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Foram encontradas 178 questões.

547647 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A questão baseia-se na Figura 8, que mostra, esquematicamente, um modelo de processo de software.
Enunciado 547647-1
Figura 8 - Modelo de processo de software.
O modelo de processo de software, mostrado na Figura 8, tem as seguintes características: (1) procura-se obter, com o cliente, todos os requisitos do software no início do projeto; (2) nesse modelo, move-se para a próxima fase quando as atividades da fase anterior foram concluídas adequadamente; e (3) há necessidade do cliente ter paciência para ter a sua disposição o software. Nesse caso, esse modelo de processo de software é chamado de:
 

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547432 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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Segundo Jean-Yves Rousseau (1998), em meados do século XX, julgou-se, erradamente, que a micrografia aplicada à organização de arquivos era a solução para o aumento assustador de enormes quantidades de documentos. Mais recentemente, acreditou-se que o suporte informático é a solução miraculosa para os problemas que a “explosão documental” levanta. Nota-se mesmo em certos casos que a informática tem tendência para fazer aumentar. Sobre esse assunto, relacione as colunas abaixo.

Coluna 1

1. Anuário.
2. Inventário sumário.
3. Inventário catálogo.
4. Catálogo.

Coluna 2

( ) Instrumento de referência que recenseia os instrumentos de descrição documental produzidos por um serviço de arquivo, um organismo ou um grupo de organismos e que guia o leitor sobre os fundos tratados.

( ) Instrumento de difusão e de referência, que permite estabelecer as ligações entre serviços de arquivo, organismos internacionais, nacionais, regionais ou locais.

( ) Instrumento de descrição documental que descreve, através de aspectos exteriores ao documento, cada uma das peças de um fundo ou de uma coleção de arquivo.

( ) Instrumento de descrição documental destinado a enunciar de modo exato a documentação de um fundo ou de uma coleção.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Em relação aos acervos técnicos, é correto afirmar que:
 

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545660 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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é um traslado, cópia autêntica de leis, decretos ou posturas para se publicar pela imprensa periódica ou por meio de afixação nos lugares públicos, para que não se alegue desconhecimento de sua mensagem, de acordo com Medeiros (2008).
Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
 

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544829 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Os casos típicos de patologia da construção ocorrem desde problemas com fundações até deficiências de instalações prediais. Analise as afirmações tendo em vista que os seguintes problemas:
I. De fundação e estruturas de edifícios correntes estão relacionados a recalques diferenciados das fundações, apesar de serem feitos todos oslevantamentos, sondagens ou ensaios necessários atualmente.
II. De vedações, caxilhos e revestimentos estão relacionados a irregularidades geométricas, falhas construtivas e inteiração com a estrutura de concreto armado, além de umidade e revestimentos em argamassa e cerâmica.
III. De pisos e impermeabilizações estão relacionados à execução de lajes de fundação com função de piso, que apresentam irregularidades graduais ou abruptas, além de fissuras de retração ou de flexão de laje.
IV. De instalações prediais elétricas estão relacionados à falta de identificação de circuitos nas caixas de alimentação ou distribuição; à instalação de caixas de tomadas ou interruptores em cota errada; a caixas e eletrodutos reentrantes ou salientes nas paredes e tetos; e a caixas chumbadas fora do esquadro.
Quais estão corretas?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa(1) pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese,(2) temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais:(3) infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Considere os fragmentos de texto e as afirmações que os seguem:
1. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos.
2. Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho.
3. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos.
I. Na frase 1, a palavra maliciosa poderia ser substituída por vulgar, mantendo-se o sentido original.
II. Na frase 2, diuturnamente substituiria em tese, sem acarretar alteração na frase.
III. Corriqueiros substituiria adequadamente triviais na frase 3, sem provocar alteração de sentido.
Quais estão INCORRETAS?
 

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544625 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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Determinados comportamentos são considerados antiéticos ou errados na atividade jornalística, entre eles, estão:
I. Plagiar texto de outro jornalista.
II. Reproduzir informação publicada em veículo de comunicação oficial.
III. Publicar uma "barriga".
IV. Dar um "furo".
Quais estão corretos?
 

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543415 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A elaboração e implementação de estratégias (ou planejamento estratégico), de acordo com Thompson Jr e Strickland III (2003), são funções básicas da gerência (administrador). E uma boa estratégia e uma boa execução são os sinais confiáveis de um bom administrador (ou gerência). Cinco tarefas fazem parte de uma gerência estratégica: desenvolver a visão e a missão, estabelecer objetivos, elaborar uma estratégia para atingir os objetivos, implementar e executar a estratégia e, finalmente, avaliar o desempenho e iniciar as correções. Dentre as tarefas relacionadas ao desenvolvimento de uma estratégia, conforme os autores, relacione as colunas abaixo:
Coluna 1
1. Visão estratégica.
2. Missão da organização.
3. Objetivos estratégicos.
4. Estratégia.
Coluna 2
( ) Um conceito de orientação para o que a organização está tentando fazer e tornar-se.
( ) Metas estabelecidas pela gerência para reforçar a posição geral da organização e vitalidade competitiva.
( ) Padrões de ações e abordagens de negócios que os gerentes empregam para atingir os objetivos organizacionais.
( ) Resposta personalizada da gerência para a pergunta “qual é o nosso negócio e o que estamos tentando fazer em benefício de nossos clientes?”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Avalie as seguintes propostas de reescritura da seguinte frase do texto:
Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê?
I. Todas as vezes que ela precisa da impressora, mesmo que haja 20 pessoas trabalhando na sala, faltam folhas, mesmo que sua necessidade seja de apenas uma.
II. A sala, cuja impressora fica no corredor, possui vinte e uma pessoas utilizando seu espaço. Entretanto, sempre fica no ar a questão: onde estão as folhas?
III. Juntamente com vinte pessoas, ela trabalha numa sala e, em um corredor, fica sua impressora. No entanto, quando ela precisa, não há folhas, pois cada um que passa pela impressora pega uma folha. Ela, então, fica perplexa (ou fica a ver navios).
Quais das propostas acima estão em DESACORDO com a frase original?
 

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535656 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Dentro das atribuições do administrador no Conselho, é contemplada a gestão dos recursos humanos. Uma das ferramentas obrigatórias, nesse caso, é a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que, na seção V, art. 168, define a obrigatoriedade do exame médico. De acordo com esse artigo, o empregado deve realizar exame médico:
I. Na admissão.
II. Na demissão.
III. Periodicamente.
Quais estão corretas?
 

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