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1396240
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Assinale a alternativa que apresenta a microrregião à qual, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Nova Serrana pertence no estado de Minas Gerais.
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Sobre os crimes contra a Administração Pública, considere as afirmativas a seguir.
I. Quando Joaquim, servidor público da Câmara Municipal, deixa de praticar ato inerente à sua função, com o propósito de receber quantia em dinheiro prometida por parte do autor do crime, como forma de agradecimento, pratica o crime de corrupção passiva.
II. Os crimes contra a Administração Pública são todos próprios, podendo ser praticados somente por servidores públicos, previamente aprovados em concurso público.
III. Quando João, servidor público, apropria-se de um computador, particular, de que tem a posse em razão de seu cargo, para proveito alheio, pratica o crime de peculato.
Conforme a legislação penal, estão CORRETAS as afirmativas:
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O acessório do Windows 7 que permite observar e organizar os arquivos gravados na memória do computador é o(a):
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1395185
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADPF: Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica da ação de descumprimento de preceito fundamental.
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1395079
Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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No município de Nova Serrana, as competências de representar a Câmara Municipal quando ela se pronuncia coletivamente e de prover cargos, empregos e funções dos serviços administrativos da Câmara são:
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Analise a frase a seguir.
O aussiliar de serviços deverá executar a fachina das áreas de espediente interno e externo e das instalações sanitárias de acordo com procedimentos estabelecidos.
Considerando a norma padrão da língua portuguesa e os termos em destaque na frase anterior, a palavra que apresenta a escrita CORRETA é:
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Considere que foi verificada pela prefeitura de Nova Serrana a necessidade de solicitação de um material que está no almoxarifado, através de um texto.
Supondo que a prefeitura de Nova Serrana faça uso do pacote de programas do Microsoft Office, assinale a alternativa que apresenta o programa mais utilizado e adequado para produção de textos.
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A nova exclusão digital
O conhecimento digital, habilidade de acessar, criar, assimilar e adaptar conhecimento através das tecnologias da informação, é cada vez mais importante em um mundo em crescente digitalização. Quem não sabe usar a Internet e as tecnologias digitais está cada vez mais preso a profissões do século passado, e certamente figurará entre os primeiros a ter sua profissão automatizada.
Já faz um bom tempo que o acesso à rede é um fator de riqueza e desenvolvimento nacional(I). Segundo um relatório da Comissão Europeia, cerca de 90% dos empregos nas próximas décadas demandarão alguma forma de alfabetização digital. Reforçando a previsão, um relatório do Banco Mundial de 2009 projeta um crescimento de quase 1,5% da economia de um país para cada 10% de penetração de serviços de banda larga. Não é preciso ser economista para imaginar que a recíproca também deve ser verdadeira, e que países que não invistam na adoção e aprendizado das novas tecnologias verão diversos segmentos econômicos em crise em um mundo cada vez mais competitivo.
À medida que governos e empresas correm para prover um número cada vez maior e mais variado de produtos digitais, aqueles que não conseguem tirar proveito deles tendem a se distanciar em termos de oportunidades socioeconômicas. Em diversas partes do mundo, a exclusão digital reflete um problema social. Muito mais importante do que o acesso à rede está na velocidade desse acesso e na capacidade de tirar proveito dele.
É hora de reconsiderar a natureza da exclusão digital. Enquanto algumas diferenças foram diminuídas nas últimas décadas, outras divisões emergiram como novos desafios. O abismo que separa os conectados dos não conectados foi nas últimas duas décadas visto como uma questão de acesso. À medida que essa divisão diminui, a questão dos benefícios do impacto dessas tecnologias em pessoas e empresas é cada vez mais relevante.
A exclusão digital é um problema relativamente novo que evolui com a rede. Como todo progresso, a digitalização é irregular. Ela se dá através das regiões do país, zonas urbanas ou rurais, faixas etárias, habilidades profissionais, níveis de alfabetização e conhecimento técnico. A tecnologia só pode ser considerada democrática e empoderadora quando é acessível. Enquanto todos não tiverem um acesso de qualidade mínima, a tecnologia servirá como mais um elemento de segregação e divisão social.
As últimas pesquisas realizadas pelo IBGE e pelo Comitê Gestor da Internet mostram que o crescimento no acesso vem perdendo seu fôlego. Em parte isto se deve ao alto preço da conexão em áreas rurais ou remotas – não se pode demandar uma qualidade de serviço japonesa ou coreana em um país de dimensões continentais – mas boa parte da diminuição nas taxas de crescimento deve-se à falta de interesse por parte de muitos usuários.
Para muita gente não há motivo para gastar uma fatia considerável do orçamento familiar em uma rede que traz poucos conteúdos de verdadeira relevância ou crescimento profissional(III). Ao contrário de um celular, que para muitas pessoas ao redor do mundo é ferramenta de cidadania e inclusão, boa parte do uso da Internet é sinônimo de perda de tempo e pornografia. Na virada do século, muitos referiam-se à rede como uma grande biblioteca, ambiente de valor completamente diferente de Facebook, YouTube, Netflix e RedTube. Para muitos dos desconectados, a rede não é muito diferente de uma forma de televisão pela qual o acesso é pago. É difícil tirar-lhes a razão(II).
Não haveria nada de errado com redes sociais e videogames se o seu consumo correspondesse a usos mais profissionais da rede. Da mesma forma que uma cidade não pode sobreviver apenas de bares e cinemas, boa parte dos serviços da rede precisa ter um alcance muito maior do que se imagina hoje para que se possa tirar dela seu verdadeiro valor. Muitos segmentos profissionais não sentem a menor necessidade de explorar a rede e se refugiam em seus domínios cartoriais. Quando uma tecnologia diruptiva como o AirBnB ou Nubank aparecem, eles simplesmente não sabem o que fazer. Como perderam o trem-bala da história, só lhes resta protestar na forma de carreatas e carteiradas diversas, sabendo que o fim está próximo.
Qualquer que seja a área de atuação, tecnologias de informação e comunicação tendem a servir como excelentes ferramentas para corte de custos e aumento de transparência e eficiência. Ao forçar a digitalização de serviços governamentais, governos de países pequenos como a Dinamarca estimam economias da ordem de 160 milhões de euros. Em países gigantescos e de estrutura precária como o nosso, a economia poderia ser maior do que o melhor lucro de uma Petrobras.
A digitalização de processos ainda reduz os serviços cartoriais, o que naturalmente diminui a burocracia e as oportunidades para a corrupção. Mas para isso é preciso mais do que um website. Da mesma forma que a digitalização da declaração de imposto de renda aumentou a arrecadação, diminuiu a sonegação e acelerou a restituição, serviços robustos de governo eletrônico, de preferência em plataformas móveis, podem eliminar de maneira quase instantânea problemas estruturais que pareciam insolúveis.
É preciso dar mais atenção para o problema da exclusão digital, antes que seus efeitos aumentem os problemas já graves de desigualdade e competitividade que o Brasil enfrenta. Não basta espalhar cabos de fibra ótica, é necessário educar os novos usuários, fomentar o desenvolvimento de pequenas e médias empresas, investir na digitalização de serviços e formar multidões de novos profissionais de infraestrutura para que o digital não se transforme em uma versão eletrônica do cartório.
Diminuir o abismo digital é do interesse de todos. O governo minimiza custos e torna suas operações mais eficientes, empresas se tornam mais competitivas e diversificadas e todos tendem a desfrutar de serviços de maior qualidade e racionalidade. Para isso é necessário estabelecer um bom sistema regulatório que garanta a competitividade e o acesso, sem explorar seus usuários finais. Na França, por exemplo, 90% das residências tem acesso a pelo menos dois provedores de serviços digitais, garantindo maior qualidade a um preço aceitável. Nos EUA, ao contrário, a liberalização do mercado fez com que as empresas fatiassem o país entre si, fazendo com que apenas 15% da população tenha opção de fornecedor.
Ao diminuir as diferenças entre conectados e analógicos, caminha-se para uma sociedade com serviços de maior qualidade e, ao mesmo tempo, melhores oportunidades para todos, aumentando a transparência, eficiência e participação social de todos.
RADFAHRER, Luli. A nova exclusão digital.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ luliradfahrer/2015/08/1666939-a-nova-exclusao-digital.shtml>. Acesso em: 13 ago. 2015 (Adaptação).
Analise as passagens a seguir.
I. “Já faz um bom tempo que o acesso à rede é um fator de riqueza e desenvolvimento nacional.”
II. “É difícil tirar-lhes a razão.”
III. “Para muita gente não há motivo para gastar uma fatia considerável do orçamento familiar em uma rede que traz poucos conteúdos de verdadeira relevância ou crescimento profissional.”
O verbo em destaque é impessoal nas passagens
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Pimentas saltitantes
Henrique Caldeira Costa, Departamento de Zoologia, UFMG
Se você acha que toda pimenta é uma planta, está na hora de conhecer estas rãs.
Pimenta dedo-de-moça, pimenta-malagueta, pimentabiquinho, pimenta-do-reino… Existem pimentas de várias cores, sabores e ardores, ótimas para dar um gostinho especial na comida. Mas… Rã-pimenta, você já viu?
As rãs-pimenta possuem um “tempero natural” nada agradável de sentir, mas excelente para evitar predadores: sua pele produz substâncias que, em contato com a boca, olhos ou narinas, podem causar um ardor intenso, como se fossem pimenta de verdade.
Essas espécies podem ser encontradas nas Américas Central e do Sul, incluindo o Brasil. Todas pertencem ao gênero Leptodactylus – nome que, em grego, significa “dedos finos”, uma característica desses animais.
A espécie mais conhecida de rã-pimenta vive principalmente no Sudeste do Brasil, mas também pode ser encontrada em algumas áreas das regiões Sul e Centro-Oeste. Os cientistas a chamam de Leptodactylus labyrinthicus, nome que, em latim, faz referência à cor do ventre desses bichos, que é branco com muitas marcas escuras, como se tivessem um labirinto desenhado na barriga.
Disponível em: <http://chc.cienciahoje.uol.com.br/pimentassaltitantes>. Acesso em: 24 ago. 2015 (Adaptação).
O título do texto é uma referência
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De acordo com a norma padrão da língua escrita, assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO do pronome.
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