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O
ENCONTRADO NAS PROFUNDEZAS DE ROCHAS DE
MARTE
Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório
de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta
rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
A estrutura do trecho em evidência, no contexto discursivo em que se insere, demonstra se tratar de
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O
ENCONTRADO NAS PROFUNDEZAS DE ROCHAS DE
MARTE
Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório
de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta
rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
"A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte . "
A oração em destaque é tipificada como
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ENCONTRADO NAS PROFUNDEZAS DE ROCHAS DE
MARTE
Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório
de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta
rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
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Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório
de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta
rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
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Sobre a sintaxe de concordância do verbo haver , no excerto entre aspas, é correto afirmar que
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Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório
de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta
rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
As aspas, na expressão "o pulso de marte" ocorrem , em decorrência
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rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
As orações enumeradas, no período anterior, são respectivamente
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Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório
de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta
rochosa mais externa do planeta. As descobertas vêm
de uma nova análise de dados da sonda Insight, da
Nasa, que pousou no planeta vermelho em 2018.
A sonda carregava um sismômetro, que registrou quatro A
anos de tremores nas profundezas de Marte. A análise
dessa movimentação revelou "sinais sísmicos" de água
líquida. As descobertas foram publicadas na revista
científica Proceedings of the National Academy of
Sciences.
Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia
descoberto um lago no planeta. Entretanto, por volta de
2021, essas evidências foram questionadas por artigos
científicos, os quais indicaram que provavelmente os
italianos haviam encontrado argila, e não água.
A missão Insight terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de
Marte" por quatro anos. Nesse período, a sonda
registrou mais de 1.319 tremores. Ao medir a velocidade
com que as ondas sísmicas viajaram, os cientistas
descobriram por qual material elas têm mais
probabilidade de terem se movido.
"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que
usamos para prospectar água na Terra ou para procurar
petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da
Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos autores
do estudo. A análise revelou reservatórios de água em
profundidades de 10 a 20 km na crosta marciana.
"Entender o ciclo da água em Marte é fundamental para
entender a evolução do clima, da superfície e do interior
[do planeta]", disse o autor principal, Vashan Wright, da
Universidade da Califórnia em San Diego. Michael
Manga acrescenta que a água é "a molécula mais
importante nas condições de evolução de um planeta".
Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de
"para onde foi toda a água marciana".
Estudos da superfície de Marte, com seus canais e
ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e
lagos no planeta. Mas, há três bilhões de anos, o planeta
um deserto. Parte dessa água foi perdida para o é
espaço quando Marte perdeu sua atmosfera. Entretanto,
Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no
subsolo e não há razão para que isso não aconteça em
Marte também".
A sonda Insight só conseguiu registrar a área sob seus
pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios
semelhantes em todo o planeta. No entanto, a
localização dessa água subterrânea marciana não é
necessariamente uma boa notícia para bilionários com planos de colonização de Marte. "Perfurar um buraco a
10 km da superfície em Marte, mesmo para [Elon] Musk,
seria difícil", diz Manga à BBC News.
A descoberta também pode contribuir para a A contínua
busca por evidências de vida em Marte. "Sem água
líquida, não tem vida", aponta. "Então, se houver
ambientes habitáveis em Marte, eles podem estar agora
no subsolo profundo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo
"Perfurar um buraco a 10 km da superfície em Marte, mesmo2 para [Elon] Musk, seria difícil"
Sobre o uso dos termos 1 e 2, nos contextos em análise, verdadeiro afirmar que
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CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A
PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO
OLÍMPICA
O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois
Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o
que já é algo a se destacar.
Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não
poderia sequer estar presente na competição em
homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.
Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis
poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as
mulheres daquela época não podiam competir. Foram
até proibidas de frequentar o recinto sagrado do
Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco
de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo
como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um
festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de
Zeus.
Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o
viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou
em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2
dC. Segundo esse registro, essa competição era
organizada e supervisionada por uma comissão de 16
mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada
quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com
uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os
cabelos soltos.
Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então
Cinisca também não poderia participar desses jogos.
Então, como ela conseguiu a vitória se a competição
olímpica era tão cuidadosamente reservada aos
homens?
Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou
de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos
seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer,
nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as
vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos
proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.
Essa foi uma honra importante; o local era reservado
para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos
eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas
talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua
de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o
lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.
Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de
bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para
uma mulher para comemorar vitórias em competições
pan-helênicas.
Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome
entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis
velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a
Grécia, que conquistou esta coroa."
Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/
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Questão presente nas seguintes provas
CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A
PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO
OLÍMPICA
O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois
Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o
que já é algo a se destacar.
Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não
poderia sequer estar presente na competição em
homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.
Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis
poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as
mulheres daquela época não podiam competir. Foram
até proibidas de frequentar o recinto sagrado do
Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco
de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo
como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um
festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de
Zeus.
Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o
viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou
em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2
dC. Segundo esse registro, essa competição era
organizada e supervisionada por uma comissão de 16
mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada
quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com
uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os
cabelos soltos.
Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então
Cinisca também não poderia participar desses jogos.
Então, como ela conseguiu a vitória se a competição
olímpica era tão cuidadosamente reservada aos
homens?
Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou
de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos
seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer,
nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as
vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos
proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.
Essa foi uma honra importante; o local era reservado
para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos
eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas
talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua
de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o
lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.
Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de
bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para
uma mulher para comemorar vitórias em competições
pan-helênicas.
Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome
entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis
velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a
Grécia, que conquistou esta coroa."
Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/
" O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. "
No contexto do fragmento entre aspas, o termo destacado tem função de
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CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A
PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO
OLÍMPICA
O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois
Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o
que já é algo a se destacar.
Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não
poderia sequer estar presente na competição em
homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.
Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis
poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as
mulheres daquela época não podiam competir. Foram
até proibidas de frequentar o recinto sagrado do
Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco
de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo
como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um
festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de
Zeus.
Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o
viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou
em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2
dC. Segundo esse registro, essa competição era
organizada e supervisionada por uma comissão de 16
mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada
quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com
uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os
cabelos soltos.
Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então
Cinisca também não poderia participar desses jogos.
Então, como ela conseguiu a vitória se a competição
olímpica era tão cuidadosamente reservada aos
homens?
Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou
de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos
seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer,
nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as
vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos
proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.
Essa foi uma honra importante; o local era reservado
para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos
eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas
talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua
de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o
lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.
Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de
bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para
uma mulher para comemorar vitórias em competições
pan-helênicas.
Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome
entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis
velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a
Grécia, que conquistou esta coroa."
Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/
Corridas equestres é o mesmo que corridas de cavalos. Logo, essa relação adjetiva também está . correta em
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