Foram encontradas 277 questões.
O produto entre um número inteiro positivo N e o seu sucessor, somado com o produto entre o dobro de N e
seu sucessor, é igual a 198.
O algarismo das unidades do número que é o triplo de N é o
O algarismo das unidades do número que é o triplo de N é o
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Cinco amigas têm, no total, a quantia de R$ 1.265,00.
Marina tem exatamente a metade do que Cláudia. Luzia
tem 600 reais a menos do que o triplo da quantia de
Cláudia, e Rosilene tem 2/3 do que Luzia tem. Teresa
tem mil reais menos a quantia que Cláudia tem.
A soma das quantias de quem mais tem e de quem menos tem é igual a R$
A soma das quantias de quem mais tem e de quem menos tem é igual a R$
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Uma herança de R$ 175.000,00 vai ser dividida entre
dois irmãos de forma diretamente proporcional ao número de filhos de cada um deles. Rodrigo tem três filhos,
e Bruna, sua irmã, tem dois filhos. Outra exigência é
que cada um deles divida o que recebeu com os filhos
de forma diretamente proporcional à idade de cada um
deles. As idades dos filhos de Rodrigo são: 15, 12 e
8 anos, e as dos filhos de Bruna são: 9 e 5 anos.
A diferença, em valor absoluto, entre o que receberá o filho mais novo de Rodrigo e o filho mais novo de Bruna é de R$
A diferença, em valor absoluto, entre o que receberá o filho mais novo de Rodrigo e o filho mais novo de Bruna é de R$
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Em uma fábrica, o número de funcionárias mulheres é 60% menor do que o número de funcionários homens.
Tentando deixar essa relação mais equilibrada, a administração da fábrica demitiu 20% dos funcionários homens e
contratou mulheres, em um número equivalente a 50% do
número das funcionárias que já trabalhavam lá.
Com essas alterações, o número de funcionárias mulheres passou a ser
Com essas alterações, o número de funcionárias mulheres passou a ser
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Em um depósito de madeira, foram encontradas várias
ripas de mesma largura e espessura, mas com comprimentos diferentes. Havia, ao todo, 15 ripas, com os
seguintes comprimentos: 6 ripas com 4 m, 5 ripas com
3,6 m e 4 ripas com 2,8 m. O dono do depósito resolveu cortar todas as ripas em partes do mesmo tamanho
e com o maior comprimento possível, de modo a não
sobrar qualquer pedaço que não fosse do comprimento
estipulado.
Cortadas as 15 ripas dessa maneira, quantos pedaços foram obtidos?
Cortadas as 15 ripas dessa maneira, quantos pedaços foram obtidos?
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Em uma metalúrgica, há duas máquinas que produzem
parafusos, em etapas, com as seguintes peculiaridades:
• Uma produz 6 parafusos a cada 6 minutos e automaticamente embala esses 6 parafusos em um saco plástico.
• A outra produz 9 parafusos a cada 9 minutos e automaticamente embala esses 9 parafusos em um saco plástico.
• Quando as duas máquinas encerram suas etapas ao mesmo tempo, há um mecanismo que embala os 15 parafusos, produzidos pelas duas máquinas, em um mesmo saco plástico.
Em certo dia, as duas máquinas foram acionadas ao mesmo tempo e trabalharam ininterruptamente por 216 minutos. Nesse período, a quantidade de parafusos embalados em sacos de 6 e de 9 supera a quantidade embalada em sacos de 15 parafusos em
• Uma produz 6 parafusos a cada 6 minutos e automaticamente embala esses 6 parafusos em um saco plástico.
• A outra produz 9 parafusos a cada 9 minutos e automaticamente embala esses 9 parafusos em um saco plástico.
• Quando as duas máquinas encerram suas etapas ao mesmo tempo, há um mecanismo que embala os 15 parafusos, produzidos pelas duas máquinas, em um mesmo saco plástico.
Em certo dia, as duas máquinas foram acionadas ao mesmo tempo e trabalharam ininterruptamente por 216 minutos. Nesse período, a quantidade de parafusos embalados em sacos de 6 e de 9 supera a quantidade embalada em sacos de 15 parafusos em
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Considere que uma pessoa gastou a quarta parte do
que tinha. Em seguida, gastou a quarta parte do que
havia restado. Em sequência, do que havia restado
após o último gasto, novamente gastou a quarta parte.
É correto afirmar que, ao final, sobrou uma porcentagem entre
É correto afirmar que, ao final, sobrou uma porcentagem entre
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Cor-de-Rosa
O vizinho mandou pintar de cor-de-rosa sua casa, e de
azul-claro o beiral das janelas. Esta providência dá margem a
algumas divagações que aqui se transmitem ao leitor, nosso
companheiro. O ato do vizinho é muito mais importante do
que lhe parece a ele. Afirma um sentimento de confiança na
civilização mediterrânea, e o propósito de contribuir para que
todos nós, residentes ou transeuntes, recuperemos um pouco da beatitude perdida.
De uns anos para cá as ruas passaram a ser percorridas por elementos suspeitos, que, avaliando em metros quadrados aéreos os terrenos onde se erguem as habitações
humanas, logo procuram seus proprietários e lhes propõem
botar aquilo no chão. A aquiescência imediata dos interpelados revela estranha propensão ao suicídio, praticado através
da destruição de algo fundamental como é a casa em que
vivemos.
Mas o vizinho reagiu contra essa psicose grupal, e dali
sorriem pintadas de rosa as paredes de sua casa. Vale dizer
que ele não atendeu o telefone, quando o chamaram para
consultá-lo vagamente sobre a hipótese da derrubada, que
não compareceu ao escritório onde peritos blandiciosos o
convenceriam da inconveniência de morar à maneira antiga,
metendo em brios o seu amor-próprio, pois se todo mundo
desistiu de tal maneira, por que só ele continua teimando?
Ou compareceu, foi amaciado, reagiu, tornaram a amaciá-lo,
esteve a ponto de ceder, a vista se lhe turvou qual plúmbeo
véu, eram tantos milhões de cruzeiros, mas cobrou ânimo e
reagiu outra vez, o senhor é louco, não vê que a valorização
naquela zona o proíbe de continuar a deter o surto imobiliário,
isso é um crime, o senhor está perdendo dez mil cruzeiros por
semana, onde é que anda o amor que devota a seus filhos,
e o gabarito, e a vaga na garagem, e o fabuloso jardim de
inverno, e o vizinho vai capitular, não, ainda, não; passa-lhe
pela mente o frontispício cor-de-rosa, com elementos azuis,
de uma antiga mansão onde a vida era feliz, ou pelo menos
ficou sendo naquele tempo; depois que considerou bem, o
vizinho enxuga o suor da testa, grita NÃÃÃO, e sai e chama
o pintor e lhe ordena: pinte tudo cor-de-rosa, com os beirais
e as janelas de azul de mês de Maria, quero minha casa
bem bonita, como bonito era o sobradão de 1800 e tantos
onde meu bisavô nasceu, e quero ver, mas quero ver quem
derruba minha casinha!
(Carlos Drummond de Andrade, “Cor-de-Rosa”, Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17455/cor-de-rosa. Adaptado)
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Cor-de-Rosa
O vizinho mandou pintar de cor-de-rosa sua casa, e de
azul-claro o beiral das janelas. Esta providência dá margem a
algumas divagações que aqui se transmitem ao leitor, nosso
companheiro. O ato do vizinho é muito mais importante do
que lhe parece a ele. Afirma um sentimento de confiança na
civilização mediterrânea, e o propósito de contribuir para que
todos nós, residentes ou transeuntes, recuperemos um pouco da beatitude perdida.
De uns anos para cá as ruas passaram a ser percorridas por elementos suspeitos, que, avaliando em metros quadrados aéreos os terrenos onde se erguem as habitações
humanas, logo procuram seus proprietários e lhes propõem
botar aquilo no chão. A aquiescência imediata dos interpelados revela estranha propensão ao suicídio, praticado através
da destruição de algo fundamental como é a casa em que
vivemos.
Mas o vizinho reagiu contra essa psicose grupal, e dali
sorriem pintadas de rosa as paredes de sua casa. Vale dizer
que ele não atendeu o telefone, quando o chamaram para
consultá-lo vagamente sobre a hipótese da derrubada, que
não compareceu ao escritório onde peritos blandiciosos o
convenceriam da inconveniência de morar à maneira antiga,
metendo em brios o seu amor-próprio, pois se todo mundo
desistiu de tal maneira, por que só ele continua teimando?
Ou compareceu, foi amaciado, reagiu, tornaram a amaciá-lo,
esteve a ponto de ceder, a vista se lhe turvou qual plúmbeo
véu, eram tantos milhões de cruzeiros, mas cobrou ânimo e
reagiu outra vez, o senhor é louco, não vê que a valorização
naquela zona o proíbe de continuar a deter o surto imobiliário,
isso é um crime, o senhor está perdendo dez mil cruzeiros por
semana, onde é que anda o amor que devota a seus filhos,
e o gabarito, e a vaga na garagem, e o fabuloso jardim de
inverno, e o vizinho vai capitular, não, ainda, não; passa-lhe
pela mente o frontispício cor-de-rosa, com elementos azuis,
de uma antiga mansão onde a vida era feliz, ou pelo menos
ficou sendo naquele tempo; depois que considerou bem, o
vizinho enxuga o suor da testa, grita NÃÃÃO, e sai e chama
o pintor e lhe ordena: pinte tudo cor-de-rosa, com os beirais
e as janelas de azul de mês de Maria, quero minha casa
bem bonita, como bonito era o sobradão de 1800 e tantos
onde meu bisavô nasceu, e quero ver, mas quero ver quem
derruba minha casinha!
(Carlos Drummond de Andrade, “Cor-de-Rosa”, Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17455/cor-de-rosa. Adaptado)
• “A aquiescência imediata dos interpelados revela estranha propensão ao suicídio, praticado através da destruição de algo fundamental como é a casa em que vivemos.” (2º parágrafo)
É correto afirmar que as palavras destacadas podem ser substituídas, respectivamente e sem prejuízo de sentido original, por:
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Cor-de-Rosa
O vizinho mandou pintar de cor-de-rosa sua casa, e de
azul-claro o beiral das janelas. Esta providência dá margem a
algumas divagações que aqui se transmitem ao leitor, nosso
companheiro. O ato do vizinho é muito mais importante do
que lhe parece a ele. Afirma um sentimento de confiança na
civilização mediterrânea, e o propósito de contribuir para que
todos nós, residentes ou transeuntes, recuperemos um pouco da beatitude perdida.
De uns anos para cá as ruas passaram a ser percorridas por elementos suspeitos, que, avaliando em metros quadrados aéreos os terrenos onde se erguem as habitações
humanas, logo procuram seus proprietários e lhes propõem
botar aquilo no chão. A aquiescência imediata dos interpelados revela estranha propensão ao suicídio, praticado através
da destruição de algo fundamental como é a casa em que
vivemos.
Mas o vizinho reagiu contra essa psicose grupal, e dali
sorriem pintadas de rosa as paredes de sua casa. Vale dizer
que ele não atendeu o telefone, quando o chamaram para
consultá-lo vagamente sobre a hipótese da derrubada, que
não compareceu ao escritório onde peritos blandiciosos o
convenceriam da inconveniência de morar à maneira antiga,
metendo em brios o seu amor-próprio, pois se todo mundo
desistiu de tal maneira, por que só ele continua teimando?
Ou compareceu, foi amaciado, reagiu, tornaram a amaciá-lo,
esteve a ponto de ceder, a vista se lhe turvou qual plúmbeo
véu, eram tantos milhões de cruzeiros, mas cobrou ânimo e
reagiu outra vez, o senhor é louco, não vê que a valorização
naquela zona o proíbe de continuar a deter o surto imobiliário,
isso é um crime, o senhor está perdendo dez mil cruzeiros por
semana, onde é que anda o amor que devota a seus filhos,
e o gabarito, e a vaga na garagem, e o fabuloso jardim de
inverno, e o vizinho vai capitular, não, ainda, não; passa-lhe
pela mente o frontispício cor-de-rosa, com elementos azuis,
de uma antiga mansão onde a vida era feliz, ou pelo menos
ficou sendo naquele tempo; depois que considerou bem, o
vizinho enxuga o suor da testa, grita NÃÃÃO, e sai e chama
o pintor e lhe ordena: pinte tudo cor-de-rosa, com os beirais
e as janelas de azul de mês de Maria, quero minha casa
bem bonita, como bonito era o sobradão de 1800 e tantos
onde meu bisavô nasceu, e quero ver, mas quero ver quem
derruba minha casinha!
(Carlos Drummond de Andrade, “Cor-de-Rosa”, Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17455/cor-de-rosa. Adaptado)
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