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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Analise o seguinte fragmento de texto e as afirmações que são feitas abaixo:
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. (l. 28)
I. As duas ocorrências da palavra que introduzem orações subordinadas – a primeira, uma objetiva direta; a segunda, a adjetiva.
II. O período é composto por duas orações.
III. Nenhuma das orações presentes no período admite conversão para a voz passiva.
Quais estão INCORRETAS?
 

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549158 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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é uma reunião fechada que visa esclarecer determinado tema ou tomar alguma decisão; é muito utilizada por diversas classes de profissionais, segundo Marlene Matias (2010).
Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
 

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548155 Ano: 2014
Disciplina: Marketing
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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Um plano de marketing vem a ser a parte escrita do planejamento. É o documento que contém todos os detalhes para a ação a ser desenvolvida pelos administradores responsáveis. Para a elaboração de um plano mercadológico com informações relevantes, são necessários alguns passos. Analise as assertivas abaixo que contemplem todos esses passos, segundo Las Casas (2009).
I. Levantamento de informações.
II. Lista de problemas e oportunidades.
III. Determinação de objetivos e do orçamento.
IV. Desenvolvimento da estratégia.
V. Projeção de vendas e lucros.
Quais estão corretas?
 

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547432 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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Segundo Jean-Yves Rousseau (1998), em meados do século XX, julgou-se, erradamente, que a micrografia aplicada à organização de arquivos era a solução para o aumento assustador de enormes quantidades de documentos. Mais recentemente, acreditou-se que o suporte informático é a solução miraculosa para os problemas que a “explosão documental” levanta. Nota-se mesmo em certos casos que a informática tem tendência para fazer aumentar. Sobre esse assunto, relacione as colunas abaixo.

Coluna 1

1. Anuário.
2. Inventário sumário.
3. Inventário catálogo.
4. Catálogo.

Coluna 2

( ) Instrumento de referência que recenseia os instrumentos de descrição documental produzidos por um serviço de arquivo, um organismo ou um grupo de organismos e que guia o leitor sobre os fundos tratados.

( ) Instrumento de difusão e de referência, que permite estabelecer as ligações entre serviços de arquivo, organismos internacionais, nacionais, regionais ou locais.

( ) Instrumento de descrição documental que descreve, através de aspectos exteriores ao documento, cada uma das peças de um fundo ou de uma coleção de arquivo.

( ) Instrumento de descrição documental destinado a enunciar de modo exato a documentação de um fundo ou de uma coleção.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Em relação aos acervos técnicos, é correto afirmar que:
 

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545660 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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é um traslado, cópia autêntica de leis, decretos ou posturas para se publicar pela imprensa periódica ou por meio de afixação nos lugares públicos, para que não se alegue desconhecimento de sua mensagem, de acordo com Medeiros (2008).
Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa(1) pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese,(2) temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais:(3) infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Considere os fragmentos de texto e as afirmações que os seguem:
1. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos.
2. Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho.
3. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos.
I. Na frase 1, a palavra maliciosa poderia ser substituída por vulgar, mantendo-se o sentido original.
II. Na frase 2, diuturnamente substituiria em tese, sem acarretar alteração na frase.
III. Corriqueiros substituiria adequadamente triviais na frase 3, sem provocar alteração de sentido.
Quais estão INCORRETAS?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Avalie as seguintes propostas de reescritura da seguinte frase do texto:
Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê?
I. Todas as vezes que ela precisa da impressora, mesmo que haja 20 pessoas trabalhando na sala, faltam folhas, mesmo que sua necessidade seja de apenas uma.
II. A sala, cuja impressora fica no corredor, possui vinte e uma pessoas utilizando seu espaço. Entretanto, sempre fica no ar a questão: onde estão as folhas?
III. Juntamente com vinte pessoas, ela trabalha numa sala e, em um corredor, fica sua impressora. No entanto, quando ela precisa, não há folhas, pois cada um que passa pela impressora pega uma folha. Ela, então, fica perplexa (ou fica a ver navios).
Quais das propostas acima estão em DESACORDO com a frase original?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista.
Qual das seguintes propostas apresenta a correta conversão para a voz passiva da frase:
 

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Nos termos indicados pela Resolução nº 22/2012 do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, em relação à prescrição nos processos que objetivem apurar infração à legislação profissional referente ao exercício da profissão de arquiteto e urbanista, é INCORRETO afirmar que:
 

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