece desconhecer limites, é a teoria quântica que, por tão inusitada e inovadora, foi inicialmente negada pelo próprio Einstein. É que a visão de Einstein se fundava no princípio de que o Universo é regido por leis coerentes e harmoniosas, enquanto a teoria quântica introduziu no pensamento científico o “princípio da incerteza”. Noutras palavras, na mecânica quântica, não é possível prever com precisão os eventos físicos, pois nem todos os fenômenos obedecem à regularidade das leis que regem a matéria.
Na mesma linha, podemos situar a “teoria do caos”, que aceita a desordem como um outro tipo de ordem, só que mais complexa e difícil de definir. Há também uma teoria, baseada na segunda lei da termodinâmica, que prevê a morte térmica do Universo, partindo do fato de que, na transformação de energia em trabalho, dá-se uma constante perda de energia; daí a tendência de todos os sistemas para a desorganização, ou seja, para a desordem. É a isso que se chama entropia.
A necessidade de tudo explicar e compreender é sem dúvida um avanço do pensamento humano que, se estendido ao campo da política e até do simples convívio humano, evitará muito erro e até mesmo muito desastre. Quanto mais aceitamos a complexidade do mundo e da vida, menos esquemáticos somos e, por consequência, menos intolerantes.
Mas devemos tomar cuidado com esta tese, já que ela pode também conduzir à pura e simples aceitação de tudo, o que, em vez de produzir benefícios, produzirá prejuízos. E aqui, mais uma vez, aplica-se o princípio da não simplificação dos problemas.
Tomemos como exemplo a questão do que é gramaticalmente certo ou errado. Antigamente, exigia-se obediência rigorosa às regras gramaticais, mas, seguindo neste campo, as coisas mudaram: hoje, em lugar de simplesmente afirmar-se que determinada expressão está errada, leva-se em conta o fato de que existem usos diferentes do idioma, donde concluir-se que a mesma norma não vale para o uso culto e para o uso popular. Deve-se admitir então que não há mais norma alguma e que as leis gramaticais foram abolidas? Certamente, não. Mas tampouco é esta uma questão simples.
Como escritor, mantenho com o idioma uma relação um pouco diferente da que mantêm as demais pessoas. Daí talvez minha preocupação com respeito à adoção do vale-tudo em matéria gramatical. Parto do princípio de que a obediência às normas básicas do idioma preserva- lhe uma capacidade maior de expressar, com precisão, o pensamento, sem eliminar as sutilezas e as nuances que o tornam mais rico. Por exemplo, hoje em dia quase ninguém mais fala este e esta. Talvez por mero desleixo, as pessoas dizem esse ou essa, como se não houvesse qualquer distinção entre as duas palavras. Na televisão, é comum ouvir-se o locutor dizer, referindo-se ao momento presente: “a nossa programação dessa noite...” Ou: “nesse momento passamos a transmitir de nossos estúdios”. Embora não se trate de nenhum grave delito, se esse uso errado se impuser como certo, a língua ficará mais pobre. Há muitos outros casos de uso errado mas frequente de expressões como “um dos que fez” (em lugar de fizeram), ou “as milhões de pessoas” (em vez de os milhões). O perigo é que passem a dizer “dois dúzias de ovos”... A tolerância é louvável, mas tem limites.
Devo dizer, porém, que não estou aqui para criminalizar esses atentados ao bom uso da língua, já que sou autor de um aforismo que diz: “quem tem frase de vidro não joga crase na frase do vizinho”.
(Adaptado de: GULLAR, Ferreira. O certo e o errado. In: Melhores crônicas. São Paulo: Global, 2004. p.182-184.)
Antes de focalizar questões gramaticais, o cronista se detém nos valores que caracterizam o pensamento recente em geral.
Quanto à forma com que o autor aborda as sutilezas do idioma, assinale a alternativa correta.
 

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1537127 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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No âmbito da Classificação Decimal Universal (CDU), considerando as Tabelas Auxiliares, especificamente os auxiliares comuns de tempo, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A vírgula é usada para separar elementos de tempo de magnitudes diferentes e não após cada terceiro dígito.
( ) As datas são indicadas pela citação da notação do calendário comum, na ordem mês, dia e ano, dentro de aspas.
( ) Em datas, o mês e o dia são expressos por números de dois dígitos e o ano por um número de quatro dígitos.
( ) Períodos de vários séculos, datas ou anos podem ser indicados pelos algarismos inicial e final, usando ponto.
( ) O auxiliar de tempo é citado com aspas biterminais (“abrem e fecham”), que permitem a inversão da ordem de intercalação.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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1523786 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Os bens de uma determinada empresa montam em R$ 60.000,00, sendo seu capital total equivalente a 250% do valor dos bens, tendo, ainda, obrigações equivalentes a 60% dos capitais circulantes e não circulantes.
Com base nessas informações, considere as afirmativas a seguir.
I. A situação líquida é positiva de R$ 60.000,00.
II. O capital alheio é de R$ 90.000,00.
III. O capital próprio é de R$ 150.000,00.
IV. O total do ativo é de R$ 210.000,00.
Assinale a alternativa correta.
 

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1518864 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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A tipologia da informação jurídica compreende a doutrina, a legislação e a jurisprudência.
Em relação às características da legislação, considere as afirmativas a seguir.
I. É resultado da opinião de especialistas.
II. Ser pública, acessada e utilizada por todos.
III. Tem como origem o poder estatal competente.
IV. É disseminada pelas fontes formais legislativas.
Assinale a alternativa correta.
 

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1518652 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Sobre as principais teorias da comunicação e seus postulados fundamentais, relacione a teoria em questão, na coluna da esquerda, com seu postulado, na coluna da direita.
(I) Teoria Hipodérmica. (A) A mídia determina assuntos relevantes para a esfera pública.
(II) Esquema de Lasswell. (B) Relaciona a produção da comunicação com as ideias de produto e produção em massa.
(III) Teoria do Agendamento. (C) Baseia-se na ideia de estímulo-resposta nos receptores.
(IV) Função de Persuasão. (D) Supera a ideia de manipulação da mídia e pressupõe filtros psicológicos no receptor.
(V) Teoria Crítica. (E) Caracteriza-se pela polaridade entre emissor e receptor.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
 

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1516493 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
A Resolução nº 55/2004, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Salários da Câmara Municipal de Londrina, prevê no Art. 5, !$ \S !$ 4º: “A Câmara poderá, a seu critério, delegar a atribuição de realizar concurso público a entidade pública ou privada de notória seriedade e competência nesse tipo de certame, com o acompanhamento da comissão referida no !$ \S !$ 2º deste Artigo.”
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o fundamento legal para essa normativa.
 

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1515039 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia a citação a seguir.
A triagem e a organização do material que chega à redação constituem o processo de conversão dos acontecimentos observados em notícias.
(GOLDING; ELLIOTT, 1979. p.102 apud WOLF, M. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 2002. p.240.)
Com base nessa citação e nos conhecimentos sobre as funções de uma assessoria de imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Gerar, sempre que possível, acontecimentos noticiáveis, independentemente de sua articulação com o planejamento estratégico da organização.
( ) Gerar e fornecer material credível e relevante, produzido segundo as convenções jornalísticas e no timing adequado aos meios de comunicação.
( ) Gerar o maior números de fatos noticiáveis possível, sejam eles positivos ou negativos, para criar maior visibilidade na mídia.
( ) Produzir e enviar, diariamente, releases aos meios de comunicação, mesmo quando não há fatos noticiáveis, na tentativa de garantir presença constante no noticiário.
( ) Apropriar-se dos valores-notícia e promover o agendamento dos acontecimentos institucionais de acordo com a rotinização das redações dos meios de comunicação.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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1513245 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Derivada do tema amplo da sustentabilidade, a comunicação sustentável tem sido muito debatida atualmente e entra na pauta das práticas de comunicação organizacional.
Sobre a comunicação sustentável, considere as afirmativas a seguir.
I. Assim como na sustentabilidade, a comunicação deve se preocupar com os relacionamentos a longo prazo.
II. A fidelização de um cliente pode ser compreendida como resultado da comunicação sustentável, que se preocupa com relações duradouras.
III. Entendida como uma prática dispendiosa, a comunicação sustentável é evitada como ação nas organizações.
IV. Comunicação sustentável é sinônimo de economia financeira nas práticas de comunicação, com racionamento de gastos e alternativas acessíveis.
Assinale a alternativa correta.
 

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