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Nas figuras representadas abaixo, tem-se dois esquemas com diferentes circuitos de campainha. O primeiro tem uma chave e uma bateria de 4,5 V (figura 1); o segundo (figura 2) tem uma chave, mas, em vez de uma bateria, tem-se 3 pilhas de 1,5 V associadas.

Sabendo que a campainha da figura 2 só funciona com ddp de 4,5 V, ao ligar a chave, ela
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Em tempestades nas quais ocorrem descargas elétricas, a voltagem de um raio encontra-se entre 100 milhões e 1 bilhão de Volts. A corrente pode chegar à ordem de 30 mil Ampères, o que seria suficiente para usar em 30 mil lâmpadas de 100 W juntas. Assim,
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Sabendo-se que a bobina de um guindaste, representado pela figura, possui um número muito grande de espiras necessárias para produzir grandes campos magnéticos e, consequentemente, grandes forças para conseguir erguer materiais pesados. Existem outras bobinas menores – como as usadas em microfones, fones de ouvido, dentre outros – nas quais não se necessita de tantas espiras. De forma simplificada, adotando \( u = 4\pi ^. 10^{-7} \) T.m/A, considere que a bobina da figura 3 possui um comprimento de 10 cm, com 5 enrolamentos de raio 20 cm, e que está sendo percorrida por uma corrente elétrica de 20 A. Assim, a intensidade do campo magnético no centro dessa bobina será
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Para responder à questão, observe as figuras abaixo.

O uso de guindaste eletroímã (figuras 1 e 2) de elevação de sucata de aço é adequado para o manuseio de lingotes de ferro fundido, esferas de aço e sucatas diversas. Em detalhes, o eletroímã, em simplificação na figura 3, mostra o sentido de uma corrente em certo instante. Em um ponto no centro da bobina, a seta que representa o sentido do vetor campo magnético criado por essa corrente é a
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A figura abaixo mostra um tipo de teste físico realizado no Brasil para ingresso nos bombeiros em que uma mulher anda numa trave suspensa para simulação de um resgate. Para ajudar no seu equilíbrio, ela abre os braços.

Nesse caso, a mulher dificulta a rotação do seu corpo e, consequentemente, evita sua queda, pois
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Ao analisar a figura 1 abaixo, percebe-se que não há nenhuma placa de sinalização, o que nos impede de saber, com certeza, quem tem a preferência. Mas observa-se que há linhas pontilhadas no chão. Assim, entende-se que, se houver um carro passando pelo cruzamento, quem está atrás das linhas pontilhadas deve dar a preferência. No entanto, a norma de trânsito não foi seguida pelo automóvel B que vinha com 72 km/h, mesma velocidade que tinha o carro A, o que resultou numa colisão, e os dois automóveis seguiram juntos como demonstrado na figura 2.

Considerando que os carros A e B tem massa de 600 kg cada, que eles formam um sistema totalmente isolado e que houve conservação do momento linear do sistema, o momento linear do sistema, em kg.m/s, após a colisão, foi de
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Considere o excerto e as figuras abaixo.
Os carros dos bombeiros têm na sua frente o nome pintado no sentido contrário (figura 1) para que, quando o motorista do carro da frente olhe nos retrovisores, possa ler corretamente o nome “bombeiros”. Porém, os retrovisores laterais são chamados esféricos (figura 2), fornecendo imagem diferente dos planos.

Considerando que, no carro de bombeiro em repouso, o motorista observa pelo retrovisor esférico lateral uma imagem de tamanho vertical de 30 cm de um caminhão de 3 m de altura, também em repouso, distante 8 m do retrovisor. As características e o módulo da distância da imagem serão, respectivamente,
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Considere os excertos e a figura abaixo.
“A chupeta consiste em utilizar a carga de uma bateria auxiliar para dar a partida em um carro que esteja com a bateria descarregada. Quem entende um pouco de eletricidade sabe que a chupeta é apenas uma ligação de duas baterias”.
Dis ponív el em: http://s os automov el.blogs pot.c om/2013/05/c uidado- quando- for - faz er - uma- par tida.html. Ac es s o em: 27 nov. 2022. [Adaptado]
Sabendo dos riscos envolvidos em realizar uma chupeta, é possível adotar uma medida de segurança para minimizar os riscos de ferimentos durante o procedimento e evitar a ocorrência de um acidente, como o da figura abaixo.

Considerando dois carros com baterias de 12 V em cada um deles, para evitar o risco de acidentes ao realizar o procedimento conhecido como “chupeta”, deve-se ligar as baterias em
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Para responder a questão, considere o excerto e as figuras abaixo.
Os testes de impactos têm como objetivo avaliar diferentes aspectos do veículo. No passado, as carrocerias eram construídas de maneira rígida, o que transmitia aos ocupantes maior parcela do impacto das colisões, causando-lhes sérias lesões e maior risco de morte. Estudos mostraram que maior proteção seria obtida com estruturas deformáveis, capazes de absorver uma parte do impacto, o que levou às chamadas zonas de absorção ou de deformação na frente e na traseira”.
Dis ponív el em: https ://autoliv r ar ia.c om.br /bc /mais /tec nic a/c r as h- tes tes - de- c olis ao- c ar r os - batem- pela- s uas egur anc a/. Ac es s o em: 27 nov. 2022.

Dis ponív el em: https ://autoliv r ar ia.c om.br /bc /mais /tec nic a/c r as h- tes tes - de- c olis ao- c ar r os - batem- pela- s ua- s egur anc a/. Ac es s o em: 27 nov. 2022.
Nos testes realizados, o tempo de colisão, que é o tempo no qual o carro bate e para, foi de 0,4 segundos para o carro dos anos 1980 e de 0,6 segundos para o carro mais atual da figura 2. Dessa forma, os módulos das forças recebidas pelos carros da figura 1 e o da figura 2 (em valores aproximados) serão, respectivamente,
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Para responder a questão, considere o excerto e as figuras abaixo.
Os testes de impactos têm como objetivo avaliar diferentes aspectos do veículo. No passado, as carrocerias eram construídas de maneira rígida, o que transmitia aos ocupantes maior parcela do impacto das colisões, causando-lhes sérias lesões e maior risco de morte. Estudos mostraram que maior proteção seria obtida com estruturas deformáveis, capazes de absorver uma parte do impacto, o que levou às chamadas zonas de absorção ou de deformação na frente e na traseira”.
Dis ponív el em: https ://autoliv r ar ia.c om.br /bc /mais /tec nic a/c r as h- tes tes - de- c olis ao- c ar r os - batem- pela- s uas egur anc a/. Ac es s o em: 27 nov. 2022.

Dis ponív el em: https ://autoliv r ar ia.c om.br /bc /mais /tec nic a/c r as h- tes tes - de- c olis ao- c ar r os - batem- pela- s ua- s egur anc a/. Ac es s o em: 27 nov. 2022.
Na figura 1, a deformação do carro de teste dos anos 1980 chega na cabine onde se encontra o motorista, isso porque, na região frontal, existem partes rígidas que transmitem o impacto para a cabine. Já no carro atual (figura 2), a deformação fica apenas na parte frontal. Considerando que, nos testes, representados pelas figuras 1 e 2, os carros possuem 800 kg de massa e estavam com a mesma velocidade de 90 km/h cada,
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