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Ana Fausta Assis de Araújo, 48 anos, entrou para a história do Corpo de Bombeiros da Bahia. No último sábado (13), ela foi promovida e se tornou a primeira mulher a chegar ao posto de tenente-coronel dos bombeiros no estado.
Mãe de uma filha, além de criar o irmão portador de Síndrome de Down, a agora tenente-coronel entrou no Corpo de Bombeiros em 1996 e ficou até 2002 em unidades operacionais. "Depois fui convidada para coordenar os cursos de formação de praças femininas. Em 2015, quando o quadro das instituições foi separado, optei por seguir a carreira na minha casa, no lugar que sempre me identifiquei, no Corpo de Bombeiros Militar da Bahia", contou a tenente-coronel Ana Fausta.
Ana acumula, no currículo, experiência na unidade de orçamento do comando do Corpo de Bombeiros, passou pelo 1º Grupamento de Bombeiros Militares/Barroquinha, 3º Grupamento de Bombeiros Militares/lguatemi e 10º Grupamento de Bombeiros Militares/Simões Filho. Atuou na Escola de Formação de Bombeiros e, atualmente, comanda o Grupamento Marítimo da instituição (Gmar).
A tenente-coronel também criou o projeto 'Anjinhos da praia' que educa crianças sobre como se comportar no mar. "Nos inspiramos em um projeto que existe em vários estados, porém a gente deu mais 'dendê' à atividade, para que tivesse mais a nossa cara. Hoje as crianças passam cinco dias aprendendo e brincando com o lema 'Educar para Prevenir', para evitar acidentes na água", disse.
Disponível em: <https://www.correio24horas.com.br/noticia/níd/conheca-ana-fausta-primeira-mulher-a-se-tornar-tenente-coronel-dos-bombeiros-na-ba/>. Acesso em: 22 dez. 2022.
O texto visa, sobretudo, entre as informações apresentadas:
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Tanto de meu estado me acho incerto,
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntamente choro e rio,
o mundo todo abarco e nada aperto.
É tudo quanto sinto, um desconcerto;
da alma um fogo me sai, da vista um rio;
agora espero, agora desconfio,
agora desvario, agora acerto.
Estando em terra, chego ao Céu voando,
num'hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um' hora.
Se me pergunta alguém porque assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora.
CAMÕES, Luís de. Sonetos e outras rimas. São Paulo: FTD, 1998, p. 22.
O verso transcrito em que se registra uma oração condicional está em
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Tanto de meu estado me acho incerto,
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntamente choro e rio,
o mundo todo abarco e nada aperto.
É tudo quanto sinto, um desconcerto;
da alma um fogo me sai, da vista um rio;
agora espero, agora desconfio,
agora desvario, agora acerto.
Estando em terra, chego ao Céu voando,
num'hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um' hora.
Se me pergunta alguém porque assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora.
CAMÕES, Luís de. Sonetos e outras rimas. São Paulo: FTD, 1998, p. 22.
"Se me pergunta alguém porque assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora." (v. 12-14).
Em relação às formas verbais dos versos, é correto afirmar:
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Tanto de meu estado me acho incerto,
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntamente choro e rio,
o mundo todo abarco e nada aperto.
É tudo quanto sinto, um desconcerto;
da alma um fogo me sai, da vista um rio;
agora espero, agora desconfio,
agora desvario, agora acerto.
Estando em terra, chego ao Céu voando,
num'hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um' hora.
Se me pergunta alguém porque assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora.
CAMÕES, Luís de. Sonetos e outras rimas. São Paulo: FTD, 1998, p. 22.
A passagem transcrita do poema em que se registra um vocativo está em
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Tanto de meu estado me acho incerto,
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntamente choro e rio,
o mundo todo abarco e nada aperto.
É tudo quanto sinto, um desconcerto;
da alma um fogo me sai, da vista um rio;
agora espero, agora desconfio,
agora desvario, agora acerto.
Estando em terra, chego ao Céu voando,
num'hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um' hora.
Se me pergunta alguém porque assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora.
CAMÕES, Luís de. Sonetos e outras rimas. São Paulo: FTD, 1998, p. 22.
A passagem transcrita em que há ausência de palavras ou ideias antagônicas é a
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Tanto de meu estado me acho incerto,
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntamente choro e rio,
o mundo todo abarco e nada aperto.
É tudo quanto sinto, um desconcerto;
da alma um fogo me sai, da vista um rio;
agora espero, agora desconfio,
agora desvario, agora acerto.
Estando em terra, chego ao Céu voando,
num'hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um' hora.
Se me pergunta alguém porque assim ando,
respondo que não sei; porém suspeito
que só porque vos vi, minha Senhora.
CAMÕES, Luís de. Sonetos e outras rimas. São Paulo: FTD, 1998, p. 22.
O poema destacado da autoria de Camões, poeta português do século XVI, se tornou conhecido por toda Europa e, posteriormente, no Brasil-Colônia. Seus versos agradam até a contemporaneidade porque tratam, quase sempre, de um sentimento que toda a humanidade conhece: o amor.
Em relação ao poema têm comprovação, em seus versos, as afirmativas:
I. O estado de espírito do poeta revela-se ambíguo, com sentimentos contraditórios, que o deixa instável diante do mundo.
II. Ao afirmar que "da alma um fogo me sai, da vista um rio" (v.6), o poeta faz referência à instabilidade seu estado físico: ora sente calor, ora sente frio.
III. Na terceira estrofe, os versos: Estando em terra, chego ao Céu voando, / num'hora acho mil anos, e é de jeito / que em mil anos não posso achar um' hora" revelam perda da noção de tempo e de espaço, durante o dia, para o poeta.
IV. O poeta ignora o motivo de seu estado tão desequilibrado, deixando-o, cada vez, mais ansioso.
V. A cura dos males do poeta está subalternamente relacionada à vontade fora de si.
A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
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Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais [A]. É símbolo da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas, é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto.
O fogo é fonte de luz e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação. Nunca é igual, nem a si mesmo [B]. Para os alquimistas, o triângulo era o símbolo do fogo, porque ele procura o alto. Em todas as religiões, o fogo é parte essencial dos rituais, pois purifica. É símbolo da alma em muitos povos, e, em todos, é símbolo do Amor. [C] Afinal, qual é a relação entre o fogo que queima o dedo e o que arde no coração dos apaixonados? Na natureza, tudo é símbolo. O fogo representa a ânsia de transformação que é uma força de amor, movendo o mundo. Dentro do coração de cada um de nós, segundo os magos, os xamãs, os rabinos e outros ainda, existe uma chama sagrada que é uma centelha da própria Divindade (como no Sagrado Coração de Jesus). Os astrólogos sempre identificaram o coração com o Sol, porque a nossa alma é como um fogo celeste batendo no peito, um fogo que é a própria Vida.
Por isso o fogo é tão importante nos rituais religiosos. Existe a lenda da Fênix, um pássaro mágico e imortal, que renascia das próprias cinzas. [D] Os romanos tinham o fogo eterno de Vesta, a Deusa do Lar, guardado por um grupo de sacerdotisas virgens, chamadas Vestais. Essa função era tão importante que, se uma delas rompesse os votos de castidade, era enterrada viva... Hoje em dia, no Rio Grande do Sul, existe em uma fazenda um fogo de chão [E] que não se apaga, há mais de duzentos anos, sendo guardado por gerações como o altar da família. Para eles, representa a própria Roda da Vida. Um fogo que aqueceu gerações e gerações. Existe uma relação também entre o tempo e o fogo — os dois devoram tudo o que tocam.
Todo esse prestígio místico para o fogo não chega a disfarçar o fato de que ele é uma força extremamente perigosa e destrutiva, que tem que ser mantida sob controle o tempo todo.
O terror de quem está preso em um incêndio é indescritível. As pessoas possuem um medo ancestral de morrerem queimadas... O fogo as leva a extremos e a fazer coisas igualmente extremas. É, por isso, que o fogo é um dos símbolos do Inferno, e no Céu é tudo arejado, refrescante... Ou alguma filosofia promete um Céu de labaredas para os seus devotos?
Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/w3/henrique/caminholuz/fogo.htm#:~:texl>. Acesso em: 20 dez. 2022. Adaptado.
O uso da vírgula, separando um aposto, está registrado em
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Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais [A]. É símbolo da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas, é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto.
O fogo é fonte de luz [B] e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação. Nunca é igual, nem a si mesmo. Para os alquimistas, o triângulo era o símbolo do fogo, porque ele procura o alto. Em todas as religiões, o fogo é parte essencial dos rituais [C], pois purifica. É símbolo da alma em muitos povos, e, em todos, é símbolo do Amor. Afinal, qual é a relação entre o fogo que queima o dedo e o que arde no coração dos apaixonados? Na natureza, tudo é símbolo. O fogo representa a ânsia de transformação que é uma força de amor, movendo o mundo. Dentro do coração de cada um de nós, segundo os magos, os xamãs, os rabinos e outros ainda, existe uma chama sagrada que é uma centelha da própria Divindade (como no Sagrado Coração de Jesus). Os astrólogos sempre identificaram o coração com o Sol, porque a nossa alma é como um fogo celeste batendo no peito, um fogo que é a própria Vida.
Por isso o fogo é tão importante nos rituais religiosos [D]. Existe a lenda da Fênix, um pássaro mágico e imortal, que renascia das próprias cinzas. Os romanos tinham o fogo eterno de Vesta, a Deusa do Lar, guardado por um grupo de sacerdotisas virgens, chamadas Vestais. Essa função era tão importante que, se uma delas rompesse os votos de castidade, era enterrada viva... Hoje em dia, no Rio Grande do Sul, existe em uma fazenda um fogo de chão que não se apaga, há mais de duzentos anos, sendo guardado por gerações como o altar da família. Para eles, representa a própria Roda da Vida. Um fogo que aqueceu gerações e gerações. Existe uma relação também entre o tempo e o fogo — os dois devoram tudo o que tocam.
Todo esse prestígio místico para o fogo não chega a disfarçar o fato de que ele é uma força extremamente perigosa [E] e destrutiva, que tem que ser mantida sob controle o tempo todo.
O terror de quem está preso em um incêndio é indescritível. As pessoas possuem um medo ancestral de morrerem queimadas... O fogo as leva a extremos e a fazer coisas igualmente extremas. É, por isso, que o fogo é um dos símbolos do Inferno, e no Céu é tudo arejado, refrescante... Ou alguma filosofia promete um Céu de labaredas para os seus devotos?
Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/w3/henrique/caminholuz/fogo.htm#:~:texl>. Acesso em: 20 dez. 2022. Adaptado.
Nas orações, a seguir, o verbo "ser" apresenta-se como um elemento de ligação entre o sujeito e o seu predicativo, menos em
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Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais. É símbolo [A, B] da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas, é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto.
O fogo é fonte de luz e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação. Nunca é igual, nem a si mesmo. Para os alquimistas, o triângulo [A, B] era o símbolo do fogo, porque ele procura o alto. Em todas as religiões, o fogo é parte essencial dos rituais, pois purifica. É símbolo da alma em muitos povos, e, em todos, é símbolo do Amor. Afinal, qual é a relação entre o fogo que queima o dedo e o que arde no coração dos apaixonados? Na natureza, tudo é símbolo. O fogo representa a ânsia [E] de transformação que é uma força de amor, movendo o mundo. Dentro do coração de cada um de nós, segundo os magos, os xamãs, os rabinos e outros ainda, existe uma chama sagrada que é uma centelha da própria Divindade (como no Sagrado Coração de Jesus). Os astrólogos [A, B] sempre identificaram o coração com o Sol, porque a nossa alma é como um fogo celeste batendo no peito, um fogo que é a própria Vida.
Por isso o fogo é tão importante nos rituais religiosos. Existe a lenda da Fênix, um pássaro [B, C, D] mágico [C] e imortal, que renascia das próprias [E] cinzas. Os romanos tinham o fogo eterno de Vesta, a Deusa do Lar, guardado por um grupo de sacerdotisas virgens, chamadas Vestais. Essa função era tão importante que, se uma delas rompesse os votos de castidade, era enterrada viva... Hoje em dia, no Rio Grande do Sul, existe em uma fazenda um fogo de chão que não se apaga, há mais de duzentos anos, sendo guardado por gerações como o altar da família [C, D]. Para eles, representa a própria Roda da Vida. Um fogo que aqueceu gerações e gerações. Existe uma relação também entre o tempo e o fogo — os dois devoram tudo o que tocam.
Todo esse prestígio [D, E] místico [A, C] para o fogo não chega a disfarçar o fato de que ele é uma força extremamente perigosa e destrutiva, que tem que ser mantida sob controle o tempo todo.
O terror de quem está preso em um incêndio [E] é indescritível [D]. As pessoas possuem um medo ancestral de morrerem queimadas... O fogo as leva a extremos e a fazer coisas igualmente extremas. É, por isso, que o fogo é um dos símbolos do Inferno, e no Céu é tudo arejado, refrescante... Ou alguma filosofia promete um Céu de labaredas para os seus devotos?
Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/w3/henrique/caminholuz/fogo.htm#:~:texl>. Acesso em: 20 dez. 2022. Adaptado.
A alternativa em que há uma sequência de palavras pertencentes a uma mesma classe gramatical e que são acentuadas pela mesma razão é a
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Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais. É símbolo da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas, é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto.
O fogo é fonte de luz [A] e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação [B]. Nunca é igual, nem a si mesmo. Para os alquimistas, o triângulo era o símbolo do fogo, porque ele procura o alto. Em todas as religiões, o fogo é parte essencial dos rituais, pois purifica. É símbolo da alma em muitos povos, e, em todos, é símbolo do Amor [C]. Afinal, qual é a relação entre o fogo que queima o dedo e o que arde no coração dos apaixonados? Na natureza, tudo é símbolo. O fogo representa a ânsia de transformação que é uma força de amor, movendo o mundo. Dentro do coração de cada um de nós, segundo os magos, os xamãs, os rabinos e outros ainda, existe uma chama sagrada que é uma centelha da própria Divindade [D] (como no Sagrado Coração de Jesus). Os astrólogos sempre identificaram o coração com o Sol, porque a nossa alma é como um fogo celeste batendo no peito, um fogo que é a própria Vida.
Por isso o fogo é tão importante nos rituais religiosos. Existe a lenda da Fênix, um pássaro mágico e imortal, que renascia das próprias cinzas. Os romanos tinham o fogo eterno de Vesta, a Deusa do Lar, guardado por um grupo de sacerdotisas virgens, chamadas Vestais. Essa função era tão importante que, se uma delas rompesse os votos de castidade, era enterrada viva... Hoje em dia, no Rio Grande do Sul, existe em uma fazenda um fogo de chão que não se apaga, há mais de duzentos anos, sendo guardado por gerações como o altar da família. Para eles, representa a própria Roda da Vida [E]. Um fogo que aqueceu gerações e gerações. Existe uma relação também entre o tempo e o fogo — os dois devoram tudo o que tocam.
Todo esse prestígio místico para o fogo não chega a disfarçar o fato de que ele é uma força extremamente perigosa e destrutiva, que tem que ser mantida sob controle o tempo todo.
O terror de quem está preso em um incêndio é indescritível. As pessoas possuem um medo ancestral de morrerem queimadas... O fogo as leva a extremos e a fazer coisas igualmente extremas. É, por isso, que o fogo é um dos símbolos do Inferno, e no Céu é tudo arejado, refrescante... Ou alguma filosofia promete um Céu de labaredas para os seus devotos?
Disponível em: <http://www.dhnet.org.br/w3/henrique/caminholuz/fogo.htm#:~:texl>. Acesso em: 20 dez. 2022. Adaptado.
O texto apresenta múltiplas definições para o fogo, no intuito de mostrar sua versatilidade simbólica.
A alternativa que apresenta uma explicação inadequada à simbologia atribuída ao fogo é a
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