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Foram encontradas 40 questões.

2465275 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) tem se configurado como uma importante área de concentração de população, em que muitos municípios têm apresentado taxas de crescimento populacional superiores à média estadual. De um modo geral, excetuando-se alguns casos, os municípios da RMC têm ampliado de modo significativo a população total, principalmente pelo crescimento da população urbana. Na tabela abaixo é possível visualizar a evolução populacional para três municípios da RMC no período 1970-2010, entre os quais, Piraquara.

Município População 1970 1980 1991 2000 2010
Araucária Total 17.117 34.789 61.889 94.258 119.123
Urbana 5.353 27.131 54.262 86.111 110.205
Rural 11.764 7.658 7.627 8.147 8.918
Piraquara Total 21.253 70.641 106.882 72.886 93.207
Urbana 12.155 60.954 91.438 33.829 45.738
Rural 9.098 9.687 15.444 39.057 47.469
São José dos Pinhais Total 34.124 70.643 127.455 204.316 264.210
Urbana 21.529 56.814 111.952 183.366 236.895
Rural 12.595 13.829 15.503 20.950 27.315

Fonte: Censos Demográficos IBGE.

Assinale a alternativa que explica corretamente a distribuição populacional da tabela acima.

 

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2464776 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “Heróis anônimos da reciclagem”. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade. O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
A caracterização do catador de lixo feita no segundo parágrafo está centrada em:
 

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2462281 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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A partir das disposições contidas na Lei Orgânica do Município de Piraquara sobre os vereadores, assinale a resposta correta.

 

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2460560 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “Heróis anônimos da reciclagem”. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade. O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
Para o autor do texto, a imagem heroica do catador de materiais recicláveis veiculada pelo Globo Repórter está associada à omissão de informações relacionadas à atividade, como:
1. a baixa escolaridade.
2. o estigma social.
3. a baixa remuneração.
4. o benefício ambiental.
5. a exploração do catador pela indústria de recicláveis.
Estão corretos os itens:
 

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2460552 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.
O catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões; seja sacando os recicláveis do lixo misturado, que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.
Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros quilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço à população, já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria-prima virgem – recursos naturais esgotáveis –, além da economia com coleta e disposição final.
(Disponível em: <www.lixo.com.br>. Acesso em 5 ago. 2013.)
Sobre a atividade de coleta feita pelos catadores, é correto afirmar:
 

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2460447 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Conforme dispõe a Lei Municipal nº 863/2006, quanto à posse dos servidores públicos civis do Município de Piraquara, assinale a alternativa correta.
 

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2460443 Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Acerca do que dispõe o Regimento Interno da Câmara Municipal de Piraquara sobre o Presidente da Câmara, assinale a alternativa correta.
 

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2460258 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Durante o estágio probatório, o servidor terá seu desempenho avaliado. A Lei Municipal nº 863/2006 elenca expressamente que serão levados em consideração, na avaliação, os seguintes fatores, EXCETO:
 

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2459861 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Em 2008, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou uma pesquisa na qual se identificaram as regiões de influência das cidades e a hierarquia dos centros urbanos do Brasil. Em relação à região de influência de Curitiba, o resultado pode ser observado na figura abaixo, na qual o tamanho dos símbolos é proporcional à importância das cidades na rede urbana brasileira:

Enunciado 2909157-1

Fonte: IBGE (2008).

Com base na figura e nos conhecimentos sobre a rede urbana brasileira, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) A rede urbana pode ser considerada como um conjunto de centros urbanos funcionalmente articulados entre si.

( ) A região de influência de Curitiba ultrapassa os limites político-administrativos do estado do Paraná.

( ) As cidades de Curitiba, Londrina e Maringá, em razão de serem polos de regiões metropolitanas, são classificadas como metrópoles.

( ) Devido à importância da cidade de Florianópolis na rede urbana brasileira, essa cidade polariza Curitiba.

( ) Londrina, Maringá e Cascavel estão inseridas na região de influência de Curitiba; no entanto, essas cidades também polarizam outros centros, de menor porte. Essa situação decorre da centralidade que exercem no norte do Paraná.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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2458464 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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A intensa ocupação do espaço na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) repercute na pressão sobre os recursos naturais, entre os quais, os hídricos. Em função dessa situação e visando atenuá-la, foram definidas pelo poder público estadual as Unidades Territoriais de Planejamento (UTPs) e as Áreas de Proteção Ambiental (APAs). Na RMC, atualmente, existem cinco UTPs e cinco APAs, definidas pelo Governo Estadual. Em relação ao tema, considere as seguintes afirmativas:

1. As UTPs têm como objetivo efetuar a transição entre áreas urbanas já consolidadas e as áreas de maior restrição ambiental, localizando-se nos municípios integrantes das áreas de interesse de proteção de mananciais. Nesse sentido, em Piraquara encontram-se as UTPs do Guarituba e do Itaqui.

2. As UTPs foram criadas com o objetivo de recuperar áreas ambientalmente frágeis, tendo como principal mecanismo a ampliação gradual das áreas de restrição à ocupação. Considerando as características físicas e de ocupação antrópica, em Piraquara localizam-se as UTPs do Guarituba e do Itaqui.

3. As APAs visam assegurar as condições ambientais adequadas à preservação dos mananciais. Para isso, seus planos ambientais proíbem o desenvolvimento de quaisquer atividades econômicas. Em Piraquara, foram instituídas as APAs do Piraquara e do Iraí.

4. As APAs são unidades mais restritivas que as UTPs e visam a proteção das bacias hidrográficas contribuintes das represas de abastecimento público, atuais e futuras. Em Piraquara, foram instituídas as APAs do Piraquara e do Iraí.

Assinale a alternativa correta.

 

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