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De São Paulo a Roma, cidades estão cada vez mais vulneráveis a secas
As crises hídricas têm se multiplicado em diversas partes do planeta. Além das regiões afetadas quase constantemente pela falta de chuvas, como é o caso da África Subsaariana e do Nordeste do Brasil, o quadro tem se tornado cada vez mais recorrente em regiões onde se localizam grandes metrópoles, como é o caso de São Paulo, Brasília, Roma e cidades nos Estados Unidos, notadamente na Califórnia, e na Austrália. Os problemas de abastecimento de água refletem a redução dos níveis dos reservatórios, em virtude da recorrência de períodos cada vez mais quentes e secos, e a cada ano que passa se verificam novos recordes de temperatura. Segundo a Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, em inglês), estamos vivenciando o terceiro ano consecutivo em que os recordes são quebrados. Os mais recentes relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) fazem referência aos cenários imprevisíveis e com distribuição não uniforme dos extremos climáticos.
Segundo o Relatório das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Água 2015, a retirada excessiva de água e os modelos arcaicos de uso de recursos naturais e de governança têm regulação deficiente e acontecem sem controle adequado. Os lençóis freáticos estão minguando; a estimativa é que cerca de 20% dos aquíferos do mundo inteiro são superexplorados. A perturbação dos ecossistemas por causa da intensa urbanização, as práticas agrícolas inadequadas, o desmatamento e a poluição estão entre os fatores que ameaçam a capacidade do meio ambiente de fornecer serviços ecossistêmicos, incluindo o provisionamento de água limpa.
O maior problema, porém, é de governança. Nas últimas décadas, o consumo de água aumentou 200% mais que o crescimento da população, e a estimativa é que a demanda cresça ainda mais 55% até 2050. Se forem mantidos os mesmos padrões atuais de consumo, o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%, em 2030. A falta de atenção à capacidade de reposição e restauração dos ecossistemas, em especial as áreas de mananciais, é apontada, pelo relatório da ONU, como um fator crítico, uma vez que dificulta o provimento de serviços ecossistêmicos à sociedade, inclusive o suprimento de água. É importante destacar que, além das dificuldades relacionadas a ciclos hidrológicos, diminuições dos índices pluviométricos e disponibilidade hídrica, existem ainda fatores causados pelo homem que interferem na qualidade e quantidade do recurso: despejo de esgoto in natura, os efeitos das mudanças climáticas na produção da água e a falta de investimentos em infraestrutura de armazenamento e distribuição da água.
Apesar de o foco das notícias sobre a crise hídrica ser a falta de chuvas, pode-se observar que a negação da possível crise, a situação crítica e a morosidade na proposição de medidas efetivas para minimizá-la revelam problemas de governança. E a postura de pouca transparência, assim como a maneira como a sociedade foi informada a respeito da crise, não permitiu que se construísse uma narrativa que envolvesse os diferentes atores sociais e toda a sociedade no enfrentamento da situação. Um dos maiores desafios na governança da água é garantir uma abordagem aberta e transparente, inclusiva e comunicativa, equitativa e ética. Assim, a criação de condições para uma nova proposta de diálogo e corresponsabilização deve ser crescentemente apoiada em processos educativos orientados para a “deliberação pública”. Esta se concretizará principalmente pela maior presença de uma pluralidade de atores e implica também mudanças no sistema de prestação de contas à sociedade pelos gestores públicos e privados, mudanças culturais e de comportamento.
Devemos trabalhar, também, na recuperação dos mananciais em uso. Não podemos abandoná-los e partir para a captação de água em novos locais. Ao preservá-los, garantiremos o suprimento futuro de água. Os governantes, por sua vez, podem perceber a situação como uma excelente oportunidade de tratar o abastecimento a partir de novas perspectivas, em que prevaleçam atitudes preventivas e de estímulo à corresponsabilização da população.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Pedro R. Jacobi –
Disponível em: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/09
Disponível em: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/09
Analise os seguintes pares de elementos do texto e sua relação de pertencimento à mesma classe gramatical:
I. se e Se.
II. que e que .
III. falta e falta.
IV. quentes e novos.
Quais estão corretas?
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- Atos AdministrativosAtributos, Características e Prerrogativas
- Atos AdministrativosElementos, Requisitos e Pressupostos
De acordo com o princípio da motivação, que orienta a atuação da Administração Pública, é correto afirmar que:
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Suponha que uma empresa, no início do mês de mar/X1, possua um estoque inicial de 20 unidades de certa mercadoria avaliada em R$ 20,00 a unidade. No mês de mar/X1, houve a seguinte movimentação de estoque:

Utilizando os dados oferecidos e levando em consideração que a empresa adote o PEPS, o estoque final será de 40 unidades avaliadas e a avaliação financeira no final do mês de mar/X1 será?
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Conforme regulamentado pela Lei nº 10.520/2002, em relação à fase externa do pregão, assinale a alternativa INCORRETA.
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De São Paulo a Roma, cidades estão cada vez mais vulneráveis a secas
As crises hídricas têm se multiplicado em diversas partes do planeta. Além das regiões afetadas quase constantemente pela falta de chuvas, como é o caso da África Subsaariana e do Nordeste do Brasil, o quadro tem se tornado cada vez mais recorrente em regiões onde se localizam grandes metrópoles, como é o caso de São Paulo, Brasília, Roma e cidades nos Estados Unidos, notadamente na Califórnia, e na Austrália. Os problemas de abastecimento de água refletem a redução dos níveis dos reservatórios, em virtude da recorrência de períodos cada vez mais quentes e secos, e a cada ano que passa se verificam novos recordes de temperatura. Segundo a Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, em inglês), estamos vivenciando o terceiro ano consecutivo em que os recordes são quebrados. Os mais recentes relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) fazem referência aos cenários imprevisíveis e com distribuição não uniforme dos extremos climáticos.
Segundo o Relatório das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Água 2015, a retirada excessiva de água e os modelos arcaicos de uso de recursos naturais e de governança têm regulação deficiente e acontecem sem controle adequado. Os lençóis freáticos estão minguando; a estimativa é que cerca de 20% dos aquíferos do mundo inteiro são superexplorados. A perturbação dos ecossistemas por causa da intensa urbanização, as práticas agrícolas inadequadas, o desmatamento e a poluição estão entre os fatores que ameaçam a capacidade do meio ambiente de fornecer serviços ecossistêmicos, incluindo o provisionamento de água limpa.
O maior problema, porém, é de governança. Nas últimas décadas, o consumo de água aumentou 200% mais que o crescimento da população, e a estimativa é que a demanda cresça ainda mais 55% até 2050. Se forem mantidos os mesmos padrões atuais de consumo, o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%, em 2030. A falta de atenção à capacidade de reposição e restauração dos ecossistemas, em especial as áreas de mananciais, é apontada, pelo relatório da ONU, como um fator crítico, uma vez que dificulta o provimento de serviços ecossistêmicos à sociedade, inclusive o suprimento de água. É importante destacar que, além das dificuldades relacionadas a ciclos hidrológicos, diminuições dos índices pluviométricos e disponibilidade hídrica, existem ainda fatores causados pelo homem que interferem na qualidade e quantidade do recurso: despejo de esgoto in natura, os efeitos das mudanças climáticas na produção da água e a falta de investimentos em infraestrutura de armazenamento e distribuição da água.
Apesar de o foco das notícias sobre a crise hídrica ser a falta de chuvas, pode-se observar que a negação da possível crise, a situação crítica e a morosidade na proposição de medidas efetivas para minimizá-la revelam problemas de governança. E a postura de pouca transparência, assim como a maneira como a sociedade foi informada a respeito da crise, não permitiu que se construísse uma narrativa que envolvesse os diferentes atores sociais e toda a sociedade no enfrentamento da situação. Um dos maiores desafios na governança da água é garantir uma abordagem aberta e transparente, inclusiva e comunicativa, equitativa e ética. Assim, a criação de condições para uma nova proposta de diálogo e corresponsabilização deve ser crescentemente apoiada em processos educativos orientados para a “deliberação pública”. Esta se concretizará principalmente pela maior presença de uma pluralidade de atores e implica também mudanças no sistema de prestação de contas à sociedade pelos gestores públicos e privados, mudanças culturais e de comportamento.
Devemos trabalhar, também, na recuperação dos mananciais em uso. Não podemos abandoná-los e partir para a captação de água em novos locais. Ao preservá-los, garantiremos o suprimento futuro de água. Os governantes, por sua vez, podem perceber a situação como uma excelente oportunidade de tratar o abastecimento a partir de novas perspectivas, em que prevaleçam atitudes preventivas e de estímulo à corresponsabilização da população.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Pedro R. Jacobi –
Disponível em: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/09
Disponível em: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/09
Assinale a alternativa em que as palavras recebem acento gráfico em função de regras diferentes.
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A fórmula =MAIOR(B2:D4;1) apresentará como resultado:
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A fórmula =MÉDIA(B2:D2)+SOMA(B3:D3) apresentará como resultado:
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1001987
Ano: 2017
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
Provas:
Conforme o Regime Interno da Câmara de Quaraí, as Comissões de ordem técnicas são constituídas pelos próprios membros da Câmara, asseguradas sempre a representação proporcional dos Partidos que a integram. As comissões da Câmara são de espécies:
I. Permanentes.
II. Especiais
III. Intermitente.
Quais estão corretas?
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1001845
Ano: 2017
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Quaraí-RS
Provas:
Se em uma determinada demanda o autor, ao elaborar a petição inicial, deixou de indicar o valor da causa, o juiz determinará a emenda da inicial, a ser realizada no prazo de:
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Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida
adulta, segundo uma pesquisa norte-americana.
A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores. Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy – and Completely Unprepared for Adulthood (“iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes – e completamente despreparadas para a vida adulta”, em tradução livre), com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens norte-americanos.
Em entrevista, Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Por outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais dependentes e com dificuldade de tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em gerações anteriores", comenta Twenge. Ela diz que isso tem relação com a superconectividade típica dessa geração, que passa, em média, seis horas por dia conectada à internet, enviando mensagens e jogando online. Por conta disso, esses jovens acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o desenvolvimento de suas habilidades sociais.
O estudo mostrou, ainda, que quanto mais tempo o jovem passa na frente do computador, maiores são seus níveis de infelicidade. "O que me impressionou na pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares", comentou a pesquisadora. "E um estudo realizado com 200 universitários mostrou que quase todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua. Essa consciência, todavia, não se traduz em prática.
A Geração Smartphone, segundo a pesquisa (com base no universo norte-americano), sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos. No entanto, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como boa notícia para empresas. "Eles não têm grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros; bebem menos e não gostam de riscos." Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento. Para Jean Twenge, esses jovens "não gostam de fazer coisas com as quais não se sintam seguros, o que fazem é adiar os prazeres e as responsabilidades".
Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e ativa na defesa de direitos LGBT e da população em geral. "E, mais ainda que as gerações anteriores, eles acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa.
(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/a-geracao-smartphone-que-bebe-menos-alcool-faz-menos-sexo-e-nao-esta-preparada-para-a-vida-adulta.ghtml)
Assinale a correspondência INCORRETA entre elementos do texto.
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