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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Analise as assertivas a seguir a respeito do assunto exposto no texto:
I. Ao afirmar, nas linhas 10 e 11, que “O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais.”, a autora ressalta que o problema de dejetos deixados na praia é um problema de determinados segmentos da sociedade.
II. A afirmação a respeito do orçamento da Comlurb de que este “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”, significa que, caso os gastos com limpeza urbana fossem reduzidos, o orçamento da Educação e da Saúde seriam maiores que o daquela empresa.
III. Na linha 31, o adjetivo “tímida” é empregado para referir-se à abrangência da campanha “Rio que eu amo eu cuido”, mostrando que ela é de pouca eficiência e que são necessárias ações maiores, que vão além de campanhas de conscientização.
Quais estão corretas?
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se nas Figuras A, B e C, do Word 2007. Na Figura A, devem ser considerados os seguintes aspectos: (1) a seta nº 1 aponta o texto digitado que se encontra selecionado; e (2) a linha pontilhada, apontada pela seta nº 2, sob a palavra "João", não foi inserida pelo usuário, mas ela passou a ser exibida automaticamente, pelo editor de texto, após esse usuário ter realizado determinada formatação, somente nessa palavra, utilizando a caixa de diálogo "Fonte". A Figura B mostra, intencionalmente, apenas parte da caixa de diálogo "AutoCorreção". A Figura C mostra, intencionalmente, apenas parte da caixa de diálogo "Opções do Word". As Figuras B e C foram abertas a partir da Figura A, em momentos distintos, e exibem as configurações que estão ativas nesse editor de texto.

Figura A - Janela principal do Word 2007

Figura B - Caixa de diálogo "AutoCorreção"

Figura C - Caixa de diálogo "Opções do Word"
Após observar a Figura A, do Word 2007, pode-se afirmar que a seta nº
I. 2 aponta para uma marca de texto oculto.
II. 3 aponta para uma quebra de linha manual.
III. 4 aponta para uma marca de tabulação.
Quais estão corretas ?
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O lado bom do fim do mundo
Na hora da virada, muita gente veio me desejar um feliz 2012 rindo da lenda (será?) de que o mundo finalmente iria acabar, então seria melhor enfiar o pé na jaca, fazer tudo o que se tem vontade e dar um adeus definitivo às convenções. Como não foi marcado nenhum dia para esse cataclisma, ele pode acontecer em fevereiro — no meio do Carnaval, o que seria de péssimo gosto — em agosto, novembro ou 12.12.2012 — são muitas as especulações, mas ninguém sabe mesmo ao certo a data exata desse aguardado acontecimento.
Ficamos naquela ansiedade de não acreditar que uma coisa horrorosa como essa estaria para acontecer, mas, no fundo, no fundo, todo mundo tem uma pulguinha atrás da orelha: por que, durante tantos séculos, as pessoas acreditaram que o fim se daria em 2012? Alguns dizem que a culpa é o calendário maia, que não marcaria os anos depois de 2012; outros, de Nostradamus.
Já ouvi alguém dizer que o mundo acabaria mesmo em 2022, ano em que um tal cometa se colidiria com a Terra. Seria uma grande pena que começassem a acreditar nessa história, porque ando achando divertido viver como se fosse o último ano — e olha que ele mal começou.
Se o mundo vai acabar, para que continuar aquele casamento meia-boca ou seguir abrindo mão de pães e doces em nome da duríssima dieta de água e alface? E para que guardar na conta aquele dinheiro que pagaria as tão sonhadas férias em Bali ou Miami? Miami é modo de dizer, porque ninguém merece, às vésperas do fim do mundo, sair do Brasil para continuar nele.
Nesses últimos dias que nos restam, eu não perderia meu tempo colocando para fora todos os sapos que tivemos que engolir ao longo dos outros anos. Sempre imaginei que teria vontade de “dizer umas verdades” para certas pessoas, mas, definitivamente, o tempo é curto para dar espaço à raiva, à mágoa e ao ressentimento. Na contagem regressiva, esqueci essas criaturas, que alívio.
Como tudo pode ir para os ares amanhã ou depois, por que não dizer de uma vez por todas à pessoa amada como ela é importante para você, que seu coração para cada vez que você a vê, que você nunca imaginou que fosse amar tanto alguém do que jeito que a amou — enfim, dizer essas coisas que fariam qualquer um sair correndo em dias normais, em que o mundo não acaba? Como não teríamos mais tempo para fazer joguinhos de ama-escorrega, a verdade do coração poderia ser revelada nua e cruamente, sem grandes danos para o futuro, que, aliás, não existiria mais.
A vantagem do fim do mundo talvez não seja fazer tudo aquilo de que se tem vontade, até porque, provavelmente, a polícia e as autoridades tomariam medidas enérgicas e cercariam as casas e as fronteiras para colocar uma certa ordem no Apocalipse. O lado bom é poder, finalmente, dizer o que se sente, porque o ser humano pode ter inventado a Internet, a pílula e o foguete, mas ainda não resolveu seu maior medo, que, ao contrário do que se pensa por aí, não é o de morrer.
É o medo de não ser amado.
(Fonte: Bruno Astuto – Revista Época – 01/01/12 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Considerando o emprego correto da vírgula, analise as seguintes afirmações, assinalando V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) O emprego da vírgula da linha 01 e da segunda e terceira vírgulas da linha 20 devem-se à mesma situação de ocorrência: marcar um adjunto adverbial deslocado.
( ) Tanto a vírgula da linha 08 quanto a da linha 09 marcam a separação de orações em um período composto.
( ) As duas primeiras vírgulas da linha 20 marcam a separação de uma oração intercalada.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Considerando o emprego correto das vírgulas, analise as assertivas a seguir, marcando V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) A ocorrência da vírgula marcada em cinza, além de marcar a separação de uma expressão de caráter explicativo, poderia ser substituído por um travessão sem prejuízo da correção gramatical.
( ) A ocorrência das vírgulas marcadas em vermelho, bem como da primeira vírgula marcada em amarelo marcam a separação de uma enumeração de itens.
( ) A ocorrência da vírgula marcada em azul deve-se à mesma situação de sua segunda ocorrência marcada em laranja.
( ) A ocorrência da vírgula marcada em verde deve-se à separação de orações em um período composto por subordinação.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O lado bom do fim do mundo
Na hora da virada, muita gente veio me desejar um feliz 2012 rindo da lenda (será?) de que o mundo finalmente iria acabar, então seria melhor enfiar o pé na jaca, fazer tudo o que se tem vontade e dar um adeus definitivo convenções. Como não foi marcado nenhum dia para esse cataclisma, ele pode acontecer em fevereiro — no meio do Carnaval, o que seria de péssimo gosto — em agosto, novembro ou 12.12.2012 — são muitas as especulações, mas ninguém sabe mesmo ao certo a data exata desse aguardado acontecimento.
Ficamos naquela ansiedade de não acreditar que uma coisa horrorosa como essa estaria para acontecer, mas, no fundo, no fundo, todo mundo tem uma pulguinha atrás da orelha: ..........., durante tantos séculos, as pessoas acreditaram que o fim se daria em 2012? Alguns dizem que a culpa é o calendário maia, que não marcaria os anos depois de 2012; outros, de Nostradamus.
Já ouvi alguém dizer que o mundo acabaria mesmo em 2022, ano em que um tal cometa se colidiria com a Terra. Seria uma grande pena que começassem a acreditar nessa história, ........... ando achando divertido viver como se fosse o último ano — e olha que ele mal começou.
Se o mundo vai acabar, para que continuar aquele casamento meia-boca ou seguir abrindo mão de pães e doces em nome da duríssima dieta de água e alface? E para que guardar na conta aquele dinheiro que pagaria as tão sonhadas férias em Bali ou Miami? Miami é modo de dizer, ........... ninguém merece, vésperas do fim do mundo, sair do Brasil para continuar nele.
Nesses últimos dias que nos restam, eu não perderia meu tempo colocando para fora todos os sapos que tivemos que engolir ao longo dos outros anos. Sempre imaginei que teria vontade de “dizer umas verdades” para certas pessoas, mas, definitivamente, o tempo é curto para dar espaço raiva, mágoa e ao ressentimento. Na contagem regressiva, esqueci essas criaturas, que alívio.
Como tudo pode ir para os ares amanhã ou depois, ........... não dizer de uma vez por todas pessoa amada como ela é importante para você, que seu coração para cada vez que você a vê, que você nunca imaginou que fosse amar tanto alguém do que jeito que a amou — enfim, dizer essas coisas que fariam qualquer um sair correndo em dias normais, em que o mundo não acaba? Como não teríamos mais tempo para fazer joguinhos de ama-escorrega, a verdade do coração poderia ser revelada nua e cruamente, sem grandes danos para o futuro, que, aliás, não existiria mais.
A vantagem do fim do mundo talvez não seja fazer tudo aquilo de que se tem vontade, até porque, provavelmente, a polícia e as autoridades tomariam medidas enérgicas e cercariam as casas e as fronteiras para colocar uma certa ordem no Apocalipse. O lado bom é poder, finalmente, dizer o que se sente, ........... o ser humano pode ter inventado a Internet, a pílula e o foguete, mas ainda não resolveu seu maior medo, que, ao contrário do que se pensa por aí, não é o de morrer.
É o medo de não ser amado.
(Fonte: Bruno Astuto – Revista Época – 01/01/12 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas pontilhadas das linhas 06, 09, 13, 17 e 24.
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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia __ população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 02, 04, 22 32 e 34.
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385913
Ano: 2012
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Considerando o regramento previsto na Resolução nº 1.178/92, que aprova o regimento da Câmara Municipal de Porto Alegre, indique a alternativa que contém afirmação INCORRETA sobre a competência da Comissão de Constituição e Justiça para examinar e emitir parecer sobre
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385884
Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Considerando as regras da Constituição da República Federativa do Brasil sobre os Municípios, analise as seguintes afirmativas:
I. O prefeito é julgado perante o Tribunal de Justiça do Estado.
II. A Câmara Municipal não gastará mais de setenta por cento da sua receita com a folha de pagamento.
III. No limite constitucional fixado para gasto da Câmara Municipal com a folha de pagamento, não está incluído o gasto com o subsídio dos vereadores.
Quais estão corretas?
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Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Analise as afirmações abaixo, em relação ao emprego dos tempos verbais no texto:
I. Na linha 01, a autora emprega o pretérito imperfeito do indicativo, em “Era lixo só”, a fim de descrever o cenário de uma ação ocorrida no passado.
II. Na linha 01, em “ninguém se atrevia a ir à praia”, o verbo, conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, poderia ser também conjugado no pretérito perfeito do indicativo, sem alteração da estrutura narrativa e do sentido do texto.
III. Na linha 16, o verbo “Daria”, conjugado no futuro do pretérito do indicativo, poderia ser substituído por sua forma composta, “Tinha dado”, sem alteração do sentido original do texto.
Quais estão corretas?
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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro(a) para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos(b).
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro(c). De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança(d) que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado(e) para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Considerando o registro coloquial da linguagem, assinale a alternativa cuja expressão NÃO pertença a este nível.
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