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Texto V:
Como sabemos qual é a idade da Terra?
Hoje sabemos que o nosso planeta tem 4,567 bilhões de anos. Mas como chegamos a esse número? Veja como os geólogos calcularam a idade da Terra.
Por Marly Babinski e Thomas R. Fairchild, 19 set 2022
Olhe para o céu. Em uma noite limpa, essa cena estrelada é a mesma visão que os seus ancestrais sempre tiveram, independente da época. Foi o que levou o humano a procurar explicações sobre as origens e idade do mundo em que vive. Diferentes povos chegaram a conclusões com base no conhecimento, tecnologia e preceitos intelectuais e religiosos. Aos poucos, observações se transformaram em lendas e, eventualmente, hipóteses, teorias e fatos científicos.
Vamos percorrer esse caminho histórico do conhecimento. Nos séculos 14 a 17, as Grandes Navegações demonstraram a magnitude geográfica do planeta. O desenvolvimento do telescópio e do microscópio, a partir do século 17, ampliou os limites da natureza para além do olho nu.
Entretanto, até o século 20, não havia como datar eventos anteriores ao registro histórico da época – quanto mais calcular a idade da Terra.
[...]
Hoje conhecemos a idade das rochas mais antigas da América do Sul. Na década de 1990 foram identificadas rochas de 3,4 bilhões de anos no Cráton do São Francisco (Cordani e Nutman, 1993), e rochas com idades entre 3,4 e 3,5 bilhões de anos no Rio Grande do Norte (Dantas et al., 2004).
Contudo, estas ocorrências são raras. Recentemente, foram descobertas no município baiano de Piritiba (também no Cráton do São Francisco), rochas com idade de 3,65 bilhões de anos (Moreira et al., 2022). Elas pertencem ao Eoarqueano, a primeira era da escala geológica a abrigar uma crosta sólida no ambiente terrestre, entre 4 bilhões e 3,6 bilhões de anos atrás.
Fonte: https://super.abril.com.br/.
A funcionalidade textual do artigo da Superinteressante é também desenvolvida a partir das relações lógico-semânticas, construídas em suas orações.
Dentre estas, assinale a alternativa CORRETA sobre a análise sintática de: “Recentemente, foram descobertas no município baiano de Piritiba (também no Cráton do São Francisco), rochas com idade de 3,65 bilhões de anos (Moreira et al., 2022).”
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Texto V:
Como sabemos qual é a idade da Terra?
Hoje sabemos que o nosso planeta tem 4,567 bilhões de anos. Mas como chegamos a esse número? Veja como os geólogos calcularam a idade da Terra.
Por Marly Babinski e Thomas R. Fairchild, 19 set 2022
Olhe para o céu. Em uma noite limpa, essa cena estrelada é a mesma visão que os seus ancestrais sempre tiveram, independente da época. Foi o que levou o humano a procurar explicações sobre as origens e idade do mundo em que vive. Diferentes povos chegaram a conclusões com base no conhecimento, tecnologia e preceitos intelectuais e religiosos. Aos poucos, observações se transformaram em lendas e, eventualmente, hipóteses, teorias e fatos científicos.
Vamos percorrer esse caminho histórico do conhecimento. Nos séculos 14 a 17, as Grandes Navegações demonstraram a magnitude geográfica do planeta. O desenvolvimento do telescópio e do microscópio, a partir do século 17, ampliou os limites da natureza para além do olho nu.
Entretanto, até o século 20, não havia como datar eventos anteriores ao registro histórico da época – quanto mais calcular a idade da Terra.
[...]
Hoje conhecemos a idade das rochas mais antigas da América do Sul. Na década de 1990 foram identificadas rochas de 3,4 bilhões de anos no Cráton do São Francisco (Cordani e Nutman, 1993), e rochas com idades entre 3,4 e 3,5 bilhões de anos no Rio Grande do Norte (Dantas et al., 2004).
Contudo, estas ocorrências são raras. Recentemente, foram descobertas no município baiano de Piritiba (também no Cráton do São Francisco), rochas com idade de 3,65 bilhões de anos (Moreira et al., 2022). Elas pertencem ao Eoarqueano, a primeira era da escala geológica a abrigar uma crosta sólida no ambiente terrestre, entre 4 bilhões e 3,6 bilhões de anos atrás.
Fonte: https://super.abril.com.br/.
As relações de dependência sintático-semânticas, entre as unidades morfossintáticas, evidenciam os termos regentes e os regidos.
Estabeleça a correspondência entre esses termos em destaque e a descrição da regência empregada.
| TERMOS |
REGÊNCIA EMPREGADA |
| ( ) chegamos a esse número |
1 - Pede um objeto direto e um adjunto adverbial de lugar. |
| ( ) calcularam a idade da Terra |
2 - Pede um objeto direto. |
| ( ) pertencem ao Eoarqueano |
3 - Pede, junto à expressão utilizada na sequência, a preposição a. |
| ( ) abrigar uma crosta sólida no ambiente terrestre |
4 - Pede um objeto indireto. |
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Texto IV:
Como respiramos ao falar
Plínio Almeida Barbosa
Quando fui convidado a testar um equipamento de medida de como respiramos ao falar, eu estava tão concentrado em conferir os resultados na tela que o sinal que registrava o movimento de meu tórax estava constante. [...].
O dispositivo que eu usava naquela ocasião para medir atividade respiratória a partir de mudanças no corpo foi desenvolvido pela Universidade de Estocolmo por um de seus engenheiros. Chamado de RespTrack, esse dispositivo registra as mudanças na extensão de duas cintas ajustadas ao tórax e ao abdômen da pessoa que fala [...].
Os cientistas da fala sabem que tomamos mais ar inalando mais profundamente antes de fala, o que contribui para produzir uma fase expiratória mais longa, que é uma condição necessária para enunciar os diversos sons e aspectos rítmicos de uma língua. Mas o que eles ainda não sabem bem é como mudamos a coordenação entre respiração e fala quando mudamos o jeito de falar. Por exemplo, as diferenças de coordenação entre as duas atividades quando damos uma aula, quando entrevistamos alguém, quando convencemos alguém a comprar um produto, entre outras atividades. Considerando a última atividade como ilustração, a habilidade de convencer alguém pela comunicação envolve aspectos que podemos nomear carisma e persuasão. [...].
Quais as implicações desses achados?
Compare a fala de duas figuras públicas, uma com voz persuasiva e atraente com outra com voz desagradável ou sem nenhum destaque. Qual das duas faz o falante mais popular? Certamente o que tem a voz mais agradável. E se pudéssemos ensinar as pessoas a respirar de tal forma que favorecesse uma fala carismática ao melhor coordenar fonação e respiração? Imagine as consequências para a venda de produtos, resultados de eleição, efeitos no público da narração de histórias, entretenimento e assim por diante. Bem, é exatamente isso que o Oliver tem feito ao instruir investidores em indústrias para soarem mais persuasivos. [...].
A tecnologia atual pode assim permitir que alcancemos esse objetivo de modo efetivo e prazeroso. Quão importante para nosso mundo atual é bem coordenar a relação entre fala e respiração para atingir qualquer meta comunicativa. Da próxima vez, lembre-se: respire fundo!
Fonte: https://www.roseta.org.br. Adaptado. Acesso: 25/09/22.
A tradicional distinção entre os modos (indicativo, subjuntivo e imperativo) de um verbo requer um conhecimento de critérios sintáticos, semânticos e pragmáticos.
Com esse entendimento, marque a alternativa com a explicação CORRETA para o modo destes verbos, empregados no referido artigo de divulgação científica, quais sejam: compare, imagine, lembre-se e respire.
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Texto IV:
Como respiramos ao falar
Plínio Almeida Barbosa
Quando fui convidado a testar um equipamento de medida de como respiramos ao falar, eu estava tão concentrado em conferir os resultados na tela que o sinal que registrava o movimento de meu tórax estava constante. [...].
O dispositivo que eu usava naquela ocasião para medir atividade respiratória a partir de mudanças no corpo foi desenvolvido pela Universidade de Estocolmo por um de seus engenheiros. Chamado de RespTrack, esse dispositivo registra as mudanças na extensão de duas cintas ajustadas ao tórax e ao abdômen da pessoa que fala [...].
Os cientistas da fala sabem que tomamos mais ar inalando mais profundamente antes de fala, o que contribui para produzir uma fase expiratória mais longa, que é uma condição necessária para enunciar os diversos sons e aspectos rítmicos de uma língua. Mas o que eles ainda não sabem bem é como mudamos a coordenação entre respiração e fala quando mudamos o jeito de falar. Por exemplo, as diferenças de coordenação entre as duas atividades quando damos uma aula, quando entrevistamos alguém, quando convencemos alguém a comprar um produto, entre outras atividades. Considerando a última atividade como ilustração, a habilidade de convencer alguém pela comunicação envolve aspectos que podemos nomear carisma e persuasão. [...].
Quais as implicações desses achados?
Compare a fala de duas figuras públicas, uma com voz persuasiva e atraente com outra com voz desagradável ou sem nenhum destaque. Qual das duas faz o falante mais popular? Certamente o que tem a voz mais agradável. E se pudéssemos ensinar as pessoas a respirar de tal forma que favorecesse uma fala carismática ao melhor coordenar fonação e respiração? Imagine as consequências para a venda de produtos, resultados de eleição, efeitos no público da narração de histórias, entretenimento e assim por diante. Bem, é exatamente isso que o Oliver tem feito ao instruir investidores em indústrias para soarem mais persuasivos. [...].
A tecnologia atual pode assim permitir que alcancemos esse objetivo de modo efetivo e prazeroso. Quão importante para nosso mundo atual é bem coordenar a relação entre fala e respiração para atingir qualquer meta comunicativa. Da próxima vez, lembre-se: respire fundo!
Fonte: https://www.roseta.org.br. Adaptado. Acesso: 25/09/22.
Assinale a sequência CORRETA de (V) verdadeiro e (F) falso sobre a pontuação deste período: “Imagine as consequências para a venda de produtos, resultados de eleição, efeitos no público da narração de histórias, entretenimento e assim por diante.”
( ) As vírgulas utilizadas separam termos coordenados entre si.
( ) É dispensável o uso da vírgula, antes do último termo da sequência de termos coordenados entre si.
( ) Falta uma vírgula entre os termos Imagine e as consequências.
( ) Falta uma vírgula depois de Imagine, a fim de marcar o vocativo.
Marque a alternativa com a sequência CORRETA.
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Texto IV:
Como respiramos ao falar
Plínio Almeida Barbosa
Quando fui convidado a testar um equipamento de medida de como respiramos ao falar, eu estava tão concentrado em conferir os resultados na tela que o sinal que registrava o movimento de meu tórax estava constante. [...].
O dispositivo que eu usava naquela ocasião para medir atividade respiratória a partir de mudanças no corpo foi desenvolvido pela Universidade de Estocolmo por um de seus engenheiros. Chamado de RespTrack, esse dispositivo registra as mudanças na extensão de duas cintas ajustadas ao tórax e ao abdômen da pessoa que fala [...].
Os cientistas da fala sabem que tomamos mais ar inalando mais profundamente antes de fala, o que contribui para produzir uma fase expiratória mais longa, que é uma condição necessária para enunciar os diversos sons e aspectos rítmicos de uma língua. Mas o que eles ainda não sabem bem é como mudamos a coordenação entre respiração e fala quando mudamos o jeito de falar. Por exemplo, as diferenças de coordenação entre as duas atividades quando damos uma aula, quando entrevistamos alguém, quando convencemos alguém a comprar um produto, entre outras atividades. Considerando a última atividade como ilustração, a habilidade de convencer alguém pela comunicação envolve aspectos que podemos nomear carisma e persuasão. [...].
Quais as implicações desses achados?
Compare a fala de duas figuras públicas, uma com voz persuasiva e atraente com outra com voz desagradável ou sem nenhum destaque. Qual das duas faz o falante mais popular? Certamente o que tem a voz mais agradável. E se pudéssemos ensinar as pessoas a respirar de tal forma que favorecesse uma fala carismática ao melhor coordenar fonação e respiração? Imagine as consequências para a venda de produtos, resultados de eleição, efeitos no público da narração de histórias, entretenimento e assim por diante. Bem, é exatamente isso que o Oliver tem feito ao instruir investidores em indústrias para soarem mais persuasivos. [...].
A tecnologia atual pode assim permitir que alcancemos esse objetivo de modo efetivo e prazeroso. Quão importante para nosso mundo atual é bem coordenar a relação entre fala e respiração para atingir qualquer meta comunicativa. Da próxima vez, lembre-se: respire fundo!
Fonte: https://www.roseta.org.br. Adaptado. Acesso: 25/09/22.
A pontuação integra a composição da sintaxe, da significação e do encadeamento linguístico-pragmático do Texto IV.
Nesse processo, qual o papel do sinal de interrogação, no decorrer do texto em questão da Roseta?
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Texto III:
Pesquisa mostra que 20% dos brasileiros querem “se deletar” da web
Levantamento da NordVPN, empresa de cibersegurança, aponta também que 43% das pessoas veem a internet como um vilão do tempo
Luiz Gustavo Pacete 24 de setembro de 2022
[...]
Isso ocorre porque 43% disseram que as plataformas digitais tomam muito do seu tempo, enquanto 32% se sentem usados por empresas que exploram seus dados pessoais. De acordo com os entrevistados da pesquisa, realizada com mil pessoas, quase cinco em cada dez disseram que suas informações financeiras pessoais são as que mais gostariam de excluir da internet. Outros 30% disseram não confiar na internet e 25% disseram ter medo de serem manipulados.
O levantamento aponta ainda que 43% das pessoas gostariam de deletar momentos embaraçosos, 23% queriam excluir fotos/vídeos pouco lisonjeiros, 20% retirariam da internet perfis antigos de namoro e 7% optariam por deletar o histórico de emprego anterior. Para quem deseja ficar anônimo on-line e está disposto a pagar por isso, o estudo revela que 46% dos brasileiros pagariam até R$ 500, 8% pagariam entre R$ 501 e R$ 2,6 mil e 3% pagariam entre R$ 2.601 e R$ 5,3 mil para desaparecer do mundo digital.
“Embora 'se remover' da internet pareça uma boa ideia para aqueles preocupados em expor informações pessoais às entidades erradas, você deve se perguntar se limpar a lousa totalmente é possível em nosso mundo digital dominante”, disse Daniel Markuson, especialista em privacidade digital da NordVPN. “Nosso estudo também descobriu que alguns seriam a favor de uma abordagem mais prática para essa exclusão, já que mais da metade (60%) aceitaria pagar para usar a internet anonimamente o tempo todo”, explica.
Fonte: https://forbes.com.br/forbes-tech.
Do ponto de vista dos processos de formação de palavras, deletar e cibersegurança, empregadas no texto, são palavras que:
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Texto III:
Pesquisa mostra que 20% dos brasileiros querem “se deletar” da web
Levantamento da NordVPN, empresa de cibersegurança, aponta também que 43% das pessoas veem a internet como um vilão do tempo
Luiz Gustavo Pacete 24 de setembro de 2022
[...]
Isso ocorre porque 43% disseram que as plataformas digitais tomam muito do seu tempo, enquanto 32% se sentem usados por empresas que exploram seus dados pessoais. De acordo com os entrevistados da pesquisa, realizada com mil pessoas, quase cinco em cada dez disseram que suas informações financeiras pessoais são as que mais gostariam de excluir da internet. Outros 30% disseram não confiar na internet e 25% disseram ter medo de serem manipulados.
O levantamento aponta ainda que 43% das pessoas gostariam de deletar momentos embaraçosos, 23% queriam excluir fotos/vídeos pouco lisonjeiros, 20% retirariam da internet perfis antigos de namoro e 7% optariam por deletar o histórico de emprego anterior. Para quem deseja ficar anônimo on-line e está disposto a pagar por isso, o estudo revela que 46% dos brasileiros pagariam até R$ 500, 8% pagariam entre R$ 501 e R$ 2,6 mil e 3% pagariam entre R$ 2.601 e R$ 5,3 mil para desaparecer do mundo digital.
“Embora 'se remover' da internet pareça uma boa ideia para aqueles preocupados em expor informações pessoais às entidades erradas, você deve se perguntar se limpar a lousa totalmente é possível em nosso mundo digital dominante”, disse Daniel Markuson, especialista em privacidade digital da NordVPN. “Nosso estudo também descobriu que alguns seriam a favor de uma abordagem mais prática para essa exclusão, já que mais da metade (60%) aceitaria pagar para usar a internet anonimamente o tempo todo”, explica.
Fonte: https://forbes.com.br/forbes-tech.
Ao se analisar o funcionamento dos fatores de textualidade do texto da revista Forbes, assinale a alternativa INCORRETA.
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Texto I:
Em podcast, Joaquim Maia Neto analisa contribuições do legislativo no combate à poluição causada pelo plástico
Os plásticos de uso único, amplamente utilizados devido à praticidade e à versatilidade de suas aplicações, tornaram-se fonte de grandes problemas ambientais, principalmente para os mares e oceanos.
Em podcast, o consultor legislativo do Senado Federal – Joaquim Maia Neto, caracterizou o problema – com o intuito de apresentar e discutir as iniciativas legislativas sobre o tema no âmbito da União, bem como sobre as dificuldades políticas, técnicas e operacionais ao enfrentamento do desafio de redução do consumo e da produção de plástico, bem como as experiências internacionais e de entes federativos brasileiros subnacionais.

Fonte: https://alesfe.org.br. Acesso: 20/09/22.
Texto II:
CONTRIBUIÇÕES DO PODER LEGISLATIVO NO COMBATE À POLUIÇÃO CAUSADA POR PLÁSTICO
Joaquim Maia Neto
Introdução
Os plásticos de uso único, amplamente utilizados devido à praticidade e à versatilidade de suas aplicações, tornaram-se fonte de grandes problemas ambientais, principalmente para os mares e oceanos. A poluição causada pelo plástico tem origem na sua produção a partir de fontes petroquímicas, cuja cadeia produtiva é emissora de gases de efeito estufa, e na falta de biodegradabilidade, que resulta em acúmulo progressivo nos ecossistemas com os consequentes impactos negativos.
Neste trabalho o problema será devidamente caracterizado, com o intuito de apresentar e discutir as iniciativas legislativas sobre o tema no âmbito da União, as dificuldades políticas, técnicas e operacionais ao enfrentamento do desafio de redução do consumo e da produção de plástico, bem como as experiências internacionais e de entes federativos brasileiros subnacionais. [...].
Fonte: https://www12.senado.leg.br/. Boletim Legislativo: Núcleo de Estudos e Pesquisas da Consultoria Legislativa. Nº 95, junho 2021. Acesso: 20/09/22.
Os textos I e II evidenciam características que fazem com que algo seja um texto, ou seja, evidenciam seus fatores da textualidade.
Acerca destes, assinale a seguir a alternativa CORRETA.
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Texto I:
Em podcast, Joaquim Maia Neto analisa contribuições do legislativo no combate à poluição causada pelo plástico
Os plásticos de uso único, amplamente utilizados devido à praticidade e à versatilidade de suas aplicações, tornaram-se fonte de grandes problemas ambientais, principalmente para os mares e oceanos.
Em podcast, o consultor legislativo do Senado Federal – Joaquim Maia Neto, caracterizou o problema – com o intuito de apresentar e discutir as iniciativas legislativas sobre o tema no âmbito da União, bem como sobre as dificuldades políticas, técnicas e operacionais ao enfrentamento do desafio de redução do consumo e da produção de plástico, bem como as experiências internacionais e de entes federativos brasileiros subnacionais.

Fonte: https://alesfe.org.br. Acesso: 20/09/22.
Texto II:
CONTRIBUIÇÕES DO PODER LEGISLATIVO NO COMBATE À POLUIÇÃO CAUSADA POR PLÁSTICO
Joaquim Maia Neto
Introdução
Os plásticos de uso único, amplamente utilizados devido à praticidade e à versatilidade de suas aplicações, tornaram-se fonte de grandes problemas ambientais, principalmente para os mares e oceanos. A poluição causada pelo plástico tem origem na sua produção a partir de fontes petroquímicas, cuja cadeia produtiva é emissora de gases de efeito estufa, e na falta de biodegradabilidade, que resulta em acúmulo progressivo nos ecossistemas com os consequentes impactos negativos.
Neste trabalho o problema será devidamente caracterizado, com o intuito de apresentar e discutir as iniciativas legislativas sobre o tema no âmbito da União, as dificuldades políticas, técnicas e operacionais ao enfrentamento do desafio de redução do consumo e da produção de plástico, bem como as experiências internacionais e de entes federativos brasileiros subnacionais. [...].
Fonte: https://www12.senado.leg.br/. Boletim Legislativo: Núcleo de Estudos e
Pesquisas da Consultoria Legislativa. Nº 95, junho 2021. Acesso: 20/09/22.
Na leitura do Boletim Legislativo, o raciocínio de Joaquim Maia Neto tem potencial de ser acompanhado, enquanto são identificados seus argumentos e são ativados os conhecimentos sobre estes.
Com base nisso, assinale a alternativa com a sequência CORRETA de (V) verdadeiro e (F) falso:
( ) O parágrafo exposto do Texto II apresenta um equilíbrio variável de progressão textual: entre repetir e retomar o problema do uso de plástico para o meio ambiente e o de acrescentar a informação acerca dos objetivos do Boletim, evidenciando as contribuições do poder legislativo no combate a esse problema.
( ) O último parágrafo exposto do Boletim trata da ordem proferida por Joaquim Maia Neto, para que seu público-alvo ouça sua análise acerca de contribuições do poder legislativo.
( ) O uso de e caracteriza esta palavra gramatical como uma conjunção coordenativa aditiva e um operador argumentativo, o qual soma a favor de uma mesma conclusão, da maneira como empregado no último parágrafo do Boletim.
( ) No último parágrafo, as ações de apresentar e discutir estão conectadas pela relação que aponta para conclusões contrárias.
Marque a alternativa com a sequência CORRETA.
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Texto I:
Em podcast, Joaquim Maia Neto analisa contribuições do legislativo no combate à poluição causada pelo plástico
Os plásticos de uso único, amplamente utilizados devido à praticidade e à versatilidade de suas aplicações, tornaram-se fonte de grandes problemas ambientais, principalmente para os mares e oceanos.
Em podcast, o consultor legislativo do Senado Federal – Joaquim Maia Neto, caracterizou o problema – com o intuito de apresentar e discutir as iniciativas legislativas sobre o tema no âmbito da União, bem como sobre as dificuldades políticas, técnicas e operacionais ao enfrentamento do desafio de redução do consumo e da produção de plástico, bem como as experiências internacionais e de entes federativos brasileiros subnacionais.

Fonte: https://alesfe.org.br. Acesso: 20/09/22.
Texto II:
CONTRIBUIÇÕES DO PODER LEGISLATIVO NO COMBATE À POLUIÇÃO CAUSADA POR PLÁSTICO
Joaquim Maia Neto
Introdução
Os plásticos de uso único, amplamente utilizados devido à praticidade e à versatilidade de suas aplicações, tornaram-se fonte de grandes problemas ambientais, principalmente para os mares e oceanos. A poluição causada pelo plástico tem origem na sua produção a partir de fontes petroquímicas, cuja cadeia produtiva é emissora de gases de efeito estufa, e na falta de biodegradabilidade, que resulta em acúmulo progressivo nos ecossistemas com os consequentes impactos negativos.
Neste trabalho o problema será devidamente caracterizado, com o intuito de apresentar e discutir as iniciativas legislativas sobre o tema no âmbito da União, as dificuldades políticas, técnicas e operacionais ao enfrentamento do desafio de redução do consumo e da produção de plástico, bem como as experiências internacionais e de entes federativos brasileiros subnacionais. [...].
Fonte: https://www12.senado.leg.br/. Boletim Legislativo: Núcleo de Estudos e
Pesquisas da Consultoria Legislativa. Nº 95, junho 2021. Acesso: 20/09/22.
Acerca do conteúdo dos Textos I e II, analise:
I - O Texto I e o Texto II mantêm uma relação intertextual entre si, especialmente acerca do eixo-temático sobre contribuições do poder legislativo no combate à poluição causada por plástico.
II - O Texto I e o Texto II não apresentam intertextualidade entre si, porque o primeiro é um podcast e o segundo é um documento escrito por Joaquim Maia Neto.
III - A relação título-texto de ambos os textos evidencia que estes determinam as atribuições e o funcionamento de uma câmara de vereadores.
IV - O Texto I apresenta também elementos de texto não verbal.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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