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Foram encontradas 180 questões.

2850857 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Uma escada utilizada por bombeiros mede “fechada” 5 m, já estendida 8 m, ao ser usada em um resgate, ela foi totalmente estendida, e apoiada em uma parede, onde a medida da base da escada a parede é de 3 m, determine a distância da base da parede até o topo da escada.

 

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2850856 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Segundo o Comandante Geral, Gilvaner Gregório, 2020 foi o ano com o maior número de afogamentos, sendo 83 em todo o estado. Em 2019, houveram 60 casos.

Fonte: https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2021/01/07/rondonia-registra-

aumento-de- 39percent-nos-casos-de-afogamento-em-2020.ghtml

Determine o percentual aproximado de aumento de afogamentos, entre 2019 e 2020.

 

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2850855 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Nas formações com prefixos, como na palavra anti-horário, o hífen deve ser empregado quando

 

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2850854 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

A oração que também atingiu os EUA com categoria 4 é classificada, quanto à sintaxe, como

 

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2850853 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.(c)

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada(a) em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece,(b) é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos.(d) Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.(e)

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Assinale a alternativa em que, no trecho, o QUE se classifica como pronome relativo.

 

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2850852 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Na oração uma vez que a água “desapareceu”, o conectivo sublinhado estabelece, com a oração anterior, uma relação de

 

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2850851 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam(I) a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam(I) por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente(II) caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria,(III) como voltaria(III) com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Analise as afirmativas que seguem.

I. As formas verbais mostravam e passavam estão no modo indicativo, no pretérito perfeito, e indicam uma descrição de ações.

II. Em Não tente o verbo está no modo imperativo negativo.

III. As formas verbais retornaria e voltaria estão no modo indicativo, no futuro do presente.

Assinale

 

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2850850 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Em Língua Portuguesa, o plural dos substantivos terminados em ão são formados de três maneiras.

Assinale a alternativa em que as palavras elencadas seguem a mesma regra.

 

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2850849 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

No período Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área, o pronome demonstrativo sublinhado exerce função

 

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2850848 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

É correto afirmar que os termos próprio e ressurgência seguem a mesma regra de acentuação, pois

 

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