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A execução da despesa orçamentária pública transcorre em estágios, conforme previsto na Lei nº 4.320/1964, que estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. Analise cada um desses estágios e sua respectiva definição de acordo com o que se declara a seguir:
I. Empenho: consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito;
II. Liquidação: é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição;
III. Pagamento: consiste na entrega de numerário ao credor, só podendo ser efetuado após a regular liquidação da despesa;
IV. Contabilização: é o ato de registrar no sistema contábil as operações acima referidas, de modo a dar transparência a esses atos.
- Considerando as informações contidas nos itens acima, é correto afirmar que
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
O Decreto Lei nº 1.939, de 20 de maio de 1982, em seu Art. 11, classifica as receitas da seguinte forma:
I. Receitas correntes e receitas de capital, como categorias econômicas;
II. Receita tributária, receita patrimonial, receita industrial, transferências correntes e receitas diversas, como receitas correntes;
III. Impostos, taxas e contribuições de melhoria, como receita tributária;
IV. Receitas imobiliárias, receitas de valores mobiliários, participações e dividendos, e outras receitas patrimoniais, como receitas patrimoniais.
- Considerando as informações contidas nos itens acima, é correto afirmar que
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Dois tipos de ideias
Há dois tipos de ideias: ideias inertes e ideias com poder gravitacional. As ideias inertes, como o nome está dizendo, são destituídas de poder. Estão onde estão e isso é tudo. Como pedras. A maior parte das ideias que se ensinam nas escolas pertence a essa categoria. Um bom exemplo se encontra naquele parágrafo do livro de biologia que minha neta tinha de aprender. Via de regra, essas ideias são logo esquecidas. A memória as deleta e joga na lixeira. Algumas permanecem na memória consciente como lixo. Por exemplo, aprendi no curso de admissão que a ilha de Tupinambarana é a segunda maior ilha fluvial do mundo. Essa informação não faz nada com a minha cabeça. Note-se que as ideias inertes, frequentemente, possuem os critérios cartesianos de clareza e distinção. As ideias com poder gravitacional são aquelas que têm o poder de chamar outras. Elas nunca estão sozinhas. São sóis do sistema solar que é a nossa mente. Elas produzem big bang na cabeça do qual nascem universos. É assim que acontecem a poesia, a literatura, a música: uma única ideia explode e eis a obra!
ALVES, Rubens. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 118-119.
O enunciado em que não se expressa uma característica daquilo que o autor chama “ideias inertes” é:
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De acordo com Altamiro Damian Préve, o layout é também conhecido como arranjo físico ou ainda como uma descrição física no plano horizontal (“planta baixa”), ressaltando os aspectos voltados à racionalidade, bem como os que dizem respeito ao comportamento, à supervisão e às condições humanas de trabalho. Por essa razão, o layout tem por objetivo
I. obter um fluxo adequado de bens, pessoas e documentos;
II. reduzir a aplicação de investimentos em instalações;
III. oferecer adequadas condições de trabalho e um ambiente confortável, produtivo e seguro;
IV. promover a descontinuidade nos fluxos de trabalho.
- Considerando as informações contidas nos itens acima, é correto afirmar que
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Curiosidade é uma coceira nas ideias
Eu estava com a cabeça quente!$ ^{A)} !$. Queria descansar, parar de pensar. Para parar de pensar nada melhor que trabalhar com as mãos. Peguei minha caixa de ferramentas, a serra circular e a furadeira e fui para o terceiro andar, onde guardo os meus livros.
Iria fazer umas estantes. As tábuas já estavam lá. Nem bem comecei a trabalhar de carpinteiro e fui interrompido com a chegada da faxineira. Com ela, sua filhinha de 7 anos, Dionéia. Carinha redonda, sorriso mostrando os dentes brancos, trancinhas estilo afro.
O que se era de esperar numa menina da idade dela era que ela ficasse com a mãe. Não ficou. Preferiu ficar comigo, vendo o que eu fazia. Por que ela fez isso? Curiosidade. Curiosidade é uma coceira que dá nas ideias!$ ^{B)} !$... Aquelas ferramentas e o que eu estava fazendo a fascinavam!$ ^{C)} !$. Ela queria aprender. (...)
Assim se iniciou uma das mais alegres experiências de ensino e aprendizagem que tive na minha vida. A Dionéia queria saber de tudo. Não precisei fazer uso de nenhum artifício de “motivação” para que ela estivesse motivada. O que a motivava era o fascínio daquilo que eu estava fazendo e das ferramentas que eu estava usando. Seus olhos e pensamentos estavam coçando de curiosidade. Ela queria aprender para se curar da coceira...(...)
Fiquei a imaginar o que vai acontecer com a Dionéia quando, na escola, os seus olhinhos curiosos vão ser subtraídos do fascínio das coisas do mundo!$ ^{D)} !$ que a cerca, e vão ser obrigados a seguir aquilo a que os programas obrigam. Será possível aprender sem que os olhos estejam fascinados pelo objeto misterioso que os desafia?
ALVES, Rubens. O desejo de ensinar e a arte de aprender. Campinas: Fundação Educar, 2004, p. 8-9.
Não há palavras empregadas em sentido conotativo em
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A centopeia e o gafanhoto
Conta-se que, um dia, um gafanhoto encontrou-se com uma centopeia que descansava no meio da folhagem.
– Dona Centopeia, eu tenho pela senhora a maior admiração. Deus Todo-Poderoso me deu apenas seis pernas. Para a senhora ele deu cem. Assombra-me a elegância tranquila do seu andar. Todas se movem na ordem certa. Jamais vi uma centopeia tropeçar. Mas, por isso mesmo, tenho uma curiosidade: quando a senhora vai começar a andar, qual é a perna que a senhora mexe primeiro?
– Obrigada pelos elogios, senhor Gafanhoto - respondeu a Centopeia. - Sua pergunta é muito interessante porque eu mesma, até hoje, nunca pensei no assunto. Sempre andei sem pensar. Perdoe minha ignorância. Jamais fui à escola do andar certo. Não fui conscientizada. Andei sempre um andar ignorante. Mas agora vou prestar atenção...
Conta-se que, desde esse dia, a Centopeia ficou paralítica.
ALVES, Rubens. Do universo à jabuticaba. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2010, p. 242.
Depreende-se da leitura do texto que Rubem Alves acredita que
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Curiosidade é uma coceira nas ideias
Eu estava com a cabeça quente. Queria descansar, parar de pensar. Para parar de pensar nada melhor que trabalhar com as mãos. Peguei minha caixa de ferramentas, a serra circular e a furadeira e fui para o terceiro andar, onde guardo os meus livros.
Iria fazer umas estantes. As tábuas já estavam lá. Nem bem comecei a trabalhar de carpinteiro e fui interrompido com a chegada da faxineira. Com ela, sua filhinha de 7 anos, Dionéia. Carinha redonda, sorriso mostrando os dentes brancos, trancinhas estilo afro.
O que se era de esperar numa menina da idade dela era que ela ficasse com a mãe. Não ficou. Preferiu ficar comigo, vendo o que eu fazia. Por que ela fez isso? Curiosidade. Curiosidade é uma coceira que dá nas ideias...Aquelas ferramentas e o que eu estava fazendo a fascinavam. Ela queria aprender. (...)
Assim se iniciou uma das mais alegres experiências de ensino e aprendizagem que tive na minha vida. A Dionéia queria saber de tudo. Não precisei fazer uso de nenhum artifício de “motivação” para que ela estivesse motivada. O que a motivava era o fascínio daquilo que eu estava fazendo e das ferramentas que eu estava usando!$ ^{D)} !$. Seus olhos e pensamentos estavam coçando de curiosidade. Ela queria aprender para se curar da coceira...(...)
Fiquei a imaginar o que vai acontecer com a Dionéia!$ ^{A)} !$ quando, na escola, os seus olhinhos curiosos vão ser subtraídos do fascínio das coisas do mundo que a cerca!$ ^{B)} !$, e vão ser obrigados a seguir aquilo a que os programas obrigam. Será possível aprender sem que os olhos estejam fascinados pelo objeto misterioso que os desafia?!$ ^{C)} !$
ALVES, Rubens. O desejo de ensinar e a arte de aprender. Campinas: Fundação Educar, 2004, p. 8-9.
O fragmento de texto em que o pronome em destaque não substitui um termo antecedente, evitando uma repetição, é
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O PMI (Project Management Institute) é uma organização norte-americana de renome internacional, que reúne profissionais de gerenciamento de projetos com o objetivo de desenvolver e divulgar conhecimentos que permitam aos gerentes de projetos aperfeiçoarem seu trabalho. Este instituto reconhece como necessário um conjunto de conhecimentos, por áreas, para que se gerenciem projetos,
conforme descritos a seguir:
I. Tempo/prazos, custos e qualidade;
II. Escopo, comunicação e recursos humanos;
III. Aquisições, risco e integração;
IV. Coexistência, fluxo e adequação.
- Considerando as informações contidas nos itens acima, é correto afirmar que
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Dois tipos de ideias
Há dois tipos de ideias: ideias inertes e ideias com poder gravitacional. As ideias inertes, como o nome está dizendo, são destituídas de poder. Estão onde estão e isso é tudo. Como pedras. A maior parte das ideias que se ensinam nas escolas pertence a essa categoria. Um bom exemplo se encontra naquele parágrafo do livro de biologia que minha neta tinha de aprender. Via de regra, essas ideias são logo esquecidas. A memória as deleta e joga na lixeira. Algumas permanecem na memória consciente como lixo. Por exemplo, aprendi no curso de admissão que a ilha de Tupinambarana é a segunda maior ilha fluvial do mundo. Essa informação não faz nada com a minha cabeça. Note-se que as ideias inertes, frequentemente, possuem os critérios cartesianos de clareza e distinção. As ideias com poder gravitacional são aquelas que têm o poder de chamar outras. Elas nunca estão sozinhas. São sóis do sistema solar que é a nossa mente. Elas produzem big bang na cabeça do qual nascem universos. É assim que acontecem a poesia, a literatura, a música: uma única ideia explode e eis a obra!
ALVES, Rubens. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 118-119.
Rubem Alves considera que
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Curiosidade é uma coceira nas ideias
Eu estava com a cabeça quente. Queria descansar, parar de pensar. Para parar de pensar nada melhor que trabalhar com as mãos. Peguei minha caixa de ferramentas, a serra circular e a furadeira e fui para o terceiro andar, onde guardo os meus livros.
Iria fazer umas estantes. As tábuas já estavam lá. Nem bem comecei a trabalhar de carpinteiro e fui interrompido com a chegada da faxineira. Com ela, sua filhinha de 7 anos, Dionéia. Carinha redonda, sorriso mostrando os dentes brancos, trancinhas estilo afro.
O que se era de esperar numa menina da idade dela era que ela ficasse com a mãe. Não ficou. Preferiu ficar comigo, vendo o que eu fazia. Por que ela fez isso? Curiosidade. Curiosidade é uma coceira que dá nas ideias...Aquelas ferramentas e o que eu estava fazendo a fascinavam. Ela queria aprender. (...)
Assim se iniciou uma das mais alegres experiências de ensino e aprendizagem que tive na minha vida. A Dionéia queria saber de tudo. Não precisei fazer uso de nenhum artifício de “motivação” para que ela estivesse motivada. O que a motivava era o fascínio daquilo que eu estava fazendo e das ferramentas que eu estava usando. Seus olhos e pensamentos estavam coçando de curiosidade. Ela queria aprender para se curar da coceira...(...)
Fiquei a imaginar o que vai acontecer com a Dionéia quando, na escola, os seus olhinhos curiosos vão ser subtraídos do fascínio das coisas do mundo que a cerca, e vão ser obrigados a seguir aquilo a que os programas obrigam. Será possível aprender sem que os olhos estejam fascinados pelo objeto misterioso que os desafia?
ALVES, Rubens. O desejo de ensinar e a arte de aprender. Campinas: Fundação Educar, 2004, p. 8-9.
Considerando a noção de tipo textual, pode-se afirmar que o autor
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