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Foram encontradas 327 questões.

216465 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

Devido à alta do petróleo, uma indústria de produtos químicos reajustou o preço de seus produtos três vezes, nos últimos doze meses. Foram três reajustes de 10% cada um. Se um produto custava R$ 100,00, qual o seu valor após esses três reajustes?

 

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216464 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

Segundo dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), em 2004 foram fabricados 300 mil veículos equipados com motor bicombustível (álcool e gasolina), o que corresponde a 20 % do total de veículos produzidos no país. Qual foi a produção total de veículos em 2004?

 

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216463 Ano: 2005
Disciplina: Estatística
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

Em suas últimas contas, a CELPE tem apresentado o informe abaixo:

enunciado 216463-1

De acordo com as informações apresentadas no informe, qual o valor exato que fica para a CELPE prestar o serviço de distribuição em uma conta de energia de R$ 200,00?

 

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216462 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, um em cada quatro brasileiros são considerados miseráveis, ou seja, toda a sua renda não é suficiente para o consumo diário de 2.300 calorias. Considerando a população brasileira como sendo de 180 milhões de habitantes, quantos são os considerados miseráveis no Brasil?

 

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216461 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

Para se produzir um quilograma de alumínio são necessários 20 KWh de energia elétrica. Supondo-se que o preço de 1 KWh seja de R$ 0,42, qual o custo da energia elétrica necessária para produzir cinco quilogramas de alumínio?

 

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TEXTO 2

U. Corporativa - Existem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?


Persona - Sim, certamente. A primeira providência é esquecer os jargões que ainda povoam textos e discursos. (...) É importante simplificar a linguagem, principalmente no meio de negócios. Mas simplificar não significa falar ou escrever errado. É apenas uma questão de economia de palavras. Se um profissional não quiser ficar na situação de quem não tem palavras para se expressar, é bom economizá-las. Brinco que em minhas viagens sempre deveria ter levado metade das roupas e o dobro do dinheiro. Falar bem é usar metade das palavras com o dobro do significado. O uso de expressões próprias para cada negócio é uma faca de dois gumes. Serve para comunicar bem as idéias para os da mesma confraria, porém pode se transformar em linguagem elitista e hermética, principalmente no trato com o cliente. As piores pessoas para você deixar falar com os clientes são justamente aquelas que prezam mais a bagagem de palavreado técnico que possuem. Acabam usando seu arsenal para impressionar e não se preocupam em comunicar.


U. Corporativa - Qual o limite entre a formalidade e a informalidade?


Persona - Há dois vocabulários, o informal demais e o formal demais. Vou dar um exemplo. Veja dois amigos que estão hoje no mesmo nível hierárquico na empresa e você irá encontrá-los sem papas na língua. Deixe que um deles suba bastante, e o que ficou preso ao chão perde aquela informalidade e o relacionamento passa a soar falso. O que aconteceu? Antes havia respeito de menos. Depois, respeito demais. Se existisse uma linguagem informal sem exageros, nem para cima, nem para baixo, a comunicação continuaria no mesmo nível. Tenho por hábito não chamar as pessoas por "senhor" ou "senhora", a menos que sejam mais velhas do que eu. Bem, nunca chamei meu pai ou minha mãe de "senhor" ou "senhora", mas nunca os desrespeitei. Tinha um colega de infância que costumava chamar sua mãe de "senhora" em público, algo do tipo, "a senhora é uma #@*&%!$", e lá vinham imprecações contra a própria avó. Portanto, não é a forma da linguagem que exala o respeito, mas o seu conteúdo. E, obviamente, a qualidade da garganta de onde ela sai.


Trecho da entrevista de Mário Persona, especialista em Comunicação, à

Universidade Corporativa.

“...e lá vinham imprecações contra a própria avó”. O termo destacado é sinônimo de:

 

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TEXTO 2

U. Corporativa - Existem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?


Persona - Sim, certamente. A primeira providência é esquecer os jargões que ainda povoam textos e discursos. (...) É importante simplificar a linguagem, principalmente no meio de negócios. Mas simplificar não significa falar ou escrever errado. É apenas uma questão de economia de palavras. Se um profissional não quiser ficar na situação de quem não tem palavras para se expressar, é bom economizá-las. Brinco que em minhas viagens sempre deveria ter levado metade das roupas e o dobro do dinheiro. Falar bem é usar metade das palavras com o dobro do significado. O uso de expressões próprias para cada negócio é uma faca de dois gumes. Serve para comunicar bem as idéias para os da mesma confraria, porém pode se transformar em linguagem elitista e hermética, principalmente no trato com o cliente. As piores pessoas para você deixar falar com os clientes são justamente aquelas que prezam mais a bagagem de palavreado técnico que possuem. Acabam usando seu arsenal para impressionar e não se preocupam em comunicar.


U. Corporativa - Qual o limite entre a formalidade e a informalidade?


Persona - Há dois vocabulários, o informal demais e o formal demais. Vou dar um exemplo. Veja dois amigos que estão hoje no mesmo nível hierárquico na empresa e você irá encontrá-los sem papas na língua. Deixe que um deles suba bastante, e o que ficou preso ao chão perde aquela informalidade e o relacionamento passa a soar falso. O que aconteceu? Antes havia respeito de menos. Depois, respeito demais. Se existisse uma linguagem informal sem exageros, nem para cima, nem para baixo, a comunicação continuaria no mesmo nível. Tenho por hábito não chamar as pessoas por "senhor" ou "senhora", a menos que sejam mais velhas do que eu. Bem, nunca chamei meu pai ou minha mãe de "senhor" ou "senhora", mas nunca os desrespeitei. Tinha um colega de infância que costumava chamar sua mãe de "senhora" em público, algo do tipo, "a senhora é uma #@*&%!$", e lá vinham imprecações contra a própria avó. Portanto, não é a forma da linguagem que exala o respeito, mas o seu conteúdo. E, obviamente, a qualidade da garganta de onde ela sai.


Trecho da entrevista de Mário Persona, especialista em Comunicação, à

Universidade Corporativa.

Analise a grafia dos termos sublinhados nos enunciados abaixo.

1. Muitas pessoas não sabem porque usam uma linguagem mais formal ou mais informal.

2. Sempre há um porquê que justifica o grau de formalidade da linguagem nos relacionamentos humanos.

3. Relacionar-se com alguém que sobrecarrega no palavreado técnico é um problema por que muitas pessoas passam.

4. Poucas pessoas imaginam porque, em uma empresa, a linguagem utilizada é fator de vital importância.

Estão corretas:

 

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TEXTO 2

U. Corporativa - Existem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?


Persona - Sim, certamente. A primeira providência é esquecer os jargões que ainda povoam textos e discursos. (...) É importante simplificar a linguagem, principalmente no meio de negócios. Mas simplificar não significa falar ou escrever errado. É apenas uma questão de economia de palavras. Se um profissional não quiser ficar na situação de quem não tem palavras para se expressar, é bom economizá-las. Brinco que em minhas viagens sempre deveria ter levado metade das roupas e o dobro do dinheiro. Falar bem é usar metade das palavras com o dobro do significado. O uso de expressões próprias para cada negócio é uma faca de dois gumes. Serve para comunicar bem as idéias para os da mesma confraria, porém pode se transformar em linguagem elitista e hermética, principalmente no trato com o cliente. As piores pessoas para você deixar falar com os clientes são justamente aquelas que prezam mais a bagagem de palavreado técnico que possuem. Acabam usando seu arsenal para impressionar e não se preocupam em comunicar.


U. Corporativa - Qual o limite entre a formalidade e a informalidade?


Persona - Há dois vocabulários, o informal demais e o formal demais. Vou dar um exemplo. Veja dois amigos que estão hoje no mesmo nível hierárquico na empresa e você irá encontrá-los sem papas na língua. Deixe que um deles suba bastante, e o que ficou preso ao chão perde aquela informalidade e o relacionamento passa a soar falso. O que aconteceu? Antes havia respeito de menos. Depois, respeito demais. Se existisse uma linguagem informal sem exageros, nem para cima, nem para baixo, a comunicação continuaria no mesmo nível. Tenho por hábito não chamar as pessoas por "senhor" ou "senhora", a menos que sejam mais velhas do que eu. Bem, nunca chamei meu pai ou minha mãe de "senhor" ou "senhora", mas nunca os desrespeitei. Tinha um colega de infância que costumava chamar sua mãe de "senhora" em público, algo do tipo, "a senhora é uma #@*&%!$", e lá vinham imprecações contra a própria avó. Portanto, não é a forma da linguagem que exala o respeito, mas o seu conteúdo. E, obviamente, a qualidade da garganta de onde ela sai.


Trecho da entrevista de Mário Persona, especialista em Comunicação, à

Universidade Corporativa.

Assinale a alternativa em que o uso das vírgulas está adequado.

 

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216457 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

U. Corporativa - Existem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?


Persona - Sim, certamente. A primeira providência é esquecer os jargões que ainda povoam textos e discursos. (...) É importante simplificar a linguagem, principalmente no meio de negócios. Mas simplificar não significa falar ou escrever errado. É apenas uma questão de economia de palavras. Se um profissional não quiser ficar na situação de quem não tem palavras para se expressar, é bom economizá-las. Brinco que em minhas viagens sempre deveria ter levado metade das roupas e o dobro do dinheiro. Falar bem é usar metade das palavras com o dobro do significado. O uso de expressões próprias para cada negócio é uma faca de dois gumes. Serve para comunicar bem as idéias para os da mesma confraria, porém pode se transformar em linguagem elitista e hermética, principalmente no trato com o cliente. As piores pessoas para você deixar falar com os clientes são justamente aquelas que prezam mais a bagagem de palavreado técnico que possuem. Acabam usando seu arsenal para impressionar e não se preocupam em comunicar.


U. Corporativa - Qual o limite entre a formalidade e a informalidade?


Persona - Há dois vocabulários, o informal demais e o formal demais. Vou dar um exemplo. Veja dois amigos que estão hoje no mesmo nível hierárquico na empresa e você irá encontrá-los sem papas na língua. Deixe que um deles suba bastante, e o que ficou preso ao chão perde aquela informalidade e o relacionamento passa a soar falso. O que aconteceu? Antes havia respeito de menos. Depois, respeito demais. Se existisse uma linguagem informal sem exageros, nem para cima, nem para baixo, a comunicação continuaria no mesmo nível. Tenho por hábito não chamar as pessoas por "senhor" ou "senhora", a menos que sejam mais velhas do que eu. Bem, nunca chamei meu pai ou minha mãe de "senhor" ou "senhora", mas nunca os desrespeitei. Tinha um colega de infância que costumava chamar sua mãe de "senhora" em público, algo do tipo, "a senhora é uma #@*&%!$", e lá vinham imprecações contra a própria avó. Portanto, não é a forma da linguagem que exala o respeito, mas o seu conteúdo. E, obviamente, a qualidade da garganta de onde ela sai.


Trecho da entrevista de Mário Persona, especialista em Comunicação, à

Universidade Corporativa.

Se existisse uma linguagem informal sem exageros, nem para cima, nem para baixo, a comunicação continuaria no mesmo nível.” Indique a alternativa em que se mantém o mesmo valor do trecho destacado.

 

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Questão presente nas seguintes provas
216456 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

U. Corporativa - Existem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?


Persona - Sim, certamente. A primeira providência é esquecer os jargões que ainda povoam textos e discursos. (...) É importante simplificar a linguagem, principalmente no meio de negócios. Mas simplificar não significa falar ou escrever errado. É apenas uma questão de economia de palavras. Se um profissional não quiser ficar na situação de quem não tem palavras para se expressar, é bom economizá-las. Brinco que em minhas viagens sempre deveria ter levado metade das roupas e o dobro do dinheiro. Falar bem é usar metade das palavras com o dobro do significado. O uso de expressões próprias para cada negócio é uma faca de dois gumes. Serve para comunicar bem as idéias para os da mesma confraria, porém pode se transformar em linguagem elitista e hermética, principalmente no trato com o cliente. As piores pessoas para você deixar falar com os clientes são justamente aquelas que prezam mais a bagagem de palavreado técnico que possuem. Acabam usando seu arsenal para impressionar e não se preocupam em comunicar.


U. Corporativa - Qual o limite entre a formalidade e a informalidade?


Persona - Há dois vocabulários, o informal demais e o formal demais. Vou dar um exemplo. Veja dois amigos que estão hoje no mesmo nível hierárquico na empresa e você irá encontrá-los sem papas na língua. Deixe que um deles suba bastante, e o que ficou preso ao chão perde aquela informalidade e o relacionamento passa a soar falso. O que aconteceu? Antes havia respeito de menos. Depois, respeito demais. Se existisse uma linguagem informal sem exageros, nem para cima, nem para baixo, a comunicação continuaria no mesmo nível. Tenho por hábito não chamar as pessoas por "senhor" ou "senhora", a menos que sejam mais velhas do que eu. Bem, nunca chamei meu pai ou minha mãe de "senhor" ou "senhora", mas nunca os desrespeitei. Tinha um colega de infância que costumava chamar sua mãe de "senhora" em público, algo do tipo, "a senhora é uma #@*&%!$", e lá vinham imprecações contra a própria avó. Portanto, não é a forma da linguagem que exala o respeito, mas o seu conteúdo. E, obviamente, a qualidade da garganta de onde ela sai.


Trecho da entrevista de Mário Persona, especialista em Comunicação, à

Universidade Corporativa.

“Acabam usando seu arsenal para impressionar e não se preocupam em comunicar.” O trecho destacado indica:

 

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