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TEXTO 1
Compreender a linguagem como forma de interação pode representar significativa contribuição ao desenvolvimento de padrões proficientes de comunicação escrita, pois práticas interacionistas tendem a favorecer a ampliação do domínio dos recursos expressivos do português, na busca de diferentes efeitos de sentido. (...) Assim, o interacionismo é uma forma mais adequada de ver a linguagem, pois pode tornar mais concreta a possibilidade de o aluno adquirir maior proficiência no uso da língua materna, uma vez que vai considerá-lo como portador de uma fala própria. A interação tende a provocar mudanças tanto no sujeito quanto no destinatário, porque agimos sobre os outros e os outros sobre nós. A língua não se separa do indivíduo. Aprendê-la significa, a nosso ver, criar situações sociais idênticas às que vivenciamos no cotidiano. Em outros termos, o ato interlocutivo não deve se isolar das atividades cotidianas, visto que a linguagem não está dissociada de nossas ações e, portanto, aprender uma língua significa participar de situações concretas de comunicação.
Para a tradicional concepção monológica de linguagem, o texto é algo que deve estar pronto no pensamento do sujeito. Portanto, se este elabora mal suas idéias, hesita, faz autocorreções, digressões, o locutor pensa errado e, em virtude disso, o texto também está errado. Assim, não existe a necessidade do outro, ou, no nosso caso, do professor/leitor/destinatário. No processo de construção do texto, nossos alunos, não raras vezes, desconsideram o destinatário de seu texto e, ao escrever, fazem-no para si mesmos. Se entendêssemos a língua como um “receituário disponível”, um código pronto, não existiria a necessidade da construção de sentidos, visto que todo o sentido estaria no produtor do texto; por sua vez, a argumentação que imprimimos no texto a fim de persuadir e a força ilocucionária para a produção de sentidos seriam desnecessárias. Sabemos que somos cerceados, limitados pela imagem que temos do nosso interlocutor.
Sendo assim, é preciso repensar a linguagem, não mais apenas como expressão do pensamento, nem, apenas, como instrumento de comunicação. A linguagem, como espaço de interlocução, permite ao sujeito compreender o mundo, agir sobre ele. Somente através da interlocução será possível devolver a fala ao sujeito e, possivelmente, a constituição do sujeito.
Para a monologia, a língua está pronta, acabada. Para a dialogia, a língua nunca está pronta, mas é um sistema com o qual o sujeito interage para usá-lo em suas necessidades pontuais num contexto específico de interlocução. Para a concepção dialógica, a cada momento interlocutivo a linguagem se reconfigura, reconstrói-se, e, obviamente, também o sujeito se reconstrói. Para a concepção monológica, independentemente da situação discursiva, a linguagem é única, como exposta num tabuleiro de xadrez. (...) Portanto, atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar fadadas ao insucesso profissional. Nosso texto configura-se no texto do outro. (...)
A respeito da dialogia, Todorov afirma que: “A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo, interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Toda comunicação verbal, toda interação verbal se realiza em forma de uma troca de enunciados, em forma de diálogo”.
GONÇALVES, Adair V. Texto publicado no site www.portrasdasletras.com.br.
Excerto adaptado.
O texto 1 apresenta algumas diferenças entre ‘monologia’ e ‘dialogia’. Segundo ele, são características da ‘monologia’:
1. achar que a produção de um texto não requer a existência de um interlocutor, pois o texto está pronto no pensamento do seu produtor.
2. entender a língua como um código pronto, que dispensa a necessidade da construção de sentidos, uma vez que todo o sentido está no produtor do texto.
3. considerar que a língua é uma entidade pronta, acabada, que tem existência independente de seu sujeito.
4. acreditar que, nas atividades de ensino-aprendizagem da língua, não é importante chamar a atenção do aluno para o papel desempenhado pelo interlocutor.
Estão corretas:
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TEXTO 1
Compreender a linguagem como forma de interação pode representar significativa contribuição ao desenvolvimento de padrões proficientes de comunicação escrita, pois práticas interacionistas tendem a favorecer a ampliação do domínio dos recursos expressivos do português, na busca de diferentes efeitos de sentido. (...) Assim, o interacionismo é uma forma mais adequada de ver a linguagem, pois pode tornar mais concreta a possibilidade de o aluno adquirir maior proficiência no uso da língua materna, uma vez que vai considerá-lo como portador de uma fala própria. A interação tende a provocar mudanças tanto no sujeito quanto no destinatário, porque agimos sobre os outros e os outros sobre nós. A língua não se separa do indivíduo. Aprendê-la significa, a nosso ver, criar situações sociais idênticas às que vivenciamos no cotidiano. Em outros termos, o ato interlocutivo não deve se isolar das atividades cotidianas, visto que a linguagem não está dissociada de nossas ações e, portanto, aprender uma língua significa participar de situações concretas de comunicação.
Para a tradicional concepção monológica de linguagem, o texto é algo que deve estar pronto no pensamento do sujeito. Portanto, se este elabora mal suas idéias, hesita, faz autocorreções, digressões, o locutor pensa errado e, em virtude disso, o texto também está errado. Assim, não existe a necessidade do outro, ou, no nosso caso, do professor/leitor/destinatário. No processo de construção do texto, nossos alunos, não raras vezes, desconsideram o destinatário de seu texto e, ao escrever, fazem-no para si mesmos. Se entendêssemos a língua como um “receituário disponível”, um código pronto, não existiria a necessidade da construção de sentidos, visto que todo o sentido estaria no produtor do texto; por sua vez, a argumentação que imprimimos no texto a fim de persuadir e a força ilocucionária para a produção de sentidos seriam desnecessárias. Sabemos que somos cerceados, limitados pela imagem que temos do nosso interlocutor.
Sendo assim, é preciso repensar a linguagem, não mais apenas como expressão do pensamento, nem, apenas, como instrumento de comunicação. A linguagem, como espaço de interlocução, permite ao sujeito compreender o mundo, agir sobre ele. Somente através da interlocução será possível devolver a fala ao sujeito e, possivelmente, a constituição do sujeito.
Para a monologia, a língua está pronta, acabada. Para a dialogia, a língua nunca está pronta, mas é um sistema com o qual o sujeito interage para usá-lo em suas necessidades pontuais num contexto específico de interlocução. Para a concepção dialógica, a cada momento interlocutivo a linguagem se reconfigura, reconstrói-se, e, obviamente, também o sujeito se reconstrói. Para a concepção monológica, independentemente da situação discursiva, a linguagem é única, como exposta num tabuleiro de xadrez. (...) Portanto, atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar fadadas ao insucesso profissional. Nosso texto configura-se no texto do outro. (...)
A respeito da dialogia, Todorov afirma que: “A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo, interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Toda comunicação verbal, toda interação verbal se realiza em forma de uma troca de enunciados, em forma de diálogo”.
GONÇALVES, Adair V. Texto publicado no site www.portrasdasletras.com.br.
Excerto adaptado.
Identifique a idéia que não está presente no texto 1.
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TEXTO 1
Compreender a linguagem como forma de interação pode representar significativa contribuição ao desenvolvimento de padrões proficientes de comunicação escrita, pois práticas interacionistas tendem a favorecer a ampliação do domínio dos recursos expressivos do português, na busca de diferentes efeitos de sentido. (...) Assim, o interacionismo é uma forma mais adequada de ver a linguagem, pois pode tornar mais concreta a possibilidade de o aluno adquirir maior proficiência no uso da língua materna, uma vez que vai considerá-lo como portador de uma fala própria. A interação tende a provocar mudanças tanto no sujeito quanto no destinatário, porque agimos sobre os outros e os outros sobre nós. A língua não se separa do indivíduo. Aprendê-la significa, a nosso ver, criar situações sociais idênticas às que vivenciamos no cotidiano. Em outros termos, o ato interlocutivo não deve se isolar das atividades cotidianas, visto que a linguagem não está dissociada de nossas ações e, portanto, aprender uma língua significa participar de situações concretas de comunicação.
Para a tradicional concepção monológica de linguagem, o texto é algo que deve estar pronto no pensamento do sujeito. Portanto, se este elabora mal suas idéias, hesita, faz autocorreções, digressões, o locutor pensa errado e, em virtude disso, o texto também está errado. Assim, não existe a necessidade do outro, ou, no nosso caso, do professor/leitor/destinatário. No processo de construção do texto, nossos alunos, não raras vezes, desconsideram o destinatário de seu texto e, ao escrever, fazem-no para si mesmos. Se entendêssemos a língua como um “receituário disponível”, um código pronto, não existiria a necessidade da construção de sentidos, visto que todo o sentido estaria no produtor do texto; por sua vez, a argumentação que imprimimos no texto a fim de persuadir e a força ilocucionária para a produção de sentidos seriam desnecessárias. Sabemos que somos cerceados, limitados pela imagem que temos do nosso interlocutor.
Sendo assim, é preciso repensar a linguagem, não mais apenas como expressão do pensamento, nem, apenas, como instrumento de comunicação. A linguagem, como espaço de interlocução, permite ao sujeito compreender o mundo, agir sobre ele. Somente através da interlocução será possível devolver a fala ao sujeito e, possivelmente, a constituição do sujeito.
Para a monologia, a língua está pronta, acabada. Para a dialogia, a língua nunca está pronta, mas é um sistema com o qual o sujeito interage para usá-lo em suas necessidades pontuais num contexto específico de interlocução. Para a concepção dialógica, a cada momento interlocutivo a linguagem se reconfigura, reconstrói-se, e, obviamente, também o sujeito se reconstrói. Para a concepção monológica, independentemente da situação discursiva, a linguagem é única, como exposta num tabuleiro de xadrez. (...) Portanto, atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar fadadas ao insucesso profissional. Nosso texto configura-se no texto do outro. (...)
A respeito da dialogia, Todorov afirma que: “A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo, interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Toda comunicação verbal, toda interação verbal se realiza em forma de uma troca de enunciados, em forma de diálogo”.
GONÇALVES, Adair V. Texto publicado no site www.portrasdasletras.com.br.
Excerto adaptado.
Podemos afirmar que o texto 1 tem, prioritariamente, a função de:
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TEXTO 1
Compreender a linguagem como forma de interação pode representar significativa contribuição ao desenvolvimento de padrões proficientes de comunicação escrita, pois práticas interacionistas tendem a favorecer a ampliação do domínio dos recursos expressivos do português, na busca de diferentes efeitos de sentido. (...) Assim, o interacionismo é uma forma mais adequada de ver a linguagem, pois pode tornar mais concreta a possibilidade de o aluno adquirir maior proficiência no uso da língua materna, uma vez que vai considerá-lo como portador de uma fala própria. A interação tende a provocar mudanças tanto no sujeito quanto no destinatário, porque agimos sobre os outros e os outros sobre nós. A língua não se separa do indivíduo. Aprendê-la significa, a nosso ver, criar situações sociais idênticas às que vivenciamos no cotidiano. Em outros termos, o ato interlocutivo não deve se isolar das atividades cotidianas, visto que a linguagem não está dissociada de nossas ações e, portanto, aprender uma língua significa participar de situações concretas de comunicação.
Para a tradicional concepção monológica de linguagem, o texto é algo que deve estar pronto no pensamento do sujeito. Portanto, se este elabora mal suas idéias, hesita, faz autocorreções, digressões, o locutor pensa errado e, em virtude disso, o texto também está errado. Assim, não existe a necessidade do outro, ou, no nosso caso, do professor/leitor/destinatário. No processo de construção do texto, nossos alunos, não raras vezes, desconsideram o destinatário de seu texto e, ao escrever, fazem-no para si mesmos. Se entendêssemos a língua como um “receituário disponível”, um código pronto, não existiria a necessidade da construção de sentidos, visto que todo o sentido estaria no produtor do texto; por sua vez, a argumentação que imprimimos no texto a fim de persuadir e a força ilocucionária para a produção de sentidos seriam desnecessárias. Sabemos que somos cerceados, limitados pela imagem que temos do nosso interlocutor.
Sendo assim, é preciso repensar a linguagem, não mais apenas como expressão do pensamento, nem, apenas, como instrumento de comunicação. A linguagem, como espaço de interlocução, permite ao sujeito compreender o mundo, agir sobre ele. Somente através da interlocução será possível devolver a fala ao sujeito e, possivelmente, a constituição do sujeito.
Para a monologia, a língua está pronta, acabada. Para a dialogia, a língua nunca está pronta, mas é um sistema com o qual o sujeito interage para usá-lo em suas necessidades pontuais num contexto específico de interlocução. Para a concepção dialógica, a cada momento interlocutivo a linguagem se reconfigura, reconstrói-se, e, obviamente, também o sujeito se reconstrói. Para a concepção monológica, independentemente da situação discursiva, a linguagem é única, como exposta num tabuleiro de xadrez. (...) Portanto, atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar fadadas ao insucesso profissional. Nosso texto configura-se no texto do outro. (...)
A respeito da dialogia, Todorov afirma que: “A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo, interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Toda comunicação verbal, toda interação verbal se realiza em forma de uma troca de enunciados, em forma de diálogo”.
GONÇALVES, Adair V. Texto publicado no site www.portrasdasletras.com.br.
Excerto adaptado.
Segundo o autor do texto 1, o aluno aprenderá melhor uma língua quando:
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TEXTO 1
Compreender a linguagem como forma de interação pode representar significativa contribuição ao desenvolvimento de padrões proficientes de comunicação escrita, pois práticas interacionistas tendem a favorecer a ampliação do domínio dos recursos expressivos do português, na busca de diferentes efeitos de sentido. (...) Assim, o interacionismo é uma forma mais adequada de ver a linguagem, pois pode tornar mais concreta a possibilidade de o aluno adquirir maior proficiência no uso da língua materna, uma vez que vai considerá-lo como portador de uma fala própria. A interação tende a provocar mudanças tanto no sujeito quanto no destinatário, porque agimos sobre os outros e os outros sobre nós. A língua não se separa do indivíduo. Aprendê-la significa, a nosso ver, criar situações sociais idênticas às que vivenciamos no cotidiano. Em outros termos, o ato interlocutivo não deve se isolar das atividades cotidianas, visto que a linguagem não está dissociada de nossas ações e, portanto, aprender uma língua significa participar de situações concretas de comunicação.
Para a tradicional concepção monológica de linguagem, o texto é algo que deve estar pronto no pensamento do sujeito. Portanto, se este elabora mal suas idéias, hesita, faz autocorreções, digressões, o locutor pensa errado e, em virtude disso, o texto também está errado. Assim, não existe a necessidade do outro, ou, no nosso caso, do professor/leitor/destinatário. No processo de construção do texto, nossos alunos, não raras vezes, desconsideram o destinatário de seu texto e, ao escrever, fazem-no para si mesmos. Se entendêssemos a língua como um “receituário disponível”, um código pronto, não existiria a necessidade da construção de sentidos, visto que todo o sentido estaria no produtor do texto; por sua vez, a argumentação que imprimimos no texto a fim de persuadir e a força ilocucionária para a produção de sentidos seriam desnecessárias. Sabemos que somos cerceados, limitados pela imagem que temos do nosso interlocutor.
Sendo assim, é preciso repensar a linguagem, não mais apenas como expressão do pensamento, nem, apenas, como instrumento de comunicação. A linguagem, como espaço de interlocução, permite ao sujeito compreender o mundo, agir sobre ele. Somente através da interlocução será possível devolver a fala ao sujeito e, possivelmente, a constituição do sujeito.
Para a monologia, a língua está pronta, acabada. Para a dialogia, a língua nunca está pronta, mas é um sistema com o qual o sujeito interage para usá-lo em suas necessidades pontuais num contexto específico de interlocução. Para a concepção dialógica, a cada momento interlocutivo a linguagem se reconfigura, reconstrói-se, e, obviamente, também o sujeito se reconstrói. Para a concepção monológica, independentemente da situação discursiva, a linguagem é única, como exposta num tabuleiro de xadrez. (...) Portanto, atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar fadadas ao insucesso profissional. Nosso texto configura-se no texto do outro. (...)
A respeito da dialogia, Todorov afirma que: “A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo, interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Toda comunicação verbal, toda interação verbal se realiza em forma de uma troca de enunciados, em forma de diálogo”.
GONÇALVES, Adair V. Texto publicado no site www.portrasdasletras.com.br.
Excerto adaptado.
O texto 1 argumenta a favor de que:
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Existem computadores chamados servidores de nomes que fazem a tradução entre os endereços numéricos e as representações por palavras. Ele passa a ser um sistema de banco de dados distribuído, usado pelas aplicações Internet, principalmente para conversão de um nome de máquina para o seu endereço IP. Marque a alternativa que indica corretamente o nome fornecido para esse serviço, no uso da Internet:
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O Word no trabalho com os textos permite a utilização de botões na barra de ferramentas para agilizar as formatações que são aplicadas nos documentos. Quanto à função dos botões da barra de ferramentas, assinale a alternativa incorreta:
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O Excel é um aplicativo que permite a construção de planilhas de cálculo com grandes recursos para aplicação de fórmulas e funções.
Verifique a planilha abaixo e responda as questões 37 e 38
, | A | B | C | D | E | F |
1 | EMPRESA FAST LTDA FOLHA DE PAGAMENTO - AGOSTO 2005 | |||||
2 | ||||||
3 | Matrícula | Funcionário | Salário | Abono | Desconto | Líquido |
4 | 2348120 | Pedro Paulo | R$ 1.200,00 | R$ 900,00 | R$ 252,00 | R$ 1.848,00 |
5 | 2348121 | Karina Gomes | R$ 2.100,00 | R$ 1.575,00 | R$ 441,00 | R$ 3.234,00 |
6 | 2348122 | Sérgio Vaz | R$ 850,00 | R$ 637,50 | R$ 178,50 | R$ 1.309,00 |
7 | 2348123 | Plínio costa | R$ 725,00 | R$ 543,75 | R$ 152,25 | R$ 1.116,50 |
8 | 2348124 | Severina Celma | R$ 1.870,00 | R$ 1.402,50 | R$ 392,70 | R$ 2.879,80 |
9 | 2348125 | André Luiz | R$ 1.870,00 | R$ 1.402,50 | R$ 392,70 | R$ 2.879,80 |
10 | 2348126 | Joaquim Silva | R$ 2.100,00 | R$ 1.575,00 | R$ 441,00 | R$ 3.234,00 |
11 | 2348127 | Diogenes Santos | R$ 395,00 | R$ 296,25 | R$ 82,95 | R$ 608,30 |
12 | 2348128 | Raquel Silva | R$ 1.150,00 | R$ 862,50 | R$ 241,50 | R$ 1.771,00 |
13 | 2348129 | Temostecles Brant | R$ 1.200,00 | R$ 900,00 | R$ 252,00 | R$ 1.848,00 |
14 | 2348130 | Josefa Carla | R$ 850,00 | R$ 637,50 | R$ 178,50 | R$ 1.309,00 |
15 | 2348131 | Maria Flores | R$ 725,00 | R$ 543,75 | R$ 152,25 | R$ 1.116,50 |
16 | 2348132 | Misael Rodrigues | R$ 1.150,00 | R$ 862,50 | R$ 241,50 | R$ 1.771,00 |
17 | 2348133 | Monina Muniz | R$ 850,00 | R$ 637,50 | R$ 178,50 | R$ 1.309,00 |
De acordo com a planilha acima, marque a alternativa que indica corretamente o cálculo da subtração da média de todos os salários pelo menor salário: Média de salários – Menor salário:
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O Excel é um aplicativo que permite a construção de planilhas de cálculo com grandes recursos para aplicação de fórmulas e funções.
Verifique a planilha abaixo e responda as questões 37 e 38
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, |
A |
B |
C |
D |
E |
F |
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1 |
EMPRESA FAST LTDA FOLHA DE PAGAMENTO - AGOSTO 2005 |
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2 |
||||||
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3 |
Matrícula |
Funcionário |
Salário |
Abono |
Desconto |
Líquido |
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4 |
2348120 |
Pedro Paulo |
R$ 1.200,00 |
R$ 900,00 |
R$ 252,00 |
R$ 1.848,00 |
|
5 |
2348121 |
Karina Gomes |
R$ 2.100,00 |
R$ 1.575,00 |
R$ 441,00 |
R$ 3.234,00 |
|
6 |
2348122 |
Sérgio Vaz |
R$ 850,00 |
R$ 637,50 |
R$ 178,50 |
R$ 1.309,00 |
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7 |
2348123 |
Plínio costa |
R$ 725,00 |
R$ 543,75 |
R$ 152,25 |
R$ 1.116,50 |
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8 |
2348124 |
Severina Celma |
R$ 1.870,00 |
R$ 1.402,50 |
R$ 392,70 |
R$ 2.879,80 |
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9 |
2348125 |
André Luiz |
R$ 1.870,00 |
R$ 1.402,50 |
R$ 392,70 |
R$ 2.879,80 |
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10 |
2348126 |
Joaquim Silva |
R$ 2.100,00 |
R$ 1.575,00 |
R$ 441,00 |
R$ 3.234,00 |
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11 |
2348127 |
Diogenes Santos |
R$ 395,00 |
R$ 296,25 |
R$ 82,95 |
R$ 608,30 |
|
12 |
2348128 |
Raquel Silva |
R$ 1.150,00 |
R$ 862,50 |
R$ 241,50 |
R$ 1.771,00 |
|
13 |
2348129 |
Temostecles Brant |
R$ 1.200,00 |
R$ 900,00 |
R$ 252,00 |
R$ 1.848,00 |
|
14 |
2348130 |
Josefa Carla |
R$ 850,00 |
R$ 637,50 |
R$ 178,50 |
R$ 1.309,00 |
|
15 |
2348131 |
Maria Flores |
R$ 725,00 |
R$ 543,75 |
R$ 152,25 |
R$ 1.116,50 |
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16 |
2348132 |
Misael Rodrigues |
R$ 1.150,00 |
R$ 862,50 |
R$ 241,50 |
R$ 1.771,00 |
|
17 |
2348133 |
Monina Muniz |
R$ 850,00 |
R$ 637,50 |
R$ 178,50 |
R$ 1.309,00 |
Sabendo-se que as colunas Abono, Desconto e Líquido são calculadas, marque a alternativa que indica corretamente as fórmulas nessa ordem (Abono, Desconto e Líquido) para o cálculo do funcionário Pedro Paulo de acordo com as definições abaixo:
Abono !$ \rightarrow !$ 75% do Salário.
Desconto !$ \rightarrow !$ 12% aplicado sobre a soma do salário com o abono.
Líquido !$ \rightarrow !$ Salário somado com o abono subtraído do desconto.
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
O Windows Explorer é uma ferramenta do Windows 98 que permite visualizar e manter os dados que estão em disco. Com essa ferramenta podemos criar pastas, apagar, copiar e mover os dados que estão gravados no HD ou no disquete. A figura abaixo mostra a tela do Windows Explorer.

Analise as afirmativas abaixo:
I – Na figura acima a pasta que está aberta é a pasta Windows, que tem 5 (cinco) arquivos selecionados de forma alternada. Para selecionarmos os arquivos de forma alternada, basta clicar em cada arquivo com a tecla pressionada.
II – Para mover os arquivos selecionados para a pasta Meus documentos, devemos clicar na barra de ferramentas no botão Copiar, abrir a pasta Meus documentos e em seguida clicar no Botão Colar.
III – De acordo com afigura, temos 5 (cinco) arquivos selecionados. Ao pressionarmos a tecla os arquivos são apagados da pasta Windows e enviados para a lixeira (de acordo com a configuração padrão do Windows 98).
Está(ão) correta(s):
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Caderno Container