Foram encontradas 204 questões.
Durante uma reunião escolar, a secretária comentou:
“Precisamos abrir as portas da escola para novas
ideias.”
Considerando o uso da expressão “abrir as portas da escola”, é correto afirmar que ela foi empregada no:
Considerando o uso da expressão “abrir as portas da escola”, é correto afirmar que ela foi empregada no:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE
Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema
de saúde pública. Dados de 2019 do Ministério da Saúde apontam que cerca de 50% da
população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC —
maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).
As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de
obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está
tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas
pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa
gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.
Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser
mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos
têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.
O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos,
fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma
pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está
ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso,
uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias,
adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a
saúde melhore.
O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator
importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela
tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o
computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir
sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até
o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.
Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas
a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo
gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a
magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento
da obesidade.
Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação
de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de
direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de
saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões
que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são
culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é
um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames
quanto forem necessários.
(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed.
385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
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GORDOFOBIA NA TELA: UM REFLEXO DA SOCIEDADE
Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema
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população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC —
maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).
As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de
obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está
tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas
pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa
gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.
Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser
mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos
têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.
O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos,
fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma
pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está
ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso,
uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias,
adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a
saúde melhore.
O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator
importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela
tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o
computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir
sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até
o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.
Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas
a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo
gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a
magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento
da obesidade.
Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação
de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de
direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de
saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões
que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são
culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é
um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames
quanto forem necessários.
(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed.
385, mar./2022, p. 10-12 (com adaptações)).
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Quando se trata de obesidade, é importante ter em mente que vivemos um grave problema
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população possuem excesso de peso (ou seja, têm índice de massa corporal — IMC —
maior que 25) e 20% da população são obesos (IMC maior que 30).
As pesquisas são claras ao dizer que há correlação entre a condição de sobrepeso e de
obesidade e a mortalidade por doenças cardíacas. Por isso, não é correto dizer que está
tudo bem se a obesidade no país aumentar drasticamente. Mas, nesse contexto, muitas
pessoas se amparam em um discurso médico para lembrar constantemente a toda pessoa
gorda que ela precisa urgentemente emagrecer, o que também não é correto.
Médicos e nutricionistas garantem que é perfeitamente possível uma pessoa gorda ser
mais saudável que uma pessoa magra. Magreza não é sinônimo de saúde, e não só gordos
têm diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e problemas articulares.
O excesso de peso e a obesidade têm diversas causas, como fatores genéticos,
fisiológicos, sociais, psicológicos e nutricionais. Portanto, quando alguém diz a uma
pessoa gorda que ela é assim porque quer ou porque não se esforça para emagrecer, está
ignorando uma série de fatores que podem dificultar muito esse processo. Além disso,
uma pessoa pode perder peso tomando remédios fortes, submetendo-se a cirurgias,
adotando dietas agressivas ou longos períodos de jejum. Mas isso não significa que a
saúde melhore.
O consumo excessivo de açucarados e de baixa qualidade nutricional é um fator
importante para o crescimento da obesidade. Se os pais de uma criança permitem que ela
tenha uma rotina mais sedentária, tenha como fonte de lazer o celular, o videogame, o
computador e a televisão, e coma muitos produtos açucarados, ela pode adquirir
sobrepeso ou mesmo obesidade. A genética, o meio social, a condição psicológica e até
o desmame precoce são alguns dos fatores que também podem influenciar esse processo.
Os fiscais do corpo alheio que se convencem de que estão apenas incentivando as pessoas
a emagrecerem podem não estar ajudando em nada. O estigma social em torno do corpo
gordo leva as pessoas a buscar medidas extremas, não para alcançar a saúde, mas a
magreza. Disso decorrem diversos transtornos alimentares e até o próprio agravamento
da obesidade.
Uma pesquisa identificou que cerca de 65% dos executivos têm objeções à contratação
de profissionais obesos. A vida das pessoas gordas é minada por diversas perdas de
direitos. Se essas pessoas são privadas de dignidade, de acesso pleno aos sistemas de
saúde e de concorrência justa aos postos de trabalho e submetidas a chacotas e opressões
que deterioram sua autoestima e saúde mental, é no mínimo perverso dizer que elas são
culpadas pela própria obesidade. Quem deve dizer se o excesso de peso de uma pessoa é
um problema para a saúde dela é um profissional de saúde, amparado por tantos exames
quanto forem necessários.
(Lucas Mascarenhas de Miranda. Gordofobia na tela: um reflexo da sociedade. In: Ciência Hoje, ed.
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