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Mulher de 69 anos, com antecedentes de diabetes e dislipidemia, apresentou infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST em parede inferior. Foi atendida na UPA, sendo solicitada transferência para hospital com hemodinâmica, que só foi realizada após 48 horas. Não foi submetida à terapia de reperfusão. Estava evoluindo clinicamente estável, mas apresentou piora súbita com congestão pulmonar importante e aparecimento de sopro sistólico com irradiação para região anterior de tórax e focos da base. Nesse caso, o provável diagnóstico é
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Homem de 76 anos, com antecedente de IAM sem supra há 3 anos, realizou angioplastias das artérias descendente anterior e coronária direita com 2 stents farmacológicos. Relata usar regularmente os medicamentos, mas a pressão arterial, que estava dentro das metas, ficou descontrolada nos últimos 4 meses. Procurou o prontosocorro com dispneia súbita e rapidamente progressiva há 20 minutos. Ao exame físico, constatou-se o seguinte: taquidispneico, PA= 210x126 mmHg, FC 124 bpm, estertores crepitantes difusos até ápices pulmonares, Cr 1,8 mg/dL, K 3,3 mEq/L. Feito o diagnóstico de Edema Agudo dos Pulmões, foram administrados furosemida 60 mg IV e morfina 3 mg IV, sendo iniciado nitroprussiato de sódio e ventilação não invasiva com pressão positiva, apresentando melhora clínica. Nesse caso, o diagnóstico e o quadro clínico mais prováveis são, respectivamente,
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Mulher de 54 anos evoluiu, nos últimos 5 meses, com quadro de dispneia progressiva, chegando aos pequenos esforços, associado a edema de membros inferiores. Na investigação, foi evidenciada insuficiência cardíaca com FE reduzida de etiologia não isquêmica. Foi otimizado o tratamento medicamentoso, estando há mais de 3 meses em uso de carvedilol 25 mg 12/12 h mg , sacubitril/valsartana 200 mg 12/12 h, dapagliflozina 10 mg, espironolactona 25 mg, digoxina 0,25 mg e furosemida 40 mg 1x ao dia, mantendo-se em CF II com NT-proBNP elevado (1800 pg/mL). Ao exame físico, apresentou peso 73 Kg, PA 114x64, FC 64 bpm, sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar. Realizaram-se novos exames cujos resultados foram os seguintes: função renal e tireoidiana normais, Hb glicada (A1C) de 6,3%, ferritina de 191 ng/mL e saturação de transferrina de 24%, ECG com ritmo sinusal, bloqueio de ramo esquerdo, com duração do QRS de 140 ms, ecocardiograma com VE dilatado com hipocinesia difusa, FE 33%, insuficiência mitral moderada secundária à dilatação do VE e hipertensão pulmonar importante com PSAP de 80 mmHg. O tratamento mais adequado, nesse momento, é
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Paciente de 58 anos compareceu a um hospital regional do interior do Rio Grande do Norte. Durante o atendimento, relatou ter sentido dor precordial em aperto, associada à sudorese e mal-estar, com início há 5 horas, mas com piora há 20 minutos, após quadro de taquicardia. Foi medicado com AAS 300 mg e clopidogrel 300 mg, 5 mg de dinitrato de isossorbida sublingual, sem melhora da dor. Ao exame físico, apresentou: PA 110x60 mmHg, FC 156 bpm, auscultas cardíaca e pulmonar normais, boa perfusão periférica.
Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Nesse momento, o tratamento é
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Homem de 78 anos, branco, apresenta quadro de dispneia progressiva aos esforços, atualmente em CF III, associado a edema de MMII. Ele refere que é hipertenso, atualmente com bom controle pressórico, em uso de anlodipino 2,5 mg 1x ao dia, e que se submeteu, há 5 anos, a uma cirurgia para síndrome do túnel do carpo bilateral. Seu pai faleceu em decorrência de cardiopatia aos 81 anos.
Ao exame físico, apresentou: PA 122x62 mmHg, FC 68 bpm, sem hipotensão ortostática, estase jugular presente a 45 graus, RCR com B4, sem sopro, edema de membros inferiores +/4+, sinal de Popeye (ruptura espontânea do bíceps braquial). Realizou o ecocardiograma, com mensuração do strain global longitudinal, reproduzido abaixo.

Considerando a hipótese mais provável, o próximo passo para a investigação diagnóstica, conforme o posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2021, será
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Homem de 38 anos, procedente de Uberlândia-MG, comparece ao consultório do cardiologista com queixa de palpitações recorrentes há 4 meses. Nega comorbidades e apresenta exame físico normal. Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Sobre o caso, o especialista conclui que
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Mulher de 49 anos procurou o médico de família e comunidade, apresentando queixa de dispneia progressiva aos esforços, sendo identificado sopro cardíaco ao exame físico.
Realizou o ecocardiograma reproduzido abaixo.

Considerando esse caso,
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Incapacidades súbitas ou mesmo fatais podem comprometer a margem de segurança necessária para evitar acidentes de trânsito em portadores de doenças cardiovasculares. Nesse contexto, foram elaboradas as Diretrizes Brasileiras para Direção Veicular em Portadores de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis e Arritmias Cardíacas. Essas diretrizes recomendam a restrição da direção veicular privada por
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Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Homem de 52 anos comparece ao consultório do cardiologista pela primeira vez, para uma consulta de rotina, sem sintomas cardiovasculares. Refere ser portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, ambos diagnosticados há 3 anos. Atualmente, encontra-se em uso de metformina 2 gramas/dia, ramipril 10 mg e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Ao exame físico apresentou: PA 136x86 mmHg, FC 72 bpm, IMC 26,0 kg/m², auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou alguns exames cujos resultados foram os seguintes: glicemia 114 mg/dL, Hb glicada 6,1%, colesterol total 220 mg/dL, HDL 42 mg/dL, LDL 128 mg/dL, TG 250 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, K 4,1 mEq/L, Na 136 mEq/L, ácido úrico 5,0 mg/dL, TSH 3,0 uM/L, EAS normal e eletrocardiograma sem alterações.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial - 2020, a meta pressórica recomendada para o paciente é abaixo de
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Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Homem de 52 anos comparece ao consultório do cardiologista pela primeira vez, para uma consulta de rotina, sem sintomas cardiovasculares. Refere ser portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, ambos diagnosticados há 3 anos. Atualmente, encontra-se em uso de metformina 2 gramas/dia, ramipril 10 mg e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Ao exame físico apresentou: PA 136x86 mmHg, FC 72 bpm, IMC 26,0 kg/m², auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou alguns exames cujos resultados foram os seguintes: glicemia 114 mg/dL, Hb glicada 6,1%, colesterol total 220 mg/dL, HDL 42 mg/dL, LDL 128 mg/dL, TG 250 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, K 4,1 mEq/L, Na 136 mEq/L, ácido úrico 5,0 mg/dL, TSH 3,0 uM/L, EAS normal e eletrocardiograma sem alterações.
Conforme Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose - 2017, trata-se de um paciente de risco cardiovascular
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