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Arrume sua cama
Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama
Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.
Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.
“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.
A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.
Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.
Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.
Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua
vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)
No trecho O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego, os termos sublinhados são classificados como
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Arrume sua cama
Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama
Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.
Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.
“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado(I) de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.
A cama era tão simples quanto o dormitório:(II) nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.
Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.
Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante.(III) Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.
Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua
vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)
Analise os enunciados que seguem.
I. Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado. O termo sublinhado, que é um advérbio, também poderia ser escrito auto, o que exigiria o emprego de hífen.
II. A cama era tão simples quanto o dormitório. A construção tão... quanto é prototípica e estabelece uma comparação de superioridade.
III. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Nesse período, tem-se uma oração coordenada sindética aditiva.
Assinale
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Arrume sua cama
Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama
Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.
Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.
“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.
A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.
Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.
Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.
Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua
vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)
No segmento inflexível e impassível, os adjetivos empregados são
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Arrume sua cama
Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama
Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.
Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.
“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.
A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.
Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.
Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.
Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua
vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)
As figuras de linguagem são recursos expressivos empregados para gerar efeitos semânticos.
O segmento Aos pés da cama registra o emprego da figura de linguagem
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Arrume sua cama
Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama
Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.
Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.
“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.
A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.
Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.
Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.
Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua
vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)
Na oração Os dormitórios do alojamento são espartanos, o termo sublinhado tem a sinonímia mais próxima de
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Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.(I)
Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.
“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido(II) quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.
A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.
Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis(III) e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.
Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.
Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua
vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)
Analise as afirmativas que seguem:
I. Na oração pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia, o pronome em destaque é classificado como índice de indeterminação do sujeito.
II. Na oração e me coloquei em posição de sentido, o pronome em destaque é reflexivo.
III. No trecho Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis o pronome em destaque é classificado como reflexivo.
Assinale
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
A Lei da Sopa Paraguaia e a Constituição Federal Jornal “A Lei municipal n. 4112, de 18 de julho de 2017, de Dourados-MS, que declara, em seu artigo primeiro, a Sopa Paraguaia como patrimônio cultural imaterial da cidade de Dourados, ganhou destaque pela repercussão negativa no país, sob alegação de apropriação da cultura paraguaia por parte do município. A controvérsia reside no seguinte aspecto: é legítimo o reconhecimento de característica de outro país como patrimônio cultura brasileiro? Deste questionamento, outros podem ser formulados, como por exemplo: considerando que a infuência da colônia nipônica é tão relevante quanto a paraguaia na região, poderia o sushi ser reconhecido como patrimônio imaterial de Dourados? Ou ainda, caso outro país alegue inuência brasileira em sua cultura, poderia reconhecer itens característicos do Brasil, como a feijoada, o samba ou o Carnaval?
Adaptado de http://www.douradosnews.com.br/dourados/a-lei-dasopaparaguaia- e-a-
constituicaofederal/ 1041831/ de 29 de julho de 2017. Créditos Dourado News
A questão apontada no texto evidencia uma problemática histórica que pode ser compreendida pela ideia de
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
CASA DO ARTESÃO – CAMPO GRANDE/MS
Decreto n° 7.863 de 13 de julho de 1994.
Situada em um prédio histórico e centenário que marca o crescimento da nossa Capital, a Casa do Artesão de Campo Grande é um espaço singular de comercialização do rico e diverso artesanato de Mato Grosso do Sul. A construção se apresenta sem recuos, com fachada no alinhamento, conforme padrões de ocupação urbana da época […] A edificação está inscrita no Livro do Tombo das Belas Artes.
QUARTEL GENERAL DA 9ª RM – CAMPO GRANDE/MS
Lei n° 1.526 de 26 de julho de 1994.
O prédio tombado como Patrimônio Histórico foi inaugurado em 1922 como Quartel General da 9ª RM. […] (é) um edifício com dois pavimentos, que passou a ser a primeira obra de engenharia e arquitetura da cidade em dois andares. [...]. A edificação está inscrita no Livro do Tombo Histórico.
Trechos adaptados de https://www.fundacaodecultura.ms.gov.br/wpcontent/ uploads/2021/08/ RELACAO-BENS-
MATERIAIS-E-IMATERIAIS-DO-ESTADODO- MATO-GROSSO-DO-SUL-2021-1.pdf, acessado em 15/10/20022
As duas leis acima definiram o tombamento de patrimônios do Mato Grosso do Sul. Comparando os dois bens patrimoniais podemos perceber que
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna abaixo.
Tuas e teus campos,
O do Pantanal,
E teus rios são tão ricos
Que não há igual.
A pujança e a grandeza
de mil,
São o orgulho e a certeza
Do futuro do Brasil.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
Mato Grosso passou a ter rodovias na década de 1950, a partir das políticas desenvolvimentistas e de interiorização do Brasil, acentuadas entre 1956 a 1960 e ainda houve a mudança da capital nacional do Rio de Janeiro para Brasília. Ao final da década de 1960, a rodovia asfaltada chegou, ligando Campo Grande a São Paulo[...]
MACHADO, Andreia de Arruda, RODRIGUES, Marinete Zacharias. MATO GROSSO DO SUL:
História, Divisão e Sociedade. Caderno de Atividades. In: MATO GROSSO DO SUL E SUA
HISTÓRIA: EM PERSPECTIVA O PERÍODO DIVISIONISTA (1977- 1998), 2022.
O contexto e as ações apresentadas no texto se relacionam ao governo de
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