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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Considere o seguinte fragmento do texto e as propostas que o seguem:
Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger.
I. O verbo haver introduz na frase ideia de tempo, podendo ser substituído pelo fazer, flexionado no plural, devido à presença do vocábulo bastante.
II. A inserção da expressão quase sempre imediatamente após a forma verbal usa causa alteração no sentido da frase.
III. A oração para se proteger poderia ser substituída por desde que se proteja, mantendo-se o sentido original.
Quais estão corretas?
 

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487025 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A administração nos últimos 150 anos, de acordo com Maximiano (2008), tornou-se um corpo organizado de conhecimentos e teorias. Conforme o autor, as principais escolas da administração são a Clássica, a Comportamental e o Pensamento Sistêmico.
Associe as colunas em relação aos pensadores da Escola Clássica com as suas contribuições.
Coluna 1
1. Taylor.
2. Henry Ford.
3. Fayol.
4. Weber.
Coluna 2
( ) O tipo ideal de burocracia.
( ) O movimento da administração científica.
( ) O processo de administração.
( ) A linha de montagem.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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485325 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Os novos conceitos e tecnologias de instalações prediais hidrossanitárias estão ligados ao conceito de edifícios inteligentes, visando instalações e operacionalizações de novos equipamentos que exigem do arquiteto a adoção de sistemas construtivos mais adequados na concepção do projeto de arquitetura. Dentre as inovações, assinale a INCORRETA.
 

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484452 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Os critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos são estabelecidos pela NBR 9.050/2004. Analise as determinações para equipamentos urbanos.
I. Para bens tombados, nos casos de áreas ou elementos onde não seja possível promover a adaptação do imóvel para torná-lo acessível ou visitável, deve-se garantir o acesso por meio de informação visual, auditiva ou tátil das áreas ou dos elementos cuja adaptação seja impraticável.
II. Os cinemas, teatros, auditórios e similares devem possuir, na área destinada ao público,espaços reservados para P.C.R. (Pessoa em cadeira de rodas), assentos para P.M.R. (Pessoa com mobilidade reduzida) e assentos para P.O. (Pessoa obesa), estando localizados em uma rota acessível vinculada a uma rota de fuga.
III. Os restaurantes, refeitórios e bares devem possuir pelo menos 5% do total de mesas, com no mínimo uma, acessíveis a P.C.R. As mesas devem ser distribuídas de forma a estarem integradas às demais, exceto nos locais onde as refeições sejam feitas em balcões.
IV. Nos locais de esporte, uma rota acessível deve interligar os espaços para P.C.R. e os assentos para P.M.R. e P.O. às áreas de apresentação, incluindo quadras, vestiários e sanitários. As áreas para prática de esportes devem ser acessíveis, incluindo os campos gramados, arenosos ou similares.
Quais estão corretas?
 

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Em relação à anuidade devida para os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo, é correto afirmar que:
 

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Analise as seguintes afirmativas:
I. Os campos de atuação profissional para o exercício da arquitetura e urbanismo são definidos a partir das diretrizes curriculares nacionais que dispõem sobre a formação do profissional arquiteto e urbanista, nas quais os núcleos de conhecimentos de fundamentação e de conhecimentos profissionais caracterizam a unidade de atuação do profissional.
II. Serão consideradas privativas de profissional especializado todas as áreas de atuação de arquiteto e urbanista.
III. No exercício da atividade em áreas de atuação compartilhada com outras áreas profissionais, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo fiscalizará o exercício profissional da arquitetura e urbanismo.
Quais estão corretas?
 

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2497818 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Considerando o contexto de ocorrência, a palavra estapafúrdios, mantendo- se o sentido e a estrutura da frase em que ocorre, só NÃO poderia ser substituída por
Questão Anulada

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1474251 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
O Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) reúne princípios, regras e recomendações como obrigações gerais dos arquitetos e urbanistas para com o interesse público, o contratante, a profissão, os colegas e o próprio conselho. Segundo esse código, o arquiteto e urbanista têm as seguintes obrigações, EXCETO:
Questão Anulada

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Considerando verdadeiras as proposições:
I. Todos paisagistas gostam de plantas.
II. Nenhum paisagista gosta de gramado sintético.
III. Qualquer pessoa é paisagista ou engenheiro.
IV. Mário não é engenheiro.
Dentre as alternativas a seguir, selecione aquela que associa corretamente uma verdade em relação às afirmações acima.
Questão Anulada

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1474121 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Provas:
De acordo com Kaspary (2007), marque qual é o tratamento que está sendo, aos poucos, substituído por Vossa Magnificência, empregado em correspondências dirigidas aos Reitores de Universidade.
Questão Anulada

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