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Foram encontradas 327 questões.

216505 Ano: 2005
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: CBTU
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Leia as afirmativas que se seguem:

I – O português residente permanente no Brasil terá todos os direitos do brasileiro nato, caso haja reciprocidade.

II – É brasileiro o filho de brasileiros nascido no exterior e registrado em consulado brasileiro.

III – Perde a nacionalidade o brasileiro que por naturalização voluntária adquirir outra nacionalidade.

Está (ão) correta(s) apenas:

 

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216504 Ano: 2005
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: CBTU
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Leia as afirmativas que se seguem:

I – A Constituição Federal, ao proibir o anonimato, acabou com o chamado “sigilo de fonte” dos jornalistas.

II – Em razão de crença religiosa ou de convicção filosófica, pode o indivíduo recusar-se a praticar atividades de caráter militar, na época do serviço militar obrigatório, mas não pode deixar de prestar o serviço alternativo.

III – Não há em nosso sistema constitucional a possibilidade da extradição de brasileiros.

Está (ão) correta(s) apenas:

 

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216503 Ano: 2005
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: CBTU
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Leia as afirmativas que se seguem:

I – A Proposta de Emenda à Constituição Federal, depois de aprovada por maioria de três quintos, em dois turnos de votação, pelas Casas do Congresso Nacional, seguirá ao Presidente da República, para sanção ou veto.

II – Tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, equivalem às emendas constitucionais.

III – Não será objeto de deliberação emenda tendente a abolir a forma republicana de governo.

Está (ão) correta(s) apenas:

 

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216502 Ano: 2005
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: CBTU
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Leia as afirmativas que se seguem:

I – No sistema de repartição de competências brasileiro, a União, além das competências expressas, tem a competência legislativa remanescente.

II – Pelo princípio da simetria, uma Constituição de um Estado tem que prever uma Ação de Inconstitucionalidade, para julgamento perante o Tribunal de Justiça, com iniciativa de autoridades correspondentes àquelas que, na Constituição Federal, podem propor Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao STF.

III – Compete ao Município organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, o serviço público de transporte coletivo.

Está (ão) correta(s) apenas:

 

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216501 Ano: 2005
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: CBTU
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Leia as afirmativas que se seguem:

I – A Mesa da Câmara Legislativa do Distrito Federal é legitimada para propor Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal, devendo provar a pertinência temática.

II – É possível a declaração de inconstitucionalidade, em sede de Ação Direta de Inconstitucionalidade, de normas editadas anteriormente à Constituição e com ela incompatíveis.

III – No controle difuso, qualquer juiz ou tribunal poderá declarar a inconstitucionalidade de uma norma, devendo informar ao Senado, para que edite resolução a suspendendo.

Está (ão) correta (s) apenas:

 

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216500 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

Nosso entrevistado sobre Estudos de Língua Falada é o Prof. Dr. Ataliba Teixeira de Castilho, da Universidade de São Paulo – USP, um dos precursores do estudo da língua falada no Brasil.


ReVEL - Como o senhor vê a importância dos estudos envolvendo a linguagem falada para o ensino de língua materna, especialmente no Brasil?


Ataliba - A língua falada foi descrita no Brasil, tanto pelo Projeto NURC quanto, e principalmente, pelo Projeto de Gramática do Português Falado (8 volumes publicados pela Editora da Unicamp). No final dos anos 80 surgiram algumas teorizações fundamentadas nos achados. O interesse era basicamente descritivo, sem preocupações educacionais. Mas esta foi, aliás, a típica história de atirar no que se vê e acertar no que não se vê. O ensino foi o alvo dessa bala que se supunha perdida. Pois logo nos demos conta (digo nós porque há pelo menos 3 livros publicados sobre o aproveitamento da língua falada nas práticas escolares) de que a oralidade abria caminhos de muito interesse para uma nação pouco letrada como a nossa. Por outro lado, a universalização do ensino fundamental no Brasil trouxe para a escola alunos de todos os níveis. Aproveitar o conhecimento lingüístico já disponível pelos alunos das camadas socioculturais baixas é uma ótima estratégia para conjurar a evasão escolar. Os alunos deixam a escola pela necessidade de ajudar economicamente a família - e a BolsaEscola busca resolver este lado do problema - e também por desinteresse com respeito ao que lá é ensinado. Ora, nossa identidade está em nossa língua. Se a vemos respeitada e aproveitada na escola para o início de nosso percurso, tudo bem. Mas se de cara vão te dizendo que sua linguagem é uma lástima, tchau mesmo! Aqui reside a maior importância da incorporação da língua falada no ensino.


Trecho da entrevista publicada na Revista Virtual de Estudos da Linguagem –

ReVEL, Ano 3, n°4, março de 2005.

“... para chegar a domínios que ele não conhece.” A regra que justifica a obrigatoriedade do acento no termo destacado é a mesma que justifica a obrigatoriedade do acento em:

 

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216499 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

Nosso entrevistado sobre Estudos de Língua Falada é o Prof. Dr. Ataliba Teixeira de Castilho, da Universidade de São Paulo – USP, um dos precursores do estudo da língua falada no Brasil.


ReVEL - Como o senhor vê a importância dos estudos envolvendo a linguagem falada para o ensino de língua materna, especialmente no Brasil?


Ataliba - A língua falada foi descrita no Brasil, tanto pelo Projeto NURC quanto, e principalmente, pelo Projeto de Gramática do Português Falado (8 volumes publicados pela Editora da Unicamp). No final dos anos 80 surgiram algumas teorizações fundamentadas nos achados. O interesse era basicamente descritivo, sem preocupações educacionais. Mas esta foi, aliás, a típica história de atirar no que se vê e acertar no que não se vê. O ensino foi o alvo dessa bala que se supunha perdida. Pois logo nos demos conta (digo nós porque há pelo menos 3 livros publicados sobre o aproveitamento da língua falada nas práticas escolares) de que a oralidade abria caminhos de muito interesse para uma nação pouco letrada como a nossa. Por outro lado, a universalização do ensino fundamental no Brasil trouxe para a escola alunos de todos os níveis. Aproveitar o conhecimento lingüístico já disponível pelos alunos das camadas socioculturais baixas é uma ótima estratégia para conjurar a evasão escolar. Os alunos deixam a escola pela necessidade de ajudar economicamente a família - e a BolsaEscola busca resolver este lado do problema - e também por desinteresse com respeito ao que lá é ensinado. Ora, nossa identidade está em nossa língua. Se a vemos respeitada e aproveitada na escola para o início de nosso percurso, tudo bem. Mas se de cara vão te dizendo que sua linguagem é uma lástima, tchau mesmo! Aqui reside a maior importância da incorporação da língua falada no ensino.


Trecho da entrevista publicada na Revista Virtual de Estudos da Linguagem –

ReVEL, Ano 3, n°4, março de 2005.

Do mesmo modo que a palavra “português” também se grafa:

 

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Questão presente nas seguintes provas
216498 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

Nosso entrevistado sobre Estudos de Língua Falada é o Prof. Dr. Ataliba Teixeira de Castilho, da Universidade de São Paulo – USP, um dos precursores do estudo da língua falada no Brasil.


ReVEL - Como o senhor vê a importância dos estudos envolvendo a linguagem falada para o ensino de língua materna, especialmente no Brasil?


Ataliba - A língua falada foi descrita no Brasil, tanto pelo Projeto NURC quanto, e principalmente, pelo Projeto de Gramática do Português Falado (8 volumes publicados pela Editora da Unicamp). No final dos anos 80 surgiram algumas teorizações fundamentadas nos achados. O interesse era basicamente descritivo, sem preocupações educacionais. Mas esta foi, aliás, a típica história de atirar no que se vê e acertar no que não se vê. O ensino foi o alvo dessa bala que se supunha perdida. Pois logo nos demos conta (digo nós porque há pelo menos 3 livros publicados sobre o aproveitamento da língua falada nas práticas escolares) de que a oralidade abria caminhos de muito interesse para uma nação pouco letrada como a nossa. Por outro lado, a universalização do ensino fundamental no Brasil trouxe para a escola alunos de todos os níveis. Aproveitar o conhecimento lingüístico já disponível pelos alunos das camadas socioculturais baixas é uma ótima estratégia para conjurar a evasão escolar. Os alunos deixam a escola pela necessidade de ajudar economicamente a família - e a BolsaEscola busca resolver este lado do problema - e também por desinteresse com respeito ao que lá é ensinado. Ora, nossa identidade está em nossa língua. Se a vemos respeitada e aproveitada na escola para o início de nosso percurso, tudo bem. Mas se de cara vão te dizendo que sua linguagem é uma lástima, tchau mesmo! Aqui reside a maior importância da incorporação da língua falada no ensino.


Trecho da entrevista publicada na Revista Virtual de Estudos da Linguagem –

ReVEL, Ano 3, n°4, março de 2005.

“Aproveitar o conhecimento lingüístico já disponível pelos alunos das camadas socioculturais baixas é uma ótima estratégia para conjurar a evasão escolar.” Nesse trecho, o termo destacado tem o sentido de:

 

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216497 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

Nosso entrevistado sobre Estudos de Língua Falada é o Prof. Dr. Ataliba Teixeira de Castilho, da Universidade de São Paulo – USP, um dos precursores do estudo da língua falada no Brasil.


ReVEL - Como o senhor vê a importância dos estudos envolvendo a linguagem falada para o ensino de língua materna, especialmente no Brasil?


Ataliba - A língua falada foi descrita no Brasil, tanto pelo Projeto NURC quanto, e principalmente, pelo Projeto de Gramática do Português Falado (8 volumes publicados pela Editora da Unicamp). No final dos anos 80 surgiram algumas teorizações fundamentadas nos achados. O interesse era basicamente descritivo, sem preocupações educacionais. Mas esta foi, aliás, a típica história de atirar no que se vê e acertar no que não se vê. O ensino foi o alvo dessa bala que se supunha perdida. Pois logo nos demos conta (digo nós porque há pelo menos 3 livros publicados sobre o aproveitamento da língua falada nas práticas escolares) de que a oralidade abria caminhos de muito interesse para uma nação pouco letrada como a nossa. Por outro lado, a universalização do ensino fundamental no Brasil trouxe para a escola alunos de todos os níveis. Aproveitar o conhecimento lingüístico já disponível pelos alunos das camadas socioculturais baixas é uma ótima estratégia para conjurar a evasão escolar. Os alunos deixam a escola pela necessidade de ajudar economicamente a família - e a BolsaEscola busca resolver este lado do problema - e também por desinteresse com respeito ao que lá é ensinado. Ora, nossa identidade está em nossa língua. Se a vemos respeitada e aproveitada na escola para o início de nosso percurso, tudo bem. Mas se de cara vão te dizendo que sua linguagem é uma lástima, tchau mesmo! Aqui reside a maior importância da incorporação da língua falada no ensino.


Trecho da entrevista publicada na Revista Virtual de Estudos da Linguagem –

ReVEL, Ano 3, n°4, março de 2005.

“Pois logo nos demos conta (digo nós porque há pelo menos 3 livros publicados sobre o aproveitamento da língua falada nas práticas escolares) de que a oralidade abria caminhos...” Nesse trecho, o segmento colocado entre parênteses tem a função de:

 

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216496 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: CBTU

TEXTO 2

Nosso entrevistado sobre Estudos de Língua Falada é o Prof. Dr. Ataliba Teixeira de Castilho, da Universidade de São Paulo – USP, um dos precursores do estudo da língua falada no Brasil.


ReVEL - Como o senhor vê a importância dos estudos envolvendo a linguagem falada para o ensino de língua materna, especialmente no Brasil?


Ataliba - A língua falada foi descrita no Brasil, tanto pelo Projeto NURC quanto, e principalmente, pelo Projeto de Gramática do Português Falado (8 volumes publicados pela Editora da Unicamp). No final dos anos 80 surgiram algumas teorizações fundamentadas nos achados. O interesse era basicamente descritivo, sem preocupações educacionais. Mas esta foi, aliás, a típica história de atirar no que se vê e acertar no que não se vê. O ensino foi o alvo dessa bala que se supunha perdida. Pois logo nos demos conta (digo nós porque há pelo menos 3 livros publicados sobre o aproveitamento da língua falada nas práticas escolares) de que a oralidade abria caminhos de muito interesse para uma nação pouco letrada como a nossa. Por outro lado, a universalização do ensino fundamental no Brasil trouxe para a escola alunos de todos os níveis. Aproveitar o conhecimento lingüístico já disponível pelos alunos das camadas socioculturais baixas é uma ótima estratégia para conjurar a evasão escolar. Os alunos deixam a escola pela necessidade de ajudar economicamente a família - e a BolsaEscola busca resolver este lado do problema - e também por desinteresse com respeito ao que lá é ensinado. Ora, nossa identidade está em nossa língua. Se a vemos respeitada e aproveitada na escola para o início de nosso percurso, tudo bem. Mas se de cara vão te dizendo que sua linguagem é uma lástima, tchau mesmo! Aqui reside a maior importância da incorporação da língua falada no ensino.


Trecho da entrevista publicada na Revista Virtual de Estudos da Linguagem –

ReVEL, Ano 3, n°4, março de 2005.

Segundo o entrevistado no texto 2, há vantagens em trabalhar a língua falada no ensino da língua materna. Dentre essas vantagens, destaca o fato de o trabalho com a fala:

1. representar um recurso proveitoso para se chegar à língua escrita.

2. aproveitar conhecimentos que o aluno já tem, abrindo as portas para novos conhecimentos.

3. ser um meio de aproveitar um conhecimento lingüístico de que os alunos já dispõem.

4. representar respeito à língua que o aluno traz quando entra na escola.

Estão corretas:

 

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