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Foram encontradas 30 questões.

3514859 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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A textura musical é muitas vezes associada a “tecido”, no sentido da forma com que os fios sonoros são tecidos. Assim, temos diferentes formas de textura exemplificadas pelo canto individual, mantras indianos, cantos com acompanhamento, cantos corais, cantochão dos monges medievais, que dão origem à divisão em pelo menos 3 formas de tessitura: monofônica, homofônica e polifônica. Esta divisão entende que

 

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3514858 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Observe a imagem a seguir.

Enunciado 3514858-1

Em relação aos princípios básicos da partitura ilustrado pela imagem acima, é correto afirmar que:

 

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3514857 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Os primeiros instrumentos musicais eram de osso, pedaços de madeira, bambu ou conchas gerando flautas, trombetas de concha, tambores e apitos. Os de metal e de corda surgiram entre 5 mil e 4mil anos atrás, e eram soprados, percutidos, sacudidos ou dedilhados. Tanto foi a evolução tecnológica dos instrumentos musicais que chegamos a diversas classificações, ou seja, uma organologia que leva em consideração características melódicas, tímbricas, mecanismos das vibrações, diferentes frequências ou identificação dos sons. Pensando na natureza do vibrador (forma de produção do som) temos os: idiofones, membranofones, aerofones, cordofones, eletrofones e instrumentos complexos.

Para produção dos sons, os instrumentos do tipo

 

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3514856 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Segundo Violeta Gainza uma das principais tarefas da Educação Musical consiste em estudar para chegar a influenciar positivamente a conduta do ser humano em relação ao som e à música diante da enorme diversidade cultural e inclusiva, já que “através do ritmo a música afeta o indivíduo a nível corporal, pela melodia chega a sua afetividade, por sua harmonia e estrutura formal e artística desperta (...) uma resposta superior de ordem mental ou supramental.” (GAINZA, 1977, p.7). Nesse sentido, ela classifica o processo musical em três fases (sincrética, analítica e sintética), considerando três possibilidades de educação (sentido, razão e sentimento) que torne a educação musical uma abordagem integral e holística ao ser humano.

A partir da reflexão e conceitos de Gainza no processo de educação musical proposto, é correto concluir:

 

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3514855 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Observe a figura dentro do gráfico entre x e y.

Enunciado 3514855-1

Dentro dos estudos da linguagem sonora, lemos musicalmente a propriedade do som no gráfico como

 

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3514854 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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No Brasil temos um estilo de música instrumental urbana muito característico denominado choro (ou chorinho), que funde ritmos africanos e gêneros de dança europeus. O pesquisador Henrique Cazes afirma em seu livro “Choro: do quintal ao municipal” (1998) que o choro traz certa adaptação da polca dançada pela primeira vez no Teatro São Pedro, no Rio de Janeiro, em 1845, e que com a interpretação própria da música ligeira – influenciada pelo lundo e a modinha – por músicos cariocas começa a criar o que conhecemos por chorinho. Sobre o choro, pode-se afimar que

 

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3514853 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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O pedagogo suíço Jacques-Dalcroze propõe um método de ensino nominado eurritmia que visa a realização expressiva do ritmo e a sua vivência através do movimento corporal. Dalcroze insistia na ideia de que tocar notas não era suficiente, os músicos deveriam desenvolver a capacidade de expressar música de uma maneira pessoal, em que sua individualidade deveria guiar sua ação, e assim criticava a educação musical de seu tempo, por limitar-se a repetições automáticas de movimentos e não estabelecer ligações com os sentimentos, os pensamentos, ou a imaginação. A partir disso, é correto afirmar que um princípio importante da educação musical dalcroziana é

 

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3514852 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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As melodias do samba, muitas vezes intercalam entre a chamada e a resposta, entre solistas e conjunto vocal. O balanço sincopado de acompanhamento é executado por um grande conjunto de instrumentos de percussão. A bossa nova, menos percussiva e mais lânguida, surgiu na década de 1950, por meio de elementos do samba, jazz e música erudita, partindo de uma nova forma de constituir as relações entre melodia, ritmo e harmonia, em composições de Tom Jobim, Ronaldo Bôscoli, Vinícius de Moraes e Roberto Menescal.

Considerando esse contexto, na bossa nova,

 

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3514851 Ano: 2023
Disciplina: Música
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Considere as citações listadas a seguir.

“A música é uma experiência humana. Não deriva das propriedades físicas do som como tais, mas sim da relação do homem com o som” (ARONOFF, 1974).

“Caracteriza-se como meio de expressão, por objetivar e dar forma a uma vivência humana, e de comunicação por revelar essa experiência pessoal de modo que possa alcançar o outro e ser compartilhada (VASQUEZ, 1978).

“Música é som organizado com ritmo e melodia; (...) é som agradável aos ouvidos; (...) é uma atividade cultural relativa ao som” (SCHAFER, 1996).

A partir das três citações e pensando no sistema de escrita e leitura musical é correto afirmar que

 

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A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

Fome não é problema populacional, mas de desigualdade social.

Clara Balbi

Três séculos atrás, o economista inglês Thomas Malthus vaticinava que, sem controle de natalidade, o mundo estaria destinado à fome. "A população, quando não contida, cresce em progressão geométrica. A subsistência cresce apenas em progressão aritmética. Um pouco de conhecimento em matemática mostrará a imensidão da primeira potência em comparação com a segunda", escreve ele em seu célebre "Ensaio sobre o Princípio da População", de 1798.

A tese ecoa ainda hoje — quando a população mundial atinge a marca dos 8 bilhões, dez vezes a da época do pai da demografia — e influenciou do movimento ambientalista a setores conservadores, que se apropriaram do argumento para defender agendas anti-imigração, por exemplo.

A previsão de Malthus estava errada — ao menos desde a década de 1960, a produção de alimentos, auxiliada pelas inovações tecnológicas, supera o crescimento da população global ano após ano.

Mesmo assim, a fome não abandonou a humanidade. Relatório mais recente da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) indica que o percentual de pessoas que sofrem de subalimentação no mundo só cresceu nos últimos anos, indo de 8% em 2019 para 9,3% em 2020 e 9,8% em 2021. Isso significa que entre 702 milhões e 828 milhões de indivíduos não têm acesso às calorias mínimas necessárias para uma vida ativa e saudável.

Carlo Cafiero, economista e estatístico da FAO, afirma que o problema está na desigualdade econômica, já que é o dinheiro que condiciona a obtenção de comida. "A princípio, é possível ter hoje um mundo livre da fome, porque há alimentos suficientes. A questão é a vontade política de dar ao tema a relevância que ele tem. Os governos precisam trocar suas palavras por ações efetivas", diz.

O pesquisador acrescenta que mesmo os impactos de eventos extremos sobre índices como os de subalimentação e de insegurança alimentar têm mais a ver com as suas consequências para o bolso da população e menos com possíveis obstáculos no plantio ou na distribuição de comida.

É o caso da pandemia de Covid-19, que, segundo a FAO, fez com que 150 milhões de pessoas a mais do que o esperado sofressem de subalimentação. Mesmo a Guerra da Ucrânia, que assombra lideranças mundiais há oito meses, tem impacto relativo sobre a produção de alimentos deste ano, já que boa parte da colheita do trigo na região foi realizada antes do início do conflito. Cafiero sugere que o encarecimento das contas de luz na Europa, motivado pela suspensão do fornecimento do gás natural russo, afeta muito mais a população do continente do que o conflito em si.

Professora de sociologia da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e líder do grupo de pesquisa Alimento pela Justiça, a pesquisadora Renata Motta afirma que as duas crises ainda expuseram a vulnerabilidade do sistema de alimentação global, cuja ênfase no livre comércio e nas vantagens comparativas de cada região fez com que as dietas locais fossem se empobrecendo e se baseassem em poucas commodities, como trigo, milho e soja. Assim, quando um evento extremo afeta a produção ou a distribuição de um desses produtos, o sistema inteiro desmorona.

Motta cita o exemplo do trigo. A produção do cereal era subsidiada pelos Estados Unidos, que começaram a escoar o excedente a países em desenvolvimento a título de ajuda internacional. Estes, por sua vez, extinguiram seus sistemas locais de alimentação ao incorporarem o produto — convertendo-se em mercados dependentes dele. "Hoje vemos vários países da África dependendo da importação de trigo da Ucrânia, sendo que isso nem fazia parte da cultura alimentar deles", diz a pesquisadora.

Ainda segundo ela, essa dependência ajuda a perpetuar uma "desigualdade de responsabilidades" entre os que mais contribuem para os problemas globais e os que mais são atingidos por eles. A África, que, de acordo com as projeções da FAO, deve abrigar a maior quantidade de pessoas subalimentadas até 2030, substituindo a Ásia, não tem nenhum país entre os dez maiores emissores de carbono do mundo, mas é muito mais vulnerável a perdas de colheitas devido a mudanças climáticas, por exemplo.

Não que os países ricos estejam a salvo da fome. Motta observa que, desde a adoção das políticas neoliberais dos anos 1980 e, mais fortemente, desde a crise financeira de 2008, houve um grande retrocesso no processo de inclusão social e diminuição da pobreza que vinha ocorrendo no Norte global a partir do fim da Segunda Guerra Mundial.

Seja como for, é na retomada de uma produção local — em que o plantio de alimentos ou a criação de animais está próxima de seu consumo, e as relações de trabalho são mais justas —, que a pesquisadora enxerga uma solução para a fome. Segundo ela, os dados apontam que a maioria da população na verdade é alimentada por produtores familiares pequenos e médios, e não pelos imensos campos de monoculturas que, além de tudo, têm grande impacto ambiental e social.

Motta argumenta ainda que soluções que visam o consumidor individual, como a recomendação da FAO de reduzir impostos sobre o preço final de alimentos ou as tendências de consumo consciente, não são suficientes para resolver os gargalos do sistema produtivo. O mesmo vale para as "carnes vegetais", desenvolvidas a partir de plantas. "Não é uma tecnologia que vai nos salvar se não mudarmos profundamente as formas de produção e de consumo que levaram à situação atual", diz.

Cafiero, da FAO, afirma que, nesse sentido, ao menos uma parte da teoria malthusiana segue valendo. É necessário preservar os recursos naturais, porque eles nem sempre são renováveis. "Se continuarmos promovendo o crescimento a todo custo, aumentando o tamanho de uma torta a que poucas pessoas têm acesso, não alcançaremos nenhuma segurança. E, em alguns casos, é possível que a fome renasça onde não esperávamos."

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em 30 nov. 2022.

A questão refere-se ao período reproduzido a seguir.

Motta cita o exemplo do trigo. A produção do cereal era subsidiada pelos Estados Unidos, que começaram a escoar o excedente a países em desenvolvimento a título de ajuda internacional. Estes, por sua vez, extinguiram seus sistemas locais de alimentação ao incorporarem o produto, — convertendo-se em mercados dependentes dele.

Sobre as possibilidades de pontuação do trecho, considerando-se as relações sintático-semânticas da língua portuguesa, é correto afirmar:

Questão Anulada

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