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Foram encontradas 60 questões.

3169437 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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Uma urna contém apenas bolas numeradas, todas idênticas, de modo que a única forma de diferenciá-las é pelo seu número. Sabe-se que, se duas bolas forem retiradas ao acaso e sem reposição, a probabilidade de que sejam ambas ímpares é igual a 1/3 e que, se três bolas forem retiradas ao acaso, também sem reposição, a probabilidade de que todas sejam ímpares é igual a 1/6. Diante do exposto, é correto afirmar que

 

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3169436 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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Considere que certo produto seja vendido por R$ 1760 para pagamento à vista. Entretanto, pelo crediário da loja, o cliente tem a opção de pagar R$ 960 no ato da compra e mais R$ 960 um mês após a compra. Observada essa operação financeira, qual é a taxa de juros mensal cobrada?

 

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3169435 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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Certo recipiente de 150 litros tem uma mistura homogênea de areia e cimento, com 80% de areia. São retirados 10% dessa mistura e substituídos por mais 4,5 litros de cimento e 10,5 litros de areia. Após nova homogeneização, é retirada uma amostra de 2% da mistura. Determine, em litros, o volume de cimento dessa última amostra.

 

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3169434 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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Em Pernambuco, certa região de floresta tropical está sendo monitorada por conta de um incêndio acidental causado por um raio. Estabelecidos os parâmetros de observação entre as cidades A e B, constatou-se que, 30 minutos após a identificação do foco do incêndio, o fogo avançou 3,5 km na direção da cidade B. Com o início dos trabalhos de contenção do avanço das chamas pelos bombeiros, nos 30 minutos seguintes, o fogo avançou 3,4 km na direção de B; nos 30 minutos seguintes, o avanço foi de 3,3 km na direção de B, e assim sucessivamente, 100 metros a menos a cada 30 minutos de trabalho, sempre em direção de B. Além disso, o comando determinou que, assim que o avanço das chamas for contido, uma nova equipe será acionada para continuar o trabalho de extinção do fogo, eliminando possíveis focos remanescentes. Diante do exposto, é correto afirmar que

 

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3169433 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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O Corpo de Bombeiros de Pernambuco dispõe de uma pista emborrachada, de largura desprezível, para treinamentos físicos diversos. Tal pista foi construída ao redor de um campo retangular de medidas 100 metros por 250 metros, como ilustrado na imagem a seguir:

Enunciado 3417641-1

Deseja-se marcar um ponto P, sobre o lado AD, de modo que o comprimento do percurso PBAP seja a metade do comprimento total ABCDA da pista. Sobre o exposto, é correto afirmar que

 

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3169432 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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Uma empresa especializada na produção de caminhões Autobomba para o Corpo de Bombeiros de Pernambuco subdivide sua produção em apenas dois modelos específicos de caminhão-tanque: o Caminhão Autobomba “Resgate”, com capacidade para 4,5 metros cúbicos de água, e o Caminhão Autobomba “Combate”, com capacidade para 8 metros cúbicos de água. Para certa demonstração, a empresa encheu certa quantidade Q dos seus caminhões-tanque (“Resgate” e “Combate”), até sua capacidade máxima, totalizando 76 metros cúbicos de água. Se o número de caminhões “Resgate” supera o número de caminhões “Combate” em três unidades, então, sobre os Q caminhões nessa demonstração e a quantidade de água, em metros cúbicos, que eles transportam, é correto afirmar que

 

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3169431 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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A morte da atenção

Você já teve a sensação de que está cada vez mais difícil manter o foco? Vivemos mergulhados numa chuva de estímulos – e isso tem efeitos mensuráveis sobre o cérebro.

Por Bruno Garattoni e Maurício Brum

Publicado em 19 out 2023, 15h55

Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center, espaço de eventos que a Apple alugava em São Francisco. “Vamos fazer história hoje”, disse. O iPhone não nasceu bem (dois meses após o lançamento, a Apple teve de cortar seu preço em 30%), mas acabou decolando. Vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas.

A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter, pela primeira vez na história, acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.

Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos.

Essa informação, de 2017, correu o mundo: saiu no New York Times, no Guardian, nas revistas Time e New Scientist, entre outros grandes veículos de imprensa. E foi replicada em milhões de páginas da internet.

Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. Os autores não haviam feito nenhuma experiência concreta – fosse com humanos ou peixes –, e citavam números de origem indefinida, impossíveis de comprovar. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.

O papo de oito segundos é um mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há dados comprovando o fenômeno, que você já deve ter visto e sentido na pele.

O ritmo acelerado do TikTok conquistou 1,6 bilhão de usuários – e todas as outras redes copiaram o formato, com vídeos verticais curtíssimos. No WhatsApp, virou hábito ouvir os áudios em velocidade acelerada, 1,5x ou mais. Assistimos a filmes e maratonamos séries, mas quase sempre com o celular ao alcance da mão, desviando periodicamente o foco da história.

Em vez de caçar coisas interessantes, hoje temos é que nos defender da chuva de estímulos que disputam nossa atenção. Há cada vez mais serviços de streaming, podcasts, filmes, vídeos, livros, jogos, notícias… todas as formas possíveis de informação e entretenimento.

Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Nos Estados Unidos, os casos de TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) dobraram na última década. E essa condição, até então restrita a crianças, alcançou também jovens adultos – que hoje enchem o TikTok de vídeos sobre ela e os remédios que tomam para tentar contê-la.

[...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-morteda-atencao. Acesso em: 10 nov. 2023.

Analise o trecho a seguir:

“Assistimos a filmes e maratonamos séries, mas quase sempre com o celular ao alcance da mão, desviando periodicamente o foco da história.”.

O uso do advérbio destacado indica que o foco, ao assistir a filmes e séries, é desviado de forma recorrente. Todos os termos a seguir possuem significado semelhante ao da palavra “periódico”, EXCETO

 

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3169430 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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A morte da atenção

Você já teve a sensação de que está cada vez mais difícil manter o foco? Vivemos mergulhados numa chuva de estímulos – e isso tem efeitos mensuráveis sobre o cérebro.

Por Bruno Garattoni e Maurício Brum

Publicado em 19 out 2023, 15h55

Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center, espaço de eventos que a Apple alugava em São Francisco. “Vamos fazer história hoje”, disse. O iPhone não nasceu bem (dois meses após o lançamento, a Apple teve de cortar seu preço em 30%), mas acabou decolando. Vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas.

A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter, pela primeira vez na história, acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.

Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos.

Essa informação, de 2017, correu o mundo: saiu no New York Times, no Guardian, nas revistas Time e New Scientist, entre outros grandes veículos de imprensa. E foi replicada em milhões de páginas da internet.

Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. Os autores não haviam feito nenhuma experiência concreta – fosse com humanos ou peixes –, e citavam números de origem indefinida, impossíveis de comprovar. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.

O papo de oito segundos é um mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há dados comprovando o fenômeno, que você já deve ter visto e sentido na pele.

O ritmo acelerado do TikTok conquistou 1,6 bilhão de usuários – e todas as outras redes copiaram o formato, com vídeos verticais curtíssimos. No WhatsApp, virou hábito ouvir os áudios em velocidade acelerada, 1,5x ou mais. Assistimos a filmes e maratonamos séries, mas quase sempre com o celular ao alcance da mão, desviando periodicamente o foco da história.

Em vez de caçar coisas interessantes, hoje temos é que nos defender da chuva de estímulos que disputam nossa atenção. Há cada vez mais serviços de streaming, podcasts, filmes, vídeos, livros, jogos, notícias… todas as formas possíveis de informação e entretenimento.

Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Nos Estados Unidos, os casos de TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) dobraram na última década. E essa condição, até então restrita a crianças, alcançou também jovens adultos – que hoje enchem o TikTok de vídeos sobre ela e os remédios que tomam para tentar contê-la.

[...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-morteda-atencao. Acesso em: 10 nov. 2023.

Assinale a alternativa correta.

 

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3169429 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: CBM-PE
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A morte da atenção

Você já teve a sensação de que está cada vez mais difícil manter o foco? Vivemos mergulhados numa chuva de estímulos – e isso tem efeitos mensuráveis sobre o cérebro.

Por Bruno Garattoni e Maurício Brum

Publicado em 19 out 2023, 15h55

Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center, espaço de eventos que a Apple alugava em São Francisco. “Vamos fazer história hoje”, disse. O iPhone não nasceu bem (dois meses após o lançamento, a Apple teve de cortar seu preço em 30%), mas acabou decolando. Vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas.

A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter, pela primeira vez na história, acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.

Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos.

Essa informação, de 2017, correu o mundo: saiu no New York Times, no Guardian, nas revistas Time e New Scientist, entre outros grandes veículos de imprensa. E foi replicada em milhões de páginas da internet.

Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. Os autores não haviam feito nenhuma experiência concreta – fosse com humanos ou peixes –, e citavam números de origem indefinida, impossíveis de comprovar. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.

O papo de oito segundos é um mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há dados comprovando o fenômeno, que você já deve ter visto e sentido na pele.

O ritmo acelerado do TikTok conquistou 1,6 bilhão de usuários – e todas as outras redes copiaram o formato, com vídeos verticais curtíssimos. No WhatsApp, virou hábito ouvir os áudios em velocidade acelerada, 1,5x ou mais. Assistimos a filmes e maratonamos séries, mas quase sempre com o celular ao alcance da mão, desviando periodicamente o foco da história.

Em vez de caçar coisas interessantes, hoje temos é que nos defender da chuva de estímulos que disputam nossa atenção. Há cada vez mais serviços de streaming, podcasts, filmes, vídeos, livros, jogos, notícias… todas as formas possíveis de informação e entretenimento.

Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Nos Estados Unidos, os casos de TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) dobraram na última década. E essa condição, até então restrita a crianças, alcançou também jovens adultos – que hoje enchem o TikTok de vídeos sobre ela e os remédios que tomam para tentar contê-la.

[...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-morteda-atencao. Acesso em: 10 nov. 2023.

A partir da compreensão e da interpretação do texto, assinale a alternativa correta.

 

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3169428 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AOCP
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A morte da atenção

Você já teve a sensação de que está cada vez mais difícil manter o foco? Vivemos mergulhados numa chuva de estímulos – e isso tem efeitos mensuráveis sobre o cérebro.

Por Bruno Garattoni e Maurício Brum

Publicado em 19 out 2023, 15h55

Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center, espaço de eventos que a Apple alugava em São Francisco. “Vamos fazer história hoje”, disse. O iPhone não nasceu bem (dois meses após o lançamento, a Apple teve de cortar seu preço em 30%), mas acabou decolando. Vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas.

A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter, pela primeira vez na história, acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.

Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos.

Essa informação, de 2017, correu o mundo: saiu no New York Times, no Guardian, nas revistas Time e New Scientist, entre outros grandes veículos de imprensa. E foi replicada em milhões de páginas da internet.

Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. Os autores não haviam feito nenhuma experiência concreta – fosse com humanos ou peixes –, e citavam números de origem indefinida, impossíveis de comprovar. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.

O papo de oito segundos é um mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há dados comprovando o fenômeno, que você já deve ter visto e sentido na pele.

O ritmo acelerado do TikTok conquistou 1,6 bilhão de usuários – e todas as outras redes copiaram o formato, com vídeos verticais curtíssimos. No WhatsApp, virou hábito ouvir os áudios em velocidade acelerada, 1,5x ou mais. Assistimos a filmes e maratonamos séries, mas quase sempre com o celular ao alcance da mão, desviando periodicamente o foco da história.

Em vez de caçar coisas interessantes, hoje temos é que nos defender da chuva de estímulos que disputam nossa atenção. Há cada vez mais serviços de streaming, podcasts, filmes, vídeos, livros, jogos, notícias… todas as formas possíveis de informação e entretenimento.

Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Nos Estados Unidos, os casos de TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) dobraram na última década. E essa condição, até então restrita a crianças, alcançou também jovens adultos – que hoje enchem o TikTok de vídeos sobre ela e os remédios que tomam para tentar contê-la.

[...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-morteda-atencao. Acesso em: 10 nov. 2023.

Em “[...] um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center, espaço de eventos que a Apple alugava em São Francisco. “Vamos fazer história hoje”, disse.”, as aspas no trecho destacado foram utilizadas para

 

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