Magna Concursos

Foram encontradas 170 questões.

1392749 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Tecnologia
Luis Fernando Verissimo
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré- eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais,tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou”. “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Disponível em: <http://pensador.uol.com.br/
cronicas_de_luis_ fernando_verissimo>. Acesso em: 25 ago. 2015 (Adaptação).
Esse texto é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1392249 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Provas:
Nosso Universo está morrendo
O Universo está morrendo. Uma morte lenta é verdade, mas o diagnóstico é incontroverso e foi apresentado por um grupo internacional de astrônomos, durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, que acontece em Honolulu, no Havaí. Os cientistas constataram que as galáxias produzem hoje apenas metade da energia que geravam 2 bilhões de anos atrás – é o início de um gradual, mas inconfundível, apagar das luzes no cosmos.
O novo estudo, publicado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, faz parte do projeto Gama (sigla inglesa para “composição de galáxias e massa”) e investigou a quantidade de emissão de energia numa vasta região do espaço, analisando individualmente cerca de 200 mil galáxias.
Como se sabe, já que a luz leva um certo tempo para viajar grandes distâncias, olhar para as profundezas do espaço equivale a estudar o passado. Assim, ao comparar a quantidade de luz emitida pelas estrelas contidas em galáxias típicas, mas distantes, com outras similares, mas mais próximas, é possível avaliar se a produção total de estrelas – e, portanto, de energia – está em alta ou em baixa.
Graças à generosa amostra do Gama, foi possível fazer essa comparação com grande precisão. E a moral da história é que, 2 bilhões de anos atrás, a quantidade de energia produzida pelas galáxias era o dobro da atual. Ou seja, conforme cada vez mais estrelas se extinguem e cada vez menos estrelas surgem, o Universo aproxima-se vagarosamente de seu fim.
Já se tinha uma boa ideia de que o pico de atividade do cosmos – que tem cerca de 13,8 bilhões de anos a contar do Big Bang – havia sido atingido há algum tempo. Mas os resultados do Gama agora são inconfundíveis.O grande diferencial é que eles usaram os mais variados instrumentos para cobrir uma vasta faixa do espectro eletromagnético, do infravermelho ao ultravioleta,passando, é claro, pela luz visível. É a primeira vez que temos uma cobertura tão abrangente.
Para isso, a equipe liderada por Simon Driver, da Universidade da Austrália Ocidental, fez uso principalmente de telescópios do ESO (Observatório Europeu do Sul) em Paranal, no Chile, e de dados dos satélites Galex e Wise, da Nasa, e Herschel, da ESA (Agência Espacial Europeia)
Para uma próxima fase, eles pretendem também incluir medições em rádio, possivelmente obtidas com o SKA (Square Kilometer Array), conjunto de radiotelescópios em construção na África do Sul. Mas os dados colhidos até agora já trazem uma mensagem muito clara.
“O Universo deve declinar daqui para frente, suavemente evoluindo para a velhice”, disse Driver. “O Universo basicamente se sentou no sofá, puxou as cobertas e está prestes a entrar num cochilo eterno.”
Com efeito, se nossa compreensão do funcionamento do cosmos estiver certa, e sua expansão prosseguir em ritmo acelerado, este é o desfecho esperado: um lento e gradual, mas irreversível, apagamento.
Aos poucos, todas as nuvens de gás geradas pelo evento primordial do Big Bang serão convertidas dentro das galáxias em estrelas. Essas, por sua vez, completarão seu ciclo de vida e se tornarão cadáveres degenerados de matéria ou buracos negros. Os primeiros estão condenados a se resfriar para sempre. Os segundos, num tempo ainda mais longo, devem emitir suaves sopros de radiação até evaporarem sem deixar resquícios. É um cenário melancólico.
Apesar disso, não devemos nos preocupar demais. Embora as luzes estejam se apagando, a fase ativa do Universo ainda deve durar muitos bilhões de anos, e depois disso as estrelas mais longevas viverão por até 1 trilhão de anos – um tempo incomensurável do nosso ponto de vista – até que só restem os resquícios das glórias de outrora.
Contudo, no meio do caminho, ainda tem um grande “se”. Tudo isso só irá acontecer se a misteriosa energia escura – que ninguém no momento sabe o que é – continuar trabalhando, como agora, para compensar a gravidade e com isso seguir acelerando a expansão cósmica. Por outro lado, se ela resolver mudar de humor e passar, no futuro, a ajudar a gravidade a atrair as coisas, podemos ter um desfecho em que o Universo interrompe a expansão e passa a se contrair, terminando num Big Crunch – um “grande esmagamento”.
E quem sabe não é um evento desses o que gera um novo Big Bang e recomeça toda a história, num ciclo infinito? As respostas estão lá fora.
NOGUEIRA, Salvador. Nosso universo está morrendo.
Disponível em: <http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com. br/2015/08/11/nosso-universo-esta-morrendo/>. Acesso em: 11 ago. 2015 (Adaptação).
Leia o período a seguir.
“Assim, ao comparar a quantidade de luz emitida pelas estrelas contidas em galáxias típicas, mas distantes, com outras similares, mas mais próximas, é possível avaliar se a produção total de estrelas – e, portanto, de energia – está em alta ou em baixa.”
Analise as afirmativas a seguir.
I. A palavra “portanto” explicita, no período em análise, uma conclusão lógica.
II. Substitui-se “ao comparar” por “quando se comparam”, sem prejuízo da correção gramatical.
III. Empregou-se o travessão para intercalar um comentário à margem do que se afirma.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1391802 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Provas:
Nosso Universo está morrendo
O Universo está morrendo. Uma morte lenta é verdade, mas o diagnóstico é incontroverso e foi apresentado por um grupo internacional de astrônomos, durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, que acontece em Honolulu, no Havaí. Os cientistas constataram que as galáxias produzem hoje apenas metade da energia que geravam 2 bilhões de anos atrás – é o início de um gradual, mas inconfundível, apagar das luzes no cosmos.
O novo estudo, publicado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, faz parte do projeto Gama (sigla inglesa para “composição de galáxias e massa”) e investigou a quantidade de emissão de energia numa vasta região do espaço, analisando individualmente cerca de 200 mil galáxias.
Como se sabe, já que a luz leva um certo tempo para viajar grandes distâncias, olhar para as profundezas do espaço equivale a estudar o passado. Assim, ao comparar a quantidade de luz emitida pelas estrelas contidas em galáxias típicas, mas distantes, com outras similares, mas mais próximas, é possível avaliar se a produção total de estrelas – e, portanto, de energia – está em alta ou em baixa.
Graças à generosa amostra do Gama, foi possível fazer essa comparação com grande precisão. E a moral da história é que, 2 bilhões de anos atrás, a quantidade de energia produzida pelas galáxias era o dobro da atual. Ou seja, conforme cada vez mais estrelas se extinguem e cada vez menos estrelas surgem, o Universo aproxima-se vagarosamente de seu fim.
Já se tinha uma boa ideia de que o pico de atividade do cosmos – que tem cerca de 13,8 bilhões de anos a contar do Big Bang – havia sido atingido há algum tempo. Mas os resultados do Gama agora são inconfundíveis.O grande diferencial é que eles usaram os mais variados instrumentos para cobrir uma vasta faixa do espectro eletromagnético, do infravermelho ao ultravioleta,passando, é claro, pela luz visível. É a primeira vez que temos uma cobertura tão abrangente.
Para isso, a equipe liderada por Simon Driver, da Universidade da Austrália Ocidental, fez uso principalmente de telescópios do ESO (Observatório Europeu do Sul) em Paranal, no Chile, e de dados dos satélites Galex e Wise, da Nasa, e Herschel, da ESA (Agência Espacial Europeia)
Para uma próxima fase, eles pretendem também incluir medições em rádio, possivelmente obtidas com o SKA (Square Kilometer Array), conjunto de radiotelescópios em construção na África do Sul. Mas os dados colhidos até agora já trazem uma mensagem muito clara.
“O Universo deve declinar daqui para frente, suavemente evoluindo para a velhice”, disse Driver. “O Universo basicamente se sentou no sofá, puxou as cobertas e está prestes a entrar num cochilo eterno.”
Com efeito, se nossa compreensão do funcionamento do cosmos estiver certa, e sua expansão prosseguir em ritmo acelerado, este é o desfecho esperado: um lento e gradual, mas irreversível, apagamento.
Aos poucos, todas as nuvens de gás geradas pelo evento primordial do Big Bang serão convertidas dentro das galáxias em estrelas. Essas, por sua vez, completarão seu ciclo de vida e se tornarão cadáveres degenerados de matéria ou buracos negros. Os primeiros estão condenados a se resfriar para sempre. Os segundos, num tempo ainda mais longo, devem emitir suaves sopros de radiação até evaporarem sem deixar resquícios. É um cenário melancólico.
Apesar disso, não devemos nos preocupar demais. Embora as luzes estejam se apagando, a fase ativa do Universo ainda deve durar muitos bilhões de anos, e depois disso as estrelas mais longevas viverão por até 1 trilhão de anos – um tempo incomensurável do nosso ponto de vista – até que só restem os resquícios das glórias de outrora.
Contudo, no meio do caminho, ainda tem um grande “se”. Tudo isso só irá acontecer se a misteriosa energia escura – que ninguém no momento sabe o que é – continuar trabalhando, como agora, para compensar a gravidade e com isso seguir acelerando a expansão cósmica. Por outro lado, se ela resolver mudar de humor e passar, no futuro, a ajudar a gravidade a atrair as coisas, podemos ter um desfecho em que o Universo interrompe a expansão e passa a se contrair, terminando num Big Crunch – um “grande esmagamento”.
E quem sabe não é um evento desses o que gera um novo Big Bang e recomeça toda a história, num ciclo infinito? As respostas estão lá fora.
NOGUEIRA, Salvador. Nosso universo está morrendo.
Disponível em: <http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com. br/2015/08/11/nosso-universo-esta-morrendo/>. Acesso em: 11 ago. 2015 (Adaptação).
Leia o período a seguir.
“Ou seja, conforme cada vez mais estrelas se extinguem e cada vez menos estrelas surgem, o Universo aproxima-se vagarosamente de seu fim.”
Entre as reescritas apresentadas a seguir, assinale aquela em que não se verifica relação de simultaneidade entre as ideias contidas no período em análise.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1391696 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Provas:

Assinale a alternativa que apresenta todos os requisitos constitucionais exigidos para realização do procedimento de criação de municípios.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1391505 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Provas:
A nova exclusão digital
O conhecimento digital, habilidade de acessar, criar, assimilar e adaptar conhecimento através das tecnologias da informação, é cada vez mais importante em um mundo em crescente digitalização. Quem não sabe usar a Internet e as tecnologias digitais está cada vez mais preso a profissões do século passado, e certamente figurará entre os primeiros a ter sua profissão automatizada.
Já faz um bom tempo que o acesso à rede é um fator de riqueza e desenvolvimento nacional. Segundo um relatório da Comissão Europeia, cerca de 90% dos empregos nas próximas décadas demandarão alguma forma de alfabetização digital. Reforçando a previsão, um relatório do Banco Mundial de 2009 projeta um crescimento de quase 1,5% da economia de um país para cada 10% de penetração de serviços de banda larga. Não é preciso ser economista para imaginar que a recíproca também deve ser verdadeira, e que países que não invistam na adoção e aprendizado das novas tecnologias verão diversos segmentos econômicos em crise em um mundo cada vez mais competitivo.
À medida que governos e empresas correm para prover um número cada vez maior e mais variado de produtos digitais, aqueles que não conseguem tirar proveito deles tendem a se distanciar em termos de oportunidades socioeconômicas. Em diversas partes do mundo, a exclusão digital reflete um problema social. Muito mais importante do que o acesso à rede está na velocidade desse acesso e na capacidade de tirar proveito dele.
É hora de reconsiderar a natureza da exclusão digital. Enquanto algumas diferenças foram diminuídas nas últimas décadas, outras divisões emergiram como novos desafios. O abismo que separa os conectados dos não conectados foi nas últimas duas décadas visto como uma questão de acesso. À medida que essa divisão diminui, a questão dos benefícios do impacto dessas tecnologias em pessoas e empresas é cada vez mais relevante.
A exclusão digital é um problema relativamente novo que evolui com a rede. Como todo progresso, a digitalização é irregular. Ela se dá através das regiões do país, zonas urbanas ou rurais, faixas etárias, habilidades profissionais, níveis de alfabetização e conhecimento técnico. A tecnologia só pode ser considerada democrática e empoderadora quando é acessível. Enquanto todos não tiverem um acesso de qualidade mínima, a tecnologia servirá como mais um elemento de segregação e divisão social.
As últimas pesquisas realizadas pelo IBGE e pelo Comitê Gestor da Internet mostram que o crescimento no acesso vem perdendo seu fôlego. Em parte isto se deve ao alto preço da conexão em áreas rurais ou remotas – não se pode demandar uma qualidade de serviço japonesa ou coreana em um país de dimensões continentais – mas boa parte da diminuição nas taxas de crescimento deve-se à falta de interesse por parte de muitos usuários.
Para muita gente não há motivo para gastar uma fatia considerável do orçamento familiar em uma rede que traz poucos conteúdos de verdadeira relevância ou crescimento profissional. Ao contrário de um celular, que para muitas pessoas ao redor do mundo é ferramenta de cidadania e inclusão, boa parte do uso da Internet é sinônimo de perda de tempo e pornografia. Na virada do século, muitos referiam-se à rede como uma grande biblioteca, ambiente de valor completamente diferente de Facebook, YouTube, Netflix e RedTube. Para muitos dos desconectados, a rede não é muito diferente de uma forma de televisão pela qual o acesso é pago. É difícil tirar-lhes a razão.
Não haveria nada de errado com redes sociais e videogames se o seu consumo correspondesse a usos mais profissionais da rede. Da mesma forma que uma cidade não pode sobreviver apenas de bares e cinemas, boa parte dos serviços da rede precisa ter um alcance muito maior do que se imagina hoje para que se possa tirar dela seu verdadeiro valor. Muitos segmentos profissionais não sentem a menor necessidade de explorar a rede e se refugiam em seus domínios cartoriais. Quando uma tecnologia diruptiva como o AirBnB ou Nubank aparecem, eles simplesmente não sabem o que fazer. Como perderam o trem-bala da história, só lhes resta protestar na forma de carreatas e carteiradas diversas, sabendo que o fim está próximo.
Qualquer que seja a área de atuação, tecnologias de informação e comunicação tendem a servir como excelentes ferramentas para corte de custos e aumento de transparência e eficiência. Ao forçar a digitalização de serviços governamentais, governos de países pequenos como a Dinamarca estimam economias da ordem de 160 milhões de euros. Em países gigantescos e de estrutura precária como o nosso, a economia poderia ser maior do que o melhor lucro de uma Petrobras.
A digitalização de processos ainda reduz os serviços cartoriais, o que naturalmente diminui a burocracia e as oportunidades para a corrupção. Mas para isso é preciso mais do que um website. Da mesma forma que a digitalização da declaração de imposto de renda aumentou a arrecadação, diminuiu a sonegação e acelerou a restituição, serviços robustos de governo eletrônico, de preferência em plataformas móveis, podem eliminar de maneira quase instantânea problemas estruturais que pareciam insolúveis.
É preciso dar mais atenção para o problema da exclusão digital, antes que seus efeitos aumentem os problemas já graves de desigualdade e competitividade que o Brasil enfrenta. Não basta espalhar cabos de fibra ótica, é necessário educar os novos usuários, fomentar o desenvolvimento de pequenas e médias empresas, investir na digitalização de serviços e formar multidões de novos profissionais de infraestrutura para que o digital não se transforme em uma versão eletrônica do cartório.
Diminuir o abismo digital é do interesse de todos. O governo minimiza custos e torna suas operações mais eficientes, empresas se tornam mais competitivas e diversificadas e todos tendem a desfrutar de serviços de maior qualidade e racionalidade. Para isso é necessário estabelecer um bom sistema regulatório que garanta a competitividade e o acesso, sem explorar seus usuários finais. Na França, por exemplo, 90% das residências tem acesso a pelo menos dois provedores de serviços digitais, garantindo maior qualidade a um preço aceitável. Nos EUA, ao contrário, a liberalização do mercado fez com que as empresas fatiassem o país entre si, fazendo com que apenas 15% da população tenha opção de fornecedor.
Ao diminuir as diferenças entre conectados e analógicos, caminha-se para uma sociedade com serviços de maior qualidade e, ao mesmo tempo, melhores oportunidades para todos, aumentando a transparência, eficiência e participação social de todos.
RADFAHRER, Luli. A nova exclusão digital.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ luliradfahrer/2015/08/1666939-a-nova-exclusao-digital.shtml>. Acesso em: 13 ago. 2015 (Adaptação).
Leia o período a seguir.
“Como perderam o trem-bala da história, só lhes resta protestar na forma de carreatas e carteiradas diversas, sabendo que o fim está próximo.”
Analise as afirmativas a seguir.
I. Pode-se substituir a palavra “como” por “porque” sem prejuízo do sentido.
II. O pronome “lhes” faz referência a “muitos segmentos profissionais”.
III. A flexão de 3ª pessoa do plural do verbo “perderam” indica indeterminação do sujeito.
Está(ão) INCORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1391333 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Paulo comprou uma TV e pagou mais 10% do seu valor pela garantia estendida. Além disso, comprou também um aparelho de som, que custou a metade do valor da TV.
Sabendo-se que Paulo gastou R$ 3 200,00 nessas compras, o preço sem garantia da TV era de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
As campanhas para controle dos resíduos sólidos urbanos têm sido norteadas, entre outras medidas, pela proposta de coleta seletiva.
Considerando esse contexto, o item que é considerado um ‘’lixo orgânico’’ é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Pimentas saltitantes
Henrique Caldeira Costa, Departamento de Zoologia, UFMG
Se você acha que toda pimenta é uma planta, está na hora de conhecer estas rãs.
Pimenta dedo-de-moça, pimenta-malagueta, pimentabiquinho, pimenta-do-reino… Existem pimentas de várias cores, sabores e ardores, ótimas para dar um gostinho especial na comida. Mas… Rã-pimenta, você já viu?
As rãs-pimenta possuem um “tempero natural” nada agradável de sentir, mas excelente para evitar predadores: sua pele produz substâncias que, em contato com a boca, olhos ou narinas, podem causar um ardor intenso, como se fossem pimenta de verdade.
Essas espécies podem ser encontradas nas Américas Central e do Sul, incluindo o Brasil. Todas pertencem ao gênero Leptodactylus – nome que, em grego, significa “dedos finos”, uma característica desses animais.
A espécie mais conhecida de rã-pimenta vive principalmente no Sudeste do Brasil, mas também pode ser encontrada em algumas áreas das regiões Sul e Centro-Oeste. Os cientistas a chamam de Leptodactylus labyrinthicus, nome que, em latim, faz referência à cor do ventre desses bichos, que é branco com muitas marcas escuras, como se tivessem um labirinto desenhado na barriga.
Disponível em: <http://chc.cienciahoje.uol.com.br/pimentassaltitantes>. Acesso em: 24 ago. 2015 (Adaptação).
Leia o trecho a seguir.
“A espécie mais conhecida de rã-pimenta vive principalmente no Sudeste do Brasil, mas também pode ser encontrada em algumas áreas das regiões Sul e Centro-Oeste.”
No trecho anterior, a palavra destacada expressa a ideia de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1390984 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Provas:
Sobre arquivos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1390437 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Provas:
Analise a situação a seguir.
O prefeito de certo município decide alienar um terreno que não recebe nenhum tipo de utilização e que pertence ao município. A intenção é obter recursos e, portanto, pretende-se alienar o bem para o ofertante da melhor proposta de preço.
Na hipótese, é CORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas