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Foram encontradas 180 questões.

2850847 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

A sinonímia mais adequada para os termos Em contrapartida e ressurgência é, respectivamente,

 

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2850846 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

A justificativa para a ocorrência de acento grave em devido à força dá-se por esta ser

 

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2850845 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão(a) Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.(b)

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa(d) e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

O pronome demonstrativo Isso refere-se

 

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2850844 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas(e) fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido(a) como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso(a) fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira(a) (28 de setembro), pouco(b) antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra(b) firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam(b) a areia molhada(e) da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam(c) por ali se aventuraram a se aproximar(c) e caminhar(e) sobre as algas que ficaram expostas.(c)

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou(d) uma imagem do ocorrido,(d) emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água(c) tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Assinale a alternativa em que TODAS as palavras contenham dígrafos.

 

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2850843 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

É correto afirmar que não só... como também classifica-se como

 

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2850842 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone(I) de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.(II)

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante(III) a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Analise as afirmativas que seguem.

I. No segmento antes de o ciclone, não ocorre a contração de de e o porque a preposição aparece antes de um sujeito com verbo no infinitivo.

II. No segmento ventos de até 240 km/h, a preposição empregada é classificada como essencial, pois deixa dúvidas a respeito da velocidade do vento.

III. O termo durante é classificado como preposição acidental.

Assinale

 

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2850841 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade

O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.

Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.

Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.

Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.

A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.

Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.

A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.

De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.

Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.

É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)

Nas palavras também e haver, é correto afirmar que há, respectivamente,

 

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2850840 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Arrume sua cama

Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama

Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.

Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.

“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.

A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.

Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.

Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.

Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua

vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)

No período Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse, é possível identificar

 

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Questão presente nas seguintes provas
2850839 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Arrume sua cama

Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama

Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.

Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.

“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.

A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.

Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.

Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.

Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua

vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)

De acordo com o texto, é possível mudar o mundo se o sujeito

 

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Questão presente nas seguintes provas
2850838 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MS
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Arrume sua cama

Se você quiser mudar o mundo... comece arrumando a sua cama

Os alojamentos do campo de treinamento dos SEALsi constituem um indescritível edifício de três andares localizado na praia de Coronado, na Califórnia, a cerca de 9 km do oceano Pacífico. O prédio não tem ar condicionado e, à noite, com as janelas abertas, pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia.

Os dormitórios do alojamento são espartanos. No dormitório dos oficiais, onde eu dormia com três colegas, havia quatro camas, um armário para pendurar os uniformes e nada mais. Naquelas manhãs em que vivi no alojamento eu pulava de minha “prateleira” e imediatamente iniciava o processo de arrumar a minha cama. Era a primeira tarefa do dia. Um dia que, eu sabia, seria cheio de inspeções de uniformes, longos períodos de natação, longas corridas, pistas de obstáculos e constante censura dos instrutores do SEAL.

“Atenção!”, gritou o líder da turma, o segundo-tenente Dan’l Steward, quando o instrutor entrou no dormitório. Aos pés da cama, bati um joelho contra o outro e me coloquei em posição de sentido quando o oficial se aproximou. O instrutor, inflexível e impassível, começou a inspeção checando a goma de meu quepe verde para se assegurar de que aquele “chapéu de oito bicos” estava crocante. Movendo-se de cima a baixo, seus olhos percorreram cada palmo do meu uniforme. Os vincos da túnica e das calças estavam alinhados? O metal do cinto brilhava como um espelho? Minhas botas estavam suficientemente polidas, de maneira que ele pudesse ver nelas o reflexo de seus dedos? Contente de verificar que eu satisfazia o alto padrão esperado de um aspirante do SEAL, ele passou a inspecionar a cama.

A cama era tão simples quanto o dormitório: nada mais que uma estrutura de aço e um colchão de solteiro. O lençol de baixo cobria o colchão, e sobre ele havia outro lençol. Um cobertor cinza de lã bem-esticado sob o colchão fornecia calor nas noites frias de San Diego.

Sem me mexer, eu podia ver o instrutor pelo canto do olho. Com um ar de enfado, ele olhou para minha cama. Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar de que estavam corretamente alinhados. Então, tirou do bolso uma moeda e atirou-a no ar várias vezes, para certificar-se de que eu sabia que o teste final estava próximo. Com um último lançamento, a moeda voou bem alto e caiu sobre o colchão com um ricochete. Pulou alguns centímetros para cima, suficientemente alto para o instrutor agarrá-la com a mão.

Voltando-se para me encarar, o instrutor olhou dentro dos meus olhos e fez um aceno com a cabeça. Nunca disse uma palavra. Arrumar a cama corretamente não seria motivo de elogio. Era o que se esperava de mim. Era minha primeira tarefa do dia e executá-la bem era importante. Demonstrava disciplina. Revelava minha atenção ao detalhe e, no fim do dia, seria um lembrete de que eu havia feito uma coisa da qual poderia me orgulhar, não importando quão pequena fosse.

Fonte: MCCRAVEN, William H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua

vida... e talvez o mundo. Trad. Eliana Rocha. 2. ed. São Paulo: Planeta, 2019. p. 15-17. (Adaptado.)

No período verificou os cantos dos lençóis e supervisionou o cobertor e o travesseiro para se assegurar, a oração sublinhada classifica-se como

 

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